Depois de seis meses fora do ar – e uma interrupção inesperada em sua programação de filmagens devido à pandemia – Fear the Walking Dead está de volta. E para ouvir o elenco contar, há muito o que esperar no próximo lote de nove episódios do spinoff da AMC.

A ironia de um show de apocalipse zumbi ser adiado por causa de uma pandemia global não passou despercebida pelo elenco. “Foi tão abstrato”, diz Alycia Debnam-Carey, que interpreta a sobrevivente Alicia Clark. “Trabalhar em uma pandemia e também estar em uma pandemia.” Para eles, a série agora parece mais relevante em uma variedade de maneiras – desde as caixas de “Pegue o que você precisa, deixe o que você não precisa” até a importância da família.

“Uma das coisas que a pandemia fez por todos nós foi nos lembrar das pessoas às quais estamos realmente conectados, e as pessoas que talvez não tivéssemos falado ou percebido antes, são partes vitais de nossas vidas e poderíamos pensar neles como família”, admite Lennie James (o líder de Fear, Morgan Jones), enquanto forma uma conexão entre a pandemia e a família improvisada que os sobreviventes restantes criaram na série.

Para alguns, o lockdown significou que momentos importantes tiveram que ser colocados de lado por um longo período de tempo. Jenna Elfman, que interpreta a zeladora June, observa que sua experiência foi particularmente única. “Eu estava prestes a filmar algumas cenas importantes e então tivemos que fazer uma pausa de sete meses”, lembra ela. “Foi muito estranho, as pessoas vão entender quando assistirem [Temporada 6, Episódio 8].”

Quando a 6ª temporada recomeça, o eterno otimista Morgan ainda está tentando construir sua nova comunidade e salvar sua família… apesar do fato de que ele viu muitos lugares desmoronarem e perdeu muitas pessoas que ama. Enquanto isso, veremos o sempre ardiloso Strand (Colman Domingo) continuar a trabalhar ao lado da malvada Virginia (Colby Minifie), que Domingo afirma ter sido “seduzido” pela perspectiva de Ginny sobre o novo mundo. De acordo com Domingo, a mentalidade de Strand é: “Vou colocar o velho jeito de Strand, à minha direita, e vou virar para a esquerda e fazer coisas realmente terríveis que podem beneficiar a todos.” Strand, diz ele, não tem medo de ir para o lado negro.

Os fãs que viram os trailers também devem ter notado que Alicia está interagindo com um grupo de novos personagens, um dos quais ela chama de “o rei dos malucos”. Debnam-Carey provoca que a próxima história definirá Alicia em grande estilo. “[Temporada] 6B leva todas as lições que ela aprendeu, as ferramentas que ela ganhou, e ela faz algumas escolhas importantes e essenciais que solidificam quem ela é como pessoa.” Ela observa que Alicia sempre foi uma líder relutante e agora terá que fazer uma escolha clara sobre o que deseja fazer e quem deseja seguir. “Há alguns momentos realmente emocionantes e divertidos para ela”, acrescenta Debnam-Carey.

No geral, James está animado para que os fãs vejam o próximo lote de episódios que virão. “Acredito que sejam alguns dos melhores episódios em todo o universo, nos três programas”, diz ele. “E eu vou lutar contra qualquer um que diga o contrário.”

Fear the Walking Dead retorna hoje, domingo, 11 de abril, na AMC.

Fonte

Tradução e adaptação, Marina Brancher – ADCBR.

A atriz conversa com NYLON sobre sua rotina de cuidados com a pele em movimento, sua parceria com a Philosophy e muito mais.

Como muitas pessoas hoje em dia, Alycia Debnam-Carey ainda está tentando descobrir as coisas por si mesma. Quando você é uma atriz, a maior parte do seu dia a dia é em torno do tempo de algo ou de outra pessoa – de cronogramas de filmagem a jornadas de imprensa – e nem sempre depende 100% de você. Mas agora, pela primeira vez em sua carreira, Debnam-Carey está no comando.

A jovem atriz australiana dá a graça para nossas telas há algum tempo. Depois de encerrar outra temporada interpretando Lexa em The 100 da CW e Alicia Clark em Fear the Walking Dead da AMC, Debnam-Carey se viu com mais tempo disponível do que estava acostumada e teve que se ajustar rapidamente. Como ela disse a NYLON, encontrar e formar uma rotina agora estava em suas mãos.

Isso não quer dizer que ela não tenha se mantido ocupada. A atriz tem encontrado seu elemento nas margens das praias de sua terra natal, e também trabalhando como o rosto da mais nova fragrância da marca de beleza Philosophy, Amazing Grace Jasmine. Embora Debnam-Carey esteja em parceria com a marca desde 2019, desta vez, trabalhar com eles é um pouco mais especial e pessoal do que antes (‘Jasmine’ é o nome do meio da atriz, para começar).

Embora seus fãs possam ter que esperar até que a nova temporada chegue e Debnam-Carey volte às telas, ela está abraçando esse novo momento para si mesma e ansiosa para manter seus objetivos neste ano.

Mais à frente, continue lendo para aprender sobre a rotina de Debnam-Carey, seus aromas exclusivos e por que os adesivos sob os olhos são sua primeira escolha para a skin-care.

QUAL FOI A MAIOR MUDANÇA QUE VOCÊ PERCEBEU EM SI MESMA E EM SUA VIDA DIÁRIA DESDE O INÍCIO DA PANDEMIA? COMO VOCÊ SE AJUSTOU?

O maior ajuste que encontrei foi criar um cronograma e uma rotina para mim. Por causa da natureza do meu trabalho, grande parte da minha vida estava no tempo de outras pessoas. De coisas tão pequenas como quando eu tomo meu café pela manhã, para onde eu iria viajar, até o quanto estou trabalhando. Eu não estava acostumado a formar hábitos ou rotinas simples porque eles variam muito de um dia para o outro.

Durante a pandemia foi o tempo mais longo que passei em um único lugar desde os 18 anos, então encontrar minha própria estrutura foi uma experiência realmente nutritiva e fundamental. Eu nunca tinha tido tanto tempo antes, então isso me forçou a ficar quieta, refletir e explorar quais aspectos da vida eram realmente importantes para mim. A maior mudança foi perceber que eu estava no banco do motorista e que estava no controle do meu melhor eu.

COMO FOI SEU RELACIONAMENTO COM A BELEZA DURANTE OS ANOS?

Maquiagem sempre foi uma forma de auto expressão e uma maneira de ser uma personagem enquanto crescia, então eu a abracei bem cedo e me inclinei para a criatividade dela. Eu amo cores e tons e isso se tornou uma extensão para criar um clima ou atmosfera.

Quanto ao ideal mais complexo de beleza, como a maioria dos jovens, lutei com os estereótipos limitantes e padrões de beleza irrealistas. Mas acho que me estabeleci em uma percepção muito mais positiva do que é a beleza, e que não é apenas uma estética, mas um poder que você deve exercer de uma forma que complemente o seu próprio eu – qualidades, características e personalidade.

COMO ISSO MUDOU NA MEDIDA QUE FICOU MAIS VELHA E MAIS ENVOLVIDA NA SUA CARREIRA?

A beleza é muito menos limitada. Costumava parecer como se fosse o brilho labial que você usava ou o quão magro você era, e agora parece que há uma mudança em como você pode abraçar e se complementar o máximo possível.

O trabalho me ajudou a descobrir uma nova compreensão da beleza. No passado, costumava me preocupar com minha aparência diante das câmeras, se era bonita o suficiente, etc. Mas agora encontrei uma espécie de liberdade nos momentos de não ter que parecer ‘polida’. Foi uma das surpresas felizes que encontrei trabalhando em FEAR. À medida que envelheço, a beleza é sobre como me sinto, às vezes isso é estar glamorosa e às vezes é ficar completamente sem maquiagem, mas ambas são guiadas por um forte senso de identidade.

COMO O ÚLTIMO AROMA DE PERFUMES DA PHILOSOPHY (AMAZING GRACE JASMINE) RESSONA PESSOALMENTE EM VOCÊ?

Jasmine é um perfume muito pessoal para mim. Não é apenas meu nome do meio, mas também é um dos meus perfumes favoritos. Minha primeira lembrança de cheiro é o perfume da minha mãe, e desde então eu tenho um amor por fragrâncias e como isso pode afetar fortemente como eu me sinto. Para mim, a fragrância simboliza a chegada do verão e a empolgação que se segue, então me pareceu muito certo fazer parte disso.

QUÃO IMPORTANTE É PARA VOCÊ TER UM AROMA PRÓPRIO?

Eu sou alguém que muda meu perfume. Muda de acordo com meu humor ou ocasião, mas eu imponho muito em sair de uma sala com um cheiro que lembre as pessoas de mim. Eu gosto de colocar um pouco no meu cabelo, e às vezes eu coloco na minha cama logo depois de lavar a roupa, enquanto ainda está quentinha. O perfume vai absorver um pouco, e você terá aquele cheiro realmente leve.

VOCÊ PODE NOS DAR O PASSO A PASSO ATRAVÉS DA SUA ROTINA DE BELEZA EM CASA?

Minha rotina de beleza é um ritual muito calmante para mim. Se for de manhã, o café vem primeiro. Normalmente acendo uma vela – adoro qualquer coisa da Diptyque. Eu amo um roupão! Seda ou veludo.

Eu lavo meu rosto com um cleanser de espuma, sigo com o Micro Serum da Chanel Hydra Gel Beauty, um serum de vitamina C seguido por um bom hidratante diário, o Creme de Olhos Suavizante de Rugas da Shiseido Benefiance, protetor solar diário seguido de Glow Drops da Barbara Sturm. Em seguida, uso um pequeno rolo de jade para massagear tudo. Então, dependendo do dia, qualquer maquiagem que estou sentindo em usar.

E A SUA ROTINA DE SKIN-CARE ENQUANTO ESTÁ LONGE DE CASA?

Quando estou longe de casa, os adesivos para olheiras me salvam! Eu não sou uma pessoa matutina e isso aparece nos primeiros dias de filmagem. Juro pelos adesivos de Hydra-Gel de nuvem hialurônica Water Drench, de Peter Thomas Roth, se você precisar eliminar as olheiras ou dar um impulso extra de hidratação.

ALÉM DISSO, QUAIS SÃO OS SEUS PRODUTOS FAVORITOS PARA USAR NO MOMENTO?

Adoro o spray Caudalie Beauty Elixir para refrescar durante o dia. Eu também não consigo encontrar um lápis de lábios melhor do que Charlotte Tilbury Lip Cheat Lip Liner.

COMO VOCÊ ESTÁ PLANEJANDO A ABORDAGEM DE 2021? VOCÊ TEM ALGUMAS METAS ESTABELECIDAS PARA VOCÊ MESMA?

Minha meta para 2021 é inclinar-se para a vida e estar aberta às oportunidades. E, de modo geral, apenas “fazer o que tenho que fazer”. Tenho o péssimo hábito de procrastinar… este ano estamos apenas fazendo!

VOCÊ TRABALHA COM A PHILOSOPHY HÁ ALGUM TEMPO, COMO SE SENTE TRABALHANDO COM A MARCA?

Me sinto muito grata por trabalhar com uma marca que tem um foco tão forte em autocuidado, saúde mental e um espírito de retribuir. A beleza tem a ver tanto com a forma como você se preocupa consigo mesmo quanto com os outros, e a Philosophy representa isso com todo o coração. Naturalmente, também adoro seus produtos, principalmente suas fragrâncias e como eles complementam meu estilo de vida.

Fonte

Tradução e Adaptação: Marina Brancher, ADCBR.

O aniversário é do ADCBR mas quem ganha presente é você!

O Alycia Debnam-Carey Brasil está completando 6 anos nesta quarta-feira (17) e estamos muito felizes por compartilhar esse momento com todos vocês.

Alycia Debnam-Carey se juntou a sua parceira Philsophy para um grande sorteio de 50 perfumes Amazing Grace Jasmine autografados pela atriz em janeiro de 2021. O sorteio foi realizado somente nos Estados Unidos, por meio da conta do Instagram da marca: lovephilosophy

Mas o Brasil não podia ficar fora dessa né?

A equipe do ADCBR preparou essa surpresa para o fandom brasileiro para comemorar o aniversário do site, com muito amor. Participe pelo Twitter!

Confira as regras para participar do sorteio do perfume Amazing Grace Jasmine autografado por Alycia Debnam-Carey

  • Siga nossa conta do Twitter:
  • Dê Retweet no tweet oficial do sorteio:
  • Responda o tweet falando como você conheceu o ADCBR!

Outras observações:

  • O sorteio será realizado pelo site Picaw.com, selecionando 1 RT aleatoriamente;
  • O perfil do ganhador deverá ser público;
  • O sorteio será realizado somente para residentes do Brasil;
  • O ganhador não arcará com nenhum custo envolvido com o sorteio. O valor de envio é por nossa conta;
  • A equipe entrará em contato com o ganhador para mais detalhes de envio.

Esperamos que gostem do presente! Boa sorte!

O ADCBR não possui nenhuma afiliação com a atriz Alycia Debnam-Carey e nem com a marca Philosophy para a realização do sorteio.

A atriz concedeu recentemente uma entrevista para o site Rose Inc, nos contando um pouco sobre sua rotina. O site publicou a entrevista com a atriz australiana neste ultimo Domingo (31/01), junto com um lindo photoshoot. Confira toda a entrevista traduzida abaixo:

Todo mundo tem uma história sobre beleza. No The Profile da Rose Inc., algumas das pessoas mais intrigantes do mundo compartilham as suas. Nesta série de entrevistas íntimas, ficamos (virtualmente) próximos e pessoais para explorar suas definições de beleza, o caminho para a autoconfiança e o poder da feminilidade. Apresentando imagens capturadas por suas próprias lentes, o perfil apresenta essas personalidades atraentes sob uma nova luz – que ilumina suas próprias jornadas, sonhos e desejos, enquanto destaca sua relação única com a beleza.

Ninguém sabia exatamente como processar o caos sentido globalmente em 2020, mas para a atriz Alycia Debnam-Carey (que você deve conhecer por Fear the Walking Dead ou The 100), voltar para sua terra natal, a Austrália, finalmente ofereceu um alívio da incerteza duradoura. “Por estar um pouco distante de Los Angeles, pude ver o quão difundido e subjacente é o estresse e a ansiedade diários”, diz ela. “Há tanta coisa que passamos e aceitamos como normal… isso me mostrou que eu quero me concentrar no que o autocuidado realmente significa para mim.”

Seu caminho particular para a paz inclui uma abordagem holística de beleza do corpo-mente, que inclui natação no oceano e registro no diário – e tempo dedicado para trazer a diversão de volta aos produtos de beleza. “Eu adoro falar sobre produtos de beleza com as pessoas e folhear as bolsas de beleza de outras pessoas”, diz ela. “É tão divertido ver o que outras pessoas têm.” Adiante, Debnam-Carey nos permite minerar sua própria bolsa de beleza e cérebro criativo para seu caminho para um 2021 mais consciente.

RI: O que autocuidado significa para você agora?
ADC: O autocuidado é realmente interessante porque você pensa: ‘Vou tomar um banho de espuma. Vou colocar uma máscara facial e depois assistir a um show ‘, mas acho que neste último ano, estando em lockdown, me mostrou que realmente não há quantidades de banho de espuma e máscaras sentados em frente à TV, ‘maratonando’ a Netflix que vai me ajudar a me acalmar e relaxar. De repente, todos somos forçados a continuar fazendo versões disso e, para mim, o verdadeiro autocuidado realmente teve que vir de um espaço mental, emocional e de bem-estar, o que é difícil.

O que iniciou minha jornada para uma melhor compreensão do autocuidado foi conversar com um terapeuta. Embora a terapia possa ser um espaço seguro maravilhoso para abordar problemas específicos de saúde mental, você não precisa estar passando por uma crise para se beneficiar de conversar com um terapeuta. Ter um ponto de referência imparcial e com o melhor interesse no coração, isso tem sido uma parte realmente importante do meu crescimento mental e emocional – ter um ponto de acesso pode permitir que você entre em contato com suas necessidades mais profundas.

RI: Que tipo de rituais diários você criou para si mesma?
ADC: Cuidados com a pele são realmente uma das primeiras coisas que faço. Pego meu café pela manhã e acendo uma vela. Sou um grande fã da vela Diptyque Narguilé, que é tabaco. Sinto que meu cérebro está constantemente correndo, então qualquer momento que realmente me focalize e acalme minha mente, eu realmente gosto. Cuidar da pele é realmente uma experiência tranquila, pacífica e silenciosa para meu cérebro. É quase um espaço sagrado, e é por isso que gosto tanto dele como um ritual diário para me preparar para o resto do meu dia.

RI: Conte-nos sobre seu regime de cuidados com a pele.
ADC: Quando eu acordo de manhã, pego alguns adesivos de Hydra-Gel Peter Thomas Roth na geladeira e coloco. Eu nunca vi algo funcionar tão bem para tirar o ar sob os olhos e fazer com que pareçam que você está acordado ou como se não tivesse bebido um ou dois copos de vinho na noite anterior. Para a limpeza, eu uso o Lancer The Method: Cleanse, que sempre funcionou na minha pele. Eu amo a Loção de Beleza Chanel Hydra e estou obcecada com os soros Glossier. O Glossier Super Glow é muito, muito bom. Eu também adoro as gotas de brilho da Dra. Barbara Sturm porque me dão o brilho mais incrível. Então, adoro o spray de água de rosas da Heritage Store que você compra na Whole Foods. Meus amigos na Austrália amam tanto isso que me pedem para trazê-lo para eles sempre que eu volto para casa.

‘‘QUERO REFOCAR NO QUE AUTO-CUIDADO REALMENTE SIGNIFICA PARA MIM …’’

RI: Como é a sua maquiagem do dia a dia?
ADC: Não estou saindo com ninguém, então estou fazendo o mínimo necessário quando se trata de maquiagem. Eu realmente gosto de brincar com beleza e maquiagem, mas gosto de mantê-la bem simples e orvalhada. Eu amo o Chanel Les Beiges Soleil Tan Bronze Universal. É cremoso e dá a impressão de que está de férias há duas semanas. O bálsamo Tower 28 SuperDew Highlighter é realmente ótimo: sem glitter, apenas um brilho orvalhado. Eu uso nas minhas maçãs do rosto, no arco do Cupido, na ponta do nariz e na sobrancelha. Eu amo o Glossier Boy Brow e depois passo rímel e se realmente estou com vontade de fazer um pouco mais, passo um pouco de delineador bem na linha dos cílios.
O melhor delineador que usei é o Delineador de Olhos Líquido à Prova d’Água Stila Stay All Day e eu sei disso porque estava em uma loja comprando um telefone novo e havia três outras meninas lá. Uma delas elogiou a outra em seu delineador e ela disse, ‘oh, é a Stila’ e a outra garota entrou na conversa e disse, ‘oh meu Deus, estou usando isso também! E eu estava tipo, ‘bem, estou usando isso também’, então, se três garotas separadas em uma loja de telefones falando sobre o delineador Stila não é uma crítica entusiasmada, eu não sei o que é!

RI: Qual é o visual de beleza mais sofisticado para você e como isso faz você se sentir?
ADC: Quando eu saio, aproveito a oportunidade para fazer um olho com sombra dourada mais divertido ou faço um rosto nu com um lábio laranja-avermelhado muito bom. O Chanel Rouge Allure Luminous Lip Color em 169 Rouge Tentation é tão bom com nada além de um pouco de corretivo – o corretivo Nars Radiant Creamy é tão fantástico que é difícil usar qualquer outra coisa – e talvez um pouco de rímel? Esse vermelho. Mmmm. Muito bom. Isso para mim é sofisticação sem esforço.
Eu também adoro um look monocromático rosa. Isso sempre foi muito feminino para mim – muito sedutor e brincalhão, o que é uma energia que eu realmente amo.

RI: Qual beleza parece mais ressonar em você?
ADC: Eu sempre adorei as vibrações coquete dos anos 40, 50 e 60. Aqueles mesmos looks recatados de Audrey Hepburn e Grace Kelly realmente ressoam em mim em termos de beleza e moda também. Acho que foi aí que eu definitivamente me apaixonei pelo olho de gato.

RI: Em quais looks você se inspirou e quer experimentar?
ADC: Eu realmente gosto de pessoas que são descaradamente elas mesmas e são muito corajosas, brincalhonas e criativas em sua aparência. Sinto-me muito atraída pelos looks divertidos e divertidos de maquiagem e pela incrível maquiagem dos olhos ao assistir Euphoria, mas nunca estou confiante o suficiente para fazer isso sozinha… Preciso me comprometer a fazer algo com brilhos um dia.

RI: O que você acreditava sobre a beleza antes e não acredita agora?
ADC: Acho que estamos vivendo em uma época muito mais receptiva à beleza, o que é realmente maravilhoso. Enquanto crescia, não tive o mesmo acesso aos tutoriais do YouTube ou à forma como as revistas promovem a beleza e a maquiagem agora. Em vez disso, tratava-se mais de olhar para um lado, que se encaixa apenas em um estereótipo.
Por exemplo, eu cresci pensando que você precisava ser bronzeada e realmente loira e ter lábios brilhantes ou algo assim. Sempre foi sobre auto bronzeamento … Às vezes, você meio que quer ficar assim, mas era um objetivo tão grande me encaixar. Agora, porque há tantas pessoas compartilhando sua própria beleza e como se expressam, é muito libertador ver que não se trata de um padrão. Acho que o que é realmente maravilhoso é saber que há muito mais espaço para a auto expressão e é tão libertador saber que você não precisa apaziguar as normas sociais.

RI: Como você explora sua criatividade?
ADC: O registro no diário é como eu libero uma perspectiva emocional que posso controlar do meu ponto de vista criativo. Quando eu sinto que preciso escrever algumas coisas para fazer algumas coisas saírem e dali, geralmente isso segue para um espaço criativo. Frequentemente, isso se transforma em algo como escrever uma ideia de script. É uma mistura da forma como vejo o mundo, nas cores e na música, por exemplo. Talvez isso se transforme em desenho. Desenhar para mim é bastante calmante porque meio que reorienta minha perspectiva.

RI: Existe uma direção para a qual seu espírito criativo está apontando, agora que você tem mais tempo para si mesma?
ADC: Comecei a escrever um pouco, o que estou gostando muito e acho que isso tem sido muito emocionante, mas nos próximos cinco anos, também estou muito animada para começar a mergulhar na direção. Eu acho que é algo com o qual sempre me senti muito em sintonia e onde eu iria prosperar, porque acho que meu estado natural parece bastante alinhado com a direção… então estou querendo investigar mais sobre isso.

Eu também tenho trabalhado em um programa, e em um gênero, por muito, muito tempo, então também estou muito animada para expandir além disso. Eu adoraria tentar algo novo, como comédias românticas ou peças de época – algo completamente diferente do que venho fazendo há muito tempo, então acho que é um novo capítulo muito empolgante para mim e é muito empolgante esperar por isso.

Confira o photoshoot clicando na miniatura logo abaixo:

Tradução e Adaptação: Romina Rocha, ADCBR.

Fonte:

A última vez que vimos Morgan (Lennie James), Alicia (Alycia Debnam-Carey) e os outros sobreviventes em “Fear The Walking Dead”, eles estavam planejando viajar para o novo lugar que Morgan estava construindo. O único problema? Strand (Colman Domingo) optou por não ir com seus amigos para um local seguro e, em vez disso, voltou para a Virginia (Colby Minifie) e seu grupo de pioneiros implacáveis. Quando “Fear” retornar em 11 de abril de 2021 para a segunda metade da 6ª temporada, o que os fãs podem esperar? Role para baixo para uma lista de spoilers emocionantes lançados pela AMC.

Quantos episódios?
A segunda metade desta temporada consistirá em nove episódios, mais dos sete que foram ao ar no outono de 2020. Assim, toda a 6ª temporada terá 16 episódios, o que está no mesmo nível de “Fear the Walking Dead” produzindo nos últimos quatro anos.

Novos convidados especiais
Um trio de estrelas convidadas se juntará ao elenco este ano: John Glover, Nick Stahl e Keith Carradine. Ainda não está claro por quanto tempo esses rostos famosos ficarão por aí e se eles jogarão com amigos ou inimigos.

O elenco principal está de volta
Sim, todo o conjunto está de volta para outra meia temporada de matança apocalíptica de zumbis: Lennie James, Alycia Debnam-Carey, Maggie Grace, Colman Domingo, Danay Garcia, Garret Dillahunt, Austin Amelio, Mo Collins, Alexa Nisenson, Karen David, Colby Hollman, Zoe Colletti, Jenna Elfman e Rubén Blades.

Alerta de diretor famoso
Aisha Tyler, uma atriz mais conhecida por “Sentença de morte”, “Archer” e “Bedtime Stories”, vai dirigir o 13º episódio da 6ª temporada. Isso marca sua estreia como diretora em “Fear TWD”, após comandar episódios anteriores de “Criminal Minds”, “Hipsterverse ” e “Roswell, Novo México”

Descrição oficial da AMC
“Conforme a oferta de Morgan para libertar os membros restantes do grupo se torna mais ousada, Virginia fica cada vez mais desesperada para encontrar sua irmã e proteger os assentamentos das forças que trabalham dentro e fora de suas paredes. A segunda metade da sexta temporada revela o impacto do que viver sob o controle da Virgínia fez a cada pessoa neste grupo, que já se via como uma família. Novas alianças serão formadas, relacionamentos serão destruídos e lealdades mudadas para sempre. Quando todos são forçados a tomar partido, eles descobrem o significado de ‘O fim é o começo’. ”

Tradução e Adaptação: Marina Brancher – ADCBR.

Fonte

Estamos em pleno 2021 e a Buzzfeed está publicando artigo sobre Clexa achando que esse casalzão ainda tem relevância… e estão completamente certos! Confira 17 momentos Clexa, para alegrar sua semana com um dos melhores casais que já existiram.

“A vida deve ser mais do que apenas sobreviver.”

1. Quando sua primeira cena juntas preparou o cenário para a história perfeita de inimigas para amantes:

Lexa: “Você quem queimou 300 dos meus guerreiros vivos”
Clarke: “Você quem os mandou lá para nos matar”

2. Quando Lexa apareceu e salvou Clarke:

3. E quando Clarke salvou Lexa de volta:

4. Quando elas estavam numa tensão infernal:

5. Quando elas basicamente inventaram a tensão sexual:

Clarke: “Você diz que ter sentimentos me deixa fraca, mas você é fraca por se esconder deles. Posso ser uma hipócrita Lexa, mas você é uma mentirosa. Você sentiu algo por Gustus. Você ainda está assombrada pela Costia. Você quer que todos pensem que você está acima de tudo, mas eu vejo através de você.”

6. Quando Lexa finalmente mostrou que se preocupava com Clarke:

Clarke: “250 pessoas morreram naquela vila. Eu sei que você sentiu algo por elas. Mas você as deixou para queimar”
Lexa: “Nem todas. Você não”

7. Quando elas tiveram uma conversa de coração para coração:

Lexa: “Eu confio em você, Clarke”
Clarke: “Eu sei como isso é difícil para você.”
Lexa: “Você acha que nosso jeito é duro, mas é assim que sobrevivemos.”
Clarke: “Talvez a vida deva ser sobre mais do que apenas sobreviver.”

8. Quando elas deram seu primeiro beijo e você podia sentir a química fervendo:

9. Quando Lexa pediu para a Clarke para ir à capital com ela:

10. Quando Lexa jurou nunca mais trair Clarke ou seu povo novamente:

11. Quando elas finalmente cederam aos seus sentimentos:

12. Quando elas tiveram o momento perfeito do “dia seguinte”:

Lexa: “Podemos falar sobre outra coisa?”
Clarke: “Não precisamos nem falar.”

13. Quando Clarke ficou ao lado de Lexa até o final:

Lexa: “Você estava certa, Clarke. A Vida é sobre mais do que sobreviver.”
Clarke: “Em paz, você deixa a praia. Com amor, você chegará na próxima. Vá com segurança em suas viagens, até a nossa última jornada para o solo. Que nos encontremos de novo.”

14. Quando o espírito de Lexa inesperadamente salvou Clarke:

Clarke: “Nunca pensei que fosse te ver de novo”
Lexa: “Eu te disse que meu espírito fosse escolher sabiamente”

15. Quando Lexa disse a Clarke que ela sempre estaria lá:

Lexa: “Eu sempre estarei com você”

16. Quando Clarke enfrentou o teste de transcendência e o juiz assumiu a forma de Lexa, confirmando que ela era o maior amor de Clarke:

Clarke: “Lexa”
Lexa: “Eu não sou ela, Clarke”
Clarke: “Eu sei”

17. E, finalmente, quando elas tiveram um último momento juntas:

#Clexaendgame

Qual é seu momento favorito? Fala pra gente nos comentários!

Tradução e Adaptação: Marina Brancher – ADCBR.

Fonte

A estrela de Fear the Walking Dead, Alycia Debnam-Carey, chega à Austrália.

Será um feriado quente e brilhante para Alycia Debnam-Carey, que chegou em casa na Austrália para uma recepção calorosa (mas socialmente distante) de seus pais. Depois que sua quarentena obrigatória terminar, ela poderá aproveitar as férias em casa com sua família.

Graças à pandemia, Debnam-Carey está em Los Angeles desde março. Fear the Walking Dead estava em uma pausa nas filmagens quando a produção foi encerrada, então Debnam-Carey foi para Los Angeles. As restrições de viagens para a Austrália eram muito rígidas na tentativa de erradicar o vírus COVID-19, o que tornava muito difícil para ela voltar para casa.

Debnam-Carey compartilhou uma foto sua ao chegar na Austrália. Ela está usando uma máscara e um boné de beisebol dos Los Angeles Dodgers e, embora não possamos ver sua boca, sabemos que ela está sorrindo porque sua alegria está em seus olhos.

O motivo do sorriso é claro: seus pais a surpreenderam no aeroporto. Aqui está o que ela tinha a dizer sobre o momento especial: “Eu chorei logo depois que esta foi tirada. Meus pais me surpreenderam no aeroporto antes da minha quarentena de 2 semanas. Foi um longo ano. Estou muito grata por estar de volta à Austrália.”

Não surpreendentemente, seus colegas de Fear the Walking Dead enviaram mensagens para ela sobre a comovente reunião.

Agora que ela está em casa terá que ficar em quarentena por duas semanas antes de interagir com a família, mas depois de ter ficado longe por tanto tempo, não há dúvida de que será bom saber que a família está por perto.

As filmagens estão finalmente começando de novo na segunda metade da 6ª temporada de Fear the Walking Dead depois de todos esses longos meses. É provável que Debnam-Carey faça uma pausa nas férias para poder voltar para casa. (Isso não é incomum; Debnam-Carey começou a filmar no final de janeiro/início de fevereiro para a 6ª temporada, embora alguns membros do elenco estivessem filmando desde dezembro)

E com toda a loucura de 2020, se você conseguir encontrar uma maneira de voltar para casa nas férias e ficar seguro, isso é uma coisa incrivelmente boa.

Estamos muito felizes que Debnam-Carey estará passando um tempo com sua família neste feriado, e mal podemos esperar para ver o que está reservado para Alicia Clark quando Fear the Walking Dead retornar em 2021!

Fonte

Tradução e Adaptação, Marina Brancher – ADCBR

A atriz também aborda aquela teoria implacável dos fãs de que a mãe de sua personagem, Madison, de alguma forma ainda está viva: “Acho que todos nós precisamos de um encerramento para isso.”

O final da metade da temporada de “Fear the Walking Dead” continuou o tema desta temporada de explorar o elenco, personagem por personagem, com um foco profundo no membro original do elenco Alycia Debnam-Carey.

Alicia tem sido em muitos aspectos o coração de “Fear” desde o início, começando sua jornada como uma adolescente e navegando por mais altos e baixos do que quase qualquer outro personagem no universo de “The Walking Dead”.

Alycia Debnam-Carey se conectou com TooFab após os eventos dramáticos do último episódio para falar sobre a grande mudança que sua personagem sofre ao longo desta hora única quando ela se dá conta de si mesma e se mantém firme contra duas das maiores influências em a vida dela.
O maior deles, e o mais tenso, veio quando ela e Morgan (Lennie James) se reuniram pela primeira vez nesta temporada. Convencida de que Morgan estava morto, Alicia rapidamente se viu mudando de um choque eufórico para um horror incerto enquanto percebia o que ele tinha acabado de fazer.

O impulso do episódio foi uma operação de recuperação, com Alicia e Charlie (Alexa Nisenson) recebendo essa tarefa de Strand (Colman Domingo) para recuperar a irmã mais nova sequestrada de Virginia (Colby Minifie) Dakota (Zoe Coletti).

Só que o sequestro não saiu como planejado, pois Dakota escapou após o massacre de todos os guardas da Virgínia para proteger sua caravana. É essa carnificina que está no centro do horror de Alicia quando ela percebe o quão longe Morgan estava disposto a ir em seus esforços para salvar a todos.

Não necessariamente um anjo, Alicia tinha acabado de fazer um acordo com Virginia para devolver Dakota para a liberdade dela e de Charlie. Mas Morgan massacrou homens e mulheres apenas para garantir este bem valioso. Não apenas a vida de Dakota significava muito pouco para ele, essas outras vidas foram perdidas.
E no final da hora, graças à trágica história de um personagem e à atmosfera de um mini-filme de terror que Debnam-Carey comparou ao “Labirinto do Fauno” – também vemos elementos de “A Ilha do Dr. Moreau” nele – Alicia tinha até suavizado sua própria vontade de vender Dakota.

A maior diferença para ela, porém, é que, pela primeira vez em sua vida, ela enfrentou Morgan, indo de igual para igual com ele a ponto dele realmente recuar na cara dela. Ele queria que eles aproveitassem Dakota para tentar proteger o resto do grupo. Alicia, a essa altura, queria convidar Dakota para se juntar ao grupo, salvando-a da Virgínia também.

E ela estava pronta para se afastar de Morgan completamente, a fim de proteger Dakota. Mais tarde, ela estava disposta a ficar cara a cara com Strand pelo mesmo propósito. Houve uma mudança monumental em Alicia nesta hora, que está tentando estabelecer uma conclusão bastante selvagem para esta temporada, pois veremos se ela continua afirmando sua própria posição moral sobre aqueles ao seu redor.

Debnam-Carey conversou com TooFab sobre o episódio, o tema de moralidade da temporada, bem como a jornada de sua personagem para este momento crucial, o que a está impulsionando agora e provocando o que está por vir na “muito, muito bagunçada” segunda metade da temporada.

Ela também abordou a teoria dos fãs desenfreados de que sua mãe Madison (Kim Dickens) ainda está viva em algum lugar lá fora, depois que sua personagem sugeriu voltar ao estádio onde Madison morreu (ou não?)

Como foi entrar no que certamente parecia um filme de terror clássico para um episódio?

Assustador, com certeza. É engraçado porque realmente parecia muito mais gênero de terror do que o que estou acostumada. Mas eu acho que o que foi realmente ótimo é que temos uma diretora incrível, uma diretora mulher, Tawnia [McKiernan], que apenas elevou isso para fazer parecer que era aquele gênero clássico de terror. Eu sei que ela estava realmente focada nisso. E tudo, desde o tipo assustador de seringa e ser amarrado à mesa e os animais taxidermia com olhos de vidro.

Mas eu também pensei que a maneira como fizemos com os walkersde animais da taxidermia, realmente parecia quase um terror do tipo ‘Labirinto do Pan’. Não havia nada realmente sangrento ou grotesco, mas parecia muito macabro e quase caprichoso, então eu gosto que houvesse esse equilíbrio dentro do episódio parecendo bastante – parecia muito assustadoramente assustador, mas também tinha uma espécie de chute na bunda elemento para isso.

A história do personagem “cientista louco” no meio do episódio, que acidentalmente matou sua família com suas criações enquanto tentava protegê-los, pareceu ter um grande impacto em Alicia.

Definitivamente, acho que foi a última peça do quebra-cabeça com que ela está tentando chegar a um acordo, que é o quanto de sua moralidade, sua própria ética e compaixão você precisa se apegar para tornar possível sobreviver neste mundo . Eu acho que para Alicia, sempre houve essa dualidade nela de querer jogar e precisar jogar, mas também se apegar à bondade e às coisas que fazem valer a pena.

Com seu próprio crescimento, ela tem pegado pequenos pedaços das pessoas que foram seus mentores, de certa forma, e finalmente ela se tornou a mentora. E ela está escolhendo primeiro, ‘Bem, tudo bem, eu vou jogar, eu tenho que fazer o que precisa ser feito para sobreviver, e se isso significa usar Dakota como uma peça de xadrez -‘

Mas, ao mesmo tempo, acho que agora ela está percebendo que a razão pela qual Charlie puxou o gatilho para Nick [o irmão de Alicia] é porque ela estava tão quebrada desde o início. Alicia reconhece isso em si mesma e foi esse o seu caminho quando a mãe morreu. Então eu acho que ver Dakota ser essa pessoa – estar em uma encruzilhada potencial – mostra a esperança de Alicia de que ela possa fazer algo melhor do que seus mentores atuais estão tentando fazer com que ela faça.

E então eu acho que pela primeira vez a estamos vendo ela pegar e falar, não, estou rejeitando o que Morgan quer e eu vou decidir daqui em diante. Então sim, estamos começando a vê-la crescer para a ocasião e se tornar a líder novamente, por si mesma.

Então, seria seguro dizer, com sua mudança em tentar proteger Dakota, assim como Charlie, que Alicia está assumindo a missão de coletar e talvez tentar salvar todas essas garotas destruídas?

Sim, acho que é absolutamente isso. Ela está tentando salvá-los do que ela passou. Ao longo da série, acho muito interessante que Alicia tenha sido realmente a única personagem regular daquela idade. Nós vimos muitas crianças mais novas ou muitos adultos mais velhos.

E então, Alicia passou por essa metamorfose única. E vê-la tentar coletar, como você disse, esse tipo de garotas quebradas é uma chance para ela tentar e fazer sua parte para fazer o melhor e para salvá-las do que ela passou. Ou pelo menos tentar e … Ela é aquela pessoa que sabe como era. Ninguém sabe disso melhor do que ela, então faz sentido.

Alicia mencionou voltar ao estádio esta semana, e você sabe que muitos fãs não estão prontos para admitir que ela está morta. A Alicia também está naquele acampamento, esperando que sua mãe esteja viva?

Para mim, acho que é uma oportunidade para ela revisitar, deixar de lado e ter um encerramento. Acho que é a única coisa que a está impedindo de se tornar a pessoa de que ela precisa para seguir em frente. E ser uma figura autônoma. E ser uma líder para essas meninas e uma líder de esperança e uma líder de possibilidades. Para mim, é um símbolo dessa jornada para ela e não realmente a esperança de que Madison esteja lá.

Então você está dizendo que os fãs deveriam buscar esse encerramento também, e deixar essa teoria maluca ir embora?

Eu já disse isso antes, acho que todos nós precisamos encerrar isso.

Depois de todo esse tempo, por mais que Alicia tenha crescido como resultado da perda de sua família, parece que não serviria para sua história trazer Madison de volta neste momento, né?

Eu concordo totalmente, isso tem sido uma grande coisa para mim. Na verdade, eu tive uma conversa com os escritores quando voltamos sobre como isso era algo em que eu estava pensando muito. Que, para Alicia seguir em frente, eu realmente quero que ela – sabe, se vamos fazer isso, precisa ser uma separação do passado que está sempre sendo trazida à tona. Precisa agora ter algum fechamento e seguir em frente para Alicia se tornar um ser humano completo em quem ela é.

Você mencionou moralidade e ética antes, o que parece ser um tema recorrente ao longo da temporada. Vimos John e June divididos por motivos morais diferentes, assim como Dwight e Sherry na semana anterior. Esta semana, Alicia, Morgan e Strand estavam todos em suas próprias ilhas quando se tratava de suas bússolas morais. Então, qual é a posição certa a tomar?

Acho que você está no caminho certo, e é difícil responder agora só porque não acho que vamos dar uma olhada completa em qual é a verdadeira base moral de cada personagem até chegarmos ao fim. Mas acho que haverá surpresas. Realmente haverá algumas surpresas sobre os fundamentos morais do personagem em que estamos.

Você conhece esses personagens há alguns anos, tem coisas que vem surgindo que te surpreenderam?

Sim, existem. Tem. Eu acho que vai conversar com o que a Alicia– O que tem sido incrível sobre a evolução de Alicia é que a vimos passar de uma adolescente ingênua a uma guerreira incrivelmente capaz –

Você pode chamá-la de líder f*dona, acho que ela merece isso.

Ela é uma líder f*da, isso mesmo! Mas também a vimos em meio a esse tipo de pacifista traumatizado e também a vimos ter que superar a turbulência interna de raiva, ressentimento e destruição. Então, o que acho que será interessante daqui para frente é ver como Alicia é capaz de, e se ela é capaz de equilibrar essa dualidade.

O que eu sempre disse é que Alicia é filha de Madison, e Madison não era um anjo. Ela era uma líder implacável, pragmática e séria. E embora ela fosse ferozmente protetora, ela também estava disposta a fazer muito para se certificar de que as pessoas com ela estavam protegidas.

Costumo dizer que alguém como Morgan é muito mais – não tão cruel quando se trata de… – ele pode ser, mas se eu olhar para Madison, sinto que havia um elemento de, não sei, havia- – Tudo o que estou dizendo é que vai ser interessante ver onde Alicia está encontrando essa dualidade.

Com Morgan massacrando os Rangers e mostrando a escuridão emergente, é hora de Alicia intensificar e ser a bússola moral dele?

[depois de uma longa pausa] … É isso que estou dizendo. Isso, sim, há muitas opções onde ela pode ir. Eu acho que percebendo isso– Alicia foi capaz de tirar muitas características diferentes de seus muitos mentores em sua vida e eu acho que finalmente vamos vê-la juntando tudo isso.

Na semana passada, June teve a oportunidade de matar Virginia. Esta Alicia recém-centrada teria feito isso?

Eu acho que ela quer.

Tem sido uma configuração relativamente tranquila para o que certamente será um confronto brutal entre Virginia e seu grupo. Você pode nos dizer o quão feio vai ficar?

Fica muito feio, não vou mentir. Fica muito feio, na verdade. Eu acho que se torna– Essa é difícil, eu realmente não sei o que dizer. … Vou te dizer uma coisa, fica muito, muito bagunçado e a oportunidade – eu não sei o que dizer.

Bem, definitivamente parece que a m* vai atingir o ventilador.

Vai atingir o ventilador, é verdade. Vai realmente atingir o ventilador.

Espera-se que “Fear the Walking Dead” retorne à AMC após os seis episódios bônus de “The Walking Dead” que vão ao ar em 28 de fevereiro.

Tradução e Adaptação: Marina Brancher – ADCBR.

Fonte

Alycia Debnam-Carey estrelou alguns papéis incríveis nos últimos anos. Desde seu trabalho como Lexa em The 100 até Alicia Clark em Fear the Walking Dead, ela tem uma maneira de dar vida a personagens tão fortes e poderosos. Para celebrar a recente temporada de Fear the Walking Dead, Alycia sentou-se conosco para conversar sobre tudo – como quais papeis ela fez audição (mas não conseguiu), o episódio favorito de FTWD e se ela guarda alguma coisa do set de The10

Aqui está tudo o que nós aprendemos:

1.Primeiro, qual foi a última série que você maratonou?

A última série que eu maratonei foi Sucession.Era nessa que eu estava tão interessada. E quando começou a pandemia, eu estava tipo, “Tudo que eu preciso é a nova temporada de Sucession” Então eu mal posso esperar para a Terceira Temporada. É isso que vem na minha mente

2. Qual emoji você mais usa?

Nossa, eu amo essa pergunta! Vou olhar meu celular para te dar uma resposta exata. Bom, nesse momento, é a carinha chorando (😭), que resume perfeitamente 2020. Mas além desse, é provavelmente as pequenas estrelas (✨) ou olhos com coração/amor (😍), eu acho. Mas nesse momento, apenas a carinha chorando.

3. Qual é seu filme preferido de todos os tempos?

Eu nunca tive uma boa resposta para isso. Nunca mesmo. Eu sinto que  gosto dos filmes por razões diferentes. Eu amo Pulp Fiction, mas eu também amo How to Lose a Guy in 10 Days. E, você sabe, tem uma grande diferença entre eles. Também tem aqueles bobos que eu quero assistir o tempo todo, como Superbad. Eu sinto que é muito difícil para eu escolher um filme favorito de todos os tempos

4. Tem algum filme que mais te marcou?

Eu penso constantemente sobre Melancholia

5. Qual pessoa mais te impressionou?

Recentemente, eu vi Quentin Tarantino e foi um “Ai meu deus. Ai meu deus”. Pulp Fiction é um dos meus filmes favoritos. Lembro de ter visto ele e apenas ficado tipo, “Ai meu deus, ai meu deus. Está acontecendo. Eu estou vendo você,” e ele, tipo, me olhou por um momento, e foi algo como “Está acontecendo.” E foi literalmente isso. Nós trocamos olhares.

6. Qual foi o hobby que você adquiriu ou voltou a fazer durante a quarentena?

Ler foi um grande. Também comecei a tocar piano. Eu não sei tocar piano, mas eu meio que comecei a tocar. Eu também estava pintando e desenhando bastante. Foi um tempo bem criativo para mim. Eu não tinha muitos planos, então só decidi ver onde isso me levaria, e essas foram as três coisas principais para mim.

7. Qual foi o último livro que você leu?

O último livro que eu li foi Pachinko. Durante a quarentena e o confinamento, eu fiz parte de um pequeno clube do livro com os meus amigos de Sydney, e foi muito, muito legal. Então nós começamos a ler vários livros. O último que eu li foi Pachinko. Nós ainda precisamos discuti-lo, tive vários sentimentos sobre. Gostei, mas não amei.

8.  Qual é a única coisa que você não pode viver sem?

Tenho uma pequena coleção de fotos dos meus amigos, da minha família e de Polaroids. Eu viajo bastante, então sempre carrego eles comigo. Eles estão lá no meu diário e eu os tenho há, acho que provavelmente, pelos últimos sete ou oito anos. É apenas um lembrete das pessoas da minha vida e das pessoas que eu amo, e isso é algo que eu realmente aprecio.

BuzzFeed: E tem algo diferente sobre ter as fotos físicas do que olhar no seu celular.

Com certeza! Na verdade, alguns anos atrás, eu tinha um desses aplicativos de foto que você pode colocar todas as fotos do seu celular e uma empresa vai imprimi-las para você. Em casa tenho essa grande caixa de fotos. Preciso fazer isso de novo eu gosto delas. Lembro de pensar quando éramos crianças, você provavelmente teve a mesma experiencia, de ficar olhando os álbuns de fotos e não é mais uma coisa. É incrível apenas sentar e viajar pelos anos, seu crescimento e as pessoas em sua vida. Não fazemos mais tanto isso

9. Qual é a sua coisa favorita de cozinhar?

Eu não sou uma grande cozinheira, mas faço um salmão assado muito, muito bom com brócolis grelhado e espinafre refogado. Eu posso arrasar nisso.

10.  Tem algum papel que as pessoas ficariam surpresas ao descobrir que você fez a audição e não conseguiu?

Ai me deus, tem tantos papeis. Eu não sei se você já viu o vídeo no Youtube com a Brie Larson que ela lista todos os filmes que ela fez audição?

BuzzFeed: Sim! É um dos meus vídeos favoritos

Eu assisti e foi como “Isso é tão eu.” Lembro de ir para The Bling Ring e ver [Brie Larson] na sala de audições comigo e pensar, “você não precisa estar aqui. Por que você está nessa sala de audições? Você deveria ter recebido esse papel.”

Recentemente, eu acho que os papeis que vem na minha cabeça são Black Widow e Little Women. Tem tantos. Se você for nos meus e-mais, é constante. Quer dizer, tem tantos.

11. Quem é seu crush celebridade da infância?

Provavelmente Zac Efron. Quando High School Musical saiu, eu tinha 12 ou 13 anos. E fiquei tipo, “Wow!” Esse foi o começo. Aquele pequeno corte de cabelo swoopy. Ele tinha tudo.

BuzzFeed: Ele tinha o corte de cabelo original do Justin Bieber antes de ser legal.

E é isso! Ele tinha antes de ser legal. Eu era obcecada.

12. Tem alguma celebridade que você é frequentemente confundida?

Me falaram que eu pareço com muitas pessoas. Já falaram Miley Cyrus, nós temos o mesmo formado do rosto. Já ouvi Fiona Apple. Antes Faye Dunaway. Geralmente é o formado do rosto. Por um tempo foi Emilia Clarke

13. Tem alguma história específica que você lembra quando te confundiram com outra celebridade?

Eu lembro, isso foi engraçado, fui para um show no Hollywood Bowl e era a orquestra de Game of Thrones tocando. Então, eu estava andando e esse cara que estava pegando os ingressos estava tipo, “Ai meu deus, eu não acredito que você veio. É uma grande honra”. E eu fiquei “O que você está falando?” e depois percebi que ele achou que eu era a Emilia Clarke

14. Qual é a sua história de fã mais louca?

Eu acho que é sempre muito louco ver pessoas que tatuaram minha maquiagem de The 100, como meus olhos ou meu rosto, tatuadas nos seus corpos, é sempre uma coisa muito doida ver. É um outro nível de dedicação. Eu estarei sempre observando vocês agora.

15. Na maioria de seus programas de TV e filmes, você tem um sotaque americano. Ficou mais fácil de fazer com o tempo?

Sim, acho que sim. Quer dizer, é porque a maior parte do trabalho que fiz foi na verdade nos Estados Unidos e todos com sotaque americano. Nunca usei meu australiano aqui. E, especialmente trabalhando em uma série nos últimos cinco anos, eu gasto muito do meu tempo com um sotaque americano, então isso se torna uma segunda natureza. Mas, é claro, de vez em quando há um deslize e eu digo: “Uau, isso realmente acabou de acontecer.” Meu sotaque é sempre mais forte quando volto da Austrália.

16. Você costuma voltar e assistir algum de seus trabalhos anteriores?

Assistirei ao que fiz, mas geralmente apenas uma vez. Normalmente faço isso só para ver como ficou, para ver como ficou, para ver se foi traduzido da maneira que pensei que seria. Eu quase vejo isso mais de uma perspectiva muito crítica, não uma perspectiva emocional do tipo, “Oh Deus, eu estou tão terrível. Oh, isso foi horrível. Eu deveria ter sido melhor”, nada disso. Quero ver como fica e gosto de ver o produto final. Mas raramente olho para as coisas uma segunda vez e, se o faço, é anos e anos depois. Então, eu tenho uma perspectiva muito diferente sobre isso, onde é como, “Oh meu Deus, eu pareço tão jovem.”

17. Você se lembra de como foi sua audição para Fear the Walking Dead?

Eu tive um processo de audição bem rápido porque eu tinha feito um piloto com AMC anteriormente que não deu certo. Era um piloto de Ridley Scott, e todos estavam tipo, “Oh meu Deus, isso vai acontecer, isso vai acontecer,” e por alguma razão, simplesmente não aconteceu. Então eles já estavam escalando [Fear the Walking Dead] e naquele ponto eles pensaram que eu poderia estar realmente certo para isso. Então entrei e acho que depois da primeira audição, fui colocada em uma leitura de química em tela com todos.

18. Existe alguma leitura de química em tela durante seu processo de audição de Fear the Walking Dead que você mais se lembra?

O que eu mais me lembro é de estar com Frank Dillane, que interpretava Nick. Eu me lembro que na audição, ele continuou me chamando de Alicia e, originalmente, eu recebi lados falsos. O personagem na verdade se chamava Ashley, e na audição, ele continuou me chamando de Alicia. Eu estava tipo, “Eu não sei, talvez esse cara seja como um ator de método britânico, algo que eu não me importo.” Então, descobriu-se que, quando todos nós conseguimos o show, estamos sentados em uma mesa gigante lida com AMC, executivos, produtores e a personagem agora se chama Alicia. Eu estava tipo, “Oh, espere, o que está acontecendo?” Foi um processo longo, mas também bastante rápido e furioso.

19. Alicia passou por tal crescimento de personagem desde a primeira temporada e se tornou uma personagem muito forte. Como é retratar o crescimento dela?

Eu olho para trás e tem sido muito gratificante. Eu acho muito raro conseguir essa oportunidade onde você trabalha com um personagem por tanto tempo e poder ter uma mão na sua transição e metamorfose, sabe? Eu acho que o que tem sido realmente especial sobre isso, é o fato de que eu tive que tê-la desde adolescente e acompanhá-la até se tornar uma jovem mulher. Essa é uma oportunidade rara, especialmente para espelhar isso com o pré-apocalipse e o pós-apocalipse. Ver um personagem crescer não apenas como um humano, mas também crescer em resposta ao ambiente é realmente ótimo e excitante.

20. Você sabia como a história da Alicia ia ser desde o começo?

Quero dizer, com programas de TV você não tem necessariamente o arco completo de como tudo vai se desenrolar como se fosse um filme. Então é um pouco mais difícil traçar as batidas principais [desde o início], mas eu acho que tem sido incrível. Ela teve o maior crescimento porque foi provavelmente a que foi mais longe. O público está aprendendo enquanto ela aprende. É uma oportunidade rara, mas realmente maravilhosa.

21. Você teve um momento específico da Alicia de que mais se orgulha até agora?

Eu sempre penso na terceira temporada, para ser honesta, e penso em quando fui empurrada pela primeira vez no bunker. Lembro que foi um grande momento porque foi o meu episódio. Foi a primeira vez que realmente tive um episódio singular. Lembro de sentir que este deve ser o momento em que Alicia evolui e muda para se tornar não apenas uma filha, uma irmã e uma adolescente, mas ela tem que estar à altura da ocasião. Então esse foi um grande momento para mim.

Eu também acho que, tendo aquele episódio com Charlie e Alicia em casa durante a tempestade durante a 4ª temporada, também foi um episódio importante para mim. Fiquei muito orgulhosa daquele episódio porque éramos apenas nós duas. Nós só tínhamos uma a outra para nos apoiar. Acho que realmente trabalhei muito para ter certeza de que fizemos o melhor que podíamos no tempo limitado que conseguimos. Foi outro episódio em que tivemos que vê-la evoluir, mudar e superar sua raiva por Charlie e sua tristeza e arrependimento por Nick e sua família, e simplesmente se tornar outra pessoa. Esses dois são grandes pontos de evolução para Alicia, então acho que esses são os dois de que mais me orgulho.

22. Você surpreendeu a todos quando voltou para o final da série The 100. Como o grande retorno de Lexa aconteceu?

Foi uma daquelas coisas em que nos últimos dois anos, houve momentos ou oportunidades em que poderíamos ter tentado [trazê-la de volta]. Eu sei que as pessoas realmente queriam trazer Lexa de volta, e havia tanta dor e mágoa que as pessoas estavam passando [depois de sua morte]. Eu nunca quis que parecesse um tapa na cara trazê-la de volta e levá-la embora novamente.

Então, quando Jason [Rothenberg] me ligou, ele disse: “Acho que tenho esta oportunidade que realmente gostaria de fazer com você. É o episódio final. O que queremos fazer com isso é apenas uma homenagem aos fãs e também para fazer uma declaração de que Clarke e Lexa realmente se amavam e se preocupavam uma com a outra. Seu amor se estenderá por muitas vidas. ” Acho que foi quando pensei: “Ok, esse é o único ponto que faz sentido.”

23. Você pensou muito nos fãs quando filmou o final da série?

Eu queria fazer isso especificamente para os fãs e ter um pequeno encerramento para finalmente sentir que houve uma volta positiva que aconteceu. Eu sei que era Lexa como a juíza e não necessariamente Lexa como ela mesma, mas eu ainda achava que o sentimento era importante. Foi uma homenagem ao quanto essas personagens se amavam e para ter um pouco de cura para os fãs. Tudo veio com muito amor e boas intenções.

24. Como foi se tornar Lexa novamente?

Foi surreal, mas também coube como uma luva. Era estranho como eu simplesmente escorregava de volta para a roupa. Acho que por ser uma personagem que passamos muito tempo criando e que tinha tantos atributos físicos – o figurino, a maquiagem, o cabelo – quando você veste algo assim, é uma experiência muito visceral. É muito como, “Oh, estou aqui neste personagem.” É muito bom.

25. O traje de Lexa era exatamente o mesmo quando você voltou?

Eles mantiveram a roupa de Lexa perfeitamente e eu me senti muito feliz comigo mesma. Eu estava tipo, “Oh, ainda serve. Está tudo bem.”

26. Você conseguiu manter alguma coisa do set de The 100?

Eu guardei o encosto da minha cadeira. Quando você está no set, você consegue levar as costas da cadeira do ator que tem no set. Então eu guardei isso. Bem, na verdade eles me presentearam ela em uma moldura, o que foi realmente adorável. Quanto a muitas outras coisas, não acho que tenho porque exatamente por essas razões que você tem que voltar de repente, três anos depois. Eles teriam ficado tipo “Ooh, nós realmente precisamos de você de volta.”

27. E, finalmente, você já pegou alguém assistindo a um de seus programas de TV ou filmes em um vôo?

SIM! Eu vi! E, eu não vou mentir, foi bem legal. Eu vi pessoas assistindo Fear the Walking Dead. Lembro que Into the Storm esteve em aviões por um tempo. Sim, FTWD e Into the Storm estavam em voos e me lembro de ter pensado, “Meu Deus, isso é tão legal!” Lembro também de sentar ao lado de alguém enquanto eles assistiam. Eu só estava pensando: “Estou bem do seu lado.” E eles não tinham ideia.

Você pode assistir Alycia em Fear the Walking Dead segundas no AMC Brasil.

Tradução e Adaptação: Amanda Lemos e Marina Brancher – ADCBR.

Fonte


Por sua performance incrível como Lexa em The 100 (aclamada, né?), escolha dos leitores blabba, a SpoilerTV fez um completo artigo sobre a atriz e sua performance, entrevistando pessoas como Elys e Jamie. Confira o artigo:

A Lexa de The 100 se tornou um personagem icônico graças em grande parte à interpretação de Alycia Debnam-Carey. Ela era uma personagem fria e calculista até estar perto da Clarke de Eliza Taylor. As duas personagens criaram um vínculo poderoso construído por curiosidade e respeito. Com o tempo, isso floresceu em atração que gradualmente evoluiu para amor. A razão pela qual a junção funcionou tão bem foi em grande parte devido à forma como Debnam-Carey lidou com o lado da Lexa do casal. Ela retratou Lexa como uma navalha afiada em torno de quase todo mundo e puxava para trás e suavizava Lexa quando ela estava com Clarke. Seu trabalho desempenhou um papel importante no quão querida a junção foi pelo público. Esse é um dos motivos pelos quais foi ainda mais doloroso quando a personagem morreu na terceira temporada. A perda de Lexa deixou um buraco no coração de Clarke e a perda de Debnam-Carey na série deixou um buraco escancarado nos corações dos fãs.

Então veio o final da série e por mais que Lexa não tenha voltado em The Last War (7×16), Debnam-Carey fez uma grande aparição final. Ela retratou o juiz sensato que presidiu o destino final da humanidade. Ela galantemente vestiu o traje de Lexa e exibiu sua pintura de guerra. Visualmente ela era Lexa, mas ela fez o juiz bem diferente e quase identificável. Este é um personagem com vasto conhecimento de uma infinidade de espécies que povoam a galáxia e ainda foi capaz de sentir o poder da ligação entre Clarke e Lexa. Debnam-Carey pegou um personagem que tão facilmente poderia ter sido unidimensional e fez a juíza com várias camadas, muitas vezes, apenas com a maneira que ela escolheu para falar ou se comportar. Também ajudou que ela conseguiu se reunir com Taylor e embora este não fosse um grande encontro romântico para seus personagens, ainda carregava um grande significado. Ela foi tão fundamental para a série que quase tiveram que trazê-la de volta ao final da série de alguma forma. Reuni-la com Taylor foi uma decisão bem elaborada. As duas são uma dupla poderosa de atuação e Debnam-Carey imediatamente voltou ao velho ritmo que ela compartilhava com Taylor. Um retorno épico junto com sua marca patenteada de atuação honesta e estóica é o que a tornou uma vencedora tão digna do título de Performer Escolha do Mês dos Leitores de Setembro da SpoilerTV.

Debnam-Carey apareceu pela última vez na série durante a 3ª temporada, então não era uma conclusão precipitada que ela estaria no final da série. O que você acha sobre ela fazer parte do final da série? Você ficou surpresa com o retorno sem aviso dela? Você acha que o retorno dela foi melhorado pelo fato de terem conseguido manter segredo por todos esses meses?

Aimee: Eu esperava que eles a trouxessem de volta para o final da série e fiquei feliz que a série não decepcionou. Lexa foi uma parte fundamental da série, mesmo muito depois de sua morte, que teria sido absurdo não encontrar uma maneira de trazer Debnam-Carey de volta no final. Mesmo que ela não tenha retornado como a amada Lexa, foi Debnam-Carey como atriz que fez Lexa ter o impacto profundo que ela causou. Eles precisavam daquela marca especial de atuação que ela oferece para ajudar a encerrar a série. Mesmo que eu tivesse a forte sensação de que eles iriam colocar pelo menos um cameo dela, ainda fiquei agradavelmente surpresa ao vê-la aparecer na tela. Estou muito impressionada que eles conseguiram manter seu retorno em segredo. Eu também fiquei agradavelmente surpresa com a capacidade em que a usaram. Eu esperava que se eles a trouxessem de volta seria uma piscadela rápida e sem consequências e você perderia esse momento, mas eles a incorporaram no episódio de uma forma impactante. Estou muito feliz que eles a trouxeram de volta e lhe deram um papel real para representar.

Ellys: Para mim, o retorno da imagem de Lexa no final da série foi mais um ovo de Páscoa do que um tributo ao legado e aos relacionamentos do personagem. Ainda assim, é inegável que Lexa e Alycia Debnam-Carey estarão para sempre ligadas ao impacto cultural do The 100. Trazê-la de volta para um último episódio em qualquer função foi apropriadamente simbólico dos sucessos mais brilhantes do programa e dos fracassos mais inesquecíveis. O termo icônico é freqüentemente usado em referências de entretenimento, mas Debnam-Carey realmente criou um ícone com sua atuação como Lexa ao longo dos anos, um ícone que remodelou o cenário da TV de inúmeras maneiras.

Jamie: Não fiquei surpresa porque já havia rumores online há algum tempo. Eu realmente acho que é bom que eles não promoveram. Da última vez, o episódio Thirteen (3×7) foi anunciado de antemão, o que provavelmente não ajudou nas coisas depois. E se seu retorno tivesse sido anunciado, todos teriam presumido (e esperado) que ela retornaria como Lexa, o que ela não fez. Portanto, manter isso em segredo foi a melhor maneira de chegar aqui. Mas estou extremamente feliz por ela ter voltado.

Ela voltou como a personificação de Lexa, mas interpretando um personagem totalmente diferente no Juiz. Ela foi uma de vários artistas que voltaram, para encarnar essa personagem. O que se destacou para você na interpretação dela como Juíza? Você acha que alguma das características antigas de Lexa se infiltrou em sua performance ou você viu essa performance como totalmente diferente?

Aimee: Ela tem a habilidade de dar alma aos personagens mais frios e fazer o público se importar com eles. Ela trabalhou essa mesma mágica com o Juiz e tornou sua versão do personagem mais atraente. Para não dizer que os outros artistas não fizeram um trabalho excelente ao trazer esse personagem à vida, eles fizeram, mas ela empurrou um pouco mais de humanidade para o Juiz para fazer as interações entre ela e Clarke terem um impacto mais significativo. Clarke e Lexa tinham uma conexão profunda na vida e essas memórias nunca desapareceram da mente de Clarke. O juiz aparentemente deveria sentir essas emoções fortes. Dessa forma, uma parte de Lexa foi um fator nas interações entre o Juiz e Clarke e Debnam-Carey fez um trabalho brilhante ao caminhar sobre uma linha muito tênue entre permitir que Lexa tivesse algum impacto no juiz sem perder o personagem para o memória de Lexa. Então, sim, acho que ela trouxe alguns aspectos de Lexa para sua performance, mas não de um jeito que fosse avassalador. Ela trouxe Lexa apenas o suficiente para homenagear a personagem que partiu, enquanto fazia o Juiz passar uma sensação completamente diferente. A performance que ela entregou foi fresca e original, respeitando o legado que ela construiu para Lexa e isso não foi uma tarefa fácil, mas ela conseguiu sem esforço.

Ellys: Debnam-Carey voltou para uma participação especial que exigia que ela apresentasse seu personagem icônico como uma mera concha, para reter quase todos os traços e definição de personalidade que fez Lexa quem ela era para o público e para Clarke Griffin. Sua atuação foi como uma aparição, nos assombrando em como ela nos lembrava alguém que ela não era.

Jamie: Algumas características de Lexa influenciaram sua performance, especialmente durante o abraço com Clarke. Seu retrato foi mais distante, no entanto. Foi terrivelmente difícil não vê-la como Lexa quando ela estava com a roupa e maquiagem.

Debnam-Carey teve uma impressão duradoura na série, mesmo muito depois de sua partida. Ela apresentou algumas performances poderosas como Lexa durante sua gestão na série. Qual de suas cenas como Lexa você acha que ela teve sua atuação mais impressionante?

Aimee: Escrevi muitos artigos ‘POTM’ (Performance do Mês) ao longo dos anos para Debnam-Carey. Para evitar repetir muitas coisas que, sem dúvida, disse muitas vezes neles, vou apenas listar meus cinco principais momentos favoritos dos meus cinco episódios favoritos. Survival of The Fittest (2×10) pela cena em que Lexa fica presa na jaula com Clarke. Muitas das bases para o relacionamento entre seus personagens realmente se firmaram neste episódio e naquele momento. Suas escolhas de atuação mostraram os sentimentos que estavam começando a surgir em Lexa. Bodyguard of Lies (2×14) pela memorável cena do primeiro beijo. Toda aquela cena do beijo, o que veio antes e depois, poderia ter parecido tão forçado se não fosse pelo comando magistral que ela tinha sobre Lexa para ser capaz de expressar todas as emoções que o personagem estava sentindo sem perder o controle. Watch the Thrones (3×4) pela a cena de batalha feroz que ela compartilhou com Zach McGowan como Roan. A convicção e ferocidade que ela trouxe para aquela cena foram impressionantes. Então Lexa venceu a batalha e em vez de matar Roan ela jogou a lança na Rainha Nia (Brenda Strong), matando-a e declarando Roan o Rei da Nação do Gelo. Toda aquela cena foi brilhantemente feita e cada ação que ela fez foi perfeitamente executada para transmitir tudo o que precisava ser declarado para causar impacto total. Thirteen pela polêmica cena da morte, apesar de partir o coração, a cena da morte de Lexa foi comovente, um ‘tour de force’ de Debnam-Carey enquanto ela conduzia o público através da dor excruciante de Lexa enquanto a personagem também tentava confortar Clarke. Houve um lindo momento de transição em que ela levou Lexa de uma dor intensa para uma calma pacífica enquanto aceitava seu destino. Eu entendo por que a série teve que descartá-la, mas também acredito que eles poderiam ter lidado com toda a saída de forma muito diferente, mas mesmo isso não poderia impedi-la de entregar uma performance profundamente impactante. Em seguida, veio Perverse Instantiation Pt. 2 (3×16) em que Lexa retornou à Clarke para uma aventura final juntos. Quando elas estavam juntas nas escadas após a convulsão de Clarke, isso deu a ela outro grande momento para mostrar o efeito que Clarke ainda tem sobre ela, mesmo nesta realidade de vida após a morte. Embora tenha sido um momento lindamente representado, talvez o mais memorável foi quando ela fez Lexa se comprometer a se sacrificar para proteger Clarke. Foi um final heróico que Lexa mereceu desde o início. Ela tinha os olhos de Lexa queimando de raiva e convicção enquanto ela avançava em direção à multidão. Esses são meus cinco principais momentos favoritos, mas há dezenas de cenas e performances incríveis que ela apresentou ao longo de seu tempo na série.

Ellys: Eu nunca fui capaz de esquecer como Debnam-Carey vendeu uma das reviravoltas mais fracas da série apenas com sua performance, enquanto ela vivia totalmente nos fardos e conflitos morais de sua personagem. Esta cena foi a traição de Lexa contra Clarke e o povo de Clarke no final da 2ª temporada, uma decisão que não funcionou em nenhum nível estratégico ou por qualquer tipo de ginástica mental. Debnam-Carey permitiu que o público ignorasse essa falha crítica na narrativa ao traduzir o tormento interno de Lexa vividamente, permitindo-nos sentir todo o peso trágico de uma decisão que Lexa sabia ter sido um erro. Sua atuação naquele episódio efetivamente preparou o palco para The 100 completar sua evolução em uma tragédia fatalista.

Jamie: Quero dizer, é difícil escolher apenas um. Mas suas cenas em Thirteen sempre vão se destacar para mim, porque ela retratou uma diferença muito clara entre a Comandante e Lexa. Além disso, na conversa pouco antes delas se beijarem neste episódio, li em algum lugar que as lágrimas de Lexa foram improvisadas por Debnam-Carey e isso realmente tornou a cena ainda mais poderosa.

Desde que ela estreou na série, sua parceira de cena principal sempre foi Eliza Taylor, então foi apropriado que ela encerrasse a série com Taylor. O que você gostou na parceria de atuação delas? Ela teve algumas cenas memoráveis ​​com outros membros do elenco também. Com quem você gostaria que ela tivesse trabalhado mais?

Aimee: Debnam-Carey e Taylor têm uma notável química de atuação desde que compartilharam a tela pela primeira vez. Sua dinâmica sempre foi magnética e fácil, mesmo quando seus personagens estavam em conflito. Acho que o que mais gostei na parceria deles foi como eles se deram bem. Eles eram uma dupla de atuação bem combinada e cada um sabia exatamente o que precisava trazer para sua performance para fazer a dinâmica de Lexa e Clarke atingir todos os pontos certos. O vínculo que criaram entre seus personagens era tão poderoso que, quando Lexa foi morta, o clamor daquele evento lançou uma campanha de proporções tão extraordinárias que mudou a forma como os personagens LGBT são tratados na televisão, levantou dinheiro para o ‘Trevor Project’ e lançou uma convenção de fãs. Uma resposta como essa só pode ser o efeito colateral de uma parceria de atuação sem precedentes que provocou uma emoção real e crua do público.

Quanto a com quem eu gostaria de vê-la atuar mais, isso é facilmente Marie Avgeropoulos. Elas trabalharam juntas um pouco, mas a série poderia ter feito muito mais com a dinâmica complicada entre Lexa e Octavia. Eu acho que eles deixaram muito em dúvida no que se refere à dinâmica entre essas personagens. Mais importante, eu acho que as atrizes eram bastante equilibradas e poderiam ter levado as coisas muito mais longe no empurra e puxa entre seus personagens. Eu teria gostado de ver Debnam-Carey e Avgeropoulos trabalharem juntos muito mais do que deveriam.2

Ellys: Eu pessoalmente teria adorado ver Debnam-Carey compartilhar mais cenas com Zach McGowan e Nadia Hilker, especialmente o último considerando a história complicada de Lexa e Luna. Em muitos aspectos, Lexa era a espada de dois gumes do The 100. Ela representou um poder e um desafio à narrativa escolhida pelo programa, esperança, coragem e liderança que quase ninguém mais trouxe ao mundo. Essas características provavelmente evoluíram do carisma e paixão de Debnam-Carey. Ela legitimou todo o universo do show com a forma orgânica como ela desempenhou o papel de Lexa. Realmente não havia maneira de o show chegar ao seu aparente final catastrófico se Lexa tivesse continuado a existir no show. Ela era um personagem muito poderoso, uma líder muito forte, muito sábia e compassiva. Ela também teria sido perfeita demais, se Debnam-Carey não tivesse equilibrado seu desempenho com uma centena de pequenas nuances de pesar e saudade.

Jamie: Eu amo que parecia que nenhum tempo havia passado desde a última vez que eles agiram juntos. A química ainda estava lá, eles ainda funcionavam tão bem um com o outro. Quanto a quem eu gostaria de vê-la interagir mais … Acho que nunca tivemos uma interação com Bellamy (Bob Morley). Isso teria sido interessante. Eu gostaria de ter conseguido algo com Madi (Lola Flanery) quando a chama ainda estava por perto. Mas também, Indra (Adina Porter). Ela ocupava uma posição bastante elevada quando Lexa ainda era a Comandante (eu acho), mas não acho que houve tantas interações entre eles.

Debnam-Carey teve apenas algumas cenas importantes neste episódio. Qual deles era o seu favorito? O que mais chamou sua atenção?

Aimee: O show deu a ela cenas importantes como o juiz para o final da série. A cena do reencontro deles foi linda, como Debnam-Carey, incerta, fez o juiz abraçar Clarke frouxamente como se ela estivesse tentando entender o significado completo por trás do abraço. Minha parte favorita era quando Clarke estava listando as coisas que ela tinha passado para justificar o que ela fez. Havia tanta suavidade na maneira como Debnam-Carey fez o juiz simpatizar e parecer realmente aceitar cada palavra que Clarke dizia e realmente se sentiu mal pelas coisas que Clarke suportou, embora suas ações fossem condenadas. Ela tinha emoção real e tangível em seus olhos e, ao trazer isso para o personagem, fez esse ser frio e implacável parecer quase humano. Os escritores não trouxeram Debnam-Carey de volta para uma grande redenção pelo que fizeram a Lexa. O final da 3ª temporada deu a Lexa aquela saída final, para o bem ou para o mal, mas deu ao público uma chance final de ver a dinâmica de Debnam-Carey e Taylor no trabalho apresentando aquela dupla de atores em toda sua glória. Mesmo com Debnam-Carey interpretando um personagem diferente, sua química de atuação ainda estava afiada e em sincronia como sempre. A cena final do episódio foi uma boa maneira de encerrar as duas jornadas no programa, mas a cena em que Clarke se abre e o juiz simpatiza foi uma grande vitrine para Debnam-Carey. Acho que essa cena deu a ela a liberdade de mostrar o máximo de emoção e realmente explorar a personagem. Fez um bom trabalho ao mostrar todas as razões pelas quais ela é uma atriz favorita dos fãs.

Ellys: É sempre um prazer reconhecer Debnam-Carey nesta plataforma. Ela é a artista que você assiste e que te lembra de todos os motivos pelos quais você adora televisão. Observá-la trabalhando como um personagem faz você mergulhar completamente em um show; ela nunca falha em cativar com suas performances ferozes. Embora o papel final da série tenha sido uma pequena participação, ainda evocou muitas memórias maravilhosas de tudo o que ela nos presenteou em Lexa.

Jamie: O abraço com Clarke provavelmente foi o que mais se destacou. Para ambas as atrizes, suas expressões foram praticamente as mesmas que em Perverse Instantiation Pt. 2. Aquele baixo “Eu não sou ela, Clarke” seguido por “Eu sei” apenas partiu meu coração. Por mais que eu desejasse que eles pudessem ter encontrado uma maneira de trazer a Lexa real de volta, pelo menos havia isso.

Qual é a sua opinião final sobre ela ganhar este reconhecimento?

Aimee: Debnam-Carey foi a primeira vencedora do POTM em 2016, portanto, fazendo dela a primeira integrante do elenco de The 100 a vencer esse longa. Parece um encerramento poético que ela também seja a vencedora final da série. Por esse motivo, fiquei emocionado ao vê-la vencer e fornecer um bom suporte para sua jornada na série. Mas foi mais do que isso, por seu pouco tempo na tela ela teve uma atuação forte e digna de nota. É uma prova de seu talento que, apesar do tempo limitado na tela, ela ainda causou impacto no episódio e captou a atenção do público. Ela tem um jeito dominador que não pode deixar de atrair o público para qualquer personagem que ela esteja interpretando. Mesmo que seu tempo em The 100 tenha definitivamente acabado, ela ainda estará enfeitando nossas telas como Alicia em Fear The Walking Dead e espero que possamos ser testemunhas de muitas performances mais profundas desta atriz talentosa. Esta pode ser sua vitória final por seu trabalho em The 100, mas espero que a veremos levar este título por muitos mais anos, enquanto ela continua a dar vida a personagens complexos de várias camadas da maneira especial que pode.

Ellys: Só lamento que tenhamos apenas um artista do mês a cada ano para dar a Debnam-Carey, já que vamos ter um trabalho incrível dela em Fear The Walking Dead nesta temporada. No entanto, estou muito feliz que os fãs tiveram outra chance de reconhecer seu papel verdadeiramente icônico como Lexa.

Jamie: Quer dizer, não fiquei tão surpreso que ela tenha ganhado esse reconhecimento. Debnam-Carey sempre foi extremamente popular entre os fãs desse show. Mesmo depois de sua partida, isso não mudou muito. Para mim, ela roubou os holofotes neste episódio. A qualidade na narrativa tem diminuído constantemente, acho que a maioria dos fãs concordaria com isso, e duvido que o final tenha sido o que alguém imaginou que seria. Para mim, sua atuação foi uma espécie de luz na escuridão. Sua personagem teve um impacto muito grande em mim 4 anos atrás, sua morte um impacto igualmente grande. Eu gostaria muito de agradecê-la por sua representação.

Debnam-Carey nunca foi uma série regular neste programa, mas o impacto que ela teve no The 100 foi profundo. Ela pegou as palavras que foram dadas a ela e as elevou a tal ponto que Lexa ganhou vida própria. Ela era uma personagem que os escritores nem pareciam conter, mas que Debnam-Carey instintivamente sabia como comandar. É por causa de todo o coração, alma e carisma que ela infundiu em Lexa que a tornou uma figura tão icônica no léxico da mídia televisiva. Ela terminou a série não como Lexa, mas como uma juíza supervisionando o teste final de humanidade, e de alguma forma isso parecia adequado. Em sua apresentação final no The 100, ela é a Performer do mês da SpoilerTV em setembro.

Use os comentários para discutir todas as suas partes favoritas da performance de Alycia Debnam-Carey em A Última Guerra.

Fonte