Para comemorar o aniversário de 28 anos de Alycia Debnam-Carey, os portais Alycia Debnam-Carey Brasil, Alycia Daily e The Debnam News se uniram novamente para realizar em conjunto a surpresa deste ano!

Saiba mais sobre o projeto:

O Mundo de Alycia

O projeto deste ano tem o objetivo de incluir os fãs da atriz ao redor do mundo (bem como o projeto de 2020) realizado pelos três portais da atriz. Dessa vez, envolvemos o universo do Twitter, plataforma mais usada pela atriz para interagir com os fãs e agradecer pelo carinho no seu aniversário. Partindo de 1 tweet de cada fã, um vídeo de aniversário será feito com muito amor pelos portais de informações da Alycia para que ela seja super acolhida no seu aniversário!

Como participar?

  • Faça um tweet em inglês* no seu perfil com uma mensagem de parabéns, ou a maneira que você desejar mostrar seu carinho e apoio para Alycia
  • Envie o tweet para a DM do fã site de sua escolha (ADCBR, ADCDaily ou DebnamNews)
  • Diga seu estado e país na DM após enviar

E pronto! Depois de enviado, fique ligado nas nossas redes sociais para acompanhar mais sobre o projeto. Lançaremos o vídeo no dia 20 de Julho.

*O ADCBR irá ajudar nas traduções das mensagens por dm, qualquer dúvida sintam-se livres para retirar com a gente. Os tweets serão obrigatoriamente em inglês neste ano para facilitar o trabalho da edição de vídeo!

Mas a comemoração não vai parar por aí! Durante a semana de 13 à 20 de Julho, realizaremos o Alycia Week – um projeto de Countdown no Twitter para contarmos os dias e comemorarmos com estilo o aniversário da atriz.

Contamos com a participação de todos os fãs para realizarmos mais uma bela homenagem à Alycia!

Caso tenha dúvidas e/ou queira mais informações, entre em contato com: @debnamcareybr, @adcdaily ou @thedebnamnews.


ENGLISH VERSION

Welcome to Alycia Debnam-Carey Brasil!

To celebrate Alycia Debnam-Carey’s 28th birthday, the fansites Alycia Debnam-Carey Brasil, Alycia Daily and The Debnam News got together again to make this year’s surprise together!

About the project:

Alycia’s World

This year’s project aims to include fans of the actress around the world (as well as last year’s project) made by the three biggest fansites of the actress. This time, we involved the Twitter universe, the most used platform by the actress to interact with fans and see all the affection on her birthday. With 1 tweet from each fan, a birthday video will be made with love by the fansites so that she will be super welcomed on her birthday!

How do I participate?

  • Make a Tweet in English* on your profile with a birthday message, or any way you want to show your love and support for Alycia
  • Send the tweet via DM to the fan site of your choice (ADCBR, ADCDaily or DebnamNews)
  • Please say your state and country in DM after submitting

That’s it! Once submitted, stay tuned to our social networks to follow more about the project. We will release the video on July 20th.

*ADCBR will help with the translations via dm, feel free to ask any questions. Tweets are mandatory in English this year to make the video editing work easier!

But the celebration does not stop there! During July 13th – July 20th, we will make a project called Alycia Week – a Twitter Countdown to count the days and celebrate the actress’ birthday.

We are counting with the help of all the fans to make another beautiful project for Alycia!

If you have questions and / or want more information, contact: @debnamcareybr@adcdaily or @thedebnamnews.

AVISO DE SPOILERS – TEMPORADA 6 EPISÓDIO 14

Alycia Debnam-Carey, que interpreta Alicia Clark em The Walking Dead, fala sobre a traição de Dakota e a última tentativa da Alicia de salvar todos pelo Strand.

P: Alicia é tão forte fisicamente e psicologicamente. De onde ela tira sua força?

A: Acho que Alicia acha sua força em lugares diferentes. Acho que um aspecto é que ela cresceu como adolescente no apocalipse e teve que conviver com isso, talvez de uma forma que fosse um pouco mais adaptável. Ela cometeu alguns erros jovem e continuou protegida deles. Mas também por… tem passado por tantos lutos e perdas… e as mudanças de ambiente que vimos nessa série, do México ao Texas. O ambiente mudou e ela teve que se adaptar.

E é claro, acredito que ela também herdou isso da Madison, por ver sua mãe lutar com unhas e dentes para ter certeza de que eles sobreviveriam como uma família e ela sempre estava preparada, é algo que a Alicia sempre carregou com ela. E eu acho, sim, ela é forte não só porque passou por tantas coisas, mas também porque ela ainda acredita que exista alguma esperança e humanidade. Então, nem sempre é apenas a força cega, também é ponderado o que é necessário e o que não é.

P: Alicia ainda se sente traída pela Dakota. O que ela pensa da Dakota se aliando com Teddy?

A: Alicia gosta de ver o melhor nas pessoas e eu acho que ela tenta e dá a eles uma chance. Acho que ela se sente traída por ter se arriscado para dar uma chance à Dakota e depois ver ela rejeitando essa oportunidade, isso é decepcionante e desanimador. Alicia já… sofreu com algo parecido antes, então para ela é algo repetido… Mas então eu acho que ela também ganhou força por causa disso, e agora sabe que quando dá uma chance as pessoas, se você não aproveitar a primeira, ela vai te cortar. Ela sabe quem você é e acho que essa é uma força que ela tem. Então, embora esteja desapontada, e seja obviamente uma traição, também é como, “Ok, bem, eu sei onde colocá-la agora e sei quem você é para mim.

P: Como foi atuar novamente com Sebastian Sozzi, desde a quarta temporada, a última vez que vimos Cole?

A: Oh, foi tão selvagem! Foi ótimo. Obviamente, adoro ter a oportunidade de trazer de volta membros do elenco das temporadas anteriores, vê-los novamente e atuar com eles anos depois. É um verdadeiro mimo. Foi muito estranho também. Parecia quase como seria no nosso mundo (da série), pois eu não esperava vê-lo de novo. Então, sim, foi uma experiência única, uma que eu realmente gostei. Quer dizer, acho que ele fez um trabalho incrível mostrando como aquele personagem passou por tantas coisas e tinha um ponto de ruptura que o mudou, e isso gerou umas cenas emocionantes.

P: O que Alicia acha do Cole se voltando contra ela, mesmo que sua mãe tenha salvado a vida dele?

A: Bem, acho que vemos o que Alicia acha disso – ela dá um tiro na cabeça dele! Acho que é um exemplo perfeito de onde a Alicia está agora, que é, apesar do fato da Madison desistir de tudo para salvá-lo e salvar tantas pessoas, talvez seja uma traição ainda maior, porque, eu acho que tem um pouco de culpa que Alicia experiencia de ser a única sobrevivente sobrando da sua família, e que sua mãe sacrificou muito para ela chegar até aqui – e ver outras pessoas desperdiçarem essa oportunidade – acho que ela finalmente entendeu que deve existir um limite, uma linha onde as coisas podem ser toleradas.

É difícil. Eu acho que a Alicia não está tentando fazer o papel de uma executora nem nada, mas acho que ela está definindo um limite do que realmente vale a pena manter em sua vida ou não, o que vale a pena salvar e não salvar e sacrificar e não sacrificar. E então, acho que temos essa percepção da Madison, que ela era esse tipo de personagem misericordiosa, mas ela na verdade era bastante impiedosa e brutal e bem feroz quando necessário… então acho que Alicia está tomando parte dessa característica em si mesma.

P: Alicia pode contar para Strand sobre os planos do Teddy? Pelo relacionamento tenso, ela acredita que ele fará o que ela pedir?

A: Quer dizer, acho que ela está se arriscando novamente. É difícil com Strand, óbvio. Ele é a coisa mais próxima que resta de sua família. Ela o conhece a mais tempo, então também entende sua dupla natureza. Ela entende quem ele é, que é um vigarista. Então, ela está se arriscando agora porque as apostas estão altas. Ela veio a saber essa informação importante que é a última chance, a última chance que ela terá de repassá-la, então é agora ou nunca. Esse é o seu foco principal agora. Indo daqui para frente, acho que vai ser interessante ver o que acontece.

P: Qual foi a primeira impressão da Alicia do Teddy no episódio 611, “The Holding”, e sua impressão sobre ele mudou no fim deste episódio?

A: Acho que a Alicia estava cética e preocupada com quem ele era desde o início. Acho que qualquer um que possua esse tipo de poder e autoridade irrestrito é alguém para se preocupar. Ela viu algumas pessoas desse tipo. Quero dizer, o que ele vai fazer é assustador, mas também ele é claramente meio louco, então ela encontra com esses dois lados – apelando para a loucura do que ele enxerga nela e como ela pode tentar e usar isso como vantagem, mas também o ver como ele é, uma figura aterrorizante. Desde o início ela sabe quem essa pessoa é. Cada vez fica mais intenso. Ele é um cara louco.

Fonte

Tradução e Adaptação – Amanda, ADCBR

Esta semana, tivemos um episódio de Fear the Walking Dead focado em Alicia, o que é muito estranho de dizer, considerando que Alicia, o último membro da família Clark, deveria estar liderando essa série há anos.

O episódio foi bom, especialmente agora que Alicia está fora do modo de “choque” em que se encontrava anteriormente por algum motivo, e eu gostei da dinâmica dela com o psicótico Teddy, interpretado habilmente pelo ex-Lionel Luthor de Smallville, John Glover.

Mas, neste momento, acho que de uma vez por todas, Fear the Walking Dead precisa deixar Alicia liderar totalmente esta série, ou precisa libertar a atriz Alycia Debnam-Carey.

Debnam-Carey tinha acabado de terminar uma passagem muito aclamada como Lexa em The 100 quando ela saiu para ser um membro do elenco de Fear the Walking Dead, o muito alardeado (na época) spin-off de Walking Dead.

Mas tem sido uma jornada incrivelmente estranha desde então. Sua família inteira foi morta ao longo da série, seu padrasto, mãe, e irmão, mais importante, mas ao invés da evolução lógica de Alicia liderando a série depois disso, a série decidiu pegar um elenco novo para que ela se tornasse um de apenas mais uma em uma dúzia ou mais de personagens secundários. Claro, talvez uma dos mais proeminentes, mas certamente não a principal. Esse papel foi para Morgan, emprestado por The Walking Dead, e ele assumiu completamente o controle da série. Isso levou a alguns anos desastrosos, mas mesmo que a temporada atual seja melhor, ainda não estou convencido de que esteja funcionando. E ver Alicia liderando um episódio depois de o quê, meses? Anos? Isso só serve para me lembrar que ela deveria ter sido a personagem principal dessa série o tempo todo, o próprio Rick Grimes.

Não é justo para Debnam-Carey que ela seja o último membro sobrevivente da família Clark e eles deem a ela o mesmo tempo de tela, ou menos, que o de personagens como June, Victor, Daniel, Morgan, Luciana, John Dorie (pré-morte) e uma série de outros. Ela é consistentemente pouco mais do que uma personagem de fundo e tem sido por anos, mas ela ainda tem a magia quando a série lhe dá uma chance como eles fizeram esta semana, já que este foi um dos episódios mais atraentes que eles fizeram em um bom tempo.

Eu acredito que a série agora está provocando o retorno de Madison. Quer dizer, acabamos de ter um episódio chamado “Mãe”, estrelado por Alicia, que era sobre as pessoas que sua mãe salvou, e esta é uma série onde, a menos que você literalmente veja um corpo, você deve assumir que alguém não está morto. E eu sempre pensei que eles deixaram o destino de Madison em aberto de propósito. Eu adoraria vê-la de volta e tê-la co-liderando a série com Alicia, mesmo que isso signifique matar Morgan para que ele deixe de ser a estrela da série. Nesse ponto, eu quase diria que a série deveria matar Morgan, a fim de devolver as rédeas à família Clark, já que está claro que ele não vai chegar em casa a tempo de se reunir com ninguém em The Walking Dead. (Fear ainda está anos atrás dessa série, em termos de linha do tempo).

Se a série não vai fazer nada disso, Debnam-Carey deve ir embora como outros fizeram antes dela. Ela merece coisa melhor do que ser uma pequena jogadora em um spin-off de The Walking Dead. Se eles não a deixarem ser a estrela depois de todo esse tempo, provavelmente é melhor seguir em frente. Com dois personagens icônicos em seu currículo, Lexa e Alicia, tenho certeza que ela não teria problemas para encontrar uma nova personagem para interpretar.

Por Paul Tassi.

Fonte

Tradução e Adaptação, Marina Brancher – ADCBR

Heroína da série “FTWD”, Alycia Debnam-Carey se vê fazendo música em paralelo à sua carreira de atriz.

Aos 27, ela é a estrela da série “Fear The Walking Dead“, cujos episódios inéditos podem ser vistos no Canal + na França. Mas Alycia Debnam-Carey esconde um passado como musicista ao longo de sua escolaridade que a levou a viajar na adolescência, especialmente para a Suíça. Seu instrumento favorito: a bateria.

Você é conhecida por ser uma atriz enfrentando os zumbis de “FTWD”, mas você escondeu seu passado como baterista até recentemente. Por quê?

Eu toco bateria desde criança, mas sempre guardei isso para mim porque não queria misturar gêneros. Quero ser conhecida como atriz acima de tudo. Pegar baquetas e tocar bateria me relaxa. Pode parecer estranho, mas é a realidade. Alguns fazem ioga ou meditação, eu toco bateria por exemplo (risos).

Você fez uma turnê na Suíça com sua escola para competições de música. Correto?

Verdade. Já faz quase 10 anos, mas minha escola de música já havia participado de várias apresentações na Suíça e eu estava na bateria. Tenho apenas vagas lembranças das cidades porque nossa agenda era apertada, mas tenho excelentes lembranças das paisagens verdes e dos lagos. Em particular, tínhamos feito um show ao ar livre no meio das montanhas, mas esqueci o nome do lugar. Eu tinha 16 ou 17 anos. Talvez um de seus leitores encontre fotos ou vídeos dessa época. Adoraria ver isso!

Você pararia com “Fear the Walking Dead” para uma carreira na música?

Criar uma banda de rock? Tenho amigos que já me enviaram essa ideia, principalmente porque também adoro cantar. Então uma cantora? Por que não?! Mas eu preferia participar de um filme musical, porque sou atriz acima de tudo. Amo “FTWD” mas, depois de 7 anos na série, gostaria de mostrar algo diferente da imagem da garota forte que sabe matar zumbis muito bem.

A série original “The Walking Dead” termina em 2022. Isso sinaliza o fim de “Fear The Walking Dead” também?

Nada foi confirmado, mas estou comprometida em ficar com a equipe até que os autores encontrem uma conclusão para a história de Alicia Clark. Temos tantos fãs que acho essencial filmar um final satisfatório para nossas aventuras.

Como você vê seu futuro?

Estou discutindo vários projetos novos. Eu ficaria muito atraída por um filme de época ou até mesmo uma comédia. Meu sonho seria filmar na Austrália. Estou longe do meu país há 8 anos e, embora volte todos os anos, especialmente na época do Natal para estar com minha família, gostaria de filmar em casa se a oportunidade surgir. Desde a Covid, vejo o futuro de forma diferente. Em Sydney, tenho minha família e tantos amigos que adoraria passar grande parte do ano lá.

Fonte

Tradução e Adaptação, Cássia – ADCBR

Quando Fear the Walking Dead finalmente introduziu o grupo completo de “End is the Beginning” durante o episódio 6×11, “The Holding”, a franquia se aproveitou de uma nova forma de vilania, centrada no Teddy, interpretado por John Glover. Como um líder de “culto”, Teddy é tipo um professor “legal” de ciência que borrifa sabe lá o que em algum lugar quando ninguém está olhado. Sua filosofia conquistou pessoas, como seu segundo capanga Riley (Nick Stahl) e outros indivíduos que poderiam apenas querer evitar serem assassinados. E agora, a Alicia (Alycia Debnam-Carey), é a única protagonista com ele depois de ter ficado para atrás para salvar os outros. 

Em um evento da segunda metade da 6ª temporada, perguntaram para Alycia Debnam-Carey sobre seu enredo com Teddy e seu grupo, e ela deu a entender que a Alicia vai ter uma virada no desenvolvimento da sua personagem, depois das experiências com Teddy. Nas palavras dela:

“É um enredo que define quem ela se torna. É muito animador que o futuro da 6B pega todas as lições que ela aprendeu, usando todas as ferramentas que ganhou para fazer algumas escolhas bem importantes e essenciais que solidificam quem ela é como pessoa. Há algumas coisas em jogo no momento. Ela sempre foi uma protetora feroz no grupo, mas ela é como uma líder relutante, acho que ela é constantemente puxada em diferentes direções sobre qual caminho está tentando seguir, e quem ela está se tornando na sua evolução. Nesse momento, ela precisa fazer uma clara decisão sobre o que quer fazer. E agora, está um pouco em desacordo com quem está seguindo. O método de Strand se tornou um pouco incompatível com a forma que ela se sente, e como funciona no grupo. Morgan mudou o seu jeito, e também não está em acordo com o que ela acredita. Então, essa segunda metade, irá testá-la com esse novo personagem, que vemos no trailer, e a impulsionará para essa nova versão. 

Vamos apenas continuar por aí bancando o “advogado do diabo” bem rápido. Enquanto a suposição mais fácil a ser fazer é de que a Alicia, se afastou de Teddy, Riley e os outros, e as únicas coisas que ficaram são as chamas nos seus corpos carbonizados. Porque, bom, é a Alicia, cuja simpatia é sustentada por sua tolerância com besteiras. Mas, considerando que estamos falando de um culto, e levando em conta que Teddy já conhece a existência da Madison e sua relação mãe-filha… e se ele está se preparando para puxar Alicia de forma legítima para a o seu jeito sorrateiro?

Para ser justo, Alicia entrou em acordo com Charlie (Alexa Nisenson) por ter matado Nick (Frank Dillane), e basicamente são amigas agora. Mas, não é sobre isso que ela passa o tempo falando enquanto está dentro do complexo subterrâneo do Teddy. Ela falou sobre a Madison. Então tem uma pequena chance, nesse inferno de concreto, que Teddy possa agarrar Madison dentro dessa armadilha “vida é morte é vida” que a Alicia, de boa vontade, adie sua raiva. A vezes, é mais fácil externalizar seus estranhos problemas psicológicos, então talvez ela consiga algum tipo de conforto com esse idiota antes de transformá-lo em fertilizante.

Acho que todos sabemos que a melhor forma de terapia para Alicia nesse momento seria: uma sequência de flashbacks calorosos e confortáveis com uma nova cena da Madison (Kim Dickens). Fãs seguem esperando a revelação que o seu sacrifício na 4ª temporada não a matou, e que ela continua por ai em algum lugar, parecido com o irmão do Wes, que não estava morto. No entanto, mesmo que os produtores Ian Goldberg e Andrew Chambliss não sigam esse caminho, espero que possamos, pelo menos, ter uma sequência de flashbacks da Madison.

Embora Nick Stahl, de Fear the Walking Dead não pudesse dar grandes spoilers sobre como será o futuro do grupo do Teddy e o seu impacto na Alicia, aqui está o que ele conseguiu falar sobre os próximos episódios, quando conversamos recentemente.

“O que está por vir? Por que não vou ter problemas? Só posso dizer que a partir de agora, essa série vai para lugares inesperados, que me surpreenderam como leitora e como atriz. Sabe, poderia dizer que meu trabalho foi desafiador com a personagem. Então, fiquem ligados, porque vai ficar bem interessante, sem dúvidas.”

Tão vago quanto vago pode ser, mas isso significa que Riley, de Stahl, causará algum tipo de problema no episódio 612, “In Dreams”, para a grávida Grace (Karen David). Com certeza, será mais um episódio incrível de Fear The Walking Dead que vai ao ar domingo à noite (09/05/2021), na AMC, as 21h. E.T.

https://amp.cinemablend.com/television/2567119/fear-the-walking-dead-teddy-changes-alicia-season-6-alycia-debnam-carey-john-glover-nick-stahl?__twitter_impression=true

Tradução e Adaptação, Amanda – ADCBR

Com Fear The Walking Dead retornando recentemente à AMC para a segunda metade de sua sexta temporada, o Daily Dead ficou emocionado em participar de uma mesa-redonda virtual com o elenco para discutir como foi retornar ao set após um hiato devido a COVID- 19, continuando a desenvolver seus personagens e a natureza imprevisível dos próximos episódios.

Ao encontrar o caminho de volta para seus personagens após a produção ter entrado em um hiato devido à pandemia COVID-19:

Colman Domingo: Posso falar sobre a maneira como voltamos, que é ainda mais atenta à produção. As produções podem ser pesadas e grandes e muitas coisas práticas, e tudo o que precisamos foi essa pandemia para que parássemos e ficássemos mais conscientes de como estamos trabalhando. Sobre nosso tempo, sobre nossa cobertura, sobre apenas tirar aquela pausa para limpar algo e ter certeza de que alguém está seguro e higienizado e protegendo uns aos outros. Ter mais atenção é muito bom nos sets. Existe um nível extra de cuidado. Estamos todos correndo tão rápido tentando fazer as coisas, e você meio que perde o ritmo às vezes. E agora você não pode perder esse ritmo. O universo nos deu aquele presente de ter um momento de gratidão, de poder fazer esse trabalho, de infundir ainda mais coração e espírito, porque é um privilégio trabalhar, é um privilégio poder ser criativo agora . Fomos um dos primeiros elencos a voltar ao set. É uma bênção. Portanto, acho que “atenção plena” é a palavra que me vem à mente.

Danay Garcia: Concordo com Colman. Havia mais estrutura. Foi a primeira vez em anos que não nos vimos por sete meses seguidos. Normalmente temos um hiato de quatro meses, mas geralmente nos vemos na Comic-Con, estamos sempre na vida um do outro. Esta foi a primeira vez que nos separamos tão rapidamente e quando voltamos ficamos muito gratos, estávamos tão inspirados para ser criativos agora e terminar o que começamos. Foi um começo tão bonito e estávamos no auge, e foi tipo, “Meu Deus, o apocalipse.” Lembro-me de quando vi Colman pela primeira vez, quando vi Alycia pela primeira vez. Isso nos deu essa consciência. Você está certo, Colman, essa é a palavra certa para descrever isso.

Colby Hollman: Sim, eu quero ter uma atenção plena e também acrescentar que começamos esta temporada antes da pandemia chegar, e então ter que tirar aqueles sete meses de folga e voltar a isso, você mencionou voltar aos nossos personagens, quando isso aconteceu, quando a pandemia atingiu, tornou o programa muito mais prevalente na sociedade de hoje, então aumentou um pouco a aposta. Precisamos voltar a esses personagens em uma situação apocalíptica, então estamos contando essas histórias que são muito mais reais e muito mais acessíveis ao público hoje, e sabíamos disso. Todos encurralados, e de coração e espírito, pude sentir a diferença, pois sabíamos que o que estávamos fazendo era muito importante, e tínhamos uma voz mais importante no que está acontecendo hoje.

Lennie James: É sobre como um grupo de pessoas que não são necessariamente relacionadas se veem pensando umas nas outras como uma família, e uma das coisas que a pandemia fez por todos nós foi nos lembrar das pessoas às quais estamos realmente conectados. Mesmo que não tenhamos dito isso antes ou não tenhamos percebido antes, eles são partes vitais de nossa vida e pensamos neles como uma família. Acho que daqui para frente é uma coisa que as pessoas vão se identificar muito mais com a nossa série, porque é um grupo de estranhos que se tornam família. E eu acho que uma das coisas que a pandemia, espero que Deus tenha feito, lembrou as pessoas de como todos nós estamos conectados.

Christine Evangelista: Para mim, assumiu um significado muito diferente. Esta é a primeira temporada que eu estive em Fear The Walking Dead como Sherry, essa Sherry 2.0 como eu a chamo, é uma Sherry muito diferente do que ela era no Santuário com Negan em The Walking Dead, essa mulher endurecida que se reúne novamente com o amor de sua vida que ela não via há muito tempo, como uma mulher diferente, e eu estava apenas começando a entrar nisso e acelerar meus motores e tudo parar novamente, mas realmente assumiu todo um novo significado quando voltamos. E aquele episódio que foi ao ar com Sherry e Dwight se reunindo novamente assumiu um significado muito diferente, não apenas para mim, mas para tantas pessoas assistindo porque estávamos tão desconectados das pessoas em nossas vidas e pessoas que amamos , e ver essas duas pessoas se unirem novamente foi altamente emocional por um motivo muito diferente. Há muitos níveis diferentes para mim apenas entrando em uma nova série e interpretando essa personagem novamente e então tudo parando e sendo retomado, foi uma jornada muito selvagem, mas teve um significado muito mais profundo do que eu imaginava que teria.

Jenna Elfman: Eu tive uma experiência única porque estávamos no meio do episódio 8 quando a pandemia aconteceu, e eu estava prestes a filmar algumas cenas importantes, e então tivemos que fazer uma pausa de sete meses, então foi muito estranho, algo que todas as pessoas vão entender quando assistirem o 6×08. Houve muitas emoções e estou muito feliz por estar de volta a um lugar criativo. Todos estão nessa curva de aprendizado de sobrevivência, tipo, “Posso respirar ar no parque? Posso tocar na maçã no supermercado?”, todos estamos nessa experiência pessoal intensificada de sobrevivência enquanto todos estamos passando pela curva de aprendizado na pandemia da vida real. Eu sou muito grata pela AMC por facilitar a volta da produção, e então estar de volta naquele espaço criativo foi realmente uma coisa terapêutica. Mesmo que estivéssemos filmando sobre uma pandemia em uma pandemia, usar aquela parte de sua mente que é sua imaginação e faz de conta foi uma boa fuga, francamente.

Mo Collins sobre as alegrias de trabalhar com Daryl Mitchell: É exatamente tão alegre quanto parece, e dez vezes mais. Tudo o que você está vendo entre Wendell e Sarah é autêntico desde o momento em que nos conhecemos. Algumas pessoas você conhece e simplesmente clica e ele é realmente meu irmão. Com nosso passado na comédia, nos entendemos muito bem, algo que está presente em nosso DNA e em nossos ossos, se posso dizer. Confiamos e temos fé uns nos outros e nos entendemos, por mais diferentes que sejamos em tantos aspectos, existe esse vínculo comum que temos e a alegria é real, e muito obrigada por gostar tanto quanto nós.

Karen David sobre o que podemos esperar de Grace na segunda metade da 6ª temporada: Bem, sabemos que Ginny tem escondido Grace de todo o grupo, então, como todo mundo, Grace não sabe o que aconteceu com aquelas pessoas de quem ela se preocupa, e ela pensa que Morgan morreu, essa é provavelmente a probabilidade. Então ela agora tem que viver para sua barriga e manter seu bem-estar emocional, seu bem-estar físico, tudo é baseado nisso. Acho que esta é a primeira vez que vemos Grace realmente tendo algo pelo qual viver. Conhecer o grupo e mergulhar no grupo da última temporada e passar mais tempo com Morgan e o relacionamento que eles estão promovendo, que certamente ajudou a dar a Grace a força e a coragem para seguir em frente, mas definitivamente agora com o bebê , as apostas são altas e cada dia é uma grande preocupação. Ela vai sobreviver, o bebê está bem? Sempre existe esta preocupação: e se o bebê nascer e Ginny levá-lo embora? É um medo constante para ela. Vamos ver mais de Grace e vê-la passar por essas emoções e hormônios em fúria também, à medida que sua gravidez progride, e você vai vê-la ser desafiada como nunca antes, e vamos ver como ela se recupera.

Alexa Nisenson e Alycia Debnam-Carey sobre a conexão única entre Charlie e Alicia:

Alexa Nisenson: Para Charlie, eu absolutamente adorei fazer esse enredo com Alycia e é tão especial para mim que fizemos coisas incríveis juntas. Em termos de personagem, o vínculo que elas compartilham é tão especial por causa do que elas passaram juntas, e eu acho que não importa a distância, juntas ou separadas, elas sempre carregarão esse vínculo especial. Como você disse, elas meio que compartilham esse vínculo de irmã, mas acho que uma das razões por que ressoou tão bem com os fãs é por causa do que elas passaram e não é apenas um tipo normal de vínculo que compartilham, por causa do que aconteceu no passado.

Alycia Debnam-Carey: É um relacionamento único por causa de onde começou. Você nunca poderia imaginar que essas duas se tornariam uma família e ficariam próximas depois do que aconteceu. Acho que o que realmente me impressionou com o início da 6ª temporada e especialmente quando estávamos no meio do caminho foi reconhecer que o que definiu Alicia é o que ela passou, e agora ver alguém que é ainda mais jovem do que ela passar pelo apocalipse e o fim do mundo, e ver como a falta de amor, carinho, apoio, esperança e otimismo pode mudar uma personagem como Charlie para uma direção tão perigosa.

Penso que muito do relacionamento de Alicia com Charlie é baseado em uma nutrição, um cuidado e um amor, o medo de que ela se tornasse da maneira que Alicia quase sentia que ela estava se tornando, que foi uma pessoa ruim ou fazendo escolhas erradas ou passando pela vida com tanta dor, mágoa e trauma. De certa forma, ela está tentando se curar por meio de Charlie, e curar juntas permitiu que elas se abrissem novamente e evoluíssem para se abrirem para a confiança novamente, o que é uma loucura vindo de onde tudo começou. Acho que ela se vê em Charlie de muitas maneiras. O que eu amo sobre Alicia é que há uma qualidade durona nela e ela vai arrasar se precisar, mas também há muita esperança e amor, e o que ela mais anseia neste mundo é amor, confiança e apoio. Tem sido um relacionamento muito bonito de ver evoluir e florescer, e também é demais trabalhar com Alexa. Nós nos damos muito bem e nos divertimos muito.

Fonte

Tradução e Adaptação, Marina Brancher – ADCBR.