Por Romina V. Rocha

Para uns, ela é a Comandante Lexa. Para outros, Alicia Clark, a heroína de Fear the Walking Dead. Para o mundo do entretenimento, ela é Alycia Debnam-Carey, uma australiana de 26 anos, que vem conquistando público e crítica com suas atuações seguras e sua beleza incontestável.

Nascida em Sidney, Debnam-Carey estreou na televisão com apenas 8 anos de idade e desde então apareceu em várias produções em seu país de origem, até se aventurar em Hollywood. Sua grande chance chegou em 2014, quando fez uma participação especial em The 100, como Lexa, a Comandante dos 12 clãs. O sucesso da atriz foi grande na série até a trágica morte da personagem, que gerou comoção mundial e liderou tendências nas redes sociais. A repercussão foi tão grande que até hoje existem campanhas para o retorno dela.

Antes de aceitar viver a líder dos Grounders na série de TV e se tornar mundialmente conhecida, Alycia já havia participado de três longas metragens, Into the Storm, The Devil’s hand e Friend Request. Em todas as produções a atriz recebeu críticas positivas. A expectativa pela próxima incursão da atriz no cinema foi grande, o que gerou grande antecipação com relação ao filme A Violent Separation.

Uma tragédia convertida em crime. Dois irmãos unidos por um segredo. Um amor ameaçado por uma ligação de sangue. Assim começa A Violent Separation. Dirigido pelos irmãos Kevin e Michael Goetz, o filme é ambientado do meio oeste norte americano, e gira em torno do relacionamento dos irmãos Norman e Ray Young, com as irmãs Abbey e Frances Campbell.

A trama tem início com uma tragédia envolvendo as famílias Campbell e Young. Teria sido um crime ou apenas uma fatalidade? Com medo de ser responsabilizado devido ao seu passado conturbado, Ray resolve agir e fazer qualquer evidência do suposto crime desaparecer e, para isso, acaba envolvendo Norman, o até então correto policial.

O que se segue é o desmoronamento da relação entre os irmãos, agora envolvidos em um crime. Até aí o filme transcorre bem, com bons momentos de tensão e diálogos interessantes, tudo isso envolto em uma fotografia primorosa, retratando com fidelidade a época em que se passa, os anos 80, e o local onde a história acontece.

A Violent Separation peca em alguns momentos, principalmente na fragilidade do elenco masculino e a lentidão do enredo. O Norman, de Brenton Thwaites, não tem o carisma e o apelo necessário para o papel. Apesar de por vezes caricato na sua interpretação de um suposto ‘bad boy’, o Ray de Ben Robson cumpre relativamente bem o que dele se espera. Frances, por sua vez, é o personagem central do filme, sendo responsável pelos melhores momentos. É possível perceber a angústia da personagem, dividida entre o amor pela irmã e o sentimento de revolta, por ser sempre a que precisa resolver seus problemas.

Vale destacar a presença dos veteranos Ted Levine (O Silêncio dos Inocentes), como o xerife Ed Quinn, e Gerald McRaney, vencedor do Emmy pela série This is Us, como o pai de Frances e Abbey. A relação de Frances com o pai é um dos trunfos do filme, e tanto Alycia quanto McRaney brilham em seus papeis. Vale destacar também a participação de Claire Holt, como Abbey. Ela e Debnam-Carey são o coração do filme, que merece ser assistido.

Alycia Debnam-Carey compareceu a premiere da Screen Media Films de seu mais novo filme A Violent Separation, dia 13/05, junto de sua amiga Laura Harrier, seus co-stars Claire Holt, Brenton Thwaites, Ben Robson, Ted Levine e produtores do filme.

Confira as fotos em HD clicando nas miniaturas abaixo:

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Confira também a entrevista legendada da Alycia na premiere:

A atriz australiana Alycia Debnam-Carey é uma estrela que está crescendo.

A clama à fama da atriz de 26 anos veio com a série de ficção científica The 100, onde ela interpretou a Comandante Lexa e desde então ela tem cultivado uma fanbase enorme como Alicia Clark em Fear the Walking Dead.

Com a chegada da quinta temporada da série em SoHo2 dia 9 de Junho, Lucy Ewen se encontrou com Alycia no set em Austin, Texas para falar com ela sobre o seu salto da Terra Abaixo para Hollywood.

Continue lendo para descobrir mais sobre a vida na série, personagens femininos e como ela relaxa quando ela não está lutando contra zumbis:

Miss FQ: Fear The Walking Dead está de volta! O que podemos esperar da próxima temporada?
Alycia: Tudo se torna mais épico. Nós temos cenários incríveis, sequências de ações enormes. Tem muita fumaça e fogo e tem um acidente de avião – tem muita coisa acontecendo, é ótimo.

Nessa temporada, a missão do grupo é “ajudar os outros”. Como os humanos sobreviventes respondem a essa bondade?
Eu acho que todo mundo está suspeito um do outro. Você não chega até esse ponto com base em sorte e bondade – você tem sido cauteloso e brusco e agressivo. Tem que ter algo mais esperançoso e otimista para se esperar. Não pode ser só essa destruição depressiva, penosa e sem precedentes. Tem que ter mais. Então é pra onde isso tudo está indo e é um ótimo jeito de ver que nossos personagens precisam crescer mentalmente e emocionalmente durante essa jornada.

Você realmente cresceu e evoluiu com essa série – como você tem feito isso?
Tem sido muito recompensador. Ter que começar uma série sendo uma adolescente e daí realmente passar pelo amadurecimento dessa personagem é muito especial. O que eu escolhi de verdade tentar e fazer por tudo isso é que mesmo que ela lide com tanta morte e destruição, mesmo que ela se torne essa guerreira, muito da sua ternura e transparência emocional ainda está ali.

Mulheres estão realmente aumentando na indústria do entretenimento. O quão importante é empoderamento feminino nessa série?
Maggie Grace [a co-estrela famosa de Alycia] e eu estávamos falando disso ontem! O que é realmente incrível é que nós temos muitas mulheres nessa série que todas interpretam o que é visto como uma “mulher forte” de formas diferentes. Isso tem se tornado um chavão no momento: uma “fodona” ou uma “mulher poderosa” ou “eu estou super animada para interpretar uma personagem principal forte,” e a realidade disso é só realmente ver a prevalência de histórias de mulheres que estão no comando mais frequentemente. Essa série nos permite ver mais personagens mulheres que mostram suas histórias e deixam você vê-las como personagens completamente prontas. Você não está atrasando-as.

As mulheres nessa série não seguem um formato, por assim dizer?
Maggie [Grace] e eu estávamos falando sobre uma coisa que é muito interessante saber, a “escala Bechdel” – a presença de mulheres e o que elas falam sobre em filmes e séries – a nossa série quebra esse molde muitas vezes. Tem numerosos episódios em que só se tem personagens mulheres falando uma com a outra sobre vida, sobrevivência e sendo pega, e é realmente especial poder estar em uma série que tem algo assim.

Você é uma lutadora como a sua personagem?
Eu realmente não sou o tipo de máquina de matar como ela é! Eu sou um gatinho! Na minha vida pessoal, eu sou bem o oposto. Até quando chegou a primavera aqui [em Austin] eu estava tipo, “ah meu deus, gente, olha para essas flores! Eu posso colocar umas no meu cabelo?!” E eles ficaram tipo: “não, você precisa ficar séria, aqui está sua arma!” E eu fico tipo: “Eu não quero. Me deixa rolar nas colinas!” Por causa disso, é mais fácil desconectar e isso tudo ser uma coisa completamente diferente. Eu provavelmente sou mais parecida com a Alicia da primeira temporada – a Alicia normal!

Falando em se desconectar, como você se prepara para algo tão pesado: Nós lembramos a famosa cena no porão na última temporada que você foi elogiada pela sua performance…
É difícil fazer várias cenas como aquela e aquela em particular foi bem difícil porque tematicamente, foi confrontante, especialmente tendo que trabalhar com uma criança tão nova e ter um tema tão violento e gráfico. Então nós sempre tentamos e asseguramos que todo mundo está se sentindo confortável. Eu sei que é diferente para cada ator. É narrativa e nós sempre queremos tentar e explorar esses momentos mais extremos. É muito estranho. A mente de um ator é complicada. Tem um certo entusiasmo quando você pode explorar emoções extremas como um ator. Mas é definitivamente duro.

O que você tenta fazer quando você não está filmando?
Netflix!

O que você assiste?
Sabe, porque nós vivemos e respiramos tanto a nossa série o tempo todo, no nosso tempo de folga eu fico tipo “ME DÁ QUALQUER OUTRA COISA! Me dá puro glamour!”

Fear the Walking Dead retorna do hiatus dia 11 de agosto na AMC dos Estados Unidos.

Tradução e Adaptação, Adriana Rinaldo – ADCBR

Fonte

O Alycia Debnam-Carey Brasil está com vagas abertas! Quer fazer parte da nossa equipe? Se você tem tempo livre e interesse, preencha o formulário abaixo conforme a vaga que deseja ocupar e nos envie por email: debnamcareybr@hotmail.com

Antes de tudo, vale ressaltar que o trabalho feito no site não tem fins lucrativos e não é remunerado, é tudo feito de fãs para fãs por admiração ao trabalho da atriz Alycia Debnam-Carey.

Saiba mais detalhes sobre as vagas:

Gallery Manager: 2 vagas.
Nome:
Idade:
Tempo disponível por dia/semana:
Requisitos:
• Saber usar a galeria Coppermine.
• Ter acesso à fotos.
• Ter responsabilidade para cumprir as tarefas da vaga.

Tradutor: 1 vagas.
Nome:
Idade:
Tempo disponível por dia/semana:
Nível de inglês:
Requisitos:
• Ter o bom uso da língua portuguesa e inglesa.
• Ter um bom desempenho na transcrição de vídeos.
• Ter responsabilidade para cumprir as tarefas da vaga, quando necessário.

 

Nos envie as respostas e iremos avaliar.

Equipe Alycia Debnam-Carey Brasil.

A WonderCon 2019 iniciou nesta sexta-feira (29) e acabou no domingo (31), e, pelo segundo ano consecutivo, contou com a presença do elenco e dos produtores de Fear The Walking Dead. Na convenção foi mostrado o primeiro trailer da 5ª temporada de FTWD.

Confira as fotos em HQ da Alycia no evento clicando nas miniaturas abaixo:

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Confira também o trailer da 5ª temporada:

A CHANEL liberou hoje (19 de novembro) o lindo ensaio fotográfico e uma matéria que eles realizaram recentemente com a atriz, Alycia Debnam-Carey. Confiram tudo logo abaixo:

Como é usar alta-costura CHANEL pela primeira vez? É só perguntar para Alycia Debnam-Carey.

Todo mundo se lembra das suas primeiras vezes. Primeiro beijo. O primeiro término que veio depois. A primeira vez morando fora de casa. Primeiro emprego. E se você é Alycia Debnam-Carey, sua primeira vez usando alta-costura CHANEL. Enquanto a maioria das pessoas estão acostumados a ver Debnam-Carey retratando a lutadora de zumbis Alicia Clark em Fear the Walking Dead, nós pudemos ver um lado completamente diferente da atriz quando nós nos escondemos com ela por uma tarde no Hotel Surrey com quartos e mais quartos de alta-costura CHANEL.

Embora Debnam-Carey passe a maior parte do seu tempo comandando a tela, é justo dizer que fashion pode ter sido seu primeiro amor. “Fashion sempre foi algo que eu fui super apaixonada desde que eu era muito nova e muito intrigada,” ela nos disse. Na verdade, a maior parte do seu amor por fashion foi inspirado pelo o que ela viu em filmes, “Muitas das minhas primeiras memórias sobre fashion são filmes antigos. O que me vem na cabeça é algo como O Mágico de Oz, Dorothy e aqueles sapatos vermelhos. Eu acho que eu adquiri um fetiche por sapatos, porque eu amo sapatos, mas essa é uma memória bem marcante, aqueles sapatos.” Ela continuou, “coisas bobas também, tipo Como Perder Um Homem Em 10 Dias, quando Kate Hudson está usando aquele vestido amarelo ouro. Eu lembro de ter pensado, eu quero usar isso quando eu tiver 10 anos ou coisa assim. Eu acho que para mim, é daí que o amor vem também, a combinação de filmes com fashion para mim sempre foi uma colaboração, eu tenho toda uma fascinação e apreciação por isso.”

Claro, nós tivemos que perguntar qual é o estilo de Debnam-Carey em seus dias de folga quando ela não está mergulhada em diamantes e descobrimos que ela tem um favorito muito específico, “Eu amo vestidos de verão, são meus favoritos em LA. Eu, na verdade, tenho dificuldades quando não é verão porque todo mundo está tipo, ótimo, agora eu posso usar jeans e camiseta. Mas para mim, eu só quero viver em vestidos de verão. Eu acho tipo o estilo dos anos 40 e 50 em particular. E eu amo chinelos ou rasteirinhas, ou até, na verdade, ultimamente eu ando amando mules. E uma boa bolsa bem clássica para deixar mais chique.”

Conforme o dia passava, nós também descobrimos mais sobre a atriz e sua carreira. “Eu sempre soube que queria fazer isso,” ela explicou. “Então eu comecei bem cedo. Eu gravei minha primeira música quando eu tinha oito, e foi aí que eu me apaixonei por tudo isso. Eu não sabia que existia um mundo inteiro onde as pessoas poderiam trabalhar juntas e criar mágica aos meus olhos, na verdade. E então, eu sabia que isso era o que eu queria fazer.” Aos 17, ela assinou com um agente nos EUA e quando ela tinha apenas 18 anos, ela saiu da Austrália e mudou para Los Angeles. Embora o primeiro ano tenha sido cheio de gravações consecutivas, Debnam-Carey também descobriu os altos e baixos de atuar. “Eu tive um ótimo primeiro ano, foi meio que coisa de um sonho. Foi trabalho consecutivo- foi quase bom demais para ser verdade. E depois, o segundo ano foi silêncio total e eu acho que isso faz parte das dores de crescimento de LA e da indústria também. Que você precisa ter esse desafio, e é bom para você ter isso. Para que você saiba que é realmente isso que você quer fazer. E que as razões pelas quais você ama fazer isso são as razões certas, o que são para mim a arte em si e o processo disso tudo. Então depois disso, eu meio que consegui alguns papéis incríveis. Mas claro, é realmente Fear the Walking Dead que tem sido meu maior aprendizado. Eu aprendi muito com os atores brilhantes da série, Kim Dickens, Frank Dillane, Lennie James, Cliff Curtis, Colman Domingo, essas pessoas que têm sido incríveis atores, mas também profissionais maravilhosos.”

Debnam-Carey quer trazer todas essas experiências para sua carreira no futuro. “Eu estou nessa posição incrível em que eu posso liderar uma série de um jeito diferente e agora eu realmente estou na vanguarda, o que é muito diferente, mas também muito interessante. Mas além disso, eu estou tentando ser muito particular com o que eu escolho. Eu quero focar mais em filmes ou séries limitadas porque eles te dão mais tempo para pular de um lado para outro e investigar outros personagens e outros mundos e é por isso que eu sempre me apaixonei. O jeito que você consegue viver diferentes vidas, e períodos de tempo, e vestimentas, e personagens.”

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Tradução e Adaptação, Adriana Rinaldo – ADCBR.

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