Ontem (23/04) Alycia Debnam-Carey, compareceu à premiere do filme Avengers: Infinity War, em Los Angeles. A atriz foi acompanhada de sua amiga Laura Harrier.

Confiram as fotos HQ clicando nas miniaturas abaixo:

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Confiram também vídeo da atriz no carpet do evento:

Fotos: Far Far Away Site

A medida que nos preparamos para o lançamento de Fear the Walking Dead, a edição de hoje da nossa série de artigos CarterMatt Unsung Heroes é sobre a jornada de uma heroína e alguém que se viu em meio a tremendo perigo e sofrimento. Alicia Clark, interpretada por Alycia Debnam-Carey, começou a série como alguém completamente despreparada para os perigos que a rodeavam no apocalipse zumbi; agora, ela tem a capacidade de ajudar outras pessoas que estão sofrendo e de tomar decisões difíceis quando as situações surgem.

Como a série permitiu que esse personagem tivesse tanta profundidade ao longo do tempo? Muito disso começa como o olhar para onde sua história começou – ao começar a história de Fear the Walking Dead logo após o inicio do apocalipse, tivemos a chance de mergulhar na humanidade da Alicia. Ela era uma jovem mulher com suas próprias questões de identidade e propósito para descobrir, e apostar na vida ou morte em cima disso era uma receita para o desastre. Vimos seu medo, sua insegurança e também um pouco da sua capacidade para cometer erros. Ela fez várias, seja em termos de confiança ou sobrevivência.

E é ai que o próximo componente chave da evolução de Alicia Clark entra em cena: sua capacidade de aprender. Apesar de seus defeitos (como todos os grandes heróis), sua maior força é que ela nunca ignora o conhecimento. Ela aprendeu com suas experiências, e ela aprendeu com sua mãe Madison, que passou por sua quota de dor muito antes do inicio do apocalipse. Ela ficou mais forte, e foi capaz de usar um pouco de sua intuição natural mais no campo. Mesmo no meio da morte, ela tinha alguém para quem ela pudesse olhar. Ela já entendia empatia e cuidava de outras pessoas devido ao seu relacionamento com Nick, mas passar pelo apocalipse ajudou a entender melhor em uma escala mais ampla. No rancho Broke
Jaw, Alicia viu exemplos de má liderança e caos, mas ela também começou a entender a boa liderança, oferecendo esperança e encontrando soluções rápidas para problemas que não eram egoístas. Enquanto Alicia ainda se esforçava ocasionalmente para aqueles momentos de normalidade, ela percebeu que este não era um mundo normal. Ela mostrou que pode tomar as decisões certas e superar as perdas. É por isso que ela ainda esta de pé e o crescimento de seu personagem é tão verossímil e natural para esse mundo que você não pode deixar de torcer por ela.
O desempenho de Debnam-Carey também traz a Alicia para novos patamares, já que a cada temporada parece que ela descobre algo mais sobre essa personagem e contribui para o coquetel de experiências de vida que ela tem. Ela pode canalizar sua dor lindamente, mas também ser forte e entrar no modo assassina de zombi, se necessário. Se você já precisou de um microcosmo da evolução da personagem, tudo o que você precisa fazer é olhar para a imagem abaixo da próxima temporada.

Você pode imaginar esta Alicia existindo na primeira temporada de Fear the Walking Dead? é difícil. É um sinal de seu heroísmo, seu crescimento e sua força.

 

O que você acha que pode estar vindo para Alicia Clark nessa nova temporada de Fear the Walking Dead? e você está tão impressionado quanto nós com o crescimento da personagem?

A quarta temporada de Fear The Walking Dead estreia neste Domingo, 15 de Abril, na AMC.

Tradução e Adaptação, Cláudia Facci – ADCBR.

Fonte:

Alycia Debnam-Carey de Fear The Walking dead ofereceu mais sugestões que a quarta temporada vai incluir “saltos no tempo”.  Há especulações que a linha do tempo para os novos episódios vão se entrelaçar com a série parente The Walking dead. Isso explica como Lennie James pode fazer um “salto no tempo” entre dois shows como Morgan Jones.

Alycia falou ao Digital spy em uma recente visita ao set em Austin, Texas, que terá definitivamente linhas de tempo alternadas nos novos episódios, dando a ela chances de explorar diferentes lados de sua personagem Alicia.

“Eu não posso ir muito afundo mas há elementos excitantes nessa temporada, em particular na primeira parte, onde nós brincamos muito com o tempo, então verão diferentes pontos de quem Alicia é como personagem, e nesse tempo eles estarão bastante diferentes, eles filmaram em partes muitos diferentes umas das outras e todos eles parecem diferentes.”  Ela explica.

“Isso é muito animador. É algo que nunca vi sendo tentado em qualquer um dos universos de The Walking dead muito menos com qualquer outro TV show no momento. Há também um monte de mudanças dramáticas acontecendo para ela, ela está crescendo e aprendendo. Eu acho que vimos ela se tornar algo como uma badass apocalíptica, ela é capaz de se aguentar muito bem agora mas esses passos irão subir para outro nível.”

Alycia não entrará em detalhes específicos sobre as mudanças que os telespectadores vão ver na Alicia, mas deu uma pista criativa sobre isso.

“Desde o início desse show eu tenho sempre o papel da jovem adolescente,” Ela diz. “Eu acredito que você pode muito com isso se você por pra fora, dizer o que você quer, perguntar por coisas, pedir materiais diferentes, ser investida e ser membro ativo desse show. Eu sempre fui muito ativa em perguntar o que eu queria e o que eu gosto, eles escutam e são muito receptivos.”

“Minha coisa favorita sobre os ‘saltos no tempo’ no show é que você tem uma mudança específica que pode acontecer com seu personagem. Uma das coisas mais difíceis sobre esse show é que se move devagar em termos de minutos, é sempre sobre o detalhe. Com o salto no tempo é divertido porque você tem uma específica mudança, quer seja partido dos escritores ou de uma perspectiva de um  personagem que você tem licença pra fazer, mesmo se você só quer cortar o cabelo.”

 

Fear the Walking dead retorna com sua nova temporada dia 15 de Abril, na AMC.

Tradução e Adaptação, Larissa Ricardo – ADCBR.

Fonte:

 

 

Durante a coletiva na WonderCon desse ano, o site ComicBook fez uma pequena entrevista com uma parte do elenco de Fear The Walking Dead. Confira a entrevista traduzida logo abaixo:

Alguns anos no apocalipses será o suficiente para transformar a Alicia Clark em uma ‘fodona’ como nenhuma outra quando a quarta temporada de Fear the Walking Dead rolar.

Apesar de grande parte da campanha de marketing de Fear the Walking Dead ser centrada em torno de novos membros do elenco e um crossover com The Walking Dead, Alycia Debnam-Carey ficou entusiasmada quando ela garantiu a ComicBook.com que sua personagem esta evoluindo. E não para aí, no entanto. Alicia Clark terá um papel ainda mais eminente do que nas temporadas anteriores, se a carga de trabalho da Debnam-Carey for alguma indicação.

“Você não faz a menor idéia, do quão ‘fodona’ Alicia Clark vai ser”, disse Debnam-Carey. “A jornada da Alicia nessa temporada é dura”, acrescentou a atriz que faz a Madison Clark, Kim Dickens, sentada ao lado da atriz que interpreta a filha de sua personagem.

“Vamos apenas dizer que ela esta exausta e um pouco machucada”, acrescentou o ator Colman Domingo, que interpreta o Victor Strand. “Os machucados que tive nos últimos dois meses, eu estou apenas tomando banho no gel de arnica todos os dias”, disse Debnam-Carey, com uma risada. “Definitivamente foi uma gravação mais brutal pra mim nesta temporada, mas também, estou trabalhando muito mais, e há muito mais sequência de ação, também estamos filmando muito drama! É bom. Um elemento disso foi levantado. Agora temos muito mais experiência, mesmo com as armas que estamos carregando.”

Colman Domingo promete que haverá um “salto no tempo” rumo à quarta temporada, o que significa que esses personagens são significativamente mais profundos em sua jornada apocalíptica na próxima vez que o público os ver.

“Mesmo na primeira semana em que estávamos no set, tínhamos que falar com o nosso novo aderecista Colin [Thurston], mas também com o nosso novo armeiro e com a maneira como ele nos mostrava quais armas tínhamos, o que eram. Isso foi enfrentado à sua própria maneira, porque não tínhamos muito disso para lidar. Nós tivemos, mas não foi na mesma medida que a outra série tinha. De repente, éramos muito parte desse mundo” Eles estão muito mais preparados para as ameaças agora do que nunca. “Antes era mais desagradável”, disse Domingo. “Um pouco mais treinado.”

Fear the Walking Dead vai estrear sua quarta temporada depois que The Walking Dead terminar sua oitava, às 10h da noite, no dia 15 de Abril, na AMC.

Tradução e Adaptação, Cláudia Facci – ADCBR.

Fonte

O elenco e produtores de Fear The Walking Dead compareceram à WonderCon – um evento anual de ficção científica e filmes – pela primeira vez. Esta é a primeira WonderCon para as duas séries do universo de The Walking Dead! A convenção começou nesta sexta-feira, 23 de março, e acabou no domingo, 25, e contou com a presença de Alycia.
Confira mais fotos em HQ da atriz no evento e durante o painel clicando nas miniaturas:
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Confira também o vídeo do painel completo de FTWD na convenção:

Há dois anos atrás, um assunto dominou os Trends do Twitter, os Fãs LGBTs merecem mais.

Quando The 100 matou a comandante dos clãs, lésbica, Lexa, a audiência não ficou apenas chateada, eles ficaram bravos. Esta foi a ultima gota depois de anos de personagens LGBTQ serem mortos sem piedade. Publicações Mainstream como The Washington Post, Variety e The Hollywood Reporter, todos se juntaram.

Uma campanha de arrecadações de fundos foi criada, assim como a ClexaCon, que foi um grande sucesso. Mas quando estamos falando sobre a “bagunça de The 100”, como Maureen Ryan da Variety diz, não estamos apenas falando sobre as conseqüências de matar uma lésbica. Os escritores de The 100 atraíram fãs lésbicas e bissexuais em fóruns Queer – “safe spaces” – ao ridicularizarem as preocupações válidas de suas vitimas que caíram na tropa do “Bury your gays”. Depois de o episódio ser exibido, alguns usuários influentes no twitter tiveram que postar linhas de atendimento contra suicídio, porque quando você se lembra quem é o publico algo de The 100, é além de antiético e deliberadamente manipulador atrair jovens LGBTQ que já estão passando por dificuldades na vida real e que usam a televisão como uma válvula de escape.

No entanto, em vez de refletir sobre a injustiça que muitos fãs sentiram que enfrentavam, nós só podemos olhar para frente. A representação LGBTQ está em constante evolução na televisão… ou é isso? Eu fui para o twitter para descobrir o que as pessoas pensam. Foi no twitter que tudo isso começou; O twitter terá sua voz ouvida mais uma vez. Eu perguntei:

1.) Com a vergonhosa “bagunça da Lexa” como vocês avaliariam, brevemente a representação LGBTQ, na TV agora? Especialmente, como vocês acham que a morte da Lexa afetou essa representação LGBTQ? O que ainda falta e o que melhorou, desde o impacto da morte da Lexa? Se é o caso?

Os fãs responderam quase que instantaneamente. Aqui é o que alguns deles disseram:

“Eu acho que a morte da Lexa certamente aumento a consciência de algo que os escritores
eram ignorantes como sendo um problema repetitivo ou uma atividade ignorada para um final
mais conveniente /falta de criatividade para um final de uma história de amor lésbica. O
resultado da morte da Lexa fez com que seja impossível de ignorar isso.”

“Ainda estou traumatizada. A morte da Lexa realmente trouxe atenção para o “Bury your
trope” (a morte dos gays). Parece que é um padrão vicioso que está sendo feito de modo
exagerado. As mentiras, iscas e decepções ainda continuam. Alguns atraem os LGBTQ para
assistirem suas séries apenas por lucro.”

“A morte da Lexa afetou claramente a representação LGBTQ na TV. A enorme reviravolta
obrigou a grande mídia a tomar nota e, posteriormente, pressionaram os criadores/líder dos
seriados para discutirem o tratamento dos personagens LGBTQ de maneira que foram
previamente autorizados a obter um passe para.”

“A morte inútil e cruel da Lexa teve o poder de diminuir o número de hipotecas entre os
personagens LGBTQ, mas, além disso, não melhorou a qualidade da representação e eu não
pude amar um novo personagem LGBT porque tenho medo de sofrer novamente.”

“Claro que teve um impacto, mas a vida da Lexa teve um impacto maior. Nós não vamos
conseguir mais consciência para o que é boa representação, enquanto os escritores escaparem
com tropos e estereótipos nocivos. Ouça, repense, reescreva, encontre uma maneira. Seja
responsável, envie a mensagem certa.”

A principal idéia de tudo isso infelizmente, eu não acho que possamos esperar uma representação perfeita em todas as frentes ainda. O mundo é muito diversificado em termos de etnia, raça, sexualidade, deficiência… todos os tipos. Mas em vez de discriminar por causa dessas individualidades, por que não comemorar isso?

Parece que o consenso geral é que, embora o tratamento do “incidente da Lexa” não tenha sido ótimo, tudo em seguida foi. De certa forma, é uma vitória. Uma tragédia sempre permanecerá uma tragédia, mas se ela inspira tal generosidade, apoio e amor compartilhado a comunidade, sim, entre uma multidão de estranhos na internet, então, talvez nós, não sejamos viciados em mídias sociais por todos os motivos errados. Em alguns casos, como se viu nos tweets acima, os fãs estavam tão ligados a Lexa e o que ela queria dizer como símbolo, que eles não podiam ver a representação LGBTQ da mesma maneira novamente. E isso é uma pena, porque há excelentes meios de comunicação la fora.

One day at a time, Brooklyn Nine-nine e Legends of Tomorrow, por exemplo. Mas não é difícil simpatizar aqui, porque pela milésima vez: a televisão não é um vácuo. Os espectadores são pessoas reais; alguns são tão jovens.

A vulnerabilidade está na vanguarda e até a televisão melhorar seus padrões de representação, talvez essa vulnerabilidade permaneça na vanguarda. Não quer dizer que a televisão não tem, mas ainda tem um caminho compreensivelmente longo a seguir. No entanto, o que os fãs fizeram, tão sensivelmente, é continuar com o legado da Lexa. A Lexa sempre foi uma personagem altruísta. Não há nada que se possa fazer sobre a morte, além de decidir o que você aprende e tira disso. Lexa deixou um legado de amor, e os fãs abraçaram isso. A prova disso são as campanhas de arrecadações de fundos, na ClexaCon, nos brindes e na produção de algumas coisas incríveis de fãs. Os legados ficam, sim. Mas o que realmente importa é o que você faz com esse legado. E neste
caso, penso que a mensagem de amor foi ouvida em voz alta, triunfante e claramente.

Ah, temos um longo caminho a percorrer, mas as rodas do nosso comboio LGBT estão, definitivamente, em movimento. Agora, esperamos um Tesla de arco-íris para nos lançar em um mundo verdadeiramente representativo da diversidade de beleza com que somos tão abençoados todos os dias na vida real.

Nicola Choi sobre a representação LGBTQ, a morte dos personagens gays e o legado duradouro da Lexa.

Tradução e Adaptação, Cláudia Facci – ADCBR.

Fonte: