Veterana na série Fear the Walking Dead, Alycia Debnam-Carey conta que Alicia vai se tornar uma pessoa e líder melhor na quinta temporada, e também irá estreitar sua ligação com Morgan (Lennie James), seu mentor.
“Tem sido um verdadeiro prazer estar há tanto tempo com um personagem, e vê-la crescer, de uma estudante, e tornando uma guerreira destemida, e mesmo toda tragédia que aconteceu, eu acredito que tenha dado a ela as ferramentas necessárias para se tornar uma jovem tão capaz”, revela Debnam-Carey durante a WonderCon, em Anaheim, Califórnia.
“Mas acho que o que realmente veremos daqui pra frente é ela tentando decidir o que fazer em seguida, e já esperança? E isso é o que realmente fará dela uma pessoa melhor e líder em tudo isso. Porque se você não consegue se conectar com a humanidade disso, então eu acho que você não tem mais nada.”
Ultimo membro sobrevivente do clã Clark, após as mortes devastadoras de sua mãe Madison (Kim Dickens) e seu irmão Nick (Frank Dillane), Alicia cresceu significativamente quando assumiu o papel de irmã mais velha da assassina do seu irmão, Charlie (Alexa Nisenson).
Agora Morgan lidera o grupo enquanto eles embarcam em uma nova missão, repleta de medo, para procurar e ajudar outros sobreviventes, assumindo aqueles deveres nos momentos finais da temporada 4 após encontrar inspiração na falecida Madison e no bondoso caminhoneiro Polar Bear (Stephen Henderson).
“O par formado por Morgan e Alicia é bem interessante”, diz Debnam-Carey sobre a dinâmica, lançada quando Morgan tentou impor sua ideologia pacífica a uma Alicia enlutada e em busca de vingança na temporada 4.
“Eu acho que os dois estão tentando lidar com as mesmas questões filosóficas de: Qual é a razão para continuar? Por que queremos continuar, qual é o objetivo? Acho que ela o vê como uma espécie de mentor, porque ela a protege e tenta convencê-la de que há mais do que isso e que temos que fazer coisas melhores para compensar por tudo o que fizemos e que isso pode ser uma coisa realmente positiva, e isso pode lhe dar esperança, e lhe dar um senso de razão e propósito.”
E esperança e propósito são coisas que Alicia precisa.
“Tudo pelo qual ela passou, ela perdeu tanta gente, e se tornou essa guerreira fechada”, acrescentou Debnam-Carey. “E é disso que ela se orgulha, e é o que pensa, que é a única coisa que ela pode fazer, apenas lutar e matar. E eu acho que ele é uma das pessoas que sabe que há muito mais (para ela) do que isso e ele quer que ela comece a confiar novamente.”

Retornando para a 5ª temporada ao lado de Alycia Debnam-Carey estão Lennie James, Danay García, Jenna Elfman, Garret Dillahunt, Maggie Grace e Alexa Nisenson. Também estão nesta temporada Mo Collins e Daryl Mitchell, como Sarah e Wendell, Rubén Blades, que retorna como Daniel Salazar, e os estreantes Austin Amelio, como Dwight, e Karen David, como Grace.

Tradução e adaptação: Romina V. Rocha, ADCBR. 

Fonte

No dia 2 de junho deste ano, Alycia, elenco e produtores de Fear the Walking Dead compareceram à premiere da 5ª temporada da série no Split Screen Festival no IFC Center em Nova York, realizando painéis e coletiva de imprensa para falar tudo sobre sua temporada mais recente.

Confira todas as fotos em HD da atriz no evento clicando nas miniaturas abaixo:

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Confira também a entrevista da StyleMTV legendada:

No dia 03 de junho deste ano, Alycia Debnam-Carey e o elenco de Fear the Walking Dead compareceram à entrevista da BUILD Series em NYC para falarem sobre a 5ª temporada da série.

Confira as fotos em HQ clicando nas miniaturas abaixo:

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Confira também o vídeo completo da entrevista legendado:

Por Romina V. Rocha

Para uns, ela é a Comandante Lexa. Para outros, Alicia Clark, a heroína de Fear the Walking Dead. Para o mundo do entretenimento, ela é Alycia Debnam-Carey, uma australiana de 26 anos, que vem conquistando público e crítica com suas atuações seguras e sua beleza incontestável.

Nascida em Sidney, Debnam-Carey estreou na televisão com apenas 8 anos de idade e desde então apareceu em várias produções em seu país de origem, até se aventurar em Hollywood. Sua grande chance chegou em 2014, quando fez uma participação especial em The 100, como Lexa, a Comandante dos 12 clãs. O sucesso da atriz foi grande na série até a trágica morte da personagem, que gerou comoção mundial e liderou tendências nas redes sociais. A repercussão foi tão grande que até hoje existem campanhas para o retorno dela.

Antes de aceitar viver a líder dos Grounders na série de TV e se tornar mundialmente conhecida, Alycia já havia participado de três longas metragens, Into the Storm, The Devil’s hand e Friend Request. Em todas as produções a atriz recebeu críticas positivas. A expectativa pela próxima incursão da atriz no cinema foi grande, o que gerou grande antecipação com relação ao filme A Violent Separation.

Uma tragédia convertida em crime. Dois irmãos unidos por um segredo. Um amor ameaçado por uma ligação de sangue. Assim começa A Violent Separation. Dirigido pelos irmãos Kevin e Michael Goetz, o filme é ambientado do meio oeste norte americano, e gira em torno do relacionamento dos irmãos Norman e Ray Young, com as irmãs Abbey e Frances Campbell.

A trama tem início com uma tragédia envolvendo as famílias Campbell e Young. Teria sido um crime ou apenas uma fatalidade? Com medo de ser responsabilizado devido ao seu passado conturbado, Ray resolve agir e fazer qualquer evidência do suposto crime desaparecer e, para isso, acaba envolvendo Norman, o até então correto policial.

O que se segue é o desmoronamento da relação entre os irmãos, agora envolvidos em um crime. Até aí o filme transcorre bem, com bons momentos de tensão e diálogos interessantes, tudo isso envolto em uma fotografia primorosa, retratando com fidelidade a época em que se passa, os anos 80, e o local onde a história acontece.

A Violent Separation peca em alguns momentos, principalmente na fragilidade do elenco masculino e a lentidão do enredo. O Norman, de Brenton Thwaites, não tem o carisma e o apelo necessário para o papel. Apesar de por vezes caricato na sua interpretação de um suposto ‘bad boy’, o Ray de Ben Robson cumpre relativamente bem o que dele se espera. Frances, por sua vez, é o personagem central do filme, sendo responsável pelos melhores momentos. É possível perceber a angústia da personagem, dividida entre o amor pela irmã e o sentimento de revolta, por ser sempre a que precisa resolver seus problemas.

Vale destacar a presença dos veteranos Ted Levine (O Silêncio dos Inocentes), como o xerife Ed Quinn, e Gerald McRaney, vencedor do Emmy pela série This is Us, como o pai de Frances e Abbey. A relação de Frances com o pai é um dos trunfos do filme, e tanto Alycia quanto McRaney brilham em seus papeis. Vale destacar também a participação de Claire Holt, como Abbey. Ela e Debnam-Carey são o coração do filme, que merece ser assistido.

Alycia Debnam-Carey compareceu a premiere da Screen Media Films de seu mais novo filme A Violent Separation, dia 13/05, junto de sua amiga Laura Harrier, seus co-stars Claire Holt, Brenton Thwaites, Ben Robson, Ted Levine e produtores do filme.

Confira as fotos em HD clicando nas miniaturas abaixo:

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Confira também a entrevista legendada da Alycia na premiere:

A atriz australiana Alycia Debnam-Carey é uma estrela que está crescendo.

A clama à fama da atriz de 26 anos veio com a série de ficção científica The 100, onde ela interpretou a Comandante Lexa e desde então ela tem cultivado uma fanbase enorme como Alicia Clark em Fear the Walking Dead.

Com a chegada da quinta temporada da série em SoHo2 dia 9 de Junho, Lucy Ewen se encontrou com Alycia no set em Austin, Texas para falar com ela sobre o seu salto da Terra Abaixo para Hollywood.

Continue lendo para descobrir mais sobre a vida na série, personagens femininos e como ela relaxa quando ela não está lutando contra zumbis:

Miss FQ: Fear The Walking Dead está de volta! O que podemos esperar da próxima temporada?
Alycia: Tudo se torna mais épico. Nós temos cenários incríveis, sequências de ações enormes. Tem muita fumaça e fogo e tem um acidente de avião – tem muita coisa acontecendo, é ótimo.

Nessa temporada, a missão do grupo é “ajudar os outros”. Como os humanos sobreviventes respondem a essa bondade?
Eu acho que todo mundo está suspeito um do outro. Você não chega até esse ponto com base em sorte e bondade – você tem sido cauteloso e brusco e agressivo. Tem que ter algo mais esperançoso e otimista para se esperar. Não pode ser só essa destruição depressiva, penosa e sem precedentes. Tem que ter mais. Então é pra onde isso tudo está indo e é um ótimo jeito de ver que nossos personagens precisam crescer mentalmente e emocionalmente durante essa jornada.

Você realmente cresceu e evoluiu com essa série – como você tem feito isso?
Tem sido muito recompensador. Ter que começar uma série sendo uma adolescente e daí realmente passar pelo amadurecimento dessa personagem é muito especial. O que eu escolhi de verdade tentar e fazer por tudo isso é que mesmo que ela lide com tanta morte e destruição, mesmo que ela se torne essa guerreira, muito da sua ternura e transparência emocional ainda está ali.

Mulheres estão realmente aumentando na indústria do entretenimento. O quão importante é empoderamento feminino nessa série?
Maggie Grace [a co-estrela famosa de Alycia] e eu estávamos falando disso ontem! O que é realmente incrível é que nós temos muitas mulheres nessa série que todas interpretam o que é visto como uma “mulher forte” de formas diferentes. Isso tem se tornado um chavão no momento: uma “fodona” ou uma “mulher poderosa” ou “eu estou super animada para interpretar uma personagem principal forte,” e a realidade disso é só realmente ver a prevalência de histórias de mulheres que estão no comando mais frequentemente. Essa série nos permite ver mais personagens mulheres que mostram suas histórias e deixam você vê-las como personagens completamente prontas. Você não está atrasando-as.

As mulheres nessa série não seguem um formato, por assim dizer?
Maggie [Grace] e eu estávamos falando sobre uma coisa que é muito interessante saber, a “escala Bechdel” – a presença de mulheres e o que elas falam sobre em filmes e séries – a nossa série quebra esse molde muitas vezes. Tem numerosos episódios em que só se tem personagens mulheres falando uma com a outra sobre vida, sobrevivência e sendo pega, e é realmente especial poder estar em uma série que tem algo assim.

Você é uma lutadora como a sua personagem?
Eu realmente não sou o tipo de máquina de matar como ela é! Eu sou um gatinho! Na minha vida pessoal, eu sou bem o oposto. Até quando chegou a primavera aqui [em Austin] eu estava tipo, “ah meu deus, gente, olha para essas flores! Eu posso colocar umas no meu cabelo?!” E eles ficaram tipo: “não, você precisa ficar séria, aqui está sua arma!” E eu fico tipo: “Eu não quero. Me deixa rolar nas colinas!” Por causa disso, é mais fácil desconectar e isso tudo ser uma coisa completamente diferente. Eu provavelmente sou mais parecida com a Alicia da primeira temporada – a Alicia normal!

Falando em se desconectar, como você se prepara para algo tão pesado: Nós lembramos a famosa cena no porão na última temporada que você foi elogiada pela sua performance…
É difícil fazer várias cenas como aquela e aquela em particular foi bem difícil porque tematicamente, foi confrontante, especialmente tendo que trabalhar com uma criança tão nova e ter um tema tão violento e gráfico. Então nós sempre tentamos e asseguramos que todo mundo está se sentindo confortável. Eu sei que é diferente para cada ator. É narrativa e nós sempre queremos tentar e explorar esses momentos mais extremos. É muito estranho. A mente de um ator é complicada. Tem um certo entusiasmo quando você pode explorar emoções extremas como um ator. Mas é definitivamente duro.

O que você tenta fazer quando você não está filmando?
Netflix!

O que você assiste?
Sabe, porque nós vivemos e respiramos tanto a nossa série o tempo todo, no nosso tempo de folga eu fico tipo “ME DÁ QUALQUER OUTRA COISA! Me dá puro glamour!”

Fear the Walking Dead retorna do hiatus dia 11 de agosto na AMC dos Estados Unidos.

Tradução e Adaptação, Adriana Rinaldo – ADCBR

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