Esta semana, tivemos um episódio de Fear the Walking Dead focado em Alicia, o que é muito estranho de dizer, considerando que Alicia, o último membro da família Clark, deveria estar liderando essa série há anos.

O episódio foi bom, especialmente agora que Alicia está fora do modo de “choque” em que se encontrava anteriormente por algum motivo, e eu gostei da dinâmica dela com o psicótico Teddy, interpretado habilmente pelo ex-Lionel Luthor de Smallville, John Glover.

Mas, neste momento, acho que de uma vez por todas, Fear the Walking Dead precisa deixar Alicia liderar totalmente esta série, ou precisa libertar a atriz Alycia Debnam-Carey.

Debnam-Carey tinha acabado de terminar uma passagem muito aclamada como Lexa em The 100 quando ela saiu para ser um membro do elenco de Fear the Walking Dead, o muito alardeado (na época) spin-off de Walking Dead.

Mas tem sido uma jornada incrivelmente estranha desde então. Sua família inteira foi morta ao longo da série, seu padrasto, mãe, e irmão, mais importante, mas ao invés da evolução lógica de Alicia liderando a série depois disso, a série decidiu pegar um elenco novo para que ela se tornasse um de apenas mais uma em uma dúzia ou mais de personagens secundários. Claro, talvez uma dos mais proeminentes, mas certamente não a principal. Esse papel foi para Morgan, emprestado por The Walking Dead, e ele assumiu completamente o controle da série. Isso levou a alguns anos desastrosos, mas mesmo que a temporada atual seja melhor, ainda não estou convencido de que esteja funcionando. E ver Alicia liderando um episódio depois de o quê, meses? Anos? Isso só serve para me lembrar que ela deveria ter sido a personagem principal dessa série o tempo todo, o próprio Rick Grimes.

Não é justo para Debnam-Carey que ela seja o último membro sobrevivente da família Clark e eles deem a ela o mesmo tempo de tela, ou menos, que o de personagens como June, Victor, Daniel, Morgan, Luciana, John Dorie (pré-morte) e uma série de outros. Ela é consistentemente pouco mais do que uma personagem de fundo e tem sido por anos, mas ela ainda tem a magia quando a série lhe dá uma chance como eles fizeram esta semana, já que este foi um dos episódios mais atraentes que eles fizeram em um bom tempo.

Eu acredito que a série agora está provocando o retorno de Madison. Quer dizer, acabamos de ter um episódio chamado “Mãe”, estrelado por Alicia, que era sobre as pessoas que sua mãe salvou, e esta é uma série onde, a menos que você literalmente veja um corpo, você deve assumir que alguém não está morto. E eu sempre pensei que eles deixaram o destino de Madison em aberto de propósito. Eu adoraria vê-la de volta e tê-la co-liderando a série com Alicia, mesmo que isso signifique matar Morgan para que ele deixe de ser a estrela da série. Nesse ponto, eu quase diria que a série deveria matar Morgan, a fim de devolver as rédeas à família Clark, já que está claro que ele não vai chegar em casa a tempo de se reunir com ninguém em The Walking Dead. (Fear ainda está anos atrás dessa série, em termos de linha do tempo).

Se a série não vai fazer nada disso, Debnam-Carey deve ir embora como outros fizeram antes dela. Ela merece coisa melhor do que ser uma pequena jogadora em um spin-off de The Walking Dead. Se eles não a deixarem ser a estrela depois de todo esse tempo, provavelmente é melhor seguir em frente. Com dois personagens icônicos em seu currículo, Lexa e Alicia, tenho certeza que ela não teria problemas para encontrar uma nova personagem para interpretar.

Por Paul Tassi.

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Tradução e Adaptação, Marina Brancher – ADCBR

Heroína da série “FTWD”, Alycia Debnam-Carey se vê fazendo música em paralelo à sua carreira de atriz.

Aos 27, ela é a estrela da série “Fear The Walking Dead“, cujos episódios inéditos podem ser vistos no Canal + na França. Mas Alycia Debnam-Carey esconde um passado como musicista ao longo de sua escolaridade que a levou a viajar na adolescência, especialmente para a Suíça. Seu instrumento favorito: a bateria.

Você é conhecida por ser uma atriz enfrentando os zumbis de “FTWD”, mas você escondeu seu passado como baterista até recentemente. Por quê?

Eu toco bateria desde criança, mas sempre guardei isso para mim porque não queria misturar gêneros. Quero ser conhecida como atriz acima de tudo. Pegar baquetas e tocar bateria me relaxa. Pode parecer estranho, mas é a realidade. Alguns fazem ioga ou meditação, eu toco bateria por exemplo (risos).

Você fez uma turnê na Suíça com sua escola para competições de música. Correto?

Verdade. Já faz quase 10 anos, mas minha escola de música já havia participado de várias apresentações na Suíça e eu estava na bateria. Tenho apenas vagas lembranças das cidades porque nossa agenda era apertada, mas tenho excelentes lembranças das paisagens verdes e dos lagos. Em particular, tínhamos feito um show ao ar livre no meio das montanhas, mas esqueci o nome do lugar. Eu tinha 16 ou 17 anos. Talvez um de seus leitores encontre fotos ou vídeos dessa época. Adoraria ver isso!

Você pararia com “Fear the Walking Dead” para uma carreira na música?

Criar uma banda de rock? Tenho amigos que já me enviaram essa ideia, principalmente porque também adoro cantar. Então uma cantora? Por que não?! Mas eu preferia participar de um filme musical, porque sou atriz acima de tudo. Amo “FTWD” mas, depois de 7 anos na série, gostaria de mostrar algo diferente da imagem da garota forte que sabe matar zumbis muito bem.

A série original “The Walking Dead” termina em 2022. Isso sinaliza o fim de “Fear The Walking Dead” também?

Nada foi confirmado, mas estou comprometida em ficar com a equipe até que os autores encontrem uma conclusão para a história de Alicia Clark. Temos tantos fãs que acho essencial filmar um final satisfatório para nossas aventuras.

Como você vê seu futuro?

Estou discutindo vários projetos novos. Eu ficaria muito atraída por um filme de época ou até mesmo uma comédia. Meu sonho seria filmar na Austrália. Estou longe do meu país há 8 anos e, embora volte todos os anos, especialmente na época do Natal para estar com minha família, gostaria de filmar em casa se a oportunidade surgir. Desde a Covid, vejo o futuro de forma diferente. Em Sydney, tenho minha família e tantos amigos que adoraria passar grande parte do ano lá.

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Tradução e Adaptação, Cássia – ADCBR

Quando Fear the Walking Dead finalmente introduziu o grupo completo de “End is the Beginning” durante o episódio 6×11, “The Holding”, a franquia se aproveitou de uma nova forma de vilania, centrada no Teddy, interpretado por John Glover. Como um líder de “culto”, Teddy é tipo um professor “legal” de ciência que borrifa sabe lá o que em algum lugar quando ninguém está olhado. Sua filosofia conquistou pessoas, como seu segundo capanga Riley (Nick Stahl) e outros indivíduos que poderiam apenas querer evitar serem assassinados. E agora, a Alicia (Alycia Debnam-Carey), é a única protagonista com ele depois de ter ficado para atrás para salvar os outros. 

Em um evento da segunda metade da 6ª temporada, perguntaram para Alycia Debnam-Carey sobre seu enredo com Teddy e seu grupo, e ela deu a entender que a Alicia vai ter uma virada no desenvolvimento da sua personagem, depois das experiências com Teddy. Nas palavras dela:

“É um enredo que define quem ela se torna. É muito animador que o futuro da 6B pega todas as lições que ela aprendeu, usando todas as ferramentas que ganhou para fazer algumas escolhas bem importantes e essenciais que solidificam quem ela é como pessoa. Há algumas coisas em jogo no momento. Ela sempre foi uma protetora feroz no grupo, mas ela é como uma líder relutante, acho que ela é constantemente puxada em diferentes direções sobre qual caminho está tentando seguir, e quem ela está se tornando na sua evolução. Nesse momento, ela precisa fazer uma clara decisão sobre o que quer fazer. E agora, está um pouco em desacordo com quem está seguindo. O método de Strand se tornou um pouco incompatível com a forma que ela se sente, e como funciona no grupo. Morgan mudou o seu jeito, e também não está em acordo com o que ela acredita. Então, essa segunda metade, irá testá-la com esse novo personagem, que vemos no trailer, e a impulsionará para essa nova versão. 

Vamos apenas continuar por aí bancando o “advogado do diabo” bem rápido. Enquanto a suposição mais fácil a ser fazer é de que a Alicia, se afastou de Teddy, Riley e os outros, e as únicas coisas que ficaram são as chamas nos seus corpos carbonizados. Porque, bom, é a Alicia, cuja simpatia é sustentada por sua tolerância com besteiras. Mas, considerando que estamos falando de um culto, e levando em conta que Teddy já conhece a existência da Madison e sua relação mãe-filha… e se ele está se preparando para puxar Alicia de forma legítima para a o seu jeito sorrateiro?

Para ser justo, Alicia entrou em acordo com Charlie (Alexa Nisenson) por ter matado Nick (Frank Dillane), e basicamente são amigas agora. Mas, não é sobre isso que ela passa o tempo falando enquanto está dentro do complexo subterrâneo do Teddy. Ela falou sobre a Madison. Então tem uma pequena chance, nesse inferno de concreto, que Teddy possa agarrar Madison dentro dessa armadilha “vida é morte é vida” que a Alicia, de boa vontade, adie sua raiva. A vezes, é mais fácil externalizar seus estranhos problemas psicológicos, então talvez ela consiga algum tipo de conforto com esse idiota antes de transformá-lo em fertilizante.

Acho que todos sabemos que a melhor forma de terapia para Alicia nesse momento seria: uma sequência de flashbacks calorosos e confortáveis com uma nova cena da Madison (Kim Dickens). Fãs seguem esperando a revelação que o seu sacrifício na 4ª temporada não a matou, e que ela continua por ai em algum lugar, parecido com o irmão do Wes, que não estava morto. No entanto, mesmo que os produtores Ian Goldberg e Andrew Chambliss não sigam esse caminho, espero que possamos, pelo menos, ter uma sequência de flashbacks da Madison.

Embora Nick Stahl, de Fear the Walking Dead não pudesse dar grandes spoilers sobre como será o futuro do grupo do Teddy e o seu impacto na Alicia, aqui está o que ele conseguiu falar sobre os próximos episódios, quando conversamos recentemente.

“O que está por vir? Por que não vou ter problemas? Só posso dizer que a partir de agora, essa série vai para lugares inesperados, que me surpreenderam como leitora e como atriz. Sabe, poderia dizer que meu trabalho foi desafiador com a personagem. Então, fiquem ligados, porque vai ficar bem interessante, sem dúvidas.”

Tão vago quanto vago pode ser, mas isso significa que Riley, de Stahl, causará algum tipo de problema no episódio 612, “In Dreams”, para a grávida Grace (Karen David). Com certeza, será mais um episódio incrível de Fear The Walking Dead que vai ao ar domingo à noite (09/05/2021), na AMC, as 21h. E.T.

https://amp.cinemablend.com/television/2567119/fear-the-walking-dead-teddy-changes-alicia-season-6-alycia-debnam-carey-john-glover-nick-stahl?__twitter_impression=true

Tradução e Adaptação, Amanda – ADCBR

Com Fear The Walking Dead retornando recentemente à AMC para a segunda metade de sua sexta temporada, o Daily Dead ficou emocionado em participar de uma mesa-redonda virtual com o elenco para discutir como foi retornar ao set após um hiato devido a COVID- 19, continuando a desenvolver seus personagens e a natureza imprevisível dos próximos episódios.

Ao encontrar o caminho de volta para seus personagens após a produção ter entrado em um hiato devido à pandemia COVID-19:

Colman Domingo: Posso falar sobre a maneira como voltamos, que é ainda mais atenta à produção. As produções podem ser pesadas e grandes e muitas coisas práticas, e tudo o que precisamos foi essa pandemia para que parássemos e ficássemos mais conscientes de como estamos trabalhando. Sobre nosso tempo, sobre nossa cobertura, sobre apenas tirar aquela pausa para limpar algo e ter certeza de que alguém está seguro e higienizado e protegendo uns aos outros. Ter mais atenção é muito bom nos sets. Existe um nível extra de cuidado. Estamos todos correndo tão rápido tentando fazer as coisas, e você meio que perde o ritmo às vezes. E agora você não pode perder esse ritmo. O universo nos deu aquele presente de ter um momento de gratidão, de poder fazer esse trabalho, de infundir ainda mais coração e espírito, porque é um privilégio trabalhar, é um privilégio poder ser criativo agora . Fomos um dos primeiros elencos a voltar ao set. É uma bênção. Portanto, acho que “atenção plena” é a palavra que me vem à mente.

Danay Garcia: Concordo com Colman. Havia mais estrutura. Foi a primeira vez em anos que não nos vimos por sete meses seguidos. Normalmente temos um hiato de quatro meses, mas geralmente nos vemos na Comic-Con, estamos sempre na vida um do outro. Esta foi a primeira vez que nos separamos tão rapidamente e quando voltamos ficamos muito gratos, estávamos tão inspirados para ser criativos agora e terminar o que começamos. Foi um começo tão bonito e estávamos no auge, e foi tipo, “Meu Deus, o apocalipse.” Lembro-me de quando vi Colman pela primeira vez, quando vi Alycia pela primeira vez. Isso nos deu essa consciência. Você está certo, Colman, essa é a palavra certa para descrever isso.

Colby Hollman: Sim, eu quero ter uma atenção plena e também acrescentar que começamos esta temporada antes da pandemia chegar, e então ter que tirar aqueles sete meses de folga e voltar a isso, você mencionou voltar aos nossos personagens, quando isso aconteceu, quando a pandemia atingiu, tornou o programa muito mais prevalente na sociedade de hoje, então aumentou um pouco a aposta. Precisamos voltar a esses personagens em uma situação apocalíptica, então estamos contando essas histórias que são muito mais reais e muito mais acessíveis ao público hoje, e sabíamos disso. Todos encurralados, e de coração e espírito, pude sentir a diferença, pois sabíamos que o que estávamos fazendo era muito importante, e tínhamos uma voz mais importante no que está acontecendo hoje.

Lennie James: É sobre como um grupo de pessoas que não são necessariamente relacionadas se veem pensando umas nas outras como uma família, e uma das coisas que a pandemia fez por todos nós foi nos lembrar das pessoas às quais estamos realmente conectados. Mesmo que não tenhamos dito isso antes ou não tenhamos percebido antes, eles são partes vitais de nossa vida e pensamos neles como uma família. Acho que daqui para frente é uma coisa que as pessoas vão se identificar muito mais com a nossa série, porque é um grupo de estranhos que se tornam família. E eu acho que uma das coisas que a pandemia, espero que Deus tenha feito, lembrou as pessoas de como todos nós estamos conectados.

Christine Evangelista: Para mim, assumiu um significado muito diferente. Esta é a primeira temporada que eu estive em Fear The Walking Dead como Sherry, essa Sherry 2.0 como eu a chamo, é uma Sherry muito diferente do que ela era no Santuário com Negan em The Walking Dead, essa mulher endurecida que se reúne novamente com o amor de sua vida que ela não via há muito tempo, como uma mulher diferente, e eu estava apenas começando a entrar nisso e acelerar meus motores e tudo parar novamente, mas realmente assumiu todo um novo significado quando voltamos. E aquele episódio que foi ao ar com Sherry e Dwight se reunindo novamente assumiu um significado muito diferente, não apenas para mim, mas para tantas pessoas assistindo porque estávamos tão desconectados das pessoas em nossas vidas e pessoas que amamos , e ver essas duas pessoas se unirem novamente foi altamente emocional por um motivo muito diferente. Há muitos níveis diferentes para mim apenas entrando em uma nova série e interpretando essa personagem novamente e então tudo parando e sendo retomado, foi uma jornada muito selvagem, mas teve um significado muito mais profundo do que eu imaginava que teria.

Jenna Elfman: Eu tive uma experiência única porque estávamos no meio do episódio 8 quando a pandemia aconteceu, e eu estava prestes a filmar algumas cenas importantes, e então tivemos que fazer uma pausa de sete meses, então foi muito estranho, algo que todas as pessoas vão entender quando assistirem o 6×08. Houve muitas emoções e estou muito feliz por estar de volta a um lugar criativo. Todos estão nessa curva de aprendizado de sobrevivência, tipo, “Posso respirar ar no parque? Posso tocar na maçã no supermercado?”, todos estamos nessa experiência pessoal intensificada de sobrevivência enquanto todos estamos passando pela curva de aprendizado na pandemia da vida real. Eu sou muito grata pela AMC por facilitar a volta da produção, e então estar de volta naquele espaço criativo foi realmente uma coisa terapêutica. Mesmo que estivéssemos filmando sobre uma pandemia em uma pandemia, usar aquela parte de sua mente que é sua imaginação e faz de conta foi uma boa fuga, francamente.

Mo Collins sobre as alegrias de trabalhar com Daryl Mitchell: É exatamente tão alegre quanto parece, e dez vezes mais. Tudo o que você está vendo entre Wendell e Sarah é autêntico desde o momento em que nos conhecemos. Algumas pessoas você conhece e simplesmente clica e ele é realmente meu irmão. Com nosso passado na comédia, nos entendemos muito bem, algo que está presente em nosso DNA e em nossos ossos, se posso dizer. Confiamos e temos fé uns nos outros e nos entendemos, por mais diferentes que sejamos em tantos aspectos, existe esse vínculo comum que temos e a alegria é real, e muito obrigada por gostar tanto quanto nós.

Karen David sobre o que podemos esperar de Grace na segunda metade da 6ª temporada: Bem, sabemos que Ginny tem escondido Grace de todo o grupo, então, como todo mundo, Grace não sabe o que aconteceu com aquelas pessoas de quem ela se preocupa, e ela pensa que Morgan morreu, essa é provavelmente a probabilidade. Então ela agora tem que viver para sua barriga e manter seu bem-estar emocional, seu bem-estar físico, tudo é baseado nisso. Acho que esta é a primeira vez que vemos Grace realmente tendo algo pelo qual viver. Conhecer o grupo e mergulhar no grupo da última temporada e passar mais tempo com Morgan e o relacionamento que eles estão promovendo, que certamente ajudou a dar a Grace a força e a coragem para seguir em frente, mas definitivamente agora com o bebê , as apostas são altas e cada dia é uma grande preocupação. Ela vai sobreviver, o bebê está bem? Sempre existe esta preocupação: e se o bebê nascer e Ginny levá-lo embora? É um medo constante para ela. Vamos ver mais de Grace e vê-la passar por essas emoções e hormônios em fúria também, à medida que sua gravidez progride, e você vai vê-la ser desafiada como nunca antes, e vamos ver como ela se recupera.

Alexa Nisenson e Alycia Debnam-Carey sobre a conexão única entre Charlie e Alicia:

Alexa Nisenson: Para Charlie, eu absolutamente adorei fazer esse enredo com Alycia e é tão especial para mim que fizemos coisas incríveis juntas. Em termos de personagem, o vínculo que elas compartilham é tão especial por causa do que elas passaram juntas, e eu acho que não importa a distância, juntas ou separadas, elas sempre carregarão esse vínculo especial. Como você disse, elas meio que compartilham esse vínculo de irmã, mas acho que uma das razões por que ressoou tão bem com os fãs é por causa do que elas passaram e não é apenas um tipo normal de vínculo que compartilham, por causa do que aconteceu no passado.

Alycia Debnam-Carey: É um relacionamento único por causa de onde começou. Você nunca poderia imaginar que essas duas se tornariam uma família e ficariam próximas depois do que aconteceu. Acho que o que realmente me impressionou com o início da 6ª temporada e especialmente quando estávamos no meio do caminho foi reconhecer que o que definiu Alicia é o que ela passou, e agora ver alguém que é ainda mais jovem do que ela passar pelo apocalipse e o fim do mundo, e ver como a falta de amor, carinho, apoio, esperança e otimismo pode mudar uma personagem como Charlie para uma direção tão perigosa.

Penso que muito do relacionamento de Alicia com Charlie é baseado em uma nutrição, um cuidado e um amor, o medo de que ela se tornasse da maneira que Alicia quase sentia que ela estava se tornando, que foi uma pessoa ruim ou fazendo escolhas erradas ou passando pela vida com tanta dor, mágoa e trauma. De certa forma, ela está tentando se curar por meio de Charlie, e curar juntas permitiu que elas se abrissem novamente e evoluíssem para se abrirem para a confiança novamente, o que é uma loucura vindo de onde tudo começou. Acho que ela se vê em Charlie de muitas maneiras. O que eu amo sobre Alicia é que há uma qualidade durona nela e ela vai arrasar se precisar, mas também há muita esperança e amor, e o que ela mais anseia neste mundo é amor, confiança e apoio. Tem sido um relacionamento muito bonito de ver evoluir e florescer, e também é demais trabalhar com Alexa. Nós nos damos muito bem e nos divertimos muito.

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Tradução e Adaptação, Marina Brancher – ADCBR.

Fear the Walking Dead continua a cravar seus dentes em sua temporada mais aclamada: mais da metade dos episódios de maior audiência do spin-off de Walking Dead no IMDb foram ao ar durante a sexta temporada em curso, que agora está entre as melhores temporadas da franquia no Rotten Tomatoes . A temporada de estilo antológico dos produtores Andrew Chambliss e Ian Goldberg, que semi-reiniciou Fear ao assumir o lugar do co-criador da série Dave Erickson na 4ª temporada, emergiu como a temporada mais bem avaliada do programa com o público e a crítica após sua estreia em outubro de 2020. É um 180 completo da 5ª temporada de Fear, que exibiu o episódio de menor audiência de todo o uinverso Walking Dead e já foi a única temporada de pontuação “podre” da franquia.

A 6ª temporada de Fear the Walking Dead está empatada com a 3ª temporada de The Walking Dead em 88% no Rotten Tomatoes, tornando-se a terceira temporada de maior audiência da franquia Walking Dead, atrás apenas de The Walking Dead, 9ª temporada (91%) e 5ª temporada (90%).

No IMDb, o episódio da 6ª temporada “Things Left to Do”, onde Morgan (Lennie James) tem seu impasse com Ginny (Colby Minifie), é o episódio de maior audiência de Fear the Walking Dead com uma pontuação de 8,8. Logo abaixo está a estreia da 6ª temporada, “The End is the Beginning”, que coloca Morgan meio morto contra o caçador Emile (Demetrius Grosse).

“The Key”, um episódio da 6ª temporada sobre a infeliz investigação de assassinato de John Dorie (Garret Dillahunt), ocupa o terceiro lugar, com 8,6 de usuários do IMDb. Classificado em quarto lugar com 8,5 pontos, é o único episódio da primeira temporada entre os dez primeiros, “The Good Man”, o final da temporada culminando com a morte da ex-mulher de Travis Manawa (Cliff Curtis), mordida por zumbi, Liza (Elizabeth Rodriguez).

Em quinto lugar com uma classificação de 8,4 está o episódio da 6ª temporada “Alaska”, uma aventura inspirada em Die Hard unindo Dwight (Austin Amelio) e Althea (Maggie Grace) contra um prédio de escritórios cheio de caminhantes e ratos infectados com a peste bubônica. “What’s Your Story?”, A estréia da 4ª temporada, onde Morgan encontra John quando ele passa de The Walking Dead to Fear, fica em sexto lugar com um 8.3. Avaliação.

Dois episódios da 3ª temporada, “Brother’s Keeper” e “Sleigh Ride”, são o sétimo e o oitavo melhores episódios com correspondência de 8.3. pontuações. “Brother’s Keeper” é notável pela morte de Jake Otto (Sam Underwood) e Nick Clark (Frank Dillane) lançando um palavrão sem censura pela primeira vez na história da série.

Outro par de episódios da 6ª temporada, “Bury Her Next to Jasper’s Leg” e “Welcome to the Club”, ocupam o nono e o décimo lugares, respectivamente, entre os dez primeiros do IMDb. Ambos os episódios seguem o grupo de sobreviventes de Morgan enquanto eles lutam contra a vida atrás das paredes dos assentamentos ocidentais de Ginny.

Novos episódios da 6ª temporada de Fear the Walking Dead estreiam aos domingos na AMC e nas segundas-feiras às 23h na AMC Brasil.

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Tradução e Adaptação, Marina Brancher – ADCBR.

Por uma fração de segundo na 6ª temporada de Fear the Walking Dead, parecia que Alicia Clark (Alycia Debnam-Carey) poderia estar prestes a se separar do grupo e começar de novo. Ela falou sobre levar os adolescentes da série Charlie (Alexa Nisenson) e Dakota (Zoe Colletti) de volta ao Dell Diamond e, provavelmente, eles teriam permanecido lá. Então, é claro, não deu certo – e Alicia voltou para o resto do grupo e se juntou à nova comunidade de Morgan (Lennie James). Mas e se ela não tivesse?


Gostaríamos de destacar que é hora de Alicia desempenhar um papel fundamental no lado da liderança das coisas, se não for começar seu próprio grupo em outro lugar. Ela cresceu aos trancos e barrancos, da adolescente que falava com estranhos aleatórios no rádio de The Abigail, e ela já provou mais de uma vez que é capaz de comandar um grupo. É por isso que achamos que é hora de Alicia liderar.


Ela é uma lutadora habilidosa.
Quem mais poderia derrubar uma despensa inteira cheia de caminhantes, sozinho? E isso foi seis anos antes do “presente”, na linha do tempo do Fear! Não há como negar – Alicia é uma guerreira feroz. Ela era excelente com sua elegante faca de borboleta, e ela é tão boa em matar errantes (ou matar pessoas, se necessário) com sua nova arma. E por um segundo, ela aprendeu a usar uma vara como Morgan também.


Ela está disposta a se sacrificar por aqueles que ama.
No episódio “The Holding” da 6ª temporada, vimos o quão longe Alicia iria para salvar as pessoas que ela ama – assim como sua mãe, ela está disposta a encontrar um fim ardente se isso significar que seus amigos escapem do complexo de The End is The Beginning. E essa não é a primeira vez que a vimos fazer esse tipo de coisa: na 5ª temporada, Alicia ajudou aquele grupo de crianças que estavam construindo bloqueios de tripas de andador … mesmo que ela acabou recebendo sangue de andador irradiado em sua boca. (Ela parece estar bem, então estamos optando por esquecer que até mesmo aconteceu.)


Todos os melhores líderes do universo TWD mostraram que darão suas vidas pela sobrevivência de sua família e amigos, e Alicia não é diferente. Ela jogaria um sinalizador em um estádio de beisebol cheio de caminhantes ou explodiria uma ponte com ela de pé para evitar que os caminhantes alcançassem seu povo.

Ela cresceu com seus erros.
Dito isso, toda aquela destreza e know-how pós-apocalíptico não estavam enraizados nela. Ao contrário do resto de sua família, que foi construída para o apocalipse de várias maneiras, Alicia teve que aprender como sobreviver em um mundo violento sem moral ou remorso. No início, ela ingenuamente liderou um grupo mortal para The Abigail, comunicando-se com eles pelo rádio; ela aprendeu uma lição valiosa sobre confiar nas pessoas sem vê-las ou conhecê-las. Mas quando ela foi longe demais e deixou sua raiva assumir o controle, uma bala destinada a June (Jenna Elfman) atingiu John (Garret Dillahunt), e ele quase morreu – então ela aprendeu que a pura vingança também não era a resposta.

Muitas pessoas no mundo pós-apocalíptico estão léguas atrás de Alicia em termos de quão bem entendem o mundo e sua atitude em relação a ele. Seus tropeços anteriores lhe deram uma visão saudável da vida no mundo dos mortos, e ela poderia liderar um grupo com a sabedoria que adquiriu.

Ela aprendeu com os melhores
Não que Alicia estivesse estudando ativamente para liderar seu próprio grupo, mas se estava, certamente poderia ter tido professores piores do que Morgan e sua mãe Madison (Kim Dickens). Madison, no início, era um pouco mais sanguinária, mas às vezes isso é necessário – ei, Rick (Andrew Lincoln) deixou um bom número de corpos em seu rastro também! Mais importante, Madison quase sempre foi capaz de manipular ou planejar uma saída de uma situação desagradável, e no apocalipse zumbi, essa não é uma habilidade ruim de se ter.
Morgan, por outro lado, mostra reverência por toda a vida e disposição para fazer concessões, o que também é valioso. Pegar as melhores características desses personagens faz um grande líder, e Alicia certamente aprendeu com ambos.

Ela sabe quando perdoar.
Talvez o mais importante, Alicia tem um coração bondoso e reconhece quando deve permitir que sua misericórdia prevaleça sobre sua ira. Ela não matou Charlie, embora Charlie tenha matado seu irmão Nick (Frank Dillane), mas desde então ela se aproximou da menina e parece vê-la como uma irmã. Mais recentemente, Alicia defendeu que Dakota (Zoe Colletti) fosse libertada das garras de Virginia – e embora isso tenha levado à morte de John, ela não buscou vingança. Se Dakota continuar como Charlie, não é difícil imaginar Alicia eventualmente perdoando-a também.
Os melhores líderes que vimos mostraram força em mostrar misericórdia: Onde Rick estaria sem Tara (Alanna Masterson) ou Daryl (Norman Reedus) sem Lydia (Cassady McClincy)? Alicia reconhece que, às vezes, pessoas boas fazem coisas ruins quando o mundo está de cabeça para baixo – mas isso não as torna pessoas ruins. Essa é a perspectiva de um verdadeiro líder.

Tradução e Adaptação, Romina V. Rocha – ADCBR.

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