Esta semana, tivemos um episódio de Fear the Walking Dead focado em Alicia, o que é muito estranho de dizer, considerando que Alicia, o último membro da família Clark, deveria estar liderando essa série há anos.

O episódio foi bom, especialmente agora que Alicia está fora do modo de “choque” em que se encontrava anteriormente por algum motivo, e eu gostei da dinâmica dela com o psicótico Teddy, interpretado habilmente pelo ex-Lionel Luthor de Smallville, John Glover.

Mas, neste momento, acho que de uma vez por todas, Fear the Walking Dead precisa deixar Alicia liderar totalmente esta série, ou precisa libertar a atriz Alycia Debnam-Carey.

Debnam-Carey tinha acabado de terminar uma passagem muito aclamada como Lexa em The 100 quando ela saiu para ser um membro do elenco de Fear the Walking Dead, o muito alardeado (na época) spin-off de Walking Dead.

Mas tem sido uma jornada incrivelmente estranha desde então. Sua família inteira foi morta ao longo da série, seu padrasto, mãe, e irmão, mais importante, mas ao invés da evolução lógica de Alicia liderando a série depois disso, a série decidiu pegar um elenco novo para que ela se tornasse um de apenas mais uma em uma dúzia ou mais de personagens secundários. Claro, talvez uma dos mais proeminentes, mas certamente não a principal. Esse papel foi para Morgan, emprestado por The Walking Dead, e ele assumiu completamente o controle da série. Isso levou a alguns anos desastrosos, mas mesmo que a temporada atual seja melhor, ainda não estou convencido de que esteja funcionando. E ver Alicia liderando um episódio depois de o quê, meses? Anos? Isso só serve para me lembrar que ela deveria ter sido a personagem principal dessa série o tempo todo, o próprio Rick Grimes.

Não é justo para Debnam-Carey que ela seja o último membro sobrevivente da família Clark e eles deem a ela o mesmo tempo de tela, ou menos, que o de personagens como June, Victor, Daniel, Morgan, Luciana, John Dorie (pré-morte) e uma série de outros. Ela é consistentemente pouco mais do que uma personagem de fundo e tem sido por anos, mas ela ainda tem a magia quando a série lhe dá uma chance como eles fizeram esta semana, já que este foi um dos episódios mais atraentes que eles fizeram em um bom tempo.

Eu acredito que a série agora está provocando o retorno de Madison. Quer dizer, acabamos de ter um episódio chamado “Mãe”, estrelado por Alicia, que era sobre as pessoas que sua mãe salvou, e esta é uma série onde, a menos que você literalmente veja um corpo, você deve assumir que alguém não está morto. E eu sempre pensei que eles deixaram o destino de Madison em aberto de propósito. Eu adoraria vê-la de volta e tê-la co-liderando a série com Alicia, mesmo que isso signifique matar Morgan para que ele deixe de ser a estrela da série. Nesse ponto, eu quase diria que a série deveria matar Morgan, a fim de devolver as rédeas à família Clark, já que está claro que ele não vai chegar em casa a tempo de se reunir com ninguém em The Walking Dead. (Fear ainda está anos atrás dessa série, em termos de linha do tempo).

Se a série não vai fazer nada disso, Debnam-Carey deve ir embora como outros fizeram antes dela. Ela merece coisa melhor do que ser uma pequena jogadora em um spin-off de The Walking Dead. Se eles não a deixarem ser a estrela depois de todo esse tempo, provavelmente é melhor seguir em frente. Com dois personagens icônicos em seu currículo, Lexa e Alicia, tenho certeza que ela não teria problemas para encontrar uma nova personagem para interpretar.

Por Paul Tassi.

Fonte

Tradução e Adaptação, Marina Brancher – ADCBR

Por uma fração de segundo na 6ª temporada de Fear the Walking Dead, parecia que Alicia Clark (Alycia Debnam-Carey) poderia estar prestes a se separar do grupo e começar de novo. Ela falou sobre levar os adolescentes da série Charlie (Alexa Nisenson) e Dakota (Zoe Colletti) de volta ao Dell Diamond e, provavelmente, eles teriam permanecido lá. Então, é claro, não deu certo – e Alicia voltou para o resto do grupo e se juntou à nova comunidade de Morgan (Lennie James). Mas e se ela não tivesse?


Gostaríamos de destacar que é hora de Alicia desempenhar um papel fundamental no lado da liderança das coisas, se não for começar seu próprio grupo em outro lugar. Ela cresceu aos trancos e barrancos, da adolescente que falava com estranhos aleatórios no rádio de The Abigail, e ela já provou mais de uma vez que é capaz de comandar um grupo. É por isso que achamos que é hora de Alicia liderar.


Ela é uma lutadora habilidosa.
Quem mais poderia derrubar uma despensa inteira cheia de caminhantes, sozinho? E isso foi seis anos antes do “presente”, na linha do tempo do Fear! Não há como negar – Alicia é uma guerreira feroz. Ela era excelente com sua elegante faca de borboleta, e ela é tão boa em matar errantes (ou matar pessoas, se necessário) com sua nova arma. E por um segundo, ela aprendeu a usar uma vara como Morgan também.


Ela está disposta a se sacrificar por aqueles que ama.
No episódio “The Holding” da 6ª temporada, vimos o quão longe Alicia iria para salvar as pessoas que ela ama – assim como sua mãe, ela está disposta a encontrar um fim ardente se isso significar que seus amigos escapem do complexo de The End is The Beginning. E essa não é a primeira vez que a vimos fazer esse tipo de coisa: na 5ª temporada, Alicia ajudou aquele grupo de crianças que estavam construindo bloqueios de tripas de andador … mesmo que ela acabou recebendo sangue de andador irradiado em sua boca. (Ela parece estar bem, então estamos optando por esquecer que até mesmo aconteceu.)


Todos os melhores líderes do universo TWD mostraram que darão suas vidas pela sobrevivência de sua família e amigos, e Alicia não é diferente. Ela jogaria um sinalizador em um estádio de beisebol cheio de caminhantes ou explodiria uma ponte com ela de pé para evitar que os caminhantes alcançassem seu povo.

Ela cresceu com seus erros.
Dito isso, toda aquela destreza e know-how pós-apocalíptico não estavam enraizados nela. Ao contrário do resto de sua família, que foi construída para o apocalipse de várias maneiras, Alicia teve que aprender como sobreviver em um mundo violento sem moral ou remorso. No início, ela ingenuamente liderou um grupo mortal para The Abigail, comunicando-se com eles pelo rádio; ela aprendeu uma lição valiosa sobre confiar nas pessoas sem vê-las ou conhecê-las. Mas quando ela foi longe demais e deixou sua raiva assumir o controle, uma bala destinada a June (Jenna Elfman) atingiu John (Garret Dillahunt), e ele quase morreu – então ela aprendeu que a pura vingança também não era a resposta.

Muitas pessoas no mundo pós-apocalíptico estão léguas atrás de Alicia em termos de quão bem entendem o mundo e sua atitude em relação a ele. Seus tropeços anteriores lhe deram uma visão saudável da vida no mundo dos mortos, e ela poderia liderar um grupo com a sabedoria que adquiriu.

Ela aprendeu com os melhores
Não que Alicia estivesse estudando ativamente para liderar seu próprio grupo, mas se estava, certamente poderia ter tido professores piores do que Morgan e sua mãe Madison (Kim Dickens). Madison, no início, era um pouco mais sanguinária, mas às vezes isso é necessário – ei, Rick (Andrew Lincoln) deixou um bom número de corpos em seu rastro também! Mais importante, Madison quase sempre foi capaz de manipular ou planejar uma saída de uma situação desagradável, e no apocalipse zumbi, essa não é uma habilidade ruim de se ter.
Morgan, por outro lado, mostra reverência por toda a vida e disposição para fazer concessões, o que também é valioso. Pegar as melhores características desses personagens faz um grande líder, e Alicia certamente aprendeu com ambos.

Ela sabe quando perdoar.
Talvez o mais importante, Alicia tem um coração bondoso e reconhece quando deve permitir que sua misericórdia prevaleça sobre sua ira. Ela não matou Charlie, embora Charlie tenha matado seu irmão Nick (Frank Dillane), mas desde então ela se aproximou da menina e parece vê-la como uma irmã. Mais recentemente, Alicia defendeu que Dakota (Zoe Colletti) fosse libertada das garras de Virginia – e embora isso tenha levado à morte de John, ela não buscou vingança. Se Dakota continuar como Charlie, não é difícil imaginar Alicia eventualmente perdoando-a também.
Os melhores líderes que vimos mostraram força em mostrar misericórdia: Onde Rick estaria sem Tara (Alanna Masterson) ou Daryl (Norman Reedus) sem Lydia (Cassady McClincy)? Alicia reconhece que, às vezes, pessoas boas fazem coisas ruins quando o mundo está de cabeça para baixo – mas isso não as torna pessoas ruins. Essa é a perspectiva de um verdadeiro líder.

Tradução e Adaptação, Romina V. Rocha – ADCBR.

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Alicia Clark está prestes a entrar em ação em grande estilo na 6ª temporada de ‘Fear TWD’

É difícil lembrar que Alicia Clark era uma estudante de ensino médio quando o apocalipse zumbi aconteceu em ‘Fear The Walking Dead’. Ela certamente percorreu um longo caminho depois de perder sua família e ganhar uma nova. Agora, na sexta temporada de ‘Fear TWD’, ela está prestes a começar a fazer suas próprias decisões pra proteger ela mesma e as pessoas com quem ela se importa.

No final do episódio dois da sexta temporada, Victor Strand mandou Alicia se afastar porque ele sabia que pra conseguir tirá-los do controle de Virginia, ele precisava fazer coisas que Alicia talvez não concordasse. Ela não sabe disso, o que deixa a situação ainda mais difícil porque ela acha que ele simplesmente a dispensou.

Tudo que a Alicia sabe é que ela está por conta própria com a Charlie e que elas precisarão encontrar, juntas, um jeito de sobreviverem.

Alicia sempre foi forte mas ela vai ter que ser mais do que nunca porque agora ela está verdadeiramente sozinha. Mesmo quando as coisas estavam piores na terceira temporada, ela ainda tinha o Jake (mais ou menos) e a família dela com ela. Agora, ela é a única protegendo a Charlie dos perigos e isso coloca ela em todo um papel de defensora.

Alycia Debnam-Carey deu a entender esta transformação antes do início da temporada durante uma entrevista no set de ‘Fear TWD’ em fevereiro:

Alycia Debnam-Carey:“Eu digo isso toda temporada, é como se Alicia estivesse se encontrando, ela está virando quem ela precisa ser mas é algo realmente difícil quando você começou uma série sendo uma adolescente e está passando pela maior transição (para adulta), então essa é a primeira temporada onde não há dúvida sobre qual é o papel dela em tudo isso. Ela é uma dos adultos e está lá como uma verdadeira candidata para a liderança e o que ela quer fazer tem gravidade e peso. É diferente (justamente) porque há mais peso, há mais gravidade do que antes. Há muitas visões diferentes entre os personagens de como as pessoas deveriam estar vivendo e a visão dela de como viver definitivamente tem algum peso por trás. Então, é isso que está diferente, a perspectiva dela, as opiniões dela estão realmente se aprimorando e eu acho isso incrível”

Nós sabemos que o legado da Madison tem vivido pela Alicia desde que o matriarcado da família Clark morreu na quarta temporada. Todas as decisões da Alicia até agora representaram o pedido que sua mãe fez para ajudar outras pessoas e isso vai realmente tomar conta dela agora que ela tomou a responsabilidade de proteger a Charlie.(Apesar de podermos encarar que – Charlie pode cuidar de si mesma tranquilamente)

Agora que o Strand partiu, é a chance da Alicia de virar a líder que ela foi feita pra ser desde sempre.

Foi necessária essa jornada de perda e recuperação para se tornar a líder feroz que ela estava destinada a se tornar para honrar sua mãe. E agora, na sexta temporada, é hora de vê-la liberar esse potencial e mostrar pra Virginia com quem ela está se metendo, e isso vai ser muito divertido de se assistir!

Tradução e Adaptação, ADCBR.

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Contém spoilers do Episódio 2, temporada 6 de Fear the Walking Dead, “Bem-vindo ao clube”

No final do episódio desta semana de Fear the Walking Dead, após um ataque de zumbis angustiante na fábrica de melaço (não é uma piada), o equilíbrio de poder mudou dramaticamente na comunidade de Virginia (Colby Minifie). Victor Strand (Colman Domingo) foi promovido e se tornou um de seus tenentes e, sabendo que não pode confiar em si mesmo para manter seus amigos seguros, mandou Alicia (Alycia Debnam-Carey) para longe.

Essa traição não apenas magoa porque nós, como espectadores, confiamos em Strand (apesar de todas as razões em contrário), mas também divide dois dos poucos personagens restantes da 1ª temporada. E o pior de tudo, deixa Alicia completamente sozinha: com seu padrasto Travis (Cliff Curtis), mãe Madison (Kim Dickens) e irmão Nick (Frank Dillane) mortos, Strand é um dos últimos fios de conexão que ela tem com sua vida no início do apocalipse.

“É um lembrete gritante de que o caminho para o sucesso e a segurança tem um custo”, afirmou Debnam-Carey a Decider sobre o exílio de Alicia no final do episódio.

Você pode ver a dor no rosto de Alicia enquanto ela é expulsa do assentamento principal dos Pioneers, mas os fãs fiéis saberão que a Clark sobrevivente é forte o suficiente para perseverar, de qualquer maneira. “O que vimos de Alicia, ao longo de todas essas temporadas, é que ela pôde aprender com tantos personagens”, continuou Debnam-Carey. “Da família, de Madison, de Nick, de Strand – e como eles usaram suas características, seus valores essenciais para sobreviver. Alguns que foram bastante implacáveis.”

Para muitos personagens – e brevemente para Alicia na 5ª temporada – isso significaria uma queda em desgraça, ou uma chance de dar um passeio no lado escuro da rua. Felizmente, de acordo com Debnam-Carey, Alicia superou isso, e a traição de Strand não a quebrará.

“Alicia sempre liderou”, observou Debnam-Carey. “Seus valores inerentes são bastante estáveis ​​e se baseiam na ideia de compaixão e unidade. Mas o que também beneficia Alicia é o lembrete de que às vezes você tem que ser um pouco mais frio e estratégico, e um pouco mais implacável para garantir sua sobrevivência e garantir que você vai ficar bem. ”

E assim como Strand sabia que ele acabaria jogando Alicia para os lobos se tivesse a chance, e lutou para encontrar uma solução para se conter; Alicia também sabe quem Strand é e não inveja suas decisões, mesmo que doam. “Uma das dinâmicas importantes que ela e Strand compartilham é que ela sabe que ele era um vigarista desde o início”, disse Debnam-Carey. “Ela provavelmente o conhece mais do que qualquer outra pessoa neste grupo. Para ter esse lembrete – é muito importante saber para onde ela está indo em seguida. E eu acho que é uma escolha raciocinada que permitirá que ela se torne uma pessoa melhor, uma sobrevivente mais capaz e, potencialmente, uma líder muito melhor.”

Particularmente com seu mentor Morgan Jones (Lennie James) ainda lá fora, e construindo sua própria pequena revolução contra a Virgínia, parece que as habilidades de Alicia surgirão mais cedo, e não mais tarde. A única pergunta é: Strand tentará impedi-la? “Toda a sua dinâmica, todos os seus relacionamentos desde o início foram, realmente, eu acho, uma grande parte do motivo pelo qual ela ainda está de pé”, disse Debnam-Carey.

Cruzem os dedos para que, quando as paredes desmoronarem em torno da civilização da Virgínia, Alicia ainda esteja por perto para lutar o bom combate.

Fear the Walking Dead vai ao ar aos domingos às 9/8c no AMC, às manhãs de domingo no AMC + nos Estados Unidos, e às segundas, no canal AMC, no Brasil às 23h.

Fonte

Tradução e Adaptação por Romina V. Rocha, ADCBR

Com a chegada da 6ª temporada de Fear TWD dia 11 de outubro, confira o artigo da Screen Rant sobre Alicia Clark e algumas curiosidades sobre a personagem:

Nunca há um momento entediante com a protagonista de Fear The Walking Dead, Alicia Clark. Isso é o que você pode não saber sobre ela!

Como o único membro sobrevivente de sua família, Alicia demonstrou muita resiliência e bravura em um mundo cheio de zumbis. Ela assumiu como protagonista principal após a morte de sua mãe Madison Clark na quarta temporada. A personagem foi criada pelos escritores Robert Kirkman e Dave Erickson. Ela fez várias aparições nos quadrinhos de The Walking Dead antes de finalmente aparecer na TV. Kirkman também atua como produtor executivo em Fear The Walking Dead. Aqui estão alguns detalhes que os fãs não sabiam sobre Alicia Clark.

10. Arma Característica
A arma característica de Alicia é uma Balisong (faca borboleta). Ela a adquiriu de Jack Kipling. Ela foi vista usando-a pela primeira vez no décimo episódio da 2ª temporada, intitulado “Do Not Disturb”. No entanto, ela está com a Balisong desde o quinto episódio da 2ª temporada, intitulado “Captive”. Ela roubou de Jack enquanto ele estava mostrando o radar pela primeira vez. E no episódio da 4ª temporada intitulado “Enterrado”, Alicia tropeçou em uma metralhadora e a tem usado com frequência desde então.

9. Ela é basicamente a sobrevivente
Em uma série onde os personagens são bastante dispensáveis, Alicia se destacou como uma sobrevivente. Seus pais e irmãos morreram, assim como seus dois ex-namorados. Alicia também perdeu seus avós, tornando-a a último sobrevivente conhecida de sua família. Até o momento, ela detém o recorde de personagem que vive há mais tempo em Fear The Walking Dead. Ela é uma dos três personagens da primeira temporada que ainda estão vivos, os outros sendo o ex-soldado Daniel e o ex-vigarista Victor Strand. Com sorte, ela não será morta tão cedo.

8. Aniversário
Alicia tem cerca de 20 anos no momento, já que ela tinha 19 na quinta temporada. No final da primeira temporada, intitulado “The Good Man”, seu aniversário foi revelado em 10 de julho. Nesse mesmo episódio, houve uma brincadeira em relação à idade dela. Seu 12º aniversário foi listado como tendo ocorrido em 2007. Isso estava incorreto, pois teria feito ela 15 na época. Durante a revelação sobre seu aniversário no episódio, ela teria completado 17 anos.

7. Número de empregos que ela teve
Alicia teve vários empregos e responsabilidades ao longo da série. Dados os inúmeros eventos que ocorreram, pode ser fácil esquecer alguns deles. Primeiro, ela serviu como Enfermeira Voluntária durante o Pré-Apocalipse. Ela também atuou como Co-Líder De-Facto da comunidade Broke Jaw Ranch. Alicia também trabalhou como enfermeira pessoal para o Proctor John no Pós-Apocalipse. Ela também foi a vice-líder da comunidade do Dell Diamond Baseball Stadium, bem como a segunda em comando do grupo de Morgan.

6. O nome dela foi alterado algumas vezes
A chamada de elenco para a protagonista popular inicialmente listou seu nome como Ashley Tompkins. Ela foi descrita usando as seguintes palavras: “A filha adolescente mais sensata de Nancy. Sua ambição está em proporção direta com os fracassos de seu irmão mais velho. Ela ama a mãe, mas é hora de sair de Dodge”. No entanto, em um comunicado de imprensa da AMC antes do início da série, o nome do personagem foi listado como Alicia Bennett. Seu sobrenome foi posteriormente alterado para Alicia Clark.

5. Vulture Slayer
Os Vultures (Abutres) são um grupo de sobreviventes hostis e oportunistas do Apocalipse que foram introduzidos na quarta temporada. Liderados por Melvin, eles foram os principais vilões durante a primeira metade daquela temporada. Não se sabia muito sobre eles antes do início do Apocalipse. Os Abutres eram difíceis de lidar, mas Alicia conseguiu matar a maioria de seus membros. Ela matou Melvin explodindo a ambulância dos Vultures usando um lançador de granadas. Ela matou um Edgar zumbificado também no rescaldo do tiroteio, cortando-o no rosto. Por fim, ela matou Ennis zumbificado batendo em sua cabeça.

4. Ela nunca matou ninguém da família Otto
A Família Otto fazia parte de uma Organização Sobrevivencialista. Eles moravam em Broke Jaw Ranch, no sul da Califórnia, enquanto se preparavam para o colapso social. Eles frequentemente discordavam dos Clark. Alicia é a única pessoa em sua família que nunca matou um membro da família Otto. O ex-líder do Broke Jaw Ranch, Jeremiah Otto, foi baleado na cabeça por Nick Clark, enquanto Otto Jr. foi morto por Nick Clark. Troy Otto foi morto por Madison Clark depois que ele revelou que liderou a horda para o Rancho Broke Jaw.

3. Os Walkers
Nas muitas temporadas de The Walking Dead e Fear The Walking Dead, os zumbis tiveram muitos nomes, incluindo os mortos-vivos, os mordedores, os mortos e os infectados. Em Fear the Walking Dead, eles foram inicialmente referidos como The Infected, mas quando Morgan chegou, ele afirmou corajosamente: “De onde eu sou, os chamamos de Walkers.” O nome ficou desde então. Matar os Walkers também se tornou um hobby desagradável. Alicia é o último membro do grupo original a tirar a vida de um walker.

2. Atriz
Alicia foi retratada pela atriz Alycia Debnam-Carey desde a primeira temporada. Alycia nasceu e foi criada na Austrália. E enquanto o personagem que ela retrata tem cerca de 20 anos, Alycia tem 27. Seu outro papel notável é o de Comandante Lexa na série de ficção científica da CW, The 100. Ela é atriz desde os 8 anos de idade, mas só aos 18 anos se mudou para a América. Sua mãe, Leone Carey, é roteirista de TV. Uma atriz mirim sem nome também interpretou uma versão mais jovem de Alicia brevemente.

1. Ela é a personagem favorita dos fãs
Alicia é claramente a personagem favorita dos fãs em Fear The Walking Dead. Pesquisa online mostra que ela é a personagem com mais fanart de todos os personagens da série. Ela também é a mais comentada nos fóruns.

Outros personagens que são quase tão populares quanto Alicia são Madison Clark, a protagonista da primeira à quarta temporadas, e o viciado em heroína em recuperação Nicholas “Nick” Clark. A recepção para o apresentador da 5ª temporada e tenente do Salvador, Dwight, também foi muito boa.

Fonte

Tradução e adaptação, Marina Brancher – ADCBR

Estudos científicos confirmam que, de todos os sentidos, o olfato oferece a melhor lembrança. Em “Memórias do Cheiro”, o Cut pergunta às pessoas sobre os aromas que eles associam com diferentes momentos de suas vidas.

A seguir, a atriz australiana Alycia Debnam-Carey, que equilibra seu papel no drama de terror pós-apocalíptico da AMC Fear the Walking Dead, servindo como o rosto de algo um pouco mais leve: Eau de Parfum da Philosophy, Amazing Grace, uma versão mais duradoura da marca ‘eau de toilette’ o floral mais vendido e amado, com bergamota e flores. O The Cut recentemente conversou com Debnam-Carey para falar de ervilhas, roupas e tinta fresca.

Minha primeira lembrança de perfume é:

O perfume da minha mãe, que é o mais óbvio, mas também tenho uma memória muito forte dos cigarros e ervilhas doces da minha avó. Ela se sentava comigo do lado de fora e caminhava comigo pela calçada, e eu me lembro do cheiro dessas ervilhas transbordando na cerca do vizinho conforme passávamos.

Felicidade cheira a:

Quando você pode sentir o cheiro do verão chegando. Na Austrália, bem no final do inverno, há uma árvore de jasmim rosa que começa a florescer. Tínhamos por toda a casa, e esse cheiro indica o primeiro gostinho de que o verão está prestes a começar. É o aroma das possibilidades, que está prestes a ficar um pouco mais quente, que o verão está chegando – esse cheiro realmente é felicidade. É um perfume clássico; todo mundo conhecia esse cheiro quando criança.

O amor cheira a:

Resto de perfume, ou resto de colônia nas roupas de outras pessoas.

Perda ou coração partido cheira a:

Privação sensorial. Sinto que perco muito o cheiro durante uma desilusão armosa, junto com outras experiências sensoriais; é desprovido de cheiro e sabor. Mas talvez uma ideia menos abstrata seja o cheiro de ar velho em um aeroporto.

A amizade cheira a:

Batata frita e vinho rosé.

O arrependimento cheira a:

Vento frio e café ainda mais frio.

O sucesso cheira a:

Sabe quando você vai ao teatro assistir a uma peça ou quando vai assistir a um filme, e aquela emoção que está no ar? E todo mundo está vestido e usando as melhores roupas para assistir a algo especial? É uma mistura dos melhores perfumes e colônias de todos, e o cheiro de pipoca e champanhe. Esse cheiro, todos reunidos em um. Para mim, isso é sucesso. A emoção, a ambição, a alegria. Mais pessoalmente, provavelmente é poeira e o cheiro de sangue, suor e lágrimas. Mas a parte boa é quaisquer que seja esse primeiro cheiro.

O pior cheiro é:

Queijo gorgonzola ou qualquer queijo fedido. Mesmo que o gosto seja bom.

Minhas férias ideais têm cheiro de:

Filtro solar, sal do mar, manga, um livro de bolso e creme de coco para o corpo. Isso é muito ideal, provavelmente porque me lembra os verões australianos. Geralmente é quando eu tiro minhas férias.

Minha casa cheira a:

Incenso Nag Champa, café e flores frescas.

A primeira coisa que sinto de manhã:

Honestamente, provavelmente é café, porque não registro nada antes do café da manhã. Não sou boa com as manhãs; a única coisa que registra é: “Onde está o café? Vamos encontrar.”

A última coisa que sinto antes de ir para a cama:

Uma leve borrifada de spray de água de rosas. Faz com que você se acomode para a noite.

Um cheiro que eu amo que os outros não:

O cheiro de tinta fresca… outras pessoas gostam disso?

Eu cheiro a:

Um pouco quente, um pouco doce. Eu sempre quero cheirar como verão, então espero que sim. Eu misturo muitos perfumes, mas minha intenção é sempre deixar as pessoas com um aroma suave e persistente. Por isso, gosto de colocar no cabelo um pouco e às vezes colocar na minha cama logo depois de lavar a roupa, enquanto ainda está quente. O aroma vai absorver um pouco, e você sentirá aquele aroma bem suave.


Tradução e Adaptação – Marina Brancher, ADCBR.

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A “anti-ingênua”
Atriz australiana Alycia Debnam-Carey está silenciosamente deixando sua marca em Hollywood por todos os bons motivos

Abaixo da superfície

O “jovem ingênuo” de Hollywood parece ultrapassado, não? Essa “trope” existe há tanto tempo quanto a indústria cinematográfica e televisiva conta histórias, mas, à medida que atitudes e oportunidades mudam, atores como Alycia Debnam-Carey estão forjando carreiras menos vinculadas para ao estereótipo de elenco bidimensional. A jovem de 25 anos, por exemplo, pode ser mais conhecida por suas duas temporadas como Comandante Lexa no universo pós-apocalíptico de The 100. Ou mais recentemente como Alicia, uma mulher navegando pelo colapso da civilização, no favorito Fear the Walking Dead.
Debnam-Carey acabou de passar 15 horas no set deste último quando ela liga de Los Angeles – sua segunda casa desde que se mudou de Sydney sete anos atrás. E enquanto a atriz gosta do fato de que um dia filmando Fear the Wallking Dead pode ser preenchido com treinamento de luta, empunhando uma faca e matando zumbis, ela parece desconfiada de ser rotulada de “fodona”, pelo menos no sentido tradicional. “Eu sinto como se originalmente houvesse uma expectativa de retratar a ‘fodona’ com características essencialmente masculinas”, diz ela, explicando que quando uma mulher interpreta uma guerreira, não necessariamente equivale a uma presença intensa na tela. É preciso ter nuance. “O que eu acho tão agradável é realmente incorporar a complexidade da mente feminina que – para mim pessoalmente – inclui uma suavidade”.
Com uma lista de projetos mais sombrios, você pode pensar que Debnam-Carey encontrou seu nicho. Mas, quando questionada, ela responde pensativamente que ela ecoa os papéis prontamente disponíveis, ao invés de uma propensão particular dela. “Esses tipos de narrativas distópicas são predominantes na mídia agora mais do que nunca”, explica. “Acho que isso reflete a necessidade de investigar e entender nosso lugar no universo e nossa mortalidade como raça humana”. Considerando o cenário político atual, especialmente em torno do debate sobre mudanças climáticas, ela provavelmente está certa.
Com isso em mente, não é tão surpreendente ouvir que quando chega o momento a atriz fica ansiosa para diversificar. Um próximo papel no suspense policial “A Violent Separation” se afasta dos universos pós-apocalípticos, e Debnam-Carey se deslocaria ainda mais longe com prazer. “Eu sempre quis fazer um drama de época, como “Desejo e Reparação”, ela revela. “Estou animada para sair um pouco mais caprichosa.” Para uma amante da moda, o figurino desse gênero também é atraente após anos passados coberta de sangue e lama no trabalho. “Eu criei esse termo no nosso set [de Fear the Walking Dead] chamado “nail jail”, porque cada vez que aparecemos no set eles só preenchem nossas unhas com sujeira”, ela compartilha com uma risada. “Ser refinada por uma vez seria adorável.”

Por NATALIE MELL

Veja todas as fotos em HD do photoshoot na nossa GALERIA.

Tradução e adaptação: Marina Brancher, ADCBR 

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Veterana na série Fear the Walking Dead, Alycia Debnam-Carey conta que Alicia vai se tornar uma pessoa e líder melhor na quinta temporada, e também irá estreitar sua ligação com Morgan (Lennie James), seu mentor.
“Tem sido um verdadeiro prazer estar há tanto tempo com um personagem, e vê-la crescer, de uma estudante, e tornando uma guerreira destemida, e mesmo toda tragédia que aconteceu, eu acredito que tenha dado a ela as ferramentas necessárias para se tornar uma jovem tão capaz”, revela Debnam-Carey durante a WonderCon, em Anaheim, Califórnia.
“Mas acho que o que realmente veremos daqui pra frente é ela tentando decidir o que fazer em seguida, e já esperança? E isso é o que realmente fará dela uma pessoa melhor e líder em tudo isso. Porque se você não consegue se conectar com a humanidade disso, então eu acho que você não tem mais nada.”
Ultimo membro sobrevivente do clã Clark, após as mortes devastadoras de sua mãe Madison (Kim Dickens) e seu irmão Nick (Frank Dillane), Alicia cresceu significativamente quando assumiu o papel de irmã mais velha da assassina do seu irmão, Charlie (Alexa Nisenson).
Agora Morgan lidera o grupo enquanto eles embarcam em uma nova missão, repleta de medo, para procurar e ajudar outros sobreviventes, assumindo aqueles deveres nos momentos finais da temporada 4 após encontrar inspiração na falecida Madison e no bondoso caminhoneiro Polar Bear (Stephen Henderson).
“O par formado por Morgan e Alicia é bem interessante”, diz Debnam-Carey sobre a dinâmica, lançada quando Morgan tentou impor sua ideologia pacífica a uma Alicia enlutada e em busca de vingança na temporada 4.
“Eu acho que os dois estão tentando lidar com as mesmas questões filosóficas de: Qual é a razão para continuar? Por que queremos continuar, qual é o objetivo? Acho que ela o vê como uma espécie de mentor, porque ela a protege e tenta convencê-la de que há mais do que isso e que temos que fazer coisas melhores para compensar por tudo o que fizemos e que isso pode ser uma coisa realmente positiva, e isso pode lhe dar esperança, e lhe dar um senso de razão e propósito.”
E esperança e propósito são coisas que Alicia precisa.
“Tudo pelo qual ela passou, ela perdeu tanta gente, e se tornou essa guerreira fechada”, acrescentou Debnam-Carey. “E é disso que ela se orgulha, e é o que pensa, que é a única coisa que ela pode fazer, apenas lutar e matar. E eu acho que ele é uma das pessoas que sabe que há muito mais (para ela) do que isso e ele quer que ela comece a confiar novamente.”

Retornando para a 5ª temporada ao lado de Alycia Debnam-Carey estão Lennie James, Danay García, Jenna Elfman, Garret Dillahunt, Maggie Grace e Alexa Nisenson. Também estão nesta temporada Mo Collins e Daryl Mitchell, como Sarah e Wendell, Rubén Blades, que retorna como Daniel Salazar, e os estreantes Austin Amelio, como Dwight, e Karen David, como Grace.

Tradução e adaptação: Romina V. Rocha, ADCBR. 

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Por Romina V. Rocha

Para uns, ela é a Comandante Lexa. Para outros, Alicia Clark, a heroína de Fear the Walking Dead. Para o mundo do entretenimento, ela é Alycia Debnam-Carey, uma australiana de 26 anos, que vem conquistando público e crítica com suas atuações seguras e sua beleza incontestável.

Nascida em Sidney, Debnam-Carey estreou na televisão com apenas 8 anos de idade e desde então apareceu em várias produções em seu país de origem, até se aventurar em Hollywood. Sua grande chance chegou em 2014, quando fez uma participação especial em The 100, como Lexa, a Comandante dos 12 clãs. O sucesso da atriz foi grande na série até a trágica morte da personagem, que gerou comoção mundial e liderou tendências nas redes sociais. A repercussão foi tão grande que até hoje existem campanhas para o retorno dela.

Antes de aceitar viver a líder dos Grounders na série de TV e se tornar mundialmente conhecida, Alycia já havia participado de três longas metragens, Into the Storm, The Devil’s hand e Friend Request. Em todas as produções a atriz recebeu críticas positivas. A expectativa pela próxima incursão da atriz no cinema foi grande, o que gerou grande antecipação com relação ao filme A Violent Separation.

Uma tragédia convertida em crime. Dois irmãos unidos por um segredo. Um amor ameaçado por uma ligação de sangue. Assim começa A Violent Separation. Dirigido pelos irmãos Kevin e Michael Goetz, o filme é ambientado do meio oeste norte americano, e gira em torno do relacionamento dos irmãos Norman e Ray Young, com as irmãs Abbey e Frances Campbell.

A trama tem início com uma tragédia envolvendo as famílias Campbell e Young. Teria sido um crime ou apenas uma fatalidade? Com medo de ser responsabilizado devido ao seu passado conturbado, Ray resolve agir e fazer qualquer evidência do suposto crime desaparecer e, para isso, acaba envolvendo Norman, o até então correto policial.

O que se segue é o desmoronamento da relação entre os irmãos, agora envolvidos em um crime. Até aí o filme transcorre bem, com bons momentos de tensão e diálogos interessantes, tudo isso envolto em uma fotografia primorosa, retratando com fidelidade a época em que se passa, os anos 80, e o local onde a história acontece.

A Violent Separation peca em alguns momentos, principalmente na fragilidade do elenco masculino e a lentidão do enredo. O Norman, de Brenton Thwaites, não tem o carisma e o apelo necessário para o papel. Apesar de por vezes caricato na sua interpretação de um suposto ‘bad boy’, o Ray de Ben Robson cumpre relativamente bem o que dele se espera. Frances, por sua vez, é o personagem central do filme, sendo responsável pelos melhores momentos. É possível perceber a angústia da personagem, dividida entre o amor pela irmã e o sentimento de revolta, por ser sempre a que precisa resolver seus problemas.

Vale destacar a presença dos veteranos Ted Levine (O Silêncio dos Inocentes), como o xerife Ed Quinn, e Gerald McRaney, vencedor do Emmy pela série This is Us, como o pai de Frances e Abbey. A relação de Frances com o pai é um dos trunfos do filme, e tanto Alycia quanto McRaney brilham em seus papeis. Vale destacar também a participação de Claire Holt, como Abbey. Ela e Debnam-Carey são o coração do filme, que merece ser assistido.

Por Romina V. Rocha

Tudo começou quando uma jovem atriz australiana foi escalada para o papel de Lexa, Comandante dos 12 clãs dos habitantes da Terra, na série pós-apocalíptica The 100. Pouco se sabia sobre a atriz ou a personagem, que antagonizaria a protagonista Clarke Griffin. Já nos primeiros minutos em cena, todos os olhos se fixaram na jovem tímida, responsável pela comunicação dos ‘grounders’ com os prisioneiros Jaha e Kane. Quando ninguém esperava, a aparente serva se revela Comandante de todo um povo, e sua postura muda completamente. O olhar se torna penetrante, a face estoica e o brilho da atriz ofuscavam todos os colegas de cena. Assim ‘nasceu’ a Comandante Lexa aos nossos olhos. Assim o mundo tomou conhecimento de Alycia Debnam-Carey, um talento que, a cada dia, ganha mais reconhecimento no mundo da televisão e do cinema.

Mas Alycia não era estreante nas telinhas. Com uma carreira sólida na TV Australiana, a nativa de Sidney, que terminou o ensino médio com excelência acadêmica e uma graduação em percussão clássica, já era um rosto conhecido em seu país. Ela estreou no filme Martha’s new Coat, quando era ainda uma criança, e seguiu atuando em produções de sucesso local, como McLeod’s Daughter (2006), Resistance (2008), A Dream Life (2008), um filme feito para a TV, e Dance Academy, de 2011. Alycia estrelou filmes de curta metragem que tiveram grande sucesso de crítica, como Jigsaw Girl, de 2008, At the tattooist, de 2010, além do aclamado, The Branch, de 2011. Por problemas com a distribuidora, esse esperado filme não foi lançado comercialmente.

O reconhecimento começou quando Alycia Debnam-Carey participou, juntamente com cinco jovens artistas australianos, do documentário Next Stop Hollywood. No programa, dividido em seis partes, os seis jovens talentos competiam por uma chance de conseguir um papel na tv Americana. Alycia não conseguiu nenhum papel diretamente, mas participou de diversas seleções de elenco, e acabou sendo escalada para o filme Into the Storm, de 2014. Logo em seguida, ela foi a protagonista do suspense The Devil’s Hand, onde dividiu a cena com Adelaide Kane, a rainha Mary da Escócia, na bem sucedida série Reign, Thomas McDonell, o Finn de The 100, e Jennifer Carpenter, que brilhou em O Exorcismo de Emily Rose, As Branquelas e na série Dexter.

Outro sucesso de Alycia nas telonas foi Friend Request, de 2016, um aterrorizante thriller de suspense e terror, em que vemos a atriz enfrentar algo maligno simplesmente por aceitar o pedido de amizade em uma rede social.

Mas o sucesso global viria com a mencionada participação na série The 100. A princípio seriam apenas poucos episódios na segunda temporada, mas o sucesso da personagem, e a química perfeita com Eliza Taylor, protagonista da série, fizeram com que Lexa fosse confirmada por mais uma temporada. Ao mesmo tempo, rumores de que Alycia estrelaria um spin-off do sucesso The Walking Dead se tornavam cada vez mais contundentes, o que foi confirmado com a morte da querida personagem Lexa. Um dos momentos mais controversos e tristes da história recente da televisão americana, gerando comoção mundial e deixando uma legião de fãs órfãos.

Em meio à lamentação coletiva pela morte de Lexa, uma nova personagem conquistava o coração da América e dos fãs, Alicia Clark! Uma das protagonistas de Fear the Walking Dead, Alicia vem crescendo a cada temporada, enfrentando tragédias pessoais e lutando pela sobrevivência. Ela encerrou a quarta temporada como a única remanescente do elenco original, e a verdadeira protagonista da série derivada de The Walking Dead.

A grande expectativa agora é pelo lançamento do filme A Violent Separation, que deve chegar aos cinemas no próximo mês. O filme conta a história do relacionamento de um jovem delegado em uma cidade do interior, que acaba encobrindo um crime, cometido por seu irmão, enquanto se envolve romanticamente com a irmã mais nova da vítima, personagem de Alycia. A Violent Separation foge um do estilo das produções que a atriz estrelou no cinema até o momento, filmes de ação, como Into the Storm, e suspenses aterrorizantes, como The Devil’s hand e Friend Request.

O sucesso de Alycia Debnam-Carey nas produções para a televisão parece estar garantido a ela uma transição segura e consciente para o cinema, proporcionando uma maior diversidade de papéis e confirmando o talento dessa jovem atriz, que seguramente está destinada ao estrelato.