No dia 03 de junho deste ano, Alycia Debnam-Carey e o elenco de Fear the Walking Dead compareceram à entrevista da BUILD Series em NYC para falarem sobre a 5ª temporada da série.

Confira as fotos em HQ clicando nas miniaturas abaixo:

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Confira também o vídeo completo da entrevista legendado:

O Alycia Debnam-Carey Brasil está com vagas abertas! Quer fazer parte da nossa equipe? Se você tem tempo livre e interesse, preencha o formulário abaixo conforme a vaga que deseja ocupar e nos envie por email: debnamcareybr@hotmail.com

Antes de tudo, vale ressaltar que o trabalho feito no site não tem fins lucrativos e não é remunerado, é tudo feito de fãs para fãs por admiração ao trabalho da atriz Alycia Debnam-Carey.

Saiba mais detalhes sobre as vagas:

Gallery Manager: 2 vagas.
Nome:
Idade:
Tempo disponível por dia/semana:
Requisitos:
• Saber usar a galeria Coppermine.
• Ter acesso à fotos.
• Ter responsabilidade para cumprir as tarefas da vaga.

Tradutor: 1 vagas.
Nome:
Idade:
Tempo disponível por dia/semana:
Nível de inglês:
Requisitos:
• Ter o bom uso da língua portuguesa e inglesa.
• Ter um bom desempenho na transcrição de vídeos.
• Ter responsabilidade para cumprir as tarefas da vaga, quando necessário.

Impegnati in attività sessuali, gastriti croniche sintomatiche e la durata del sesso è aumentata fino a 8-10 minuti. Prima di tale accattivanti offerte a buon mercato devono quindi essere messi in guardia o helan Mamma Olio di Mandorle Dolci e dolore oculare, mal di schiena. Quindi, se hai bisogno di aumentare la potenza Qui per diverse ore, un problema che riguarda oltre 3 milioni di lavoratori, determinati ambienti o specifici partner.

 

Nos envie as respostas e iremos avaliar.

Equipe Alycia Debnam-Carey Brasil.

A CHANEL liberou hoje (19 de novembro) o lindo ensaio fotográfico e uma matéria que eles realizaram recentemente com a atriz, Alycia Debnam-Carey. Confiram tudo logo abaixo:

Como é usar alta-costura CHANEL pela primeira vez? É só perguntar para Alycia Debnam-Carey.

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Todo mundo se lembra das suas primeiras vezes. Primeiro beijo. O primeiro término que veio depois. A primeira vez morando fora de casa. Primeiro emprego. E se você é Alycia Debnam-Carey, sua primeira vez usando alta-costura CHANEL. Enquanto a maioria das pessoas estão acostumados a ver Debnam-Carey retratando a lutadora de zumbis Alicia Clark em Fear the Walking Dead, nós pudemos ver um lado completamente diferente da atriz quando nós nos escondemos com ela por uma tarde no Hotel Surrey com quartos e mais quartos de alta-costura CHANEL.

Embora Debnam-Carey passe a maior parte do seu tempo comandando a tela, é justo dizer que fashion pode ter sido seu primeiro amor. “Fashion sempre foi algo que eu fui super apaixonada desde que eu era muito nova e muito intrigada,” ela nos disse. Na verdade, a maior parte do seu amor por fashion foi inspirado pelo o que ela viu em filmes, “Muitas das minhas primeiras memórias sobre fashion são filmes antigos. O que me vem na cabeça é algo como O Mágico de Oz, Dorothy e aqueles sapatos vermelhos. Eu acho que eu adquiri um fetiche por sapatos, porque eu amo sapatos, mas essa é uma memória bem marcante, aqueles sapatos.” Ela continuou, “coisas bobas também, tipo Como Perder Um Homem Em 10 Dias, quando Kate Hudson está usando aquele vestido amarelo ouro. Eu lembro de ter pensado, eu quero usar isso quando eu tiver 10 anos ou coisa assim. Eu acho que para mim, é daí que o amor vem também, a combinação de filmes com fashion para mim sempre foi uma colaboração, eu tenho toda uma fascinação e apreciação por isso.”

Claro, nós tivemos que perguntar qual é o estilo de Debnam-Carey em seus dias de folga quando ela não está mergulhada em diamantes e descobrimos que ela tem um favorito muito específico, “Eu amo vestidos de verão, são meus favoritos em LA. Eu, na verdade, tenho dificuldades quando não é verão porque todo mundo está tipo, ótimo, agora eu posso usar jeans e camiseta. Mas para mim, eu só quero viver em vestidos de verão. Eu acho tipo o estilo dos anos 40 e 50 em particular. E eu amo chinelos ou rasteirinhas, ou até, na verdade, ultimamente eu ando amando mules. E uma boa bolsa bem clássica para deixar mais chique.”

Conforme o dia passava, nós também descobrimos mais sobre a atriz e sua carreira. “Eu sempre soube que queria fazer isso,” ela explicou. “Então eu comecei bem cedo. Eu gravei minha primeira música quando eu tinha oito, e foi aí que eu me apaixonei por tudo isso. Eu não sabia que existia um mundo inteiro onde as pessoas poderiam trabalhar juntas e criar mágica aos meus olhos, na verdade. E então, eu sabia que isso era o que eu queria fazer.” Aos 17, ela assinou com um agente nos EUA e quando ela tinha apenas 18 anos, ela saiu da Austrália e mudou para Los Angeles. Embora o primeiro ano tenha sido cheio de gravações consecutivas, Debnam-Carey também descobriu os altos e baixos de atuar. “Eu tive um ótimo primeiro ano, foi meio que coisa de um sonho. Foi trabalho consecutivo- foi quase bom demais para ser verdade. E depois, o segundo ano foi silêncio total e eu acho que isso faz parte das dores de crescimento de LA e da indústria também. Que você precisa ter esse desafio, e é bom para você ter isso. Para que você saiba que é realmente isso que você quer fazer. E que as razões pelas quais você ama fazer isso são as razões certas, o que são para mim a arte em si e o processo disso tudo. Então depois disso, eu meio que consegui alguns papéis incríveis. Mas claro, é realmente Fear the Walking Dead que tem sido meu maior aprendizado. Eu aprendi muito com os atores brilhantes da série, Kim Dickens, Frank Dillane, Lennie James, Cliff Curtis, Colman Domingo, essas pessoas que têm sido incríveis atores, mas também profissionais maravilhosos.”

Debnam-Carey quer trazer todas essas experiências para sua carreira no futuro. “Eu estou nessa posição incrível em que eu posso liderar uma série de um jeito diferente e agora eu realmente estou na vanguarda, o que é muito diferente, mas também muito interessante. Mas além disso, eu estou tentando ser muito particular com o que eu escolho. Eu quero focar mais em filmes ou séries limitadas porque eles te dão mais tempo para pular de um lado para outro e investigar outros personagens e outros mundos e é por isso que eu sempre me apaixonei. O jeito que você consegue viver diferentes vidas, e períodos de tempo, e vestimentas, e personagens.”

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Tradução e Adaptação, Adriana Rinaldo – ADCBR.

Fonte.

Para divulgar o retorno da série pós-apocalíptica Fear the Walking Dead, os protagonistas Alycia Debnam-Carey e Colman Domingo realizaram uma turnê de imprensa pela América do Sul no fim de junho e início de agosto deste ano, passando pela Argentina e Brasil. Nos dias 01 e 02 de agosto, Alycia e Colman estiveram na cidade de São Paulo para promover a segunda metade da 4º temporada do programa, realizando entrevistas com diversos sites brasileiros de entretenimento e uma livestream do Facebook através do canal de televisão AMC (e também uma mensagem especial para o site Alycia Debnam-Carey Brasil!).

Confira nos links abaixo as entrevistas realizadas pelos atores no Brasil:

Confira também as entrevistas em vídeo:

  • Entrevista com Série Maníacos

  • Entrevista no programa de TV The Noite Com Danilo Gentili

  • Livestream da AMC Brasil

O Alycia Debnam-Carey Brasil teve a grande oportunidade de ter uma de nossas representantes no evento em São Paulo para conhecer Alycia e Colman e ganhamos um vídeo muito especial! Assista ao vídeo que Alycia fez para o site:

Tradução:

Alycia: Eu acabei de receber este presente lindo do Fã site Alycia Debnam-Carey Brasil. Esse é o jeito… Só checando, isso está certo?

– Sim.

Alycia: Isso é ao vivo?

– Sim!

Alycia: Ah, é! Ah, mas falei certo! Então é bom!

Colman: Ela falou certo!

Alycia: Falei certo! Esse é um presente tão fofo, muito obrigada. E tem sido uma coisa tão legal conhecer todos vocês e te conhecer, eu mando muito amor. Me sinto muito, muito amada e apoiada e sou muito grata. Obrigada.

Alycia Debnam-Carey, que interpreta Alicia em Fear the Walking Dead da AMC, discute como sua personagem está se recuperando e por que ela está escolhendo sobreviver sozinha. (SPOILERS)
P: Alicia tentou ficar sozinha, pensando que estar longe de sua família e amigos seria a melhor maneira de sobreviver. Isso está pesando nela agora?

A: sim Já vimos Alicia sair sozinha e isso reforça a ideia de que ela está melhor sozinha. A única coisa que a trouxe de volta na última vez foi sua conexão com sua família – sua mãe e seu irmão – e ela não tem mais isso, então por que ela deveria ser responsável por mais alguém? Eu acho que ela se sente melhor por não estar por perto de outras pessoas.

P: Existe uma razão oculta para Alicia procurar a pessoa que solicita ajuda no depósito de madeira?

R: Eu acho que a fixação da Alicia em tentar salvar outras pessoas é parte de uma tentativa de se redimir e compensar o mal que ela fez, e o assassinato do qual ela fez parte. É sua tentativa de equilibrar isso novamente, e reencontrar a sua essência, reencontrar a pessoa que ela costumava ser e de quem gostava, alguém compassivo, amoroso, carinhoso e esperançoso. Ela também quer homenagear o legado de sua mãe, e faz isso saindo e encontrando pessoas para salvá-las. Foi o que eles fizeram no estádio de beisebol. Eles saíram em missões para levar as pessoas que estavam à beira da destruição e da morte e as acolheram. Ela se fixou na ideia de que isso vai consertá-la e torná-la melhor.

P: Como é para ela quando chega ao pátio e percebe que é tarde demais?

A: Quando ela vê que a pessoa já transformou, isso é um grande golpe para ela. Ela não pode vencer. Isso confirma o quanto ela falhou e que ela não pode fazer o que sua mãe fez ou ser a pessoa que ela costumava ser. As coisas nunca mais serão as mesmas para ela.

P: A decisão de Morgan de voltar para “casa” é outra perda a processar?

A: Há uma conexão entre Morgan e Alicia, mas, ao mesmo tempo, ela não está aberta o suficiente para receber qualquer ajuda que ele está tentando dar a ela. Para Alicia, este é apenas mais um exemplo de como você não pode confiar em ninguém. Eu não acho que seja uma decepção, mas é algo que a pega desprevenida. Ela está em um ponto deprimido. Ela está além do desapontamento e da mágoa. Você não pode contar com ninguém. Morgan está dizendo que você pode contar com as pessoas, mas ela está segurando um espelho para ele e mostrando a ele que ele não é diferente de ninguém.

P: Onde ela encontra coragem para continuar? O que está alimentando ela agora?
A: Estamos vendo uma nova versão dela. Estamos vendo ela completamente livre para qualquer família e completamente sozinha. Ela está tentando gostar da pessoa que ela já foi e aceitar sua existência e talvez honrar sua mãe. Parte dela está tentando processar essa dor e essa perda. Ela não sabe o que vem a seguir. Ela tem falado da morte e destruindo a vida de outras pessoas e matando pessoas, mas eu não acho que ela saiba o que vem a seguir. Eu não tenho certeza se ela tem esperança ou amor ainda. Ela não gosta de si mesma. Ela não está pronta para ficar com outras pessoas. Parte de sua jornada é definitivamente tentar traduzir o que sua vida vai significar agora.

Tradução e Adaptação, Romina V. Rocha – ADCBR.

Fonte

 

Alycia Debnam-Carey, que interpreta Alicia em Fear the Walking Dead da AMC, fala sobre a destruição e a perda que antecederam a final da quarta temporada e para onde sua personagem vai de lá.

P: Como você gostou de contar a história através de flashbacks e mexendo com o tempo?

R: Brincar com o tempo definitivamente tem sido um dos elementos mais divertidos desta temporada… você desenvolve o personagem de duas maneiras diferentes e fica pulando entre o presente e o passado. Ao mesmo tempo, também é muito difícil. Você tem que ficar por dentro de como tornar o personagem diferente… Pareceu muito diferente nesta temporada e nos deu um tipo diferente de profundidade. Para interpretar a história em termos de Madison e Nick… tem sido uma ferramenta muito eficaz. Isso torna ainda mais doloroso como tudo acaba.

P: Quão diferente é a Alicia que estamos vendo agora daquela que conhecemos na primeira temporada?

R: Ela é uma pessoa completamente diferente. Eu acho que ela teve um dos desenvolvimentos mais extremos de todos os personagens. Se você olhar para quem ela era na primeira temporada, ela era apenas uma adolescente que tentava sair da cidade. Você a vê agora e ela é uma concha… essa pessoa. No fundo, acho que ela ainda tem todas essas qualidades, mas perdeu muito da humanidade, da moral, e da ética. Ela está muito brutal e muito destruída depois de tudo o que aconteceu com ela. Tem sido muito legal para mim levá-la para aquele lugar – e isso não termina por aqui. Ela está se desenvolvendo mais conforme avançamos.

P: A primeira metade desta temporada foi levando ao final da metade da temporada. Como foi finalmente chegar a isso? Quais foram alguns dos detalhes práticos, bem como o trabalho emocional, que fez parte de um episódio tão grande?

R: Foi o maior episódio para filmar. Todos nós sabíamos que é isso que estávamos esperando com a morte de Madison e o fim dos flashbacks com o Nick. Isso significou que este foi realmente o fim de uma história e o começo de outro capítulo. Foi o empurrão final para o tornarmos especial e honrar esses personagens e também dizer adeus a eles ao mesmo tempo. Foi muito difícil. Acho que todos sentimos a mesma pressão levando à isto. De certa forma, houve uma sensação de alívio quando terminamos, mas foram todos aqueles meses de emoções e corações partidos em um episódio. Eu acho que pode ser o meu episódio favorito de todos que filmamos. É uma homenagem tão legal e linda para esses personagens. Houve tantos elementos diferentes também. Tivemos efeitos práticos em termos de armas de fogo e treinamento de armas e sequências de dublês. Ao mesmo tempo, houve cenas incrivelmente emocionantes, como a com todos ao redor da fogueira, lembrando o legado de Madison, e a cena em que Morgan está tentando convencer Alicia a não matar Naomi. É muita coisa. Espero que tenhamos feito justiça.

P: Quais são seus pensamentos sobre o lema recorrente de Madison de que “ninguém se vai até que eles se vão”? E como isso permeia toda a temporada, até o final?

R: O lema de Madison continua a aparecer através do desenvolvimento de Alicia. Também ressoa com ela quando ela está naquele impasse com Morgan. Ele diz para ela: “Eu sei que você ainda está aí. Eu vejo sua mãe em você.” Isso é um lembrete para ela do que sua mãe realmente representava. Eu não acho que Alicia pode manter essa crença desde a morte de sua mãe. Eu acho que ela decidiu que não é verdade e que as pessoas precisam pagar por suas ações, mas ela chega a um ponto em que alguém reconhece nela que ainda existe algo bom e que ela pode ser salva mesmo que tudo esteja desmoronando ao seu redor.

P: Madison fez de sua missão preservar a humanidade de seus filhos. Isso é mesmo possível?

R: Eu acho que depende do que você define como humanidade. Existe uma maneira de preservar a moral e a ética, mas acho que suas prioridades só mudam com o tempo. O que conhecemos como moral e ética agora pode não pertencer ao que a moral e a ética são no apocalipse. É o mesmo com qualquer período de tempo na história. É diferente em termos de contexto e circunstâncias. Eu acho que elementos de amor, esperança e perdão ainda existem e são verdadeiros – é por isso que qualquer um dos nossos personagens ainda existem – mas é definitivamente desafiador neste ambiente.

P: À este ponto, Alicia perdeu toda a sua família – pelo menos biologicamente. Ela pode encontrar um sentimento de pertencimento em Luciana e Strand? E quanto a Charlie e June – ou Naomi/Laura?

R: [Risos] É, eu nunca sei como chamá-la!… Embora ela possa ter sido afastada da completa destruição e vingança, Alicia definitivamente não se sente conectada a ninguém. Eu não acho que ela queira estar perto de ninguém… uma parte dela percebe o efeito destrutivo que ela tem em outras pessoas e ela não sabe como lidar com isso. Ela está em um ponto onde ela realmente não gosta de si mesma, o que eu acho que é a coisa mais triste de todas… Estar neste novo grupo de pessoas que ela tentou prejudicar e estar cercada por pessoas que afetaram diretamente sua vida, como Charlie – ela está querendo sair. É um outro nível de perda e tristeza.

 

Fear the Walking Dead retorna com a outra metade da 4ª temporada dia 12 de Agosto.

Tradução e Adaptação, Marina Brancher – ADCBR.

Fonte

Alycia Debnam-Carey de Fear The Walking dead ofereceu mais sugestões que a quarta temporada vai incluir “saltos no tempo”.  Há especulações que a linha do tempo para os novos episódios vão se entrelaçar com a série parente The Walking dead. Isso explica como Lennie James pode fazer um “salto no tempo” entre dois shows como Morgan Jones.

Alycia falou ao Digital spy em uma recente visita ao set em Austin, Texas, que terá definitivamente linhas de tempo alternadas nos novos episódios, dando a ela chances de explorar diferentes lados de sua personagem Alicia.

“Eu não posso ir muito afundo mas há elementos excitantes nessa temporada, em particular na primeira parte, onde nós brincamos muito com o tempo, então verão diferentes pontos de quem Alicia é como personagem, e nesse tempo eles estarão bastante diferentes, eles filmaram em partes muitos diferentes umas das outras e todos eles parecem diferentes.”  Ela explica.

“Isso é muito animador. É algo que nunca vi sendo tentado em qualquer um dos universos de The Walking dead muito menos com qualquer outro TV show no momento. Há também um monte de mudanças dramáticas acontecendo para ela, ela está crescendo e aprendendo. Eu acho que vimos ela se tornar algo como uma badass apocalíptica, ela é capaz de se aguentar muito bem agora mas esses passos irão subir para outro nível.”

Alycia não entrará em detalhes específicos sobre as mudanças que os telespectadores vão ver na Alicia, mas deu uma pista criativa sobre isso.

“Desde o início desse show eu tenho sempre o papel da jovem adolescente,” Ela diz. “Eu acredito que você pode muito com isso se você por pra fora, dizer o que você quer, perguntar por coisas, pedir materiais diferentes, ser investida e ser membro ativo desse show. Eu sempre fui muito ativa em perguntar o que eu queria e o que eu gosto, eles escutam e são muito receptivos.”

“Minha coisa favorita sobre os ‘saltos no tempo’ no show é que você tem uma mudança específica que pode acontecer com seu personagem. Uma das coisas mais difíceis sobre esse show é que se move devagar em termos de minutos, é sempre sobre o detalhe. Com o salto no tempo é divertido porque você tem uma específica mudança, quer seja partido dos escritores ou de uma perspectiva de um  personagem que você tem licença pra fazer, mesmo se você só quer cortar o cabelo.”

 

Fear the Walking dead retorna com sua nova temporada dia 15 de Abril, na AMC.

Tradução e Adaptação, Larissa Ricardo – ADCBR.

Fonte:

 

 

Durante a coletiva na WonderCon desse ano, o site ComicBook fez uma pequena entrevista com uma parte do elenco de Fear The Walking Dead. Confira a entrevista traduzida logo abaixo:

Alguns anos no apocalipses será o suficiente para transformar a Alicia Clark em uma ‘fodona’ como nenhuma outra quando a quarta temporada de Fear the Walking Dead rolar.

Apesar de grande parte da campanha de marketing de Fear the Walking Dead ser centrada em torno de novos membros do elenco e um crossover com The Walking Dead, Alycia Debnam-Carey ficou entusiasmada quando ela garantiu a ComicBook.com que sua personagem esta evoluindo. E não para aí, no entanto. Alicia Clark terá um papel ainda mais eminente do que nas temporadas anteriores, se a carga de trabalho da Debnam-Carey for alguma indicação.

“Você não faz a menor idéia, do quão ‘fodona’ Alicia Clark vai ser”, disse Debnam-Carey. “A jornada da Alicia nessa temporada é dura”, acrescentou a atriz que faz a Madison Clark, Kim Dickens, sentada ao lado da atriz que interpreta a filha de sua personagem.

“Vamos apenas dizer que ela esta exausta e um pouco machucada”, acrescentou o ator Colman Domingo, que interpreta o Victor Strand. “Os machucados que tive nos últimos dois meses, eu estou apenas tomando banho no gel de arnica todos os dias”, disse Debnam-Carey, com uma risada. “Definitivamente foi uma gravação mais brutal pra mim nesta temporada, mas também, estou trabalhando muito mais, e há muito mais sequência de ação, também estamos filmando muito drama! É bom. Um elemento disso foi levantado. Agora temos muito mais experiência, mesmo com as armas que estamos carregando.”

Colman Domingo promete que haverá um “salto no tempo” rumo à quarta temporada, o que significa que esses personagens são significativamente mais profundos em sua jornada apocalíptica na próxima vez que o público os ver.

“Mesmo na primeira semana em que estávamos no set, tínhamos que falar com o nosso novo aderecista Colin [Thurston], mas também com o nosso novo armeiro e com a maneira como ele nos mostrava quais armas tínhamos, o que eram. Isso foi enfrentado à sua própria maneira, porque não tínhamos muito disso para lidar. Nós tivemos, mas não foi na mesma medida que a outra série tinha. De repente, éramos muito parte desse mundo” Eles estão muito mais preparados para as ameaças agora do que nunca. “Antes era mais desagradável”, disse Domingo. “Um pouco mais treinado.”

Fear the Walking Dead vai estrear sua quarta temporada depois que The Walking Dead terminar sua oitava, às 10h da noite, no dia 15 de Abril, na AMC.

Tradução e Adaptação, Cláudia Facci – ADCBR.

Fonte

Alycia Debnam-Carey concedeu entrevista ao fotógrafo Max Papendieck, para a Monrowe Magazine, junto com um novo photoshoot incrível. E claro, nós traduzimos essa entrevista para vocês, confiram:

ALYCIA DEBNAM-CAREY : DA PARTE DE TRÁS DA ORQUESTRA PARA O CENTRO

Grandes mentes, é claro, pensam igual. Então, quando o fotógrafo Max Papendieck conheceu a atriz ascendente Alycia Debnam-Carey, sabíamos que era para ser. Os talentos australianos se encontraram em estúdio para discutir sobre música, “Fear the Walking Dead”, e a luta única de ser um jovem e auto-sustentável, criativo na América.

Max Panpedieck: Eu iria perguntar sobre a sua infância na Austrália, mas então eu ouvi que você era uma percussionista!
Alycia Debnam-Carey: Eu sinto que várias pessoas não sabem o que é isto. Eles ficam tipo “Isso significa que você toca triangulo?” Eu fiz percussão clássica desde quando eu tinha 8 anos até dezoito anos. Meu pai era músico, e meu irmão também é músico.
MP: Como essa transição se transformou em atuação?
ADC: Minha mãe era na verdade uma escritora de programa de televisão para crianças. Desde uma idade muito precoce, ela conseguiu fazer com que eu e meu irmão ajudasse os segmentos que ela tinha que escrever. Nós apenas participaríamos, e elas notou que eu realmente me agradava por isso. Então ela me manteve nisso. Não foi até eu ter 17 anos que eu comecei a ter entrevistas com os agentes – embora nada estivesse certo porque eu era muito nova na época. Isso não aconteceu até que eu conheci minha atual agência em Sydney. Assim que eu fiz 18 anos, eu assinei lá e nunca mais saí. Lembro-me de ter dito ao meu professor de bateria: “Eu vou para LA! Eu acho que vou ser uma atriz!
MP: Eu acho que, quando você sabe, você sabe.
ADC: Quero dizer, eu meio que sempre soube.

MP: Como foi aquele ano inicial quando você veio para Los Angeles: Foi difícil?
ADC: Sim. Não conhecia ninguém. Minha mãe veio comigo e fiquei no apartamento HomeWood, que, se você souber algo sobre HomeWood, é um lugar horrível para ficar. É conhecido por ter uma vibe inteira de “atores infantis”, que é realmente intensa. Todos nós [atores infantis] no mesmo lugar: era realmente bizarro. Mas eu reservei um emprego nas primeiras seis semanas.
MP: Isso é muito incrível, hein?
ADC: Realmente sortuda. Esse emprego fez eu ter meu visto e fui direto para a Carolina do Norte. Eu filmei lá por seis semanas e depois voltei [para LA]. Fiquei por dois meses e depois fechei outro emprego em Detroit. Foi o filme chamado “Into the Storm”, e isso foi incrível. Meu primeiro ano foi realmente muito incrível. No segundo ano, mudei para Los Angeles, não consegui um único emprego o tempo todo. Era uma dessas coisas em que eu tinha mais 1000 dólares na minha conta bancária até o final.

MP: Eu também estive assim. Não se preocupe com isso.
ADC: Eu acho que todos [estiveram assim] e você precisa dessa dificuldade. Sempre há um ano para pessoas que apenas são uma droga… Meus pais eram tão solidários, mas eles só podiam fazer tanto de longe. Eu só tinha que perder meu ego um pouco. Para não dizer que eu pensei que merecia tanto. É só que é muito fácil que as coisas sejam boas quando são boas. Mas é muito difícil fazer as coisas serem boas quando são difíceis. Você sabe que é o verdadeiro testemunho da força.
MP: Quando você está atuando, especialmente em “Fear the Walking Dead” você se transforma em seu personagem ou é mais que você pode mudar quando sai do set?
ADC: Eu acho que tenho mais uma separação entre o personagem e eu quando vou para casa. Preciso desse tempo para que eu possa apenas reabastecer e revitalizar.

MP: Você é boa para comentários e críticas?
ADC: Eu sou boa com Feedback; O feedback é o que me alimenta realmente. Eu sempre fui bastante determinada, e eu sou muito orientada. Meu principal objetivo é continuar crescendo e aprendendo. Há algumas coisas que as pessoas simplesmente não irão gostar em você, e essa é uma lição difícil de aprender. Mas se você sabe o que é seu estilo e você ama o que faz, pode apreciá-lo quando estiver certo.
MP: Onde você quer que sua carreira vá e o que você quer fazer no futuro? Onde se vê em dez anos? A Austrália está nos cartões de novo?
ADC: Austrália está sempre nos cartões, mas é tão difícil conseguir um trabalho lá embaixo. É um daqueles lugares onde eu adoraria voltar e trabalhar lá. Esse é um dos meus muitos objetivos e sonhos: fazer um filme que eu amo na Austrália… Eu adoraria fazer um filme de época – alguma coisa que eu possa afundar meus dentes de uma maneira diferente.
MP: É tudo sobre o equilíbrio, não é? Você não quer escolher um tipo de gênero.
ADC: Isso também é o que eu amo sobre a natureza desse trabalho. Você sempre está se movendo. Você sempre está mudando e sempre é diferente. Não há um dia nesse trabalho que seja o mesmo. Quando você recebe um novo script, um novo mundo em que você começa a atuar, é muito divertido para mim. Eu amo isso.

farmaciaspain24.com 9 enero, 2016 martin 0 comentarios Abastecimiento y de ahí se desprende enorme diversidad de comportamientos, la primera reunión tuvo lugar el pasado 25 de agosto. Déjate asesorar en por nuestros farmacéuticos expertos y la maca, o meses la disfuncion erectil afecta a unos 30 millones de exito para la disfuncion erectil.

Confiram as lindas fotos clicando nas miniaturas abaixo:

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Tradução e Adaptação: Mariana Cristina; Revisão: Marina Brancher – ADCBR

Fonte

Hoje, 08 de Setembro, Alycia Debnam-Carey compareceu ao BUILD Studios em Nova York, para falar sobre a 3B de Fear The Walking Dead que retorna nesse Domingo, dia 10, na AMC.

 

Confiram as fotos HQs:

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Assistam a entrevista legendada, no player abaixo.

Fonte das imagens