Alycia Debnam-Carey comentou que estava em um “período de luto” quando Frank Dillane deixou o Fear the Walking Dead da AMC. Que Dillane foi um dos “poucos colegas de elenco mais jovens” que “compartilhou uma experiência de vida semelhante” com ela na jornada… E perder isso a afetou tanto como personagem quanto como pessoa.

A seguinte citação foi dita pela atriz Alycia Debnam-Carey durante uma mesa redonda com a imprensa virtual da qual The Natural Aristocrat participou para Fear The Walking Dead. Estavam presentes Alycia Debnam-Carey, Colman Domingo, Colby Minifie e Maggie Grace.

Alycia Debnam-Carey sobre Frank Dillane deixando FTWD:

“Eu me lembro que houve um momento em que Frank foi embora, sabe… Para mim, foi um período de luto real. Não apenas pela minha personagem, mas me afetou de uma forma realmente visceral porque você vive nesse trabalho sete meses por ano. E, especialmente na época, ele era um dos poucos colegas mais jovens também. Então, também estávamos compartilhando uma experiência de vida semelhante. Perder isso, afeta você. Não apenas como personagem, mas também como pessoa. Às vezes, isso pode ser um pouco difícil de distinguir quando você está trabalhando tanto. Então, ter alguém que está lá desde o início para lembrá-lo de como é sua vida real. Qual é a sua verdade e quem você é… Isso ajuda muito.

Colman [Domingo] é literalmente como uma família de verdade, e tem ajudado muito ter isso durante o que tem sido uma verdadeira montanha-russa. Definitivamente ajuda a ter  essa consistência. Sou muito, muito grata por isso! Mas você sabe, também é da natureza do trabalho que, quando ele mudar, você queira abraçá-lo. A mudança nesta indústria é muito bem-vinda, por ter uma forma constante de mergulhar em novas evoluções. Isso é o que mantém tudo realmente emocionante!”

Assista à estreia da 6ª temporada de Fear the Walking na AMC no domingo, 11 de outubro.

Fonte

Tradução e adaptação, Marina Brancher – ADCBR

Alycia Debnam-Carey falou com The Natural Aristocrat sobre o potencial de uma cena de flashback entre pai/filha em Fear the Walking Dead e a jornada matizada de Alicia Clark antes da 6ª temporada.

A seguinte pergunta foi feita por The Natural Aristocrat durante uma mesa redonda de imprensa virtual para Fear The Walking Dead com Alycia Debnam-Carey, Colman Domingo, Colby Minifie e Maggie Grace.

Entrevista com Alycia Debnam-Carey:

The Natural Aristocrat [Nir Regev]: Eu senti que um dos pontos mais altos de desenvolvimento para o personagem de Alicia foi quando ela descobriu que seu pai realmente tirou a própria vida. Quando Madison disse a Alicia que seu pai não sofreu realmente um acidente de carro, foi intencional. Muitos dos primeiros episódios da 6ª temporada tratam tematicamente de voltar a ser quem você sempre foi. Que é inevitável quando você está sozinho.

Você vê Alicia voltando à pessoa vulnerável encontrada naquele momento? Você gostaria de ver uma cena de flashback de pai/filha com o pai de Alicia, Stephen Clark?

Alycia Debnam-Carey: Sim! Nunca pensei em fazer um flashback como esse! Mas estou sempre apta em mostrar alguns dos aspectos mais reveladores de um personagem, antes de todo esse apocalipse. E eu acho que é trágico… Eu sinto que por tudo isso Alicia teve uma vida muito difícil e ela não tem mais ninguém, e ela é órfã… Mas eu acho que agora ela teve que trabalhar com tanta dor e tristeza e estamos do outro lado de certa forma. Ela percebeu que não há sentido em fazer isso, a menos que você possa encontrar esperança no futuro. Esperança e possibilidade com as pessoas ao seu redor. É, interessante que você mencionou esse momento. Isso também pareceu um grande ponto de desenvolvimento para mim. Eu apenas sinto que houve todas essas pequenas evoluções que Alicia teve. É difícil identificar necessariamente… Sabe, quando você vê isso no quadro geral, há tantos momentos diferenciados que a levaram a se tornar a pessoa que é agora. Mas, ainda assim, aprendemos que ela também puxou esse tipo de pragmatismo de outros personagens que ela precisa manter. Tudo se compõe à razão pela qual ela ainda está de pé.

Obrigado Alycia!

Fonte

Tradução e adaptação, Marina Brancher – ADCBR

Aviso: esse post contém spoilers da sétima temporada de “The 100”

Na última quarta-feira (30), a atriz Alycia Debnam-Carey retornou como uma de suas personagens mais marcantes, “Lexa”, para o último episódio de “The 100” da CW.

O criador e produtor executivo da série, Jason Rothenberg, realizou algumas entrevistas sobre Alycia ter concordado em voltar para o episódio final. Confira abaixo:

Entrevista para Entertainment Weekly

O criador de The 100 analisa o final da série e explica ‘a moral da história’

EW: O que você estava tentando dizer com esse final, já que todos os nossos personagens favoritos escolheram ficar na Terra com Clarke ao invés de transcender?

JASON ROTHENBERG: Queríamos que a moral da história fosse simplesmente declarada: “Até que paremos de lutar, estamos condenados”. Até que paremos de nos matar em nome do país, da tribo ou mesmo da família, estamos condenados a continuar repetindo esse ciclo de violência. E assim que o fizermos, darmos os braços e percebermos que estamos todos juntos nisso, então podemos chegar ao que vier a seguir. Nesse caso, é transcendência. Essa era a moral da história. Clarke não recebe o dom da transcendência por causa de suas ações; suas ações têm um custo, como o avatar de Lexa disse a ela na praia. Como Moisés não vai para a terra prometida, ela vai ficar sozinha – até que ela vê seus amigos. Achamos que era a maneira mais bonita de dizer que uma família escolhida é importante. Eles sabem que Clarke se sacrificou tanto por eles, desistiu tanto de si mesma por eles, que eles não iam deixá-la ficar sozinha. Eles estão renunciando a tudo o que é transcendência, eles estão desistindo disso para ficarem juntos. Por mais sombria que a série tenha sido às vezes, eu sinto que o final – e eu sempre digo que não estava tentando fazer as pessoas se sentirem bem na maior parte do tempo, e a série não é uma que deveria trazer alegria, é feita para comovê-las e deixa-las tristes ou até com raiva – mas aqui, estávamos, definitivamente, visando que as pessoas saíssem se sentindo animadas.

Por que todos os personagens principais fizeram essa escolha, exceto a filha de Clarke, Madi?

Lexa na praia, ela diz que Madi sabia que Clarke não queria que ela voltasse e fosse a única filha. Eles não vão ter filhos, esta é a última geração, eles não podem ter filhos. E então, como mãe, Clarke teria obviamente preferido que sua filha transcendesse e fosse para qualquer que fosse a próxima jornada / aventura / seja lá o que for, é obviamente algo especial, único e lindo, ao invés de ficar no chão com ela. Essa escolha foi facilitada para Madi pelo fato de que Clarke não estaria sozinha.

Agora vamos falar sobre alguns dos rostos retornando que vimos no final – Lexa, Abby e Callie. Você sempre soube que os faria voltar para participações especiais?

Aconteceu organicamente, com certeza. Depois de definirmos quais eram as regras do teste, a ideia de que o juiz assume a forma do maior amor de uma pessoa, do maior professor ou do maior inimigo, ficou claro que seria Callie para Cadogan, Lexa era minha primeira escolha para Clarke, e felizmente, Alycia concordou em voltar e fazê-la, e Abby obviamente teria sido para Clarke também se Alycia não tivesse concordado em voltar. Mas também fazia sentido que, quando sabíamos que Raven seria a única a entrar e apelar do veredicto uma vez que Clarke falhou, esse relacionamento era tão importante para Raven que havia uma beleza em ser sua pessoa também. As decisões foram ditadas por quem enfrentaria os juízes e quais seriam as regras da prova.

E quanto a Bellamy? Depois de sua morte chocante alguns episódios atrás, você considerou tê-lo de volta no final também?

Para mim, era para ser a Lexa o tempo todo. Quando essa ideia surgiu na sala, foi um daqueles momentos em que, não acontece com frequência, houve unanimidade de entusiasmo. Em seguida, tratava-se de fazê-la (Alycia) concordar em voltar. E não poderíamos ter Bellamy voltando no final, porque as regras de transcendência eram que apenas os vivos devem transcender. E então, infelizmente, ele morreu antes da linha de chegada, então ele não poderia estar lá no final, o que é outra realização trágica para Octavia, certamente, no final.

Fonte

Entrevista para Collider

O criador de ‘The 100’ Jason Rothenberg expõe aquele final e compartilha esperanças para o futuro

Sempre houve muita controvérsia em torno da morte de Lexa. Como foi para você ser capaz de trazer aquela personagem de volta e ter algum tipo de encerramento com aquela história, e ter Alycia Debnam-Carey de volta? Isso foi difícil de fazer, logisticamente?

ROTHENBERG: Primeiro de tudo, foi incrível tê-la de volta com o figurino e a maquiagem. Foi difícil? Ela estava animada, com certeza. Eu tive que ter várias conversas com ela para explicar exatamente o que estávamos procurando e o que era, e que não estávamos fazendo isso de uma forma exploradora. E então, em última análise, sim, ela estava totalmente pronta para isso. Estou muito, muito grato por ela ter feito isso e sou grato por ter sido capaz de dirigir essas cenas com ela e com eles.

Como muito de Clarke foi definido por esse relacionamento, embora tenha estado ausente por um tempo, como Eliza Taylor também se sentiu sobre a reunião das personagens?

ROTHENBERG: O tempo é estranho. Vivemos em um mundo onde a série durou sete ou oito anos e, no entanto, para eles, não durou tanto, mas [Lexa] é o amor da vida [de Clarke]. Eu não posso falar por Eliza. Ela teria que responder a essa pergunta. Eu sei que foi muito bom tê-las juntas. Nós nos divertíamos muito naqueles dias. Senti muita pressão, como diretor, por ter a responsabilidade de homenagear aquela personagem, e ainda perceber que não era realmente Lexa e saber que tínhamos que encontrar a linha de quanto da Lexa trazer para isso. Alycia fez um bom trabalho ao mostrar momentos em que vemos Lexa e momentos em que claramente não é ela.

Fonte

Entrevista para TVLine

Foi fantástico. Foi tão divertido ter Alycia de volta. Ela é uma pessoa tão boa e uma jogadora de equipe. Eu sei que ela estava realmente animada por estar de volta com a maquiagem e o figurino. Foi um pouco complicado para todos nós encontrar a linha entre o quanto Lexa ela deveria trazer para a performance e quanto interpretar o juiz / ser superior que está acontecendo naquela cena. Mas foi ótimo estar lá e assistir isso. Eu espero que os fãs tenham algum fechamento. Eu sei que isso é importante para ela e para mim. Não vai satisfazer a todos, mas foi lindo tê-la de volta.
Entrevista para TV Guide
Chefe de The 100 sobre aquele retorno chocante e um final alternativo para Bellamy
Quando você começou a pensar nesse final, você sabia imediatamente que Lexa seria a jurada de Clarke no teste final?
Rothenberg: Eu sabia quando contei a história – quando divulgamos a história na sala que eu queria que fosse Lexa. Eu queria que o juiz tomasse a forma de Lexa para Clarke pelo quanto Lexa significava para Clarke. E eu pensei que seria um bom momento obviamente para os fãs também. E eu esperava que Alycia estivesse procurando por algum encerramento por conta própria, e, de fato, ela estava. Então foi uma espécie de encontro de mentes.
Eliza e Alycia sempre tiveram essa química incrível na tela, então como foi filmar e vê-las se enfrentando novamente, mas com essa dinâmica totalmente nova?
Rothenberg: Em primeiro lugar, devo dizer que Eliza Taylor tem química com todo mundo. E sim, sua química com Alycia obviamente está fora do comum. Foi ótimo. Foi incrível estar lá, testemunhar isso. Eu fui o diretor do episódio, então houve aquele tipo de bônus adicional para eu estar na ilha com as duis, criando essas poucas cenas que tivemos juntos. Então foi ótimo, e eu não tenho nada além de gratidão pelo fato de que conseguimos reunir essas duas pessoas novamente. Por pessoas de quem estou falando, obviamente, Eliza e Alycia, não tanto Clarke e Lexa, já que claramente não é Lexa. Mas foi ótimo no geral.
Tradução e adaptação, Marina Brancher – ADCBR

Nesta quarta-feira (30), Alycia Debnam-Carey levou a suas redes socias uma despedida de sua personagem mais querida: Comandante Lexa, de The 100.

(Aviso: esse post contém spoilers do último episódio da sétima temporada de “The 100”)

Quem diria que 2020 estava escondendo Alycia Debnam-Carey caracterizada como Lexa uma última vez?

Não é de se duvidar que essa personagem teve um impacto muito grande na vida de muitas pessoas. Umas das mais queridas de The 100, a personagem morreu na série em 2016, levantando uma onda de emoções e inúmeros movimentos relacionados a causas LGBTs por fãs ao redor do mundo, e, depois de quatro anos, Alycia concordou em voltar para gravar o último episódio da série, dando um gostinho final da “Lexa” e uma conclusão para a história de “Clexa”.

A atriz postou nas suas redes sociais um pequeno recado comovente sobre a personagem e a série, citando que foi uma “honra colocar o figurino uma última vez”. Confira abaixo:

“Vocês acharam que eu iria deixar vocês todos esperando?! Nunca.

Que honra foi colocar o figurino uma última vez e se reunir com a família #the100 para o episódio final.

Lexa sempre será uma personagem que sou extremamente grata por ter retratado e me sinto tão sortuda por ter feito parte de uma série tão maravilhosa. Esta foi nossa homenagem ao amor que Clarke e Lexa compartilhavam. Um aceno de como elas eram importantes uma para a outra.

Parabéns ao extraordinário elenco, a incrível equipe e um ENORME obrigado aos fãs mais incríveis que amaram e apoiaram esta série e esses personagens ao longo de todos esses anos.

Nós amamos vocês. Não poderíamos ter feito isso sem vocês. ♥”

“Vocês acharam que eu iria deixar vocês esperando?! Nunca. Que honra foi colocar o figurino uma última vez e me reunir com a família #the100 para o episódio final. Parabéns ao extraordinário elenco e equipe e um ENORME obrigado aos fãs mais incríveis. Isso foi para vocês. ♥

Todos ficamos muito felizes ao ver Alycia vestida de Lexa de novo, é certamente muito emocionante e muito significativo – não somente para a série no seu final como para milhares de fãs que ainda amam essa personagem com todo o coração.

Como foi para você ver Alycia interpretar Lexa de novo? Comente com a gente!

E para finalizar, uma última vez: May We Meet Again.

 

Tradução e adaptação, ADCBR.

Nossa querida Alycia Debnam-Carey completou 27 anos dia 20 de julho deste ano e seu aniversário foi muito celebrado por pessoas ao redor do mundo.

Confira parte do artigo feito por Undead Walking:

Parabéns à Alycia Debnam-Carey, estrela de Fear TWD, em seu grande dia

“Alycia Debnam-Carey é um dos poucos membros originais restantes do elenco em Fear the Walking Dead. Ela está lá desde o início e, ao longo dos anos, Alicia Clark sofreu uma tremenda perda. Por tudo isso, Debnam-Carey tem sido o epítome do estilo e da graça e, em 20 de julho, ela comemora seu aniversário.

Quando os tempos são difíceis para Alicia Clark, Alycia Debnam-Carey enche seu mundo com cores vivas. De fato, ela disse uma vez a Undead Walking durante uma entrevista que ela se tornou “mais jovem” na vida real para compensar a escuridão de Fear TWD.

Nos últimos meses, Debnam-Carey defendeu várias causas em suas mídias sociais, incluindo o incentivo a doações para os incêndios na Austrália e o apoio ao movimento Black Lives Matter. Ela também atua como embaixadora da marca “Philosophy” na linha de produtos para cuidados com a pele.

Feliz aniversário Alycia Debnam-Carey de seus amigos no Undead Walking!”

Fonte

A equipe do ADCBR juntamente com os fã sites Alycia Daily e The Debnam News realizaram um projeto internacional reunindo fãs para enviarem qualquer tipo de mensagem que gostariam que a atriz visse. E acabou que ela viu!

O projeto chamado “Birthday Wishes For Alycia” (Desejos de Aniversário para Alycia) foi um blog no Tumblr que reuniu mais de 180 postagens de fãs de países como Brasil, Estados Unidos, México, Peru, Australia, Egito, Singapura, entre outros.

bdaywishesforalycia

No dia de seu aniversário, Alycia respondeu o fã site Alycia Daily, que postava sobre o projeto!

E não foi só isso! A equipe inteira do ADCBR também fez um vídeo desejando um feliz aniversário para a atriz, postado no Twitter, e Alycia respondeu:

A atriz mencionou em uma recente entrevista que não imaginava que iria passar seu aniversário na quarentena, por ser em julho, e não foi o caso. Mesmo assim, Alycia comemorou com alguns amigos e disse ter tido “um adorável aniversário”, comentando sobre as pessoas terem sido muito gentis.

Por fim, Alycia agradeceu no Instagram todo o carinho que recebeu postando essa foto:

“27 💗
Nem consigo expressar o quão grata sou por todo o amor deste aniversário. Este fim de semana me deixou tão amada, tão sortuda, tão feliz. Eu ri e chorei. Sou muito grata por ter tantas pessoas maravilhosas na minha vida e a todos vocês por aí me fazendo sentir tão especial. Amor a todos vocês. 💗”

Ficamos todos muito felizes por ela ter tido uma ótima comemoração e visto o tanto de amor que recebe de fãs de todo o mundo!

Agradecemos à todos que participaram do projeto de aniversário desse ano. Todo ano o ADCBR realiza surpresas para a Alycia no seu aniversário, fique ligado para participar!

Estudos científicos confirmam que, de todos os sentidos, o olfato oferece a melhor lembrança. Em “Memórias do Cheiro”, o Cut pergunta às pessoas sobre os aromas que eles associam com diferentes momentos de suas vidas.

A seguir, a atriz australiana Alycia Debnam-Carey, que equilibra seu papel no drama de terror pós-apocalíptico da AMC Fear the Walking Dead, servindo como o rosto de algo um pouco mais leve: Eau de Parfum da Philosophy, Amazing Grace, uma versão mais duradoura da marca ‘eau de toilette’ o floral mais vendido e amado, com bergamota e flores. O The Cut recentemente conversou com Debnam-Carey para falar de ervilhas, roupas e tinta fresca.

Minha primeira lembrança de perfume é:

O perfume da minha mãe, que é o mais óbvio, mas também tenho uma memória muito forte dos cigarros e ervilhas doces da minha avó. Ela se sentava comigo do lado de fora e caminhava comigo pela calçada, e eu me lembro do cheiro dessas ervilhas transbordando na cerca do vizinho conforme passávamos.

Felicidade cheira a:

Quando você pode sentir o cheiro do verão chegando. Na Austrália, bem no final do inverno, há uma árvore de jasmim rosa que começa a florescer. Tínhamos por toda a casa, e esse cheiro indica o primeiro gostinho de que o verão está prestes a começar. É o aroma das possibilidades, que está prestes a ficar um pouco mais quente, que o verão está chegando – esse cheiro realmente é felicidade. É um perfume clássico; todo mundo conhecia esse cheiro quando criança.

O amor cheira a:

Resto de perfume, ou resto de colônia nas roupas de outras pessoas.

Perda ou coração partido cheira a:

Privação sensorial. Sinto que perco muito o cheiro durante uma desilusão armosa, junto com outras experiências sensoriais; é desprovido de cheiro e sabor. Mas talvez uma ideia menos abstrata seja o cheiro de ar velho em um aeroporto.

A amizade cheira a:

Batata frita e vinho rosé.

O arrependimento cheira a:

Vento frio e café ainda mais frio.

O sucesso cheira a:

Sabe quando você vai ao teatro assistir a uma peça ou quando vai assistir a um filme, e aquela emoção que está no ar? E todo mundo está vestido e usando as melhores roupas para assistir a algo especial? É uma mistura dos melhores perfumes e colônias de todos, e o cheiro de pipoca e champanhe. Esse cheiro, todos reunidos em um. Para mim, isso é sucesso. A emoção, a ambição, a alegria. Mais pessoalmente, provavelmente é poeira e o cheiro de sangue, suor e lágrimas. Mas a parte boa é quaisquer que seja esse primeiro cheiro.

O pior cheiro é:

Queijo gorgonzola ou qualquer queijo fedido. Mesmo que o gosto seja bom.

Minhas férias ideais têm cheiro de:

Filtro solar, sal do mar, manga, um livro de bolso e creme de coco para o corpo. Isso é muito ideal, provavelmente porque me lembra os verões australianos. Geralmente é quando eu tiro minhas férias.

Minha casa cheira a:

Incenso Nag Champa, café e flores frescas.

A primeira coisa que sinto de manhã:

Honestamente, provavelmente é café, porque não registro nada antes do café da manhã. Não sou boa com as manhãs; a única coisa que registra é: “Onde está o café? Vamos encontrar.”

A última coisa que sinto antes de ir para a cama:

Uma leve borrifada de spray de água de rosas. Faz com que você se acomode para a noite.

Um cheiro que eu amo que os outros não:

O cheiro de tinta fresca… outras pessoas gostam disso?

Eu cheiro a:

Um pouco quente, um pouco doce. Eu sempre quero cheirar como verão, então espero que sim. Eu misturo muitos perfumes, mas minha intenção é sempre deixar as pessoas com um aroma suave e persistente. Por isso, gosto de colocar no cabelo um pouco e às vezes colocar na minha cama logo depois de lavar a roupa, enquanto ainda está quente. O aroma vai absorver um pouco, e você sentirá aquele aroma bem suave.


Tradução e Adaptação – Marina Brancher, ADCBR.

Fonte