No ultimo fim de semana (24 e 25 de Setembro), Alycia compareceu à Comic Con Copenhagen, onde durante os dias fez sessões de autógrafos, fotos com fãs (meet & greets), e teve seus próprios painéis individuais.

Confiram as fotos e vídeos do primeiro dia:

Sessão de autógrafos: 

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Com fãs:

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Painel:

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Vídeo do painel legendado:
http://www.youtube.com/watch?v=k4jKDPjr7d4


Confiram as fotos e vídeos do segundo dia:

Sessão de autógrafos:

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Com fãs:

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Painel:

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Vídeos do painel legendados:

 

Ontem (10), Alycia compareceu ao desfile de Dion Lee, durante a New York Fashion Week, que esteve acontecendo essa semana. 

Confiram as fotos em HQ do Dion Lee Front Row clicando nas miniaturas abaixo:

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Confiram também as fotos HQ do Dion Lee Suit Launch:

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Ontem (06/09), Alycia compareceu ao jantar da Chanel, o “Chanel Fine Jewelry“. O evento ocorreu em New York, e Alycia marcou presença juntamente com uma amiga. Todas as fotos já estão na galeria. São mais de 50 fotos em HQ.

Confira as fotos da Alycia no carpet e chegando ao evento logo abaixo.

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E ela no jantar.

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O FENÔMENO DOS FÃS…
“A coisa mais maluca que um fã fez por mim foi tatuar meu rosto ou uma das frases de The 100. Eu nunca fiz nada maluco como fã, eu não sou assim.”
O FIM DO MUNDO…
“Se isso acontecesse enquanto estou na Espanha, eu teria que aprender espanhol. Eu ficaria no hotel. Madrid é linda, isso é bom. E eu sairia para comer tapas!”
MEU MAIOR MEDO…
“Quando era uma criança, eu tinha medo de morrer, de um meteorito atingir a Terra. Agora não sei bem do que tenho medo.”
MÍDIA SOCIAL…
“Eu não sou boa nisso. Com elas você acaba perdendo uma parte da sua vida, você se torna obcecada querendo fazer a mesma coisa que outras pessoas. Se você focar em algo que é relamente apaixonada, essas coisas não importam.”
MINHA MÃE…
“Ela é uma roteirista. Ela é uma apoiadora fantástica, pois entende como as coisas são. Esse é um mundo tão estranho e maluco que você não consegue entender se não estiver na primeira fileira.”
MINHA PRIMEIRA DERROTA…
“Foi um sucesso. ‘Galyntine’ foi um piloto nunca lançado, da AMC também, e depois Fear the Walking Dead veio pra mim.”
O MELHOR CONSELHO…
“É mais revelador sobre quem você realmente é quando se está no seu pior e não no seu melhor.”
MODA…
“Eu adoro moda, deveria ser divertida. Eu recomendo o documentário sobre Iris Apfel, eu gosto de que uma mulher madura é um ícone porque ela tem mais experiência.”
MINHA PRIMEIRA AUDIÇÃO NOS EUA…
“Foi para ‘The Carrie Diaries’, há um tempo… Eu não tinha noção do que poderia acontecer. Eles não me escolheram, e acho que foi melhor assim.”
AUSTRALIA…
“Morando nos EUA, eu sinto falta do mar. Existem praias na Califórnia, mas nem se comparam.”
EU DISCONECTO…
“Assistindo junk TV. É terrível, mas se eu não quero pensar, é a forma perfeita.”
Tradução e Adaptação: Joyce Fonteles, ADCBR.

Na tarde de hoje (31), foram divulgadas as fotos do photoshoot que Alycia realizou para a revista Vogue Italia Beauty – Edição de Setembro, 2016.  Confiram as fotos em nossa galeria clicando nas miniaturas abaixo:

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Confiram ao artigo traduzido logo abaixo:

Ela está em Los Angeles e hoje é o seu 23 aniversário. “Minha mãe acabou de chegar da Austrália, estou feliz! Nós estamos indo comer no Cocconi em West Hollywood, meu restaurante italiano favorito, obviamente.” Depois do spinoff da série The Walking Dead Alycia se tornou uma diva verdadeira, mas isso não parece afetá-la.
“É algo que eu não esperava, a  fama. Eu estava há pouco tempo no México e todo mundo me reconhecia nas rua, era um choque!” Sua voz é feliz, amável. Ela é o oposto do que parece ser, e é importante pra ele que isso seja percebido.
“Na realidade eu sou bem diferente do que nessas fotos. Eu não uso muita maquiagem. Sou simples, eu raramente uso batom vermelho. Eu sou daquelas que quando uso, todo mundo percebe. Meu ídolo é Audrey Hepburn; ela tem um graça natural, quase irritante (de um jeito bom). Eu sou profundamente fascinada por ela.”
Ela fala sobre papéis específicos durante a sessão de fotos, dirigida por Comte: “Foi incrível! Michel é fantástico e muito inspirado. Nós tínhamos uma moodboard bastante detalhada. Eu estava um pouco assustada porque não consigo mover meu corpo como as modelos fazem, mas eu tinha estudado a cena. É interessante observar como os papéis mudam, chega a ser intimidante de uma certa forma. Ele queria capturar algo diferente, incomum, um tipo de beleza diferente, e eu acho que o resultado foi uma imagem melodramática, muito intensa. Como a foto no tapete felpudo, onde eu estou deitada e me olhando no espelho, e um tipo de reflexão interna sobre a própria imagem, percepção e projeção começam a acontecer. Na minha vida eu jamais busquei um reflexo diferente de meu próprio. Eu jamais tentei ser outra pessoa. Velluto Blu de David Lynch, que é um filme cult de 1986, inspirou o jeito que meu cabelo foi estilizado em algumas fotos, eu uso uma pequena peruca. Ela evoca a feminilidade de Isabella Rossellini. Eu ainda não interpretei um papel sexy, sou jovem, ainda estou explorando. No futuro eu gostaria de interpretar uma personagem diferente das que estou acostumada. Por enquanto, vamos filmar a terceira temporada de Fear the Walking Dead, e aí veremos.”
Tradução e Adaptação: Joyce Fonteles, ADCBR.

Confiram também ao vídeo feito nos bastidores do ensaio fotográfico:

Durante sua visita à Madrid, para um evento de  Fear The Walking Dead no dia 14 de julho, Alycia concedeu uma entrevista para a revista Cuore. 

Confiram a entrevista traduzida logo abaixo:


A australiana nos adianta as chaves de seu personagem na segunda temporada de ‘Fear The Walking Dead’, e nos conta como é sua vida em LA.
Pele de porcelana, juba (ou cabelo) longa e povoada de um loiro entre o natural e tratado, que da um toque mais doce para sua pessoa. Alycia Debnam-Carey é ainda mais bonita pessoalmente do que na televisão e dispõe de uma maturidade precisa com apenas 23 anos. Os últimos cinco anos passou em Los Angeles, longe de sua família e focada em sua carreira como atriz. Agora entendemos por que ela está na mira da mídia: seu trabalho em The 100 e em Fear The Walking Dead, que acaba de estrear a segunda temporada na AMC, ela ganhou o elogio da crítica, da audiência e de alguns que se renderam a este diamante bruto.


Em uma situação hipotética de um apocalipse zumbi, Alycia seria tão decidida e valente como sua personagem?
Essa pergunta é interessante, pois é a primeira vez que a fazem. Sim, acredito que eu me sairia bem se estivéssemos em um apocalipse: creio que ambas faríamos uma boa parceria em uma situação assim. Teria algumas habilidades.
Nos episódios que estão por vir, Alicia terá que seguir “puxando” sua mãe: apesar da sua juventude, parece ter assimilado melhor o desastre…
Sim. Acredito que é um tema recorrente que se desenvolve na segunda parte dessa temporada: se aprofundará mais a relação de mãe e filha. Desde o princípio sempre houve uma tensão. Finalmente, Alicia começa a se desenvolver como mulher e também exige de sua mãe um pouco mais de atenção. É a primeira vez que começamos a ver a habilidade de Alicia para enfrentar a realidade da situação.
O que tem significado Fear The Walking Dead em sua vida?
Na realidade, comecei a me dar conta agora de como as coisas mudaram em minha vida. Essa turnê fora dos Estados Unidos fez com que ficássemos conscientes da popularidade da série no mundo inteiro. Estávamos concentrados nos comentários nas redes sociais e creio que ficamos um pouco em uma bolha: não estivemos realmente expostos à percepção das pessoas. As coisas passaram muito mais rápido do que havíamos pensado.
Australiana com base nos E.U.A… Sente muita falta da sua família?
Faz cinco anos que vivo em Los Angeles e posso dizer que tenho um grande grupo de amigos e uma vida nos E.U.A. Parte da minha vida adulta aconteceu aqui: definitivamente posso dizer que sou feliz no lugar em que vivo. Toda minha família reside na Austrália e tentamos nos juntar sempre que podemos.
Falam de você como uma das atrizes com maior potencial na indústria. Você nota essa pressão?
Oh, não, não mesmo. Eu tento ficar de fora do que as pessoas pensam ou esperam. Mas, bem, saber que tem pessoas animadas com seu trabalho é algo grande. Além disso, te enviam muito apoio e energia positiva.
Apaixonada pela música, você estudou percussão. Que papel tem a música na sua vida agora?
É algo que sempre esteve aqui e sempre vai estar, mas agora está um pouco estacionado para que eu possa me concentrar nisso (carreira de atriz), que é o que eu sempre quis fazer. Em algum momento pensei que queria me dedicar à música, mas me dei conta muito rápido de que não é o que eu quero seguir profissionalmente. À medida que você evolui na música, você percebe que nunca vai acabar.
Sua saída de The 100 provocou uma chuva de críticas na internet: o produtor, inclusive, teve que se desculpar por matar sua personagem e comentou que poderia recuperá-la mais adiante. Esta é uma possibilidade?
Não sei nada sobre isso. Foi um rumo inesperado como as pessoas reagiram à morte da Lexa. Isso não foi feito com essa intenção: foi um problema de agendas na verdade. Eu era regular em Fear The Walking Dead e, obviamente, creio que foi a forma como foi feito que não funcionou. Mas eu teria que me concentrar nesta série. The 100 foi um momento muito poderoso e importante da minha vida profissional, e para honrar isso não acho que seja positivo ficar indo e vindo.
Dos longas-metragens em produção; em um deles você muda radicalmente para a comédia… Feliz com este novo registro em sua trajetória?
Friend Request também está na mesma linha de terror, e sim, é verdade que a comédia Liked foi um sopro de ar fresco. Foi ótimo fazer parte de um exercício de improvisação e é algo que eu gostaria de fazer mais vezes.


Tradução: Natalia Silvestrini

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