A CHANEL liberou hoje (19 de novembro) o lindo ensaio fotográfico e uma matéria que eles realizaram recentemente com a atriz, Alycia Debnam-Carey. Confiram tudo logo abaixo:

Como é usar alta-costura CHANEL pela primeira vez? É só perguntar para Alycia Debnam-Carey.

Todo mundo se lembra das suas primeiras vezes. Primeiro beijo. O primeiro término que veio depois. A primeira vez morando fora de casa. Primeiro emprego. E se você é Alycia Debnam-Carey, sua primeira vez usando alta-costura CHANEL. Enquanto a maioria das pessoas estão acostumados a ver Debnam-Carey retratando a lutadora de zumbis Alicia Clark em Fear the Walking Dead, nós pudemos ver um lado completamente diferente da atriz quando nós nos escondemos com ela por uma tarde no Hotel Surrey com quartos e mais quartos de alta-costura CHANEL.

Embora Debnam-Carey passe a maior parte do seu tempo comandando a tela, é justo dizer que fashion pode ter sido seu primeiro amor. “Fashion sempre foi algo que eu fui super apaixonada desde que eu era muito nova e muito intrigada,” ela nos disse. Na verdade, a maior parte do seu amor por fashion foi inspirado pelo o que ela viu em filmes, “Muitas das minhas primeiras memórias sobre fashion são filmes antigos. O que me vem na cabeça é algo como O Mágico de Oz, Dorothy e aqueles sapatos vermelhos. Eu acho que eu adquiri um fetiche por sapatos, porque eu amo sapatos, mas essa é uma memória bem marcante, aqueles sapatos.” Ela continuou, “coisas bobas também, tipo Como Perder Um Homem Em 10 Dias, quando Kate Hudson está usando aquele vestido amarelo ouro. Eu lembro de ter pensado, eu quero usar isso quando eu tiver 10 anos ou coisa assim. Eu acho que para mim, é daí que o amor vem também, a combinação de filmes com fashion para mim sempre foi uma colaboração, eu tenho toda uma fascinação e apreciação por isso.”

Claro, nós tivemos que perguntar qual é o estilo de Debnam-Carey em seus dias de folga quando ela não está mergulhada em diamantes e descobrimos que ela tem um favorito muito específico, “Eu amo vestidos de verão, são meus favoritos em LA. Eu, na verdade, tenho dificuldades quando não é verão porque todo mundo está tipo, ótimo, agora eu posso usar jeans e camiseta. Mas para mim, eu só quero viver em vestidos de verão. Eu acho tipo o estilo dos anos 40 e 50 em particular. E eu amo chinelos ou rasteirinhas, ou até, na verdade, ultimamente eu ando amando mules. E uma boa bolsa bem clássica para deixar mais chique.”

Conforme o dia passava, nós também descobrimos mais sobre a atriz e sua carreira. “Eu sempre soube que queria fazer isso,” ela explicou. “Então eu comecei bem cedo. Eu gravei minha primeira música quando eu tinha oito, e foi aí que eu me apaixonei por tudo isso. Eu não sabia que existia um mundo inteiro onde as pessoas poderiam trabalhar juntas e criar mágica aos meus olhos, na verdade. E então, eu sabia que isso era o que eu queria fazer.” Aos 17, ela assinou com um agente nos EUA e quando ela tinha apenas 18 anos, ela saiu da Austrália e mudou para Los Angeles. Embora o primeiro ano tenha sido cheio de gravações consecutivas, Debnam-Carey também descobriu os altos e baixos de atuar. “Eu tive um ótimo primeiro ano, foi meio que coisa de um sonho. Foi trabalho consecutivo- foi quase bom demais para ser verdade. E depois, o segundo ano foi silêncio total e eu acho que isso faz parte das dores de crescimento de LA e da indústria também. Que você precisa ter esse desafio, e é bom para você ter isso. Para que você saiba que é realmente isso que você quer fazer. E que as razões pelas quais você ama fazer isso são as razões certas, o que são para mim a arte em si e o processo disso tudo. Então depois disso, eu meio que consegui alguns papéis incríveis. Mas claro, é realmente Fear the Walking Dead que tem sido meu maior aprendizado. Eu aprendi muito com os atores brilhantes da série, Kim Dickens, Frank Dillane, Lennie James, Cliff Curtis, Colman Domingo, essas pessoas que têm sido incríveis atores, mas também profissionais maravilhosos.”

Debnam-Carey quer trazer todas essas experiências para sua carreira no futuro. “Eu estou nessa posição incrível em que eu posso liderar uma série de um jeito diferente e agora eu realmente estou na vanguarda, o que é muito diferente, mas também muito interessante. Mas além disso, eu estou tentando ser muito particular com o que eu escolho. Eu quero focar mais em filmes ou séries limitadas porque eles te dão mais tempo para pular de um lado para outro e investigar outros personagens e outros mundos e é por isso que eu sempre me apaixonei. O jeito que você consegue viver diferentes vidas, e períodos de tempo, e vestimentas, e personagens.”

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Tradução e Adaptação, Adriana Rinaldo – ADCBR.

Fonte.

Alycia Debnam-Carey concedeu entrevista ao fotógrafo Max Papendieck, para a Monrowe Magazine, junto com um novo photoshoot incrível. E claro, nós traduzimos essa entrevista para vocês, confiram:

ALYCIA DEBNAM-CAREY : DA PARTE DE TRÁS DA ORQUESTRA PARA O CENTRO

Grandes mentes, é claro, pensam igual. Então, quando o fotógrafo Max Papendieck conheceu a atriz ascendente Alycia Debnam-Carey, sabíamos que era para ser. Os talentos australianos se encontraram em estúdio para discutir sobre música, “Fear the Walking Dead”, e a luta única de ser um jovem e auto-sustentável, criativo na América.

Max Panpedieck: Eu iria perguntar sobre a sua infância na Austrália, mas então eu ouvi que você era uma percussionista!
Alycia Debnam-Carey: Eu sinto que várias pessoas não sabem o que é isto. Eles ficam tipo “Isso significa que você toca triangulo?” Eu fiz percussão clássica desde quando eu tinha 8 anos até dezoito anos. Meu pai era músico, e meu irmão também é músico.
MP: Como essa transição se transformou em atuação?
ADC: Minha mãe era na verdade uma escritora de programa de televisão para crianças. Desde uma idade muito precoce, ela conseguiu fazer com que eu e meu irmão ajudasse os segmentos que ela tinha que escrever. Nós apenas participaríamos, e elas notou que eu realmente me agradava por isso. Então ela me manteve nisso. Não foi até eu ter 17 anos que eu comecei a ter entrevistas com os agentes – embora nada estivesse certo porque eu era muito nova na época. Isso não aconteceu até que eu conheci minha atual agência em Sydney. Assim que eu fiz 18 anos, eu assinei lá e nunca mais saí. Lembro-me de ter dito ao meu professor de bateria: “Eu vou para LA! Eu acho que vou ser uma atriz!
MP: Eu acho que, quando você sabe, você sabe.
ADC: Quero dizer, eu meio que sempre soube.

MP: Como foi aquele ano inicial quando você veio para Los Angeles: Foi difícil?
ADC: Sim. Não conhecia ninguém. Minha mãe veio comigo e fiquei no apartamento HomeWood, que, se você souber algo sobre HomeWood, é um lugar horrível para ficar. É conhecido por ter uma vibe inteira de “atores infantis”, que é realmente intensa. Todos nós [atores infantis] no mesmo lugar: era realmente bizarro. Mas eu reservei um emprego nas primeiras seis semanas.
MP: Isso é muito incrível, hein?
ADC: Realmente sortuda. Esse emprego fez eu ter meu visto e fui direto para a Carolina do Norte. Eu filmei lá por seis semanas e depois voltei [para LA]. Fiquei por dois meses e depois fechei outro emprego em Detroit. Foi o filme chamado “Into the Storm”, e isso foi incrível. Meu primeiro ano foi realmente muito incrível. No segundo ano, mudei para Los Angeles, não consegui um único emprego o tempo todo. Era uma dessas coisas em que eu tinha mais 1000 dólares na minha conta bancária até o final.

MP: Eu também estive assim. Não se preocupe com isso.
ADC: Eu acho que todos [estiveram assim] e você precisa dessa dificuldade. Sempre há um ano para pessoas que apenas são uma droga… Meus pais eram tão solidários, mas eles só podiam fazer tanto de longe. Eu só tinha que perder meu ego um pouco. Para não dizer que eu pensei que merecia tanto. É só que é muito fácil que as coisas sejam boas quando são boas. Mas é muito difícil fazer as coisas serem boas quando são difíceis. Você sabe que é o verdadeiro testemunho da força.
MP: Quando você está atuando, especialmente em “Fear the Walking Dead” você se transforma em seu personagem ou é mais que você pode mudar quando sai do set?
ADC: Eu acho que tenho mais uma separação entre o personagem e eu quando vou para casa. Preciso desse tempo para que eu possa apenas reabastecer e revitalizar.

MP: Você é boa para comentários e críticas?
ADC: Eu sou boa com Feedback; O feedback é o que me alimenta realmente. Eu sempre fui bastante determinada, e eu sou muito orientada. Meu principal objetivo é continuar crescendo e aprendendo. Há algumas coisas que as pessoas simplesmente não irão gostar em você, e essa é uma lição difícil de aprender. Mas se você sabe o que é seu estilo e você ama o que faz, pode apreciá-lo quando estiver certo.
MP: Onde você quer que sua carreira vá e o que você quer fazer no futuro? Onde se vê em dez anos? A Austrália está nos cartões de novo?
ADC: Austrália está sempre nos cartões, mas é tão difícil conseguir um trabalho lá embaixo. É um daqueles lugares onde eu adoraria voltar e trabalhar lá. Esse é um dos meus muitos objetivos e sonhos: fazer um filme que eu amo na Austrália… Eu adoraria fazer um filme de época – alguma coisa que eu possa afundar meus dentes de uma maneira diferente.
MP: É tudo sobre o equilíbrio, não é? Você não quer escolher um tipo de gênero.
ADC: Isso também é o que eu amo sobre a natureza desse trabalho. Você sempre está se movendo. Você sempre está mudando e sempre é diferente. Não há um dia nesse trabalho que seja o mesmo. Quando você recebe um novo script, um novo mundo em que você começa a atuar, é muito divertido para mim. Eu amo isso.

Confiram as lindas fotos clicando nas miniaturas abaixo:

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Tradução e Adaptação: Mariana Cristina; Revisão: Marina Brancher – ADCBR

Fonte

Na tarde de hoje (31), foram divulgadas as fotos do photoshoot que Alycia realizou para a revista Vogue Italia Beauty – Edição de Setembro, 2016.  Confiram as fotos em nossa galeria clicando nas miniaturas abaixo:

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Confiram ao artigo traduzido logo abaixo:

Ela está em Los Angeles e hoje é o seu 23 aniversário. “Minha mãe acabou de chegar da Austrália, estou feliz! Nós estamos indo comer no Cocconi em West Hollywood, meu restaurante italiano favorito, obviamente.” Depois do spinoff da série The Walking Dead Alycia se tornou uma diva verdadeira, mas isso não parece afetá-la.
“É algo que eu não esperava, a  fama. Eu estava há pouco tempo no México e todo mundo me reconhecia nas rua, era um choque!” Sua voz é feliz, amável. Ela é o oposto do que parece ser, e é importante pra ele que isso seja percebido.
“Na realidade eu sou bem diferente do que nessas fotos. Eu não uso muita maquiagem. Sou simples, eu raramente uso batom vermelho. Eu sou daquelas que quando uso, todo mundo percebe. Meu ídolo é Audrey Hepburn; ela tem um graça natural, quase irritante (de um jeito bom). Eu sou profundamente fascinada por ela.”
Ela fala sobre papéis específicos durante a sessão de fotos, dirigida por Comte: “Foi incrível! Michel é fantástico e muito inspirado. Nós tínhamos uma moodboard bastante detalhada. Eu estava um pouco assustada porque não consigo mover meu corpo como as modelos fazem, mas eu tinha estudado a cena. É interessante observar como os papéis mudam, chega a ser intimidante de uma certa forma. Ele queria capturar algo diferente, incomum, um tipo de beleza diferente, e eu acho que o resultado foi uma imagem melodramática, muito intensa. Como a foto no tapete felpudo, onde eu estou deitada e me olhando no espelho, e um tipo de reflexão interna sobre a própria imagem, percepção e projeção começam a acontecer. Na minha vida eu jamais busquei um reflexo diferente de meu próprio. Eu jamais tentei ser outra pessoa. Velluto Blu de David Lynch, que é um filme cult de 1986, inspirou o jeito que meu cabelo foi estilizado em algumas fotos, eu uso uma pequena peruca. Ela evoca a feminilidade de Isabella Rossellini. Eu ainda não interpretei um papel sexy, sou jovem, ainda estou explorando. No futuro eu gostaria de interpretar uma personagem diferente das que estou acostumada. Por enquanto, vamos filmar a terceira temporada de Fear the Walking Dead, e aí veremos.”
Tradução e Adaptação: Joyce Fonteles, ADCBR.

Confiram também ao vídeo feito nos bastidores do ensaio fotográfico:

Quem lembra no ano passado, quando haviam publicado essa foto da Alycia nas redes sociais?

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Então, um ano depois, foi liberado (finalmente) o photoshoot. O photoshoot foi realizado para a revista Glamour Spain – Edição de Setembro 2016.

Confiram as fotos clicando nas miniaturas abaixo:

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Alycia
Um anjo entre zumbis
Seguindo os passos das atrizes australianas de sucesso em Hollywood, seu papel em Fear The Walking Dead a deu sucesso internacional… E seu reinado apenas começou.

Sua beleza é surpreendente, e muito; Alycia Debnam-Carey é uma daquelas mulheres que quando você a vê pessoalmente, ela te deixa abismado. Talvez porque suas personagens, normalmente dramáticas, esconderam essa vitalidade que ela exala por cada um de seus poros, essa felicidade que parece ser natural dela e brilha em flashes toda vez que ela ri. E, felizmente, ela ri regularmente, porque se sua aparência física é espetacular, seu senso de humor e inteligência estão no mesmo patamar. Ela tem 23 anos de idade e há menos de quatro anos ela saiu de sua cidade natal, Sydney, tentando fazer um lar da caótica cidade de Los Angeles. O motivo, duas séries ― não apenas uma ― para consagrá-la: The 100 e Fear The Walking Dead. Na verdade, a estreia da segunda parte da segunda temporada ― sim, a série moderna parece os hierglifos dos Marx Brothers ― é a razão pela qual ela veio ao Hotel Palace, em Madrid, onde ela nos recebe em um dos quartos aristocráticos. Do lado de fora, na rua, fãs estão parados em frente ao prédio emblemático esperando por um autógrafo, selfie ou fotos de paparazzi da atriz. Engraçada e sarcástica, ela imediatamente entra na conversa com a familiaridade de uma amiga que você não vê há um tempo e fala das novidades…


GLAMOUR: Nessa nova estreia, sua personagem Alicia Clark parece mais madura, ela se desenvolveu e cresceu enquanto mulher.
ALYCIA: Ela passou por uma grande evolução no decorrer da série. Ela começa como uma adolescente que é protegida por sua família e que vive algumas experiências: não tem um pai, seu irmão está metido em problemas com drogas e sua mãe está sempre tentando ajudá-lo e fazê-lo seguir em frente. Ela tem suas próprias aspirações e sonhos enquanto adolescente. Na segunda temporada, vemos como ela está se conectando com a realidade e a situação presente que ela está vivendo. Finalmente, conseguimos vê-la sendo mais independente, encontrando sua força própria e se tornando uma parceira igual para o resto do grupo. Agora ela é uma mulher forte, é incrível vê-la sendo sábia e mudando sua mentalidade, mais prática e, na verdade, mais realista.
GLAMOUR: Eu li que interpretar um personagem mais normal é mais complicado que interpretar outro tipo de personagem mais extremo.
ALYCIA: Acho que é mais difícil porque você está mais conectado a eles. Às vezes, é fácil quando você consegue usar certo sotaque ou tem que tomar decisões que nunca teria que tomar em sua vida pessoal quando está em situações drásticas ou extremas. Existem personagens assim na série, por exemplo, Chris. Mas para Alicia tudo é mais devagar, é o desenvolvimento de uma adolescente e é complicado porque você não sabe sempre o que você terá que escolher. É mais como uma evolução pessoal, mais intensa e real.
GLAMOUR: Julgando pelos dois primeiros episódios que pude assistir, parece que Alicia sofrerá bastante.
ALYCIA: Sim, ela sofrerá muito e vai ficar sozinha em muitos momentos. Ela vai se desenvolver em uma personagem com mais ação, terá que tomar decisões para seu próprio bem. Ela vai se expor a circunstâncias complicadas, situações mais físicas, então ela irá crescer por causa dela mesma nessas situações. Na verdade, ela já sofreu bastante: ela perdeu seu pai, seu namorado, seu irmão, Travis foi embora… Parece que seu sofrimento não tem fim (risadas), ele só continua, tão grande quanto o terrível mundo no qual ela está (risadas). Mas agora iremos vê-la parar de sofrer pelo passado.
GLAMOUR: Você mora em Los Angeles há quatro anos, e disse que levou três anos para se sentir confortável vivendo lá.
ALYCIA: Sim, sei que parece tempo demais, mas a verdade é que eu conheço muita gente em LA que passou por isso também. Acho que é um dos lugares que você precisa encontrar seu próprio grupo de amigos para poder aproveitar, e claro, é preciso tempo para você conhecer pessoas em que pode confiar. Não acho que isso acontece em outros lugares como Madrid, onde você sai e todo mundo está na rua, comendo, bebendo café… A vida noturna é incrível, a vida está na frente dos seus olhos, aqui tem esse tipo de energia. Em Los Angeles, você tem que criar sua própria atmosfera, seus próprios momentos em várias maneiras. E isso é um pouco complicado.
GLAMOUR: Do que você sente falta do seu país, a Austrália?
ALYCIA: Sinto falta do mar. Sei que Los Angeles tem praias, mas não é a mesma coisa (risadas). Comida natural e, claro, minha família e meus amigos. Mas, para ser honesta, Los Angeles se tornou meu lar e agora eu amo lá.
GLAMOUR: Você começou a atuar com oito anos de idade… Quando você olha para trás, o que você sente?
ALYCIA: Um sentimento bom! (Risadas) Eu comecei a atuar com oito anos porque é o que eu gostava de fazer, o que eu queria e significava muito para mim. Não existe mais nada que me deixa satisfeita. Cada passo é parte de uma trajetória. Tudo é parte da minha experiência e quando eu tiver feito mais disso, terei aproveitado mais ainda e conhecido mais gente interessante.
GLAMOUR: Sua mãe é roteirista, ela te deu algum conselho?
ALYCIA: Claro. Ela tem sido o apoio mais importante na minha carreira porque ela entende essa indústria, essa profissão, mas ela sempre permitiu que eu fizesse essas coisas sozinha.
GLAMOUR: Você ainda vai lançar um filme de comédia, Liked, e um de terror, Friend Request, qual gênero você prefere?
ALYCIA: Eu sempre fiz mais séries de ação, drama ou terror. Quando tive a oportunidade de fazer comédia é sempre muito, muito engraçado (risadas). Eu percebi que quando atuo eu me divirto muito (risadas). Não é mais fácil, é apenas diferente.
GLAMOUR: Com uma agenda apertada, qual é sua rotina de beleza?
ALYCIA: Minha rotina de beleza? Ninguém nunca me perguntou isso (risadas).
GLAMOUR: Bom, essa é a GLAMOUR, não a Forbes Magazine…
ALYCIA: (Risadas) Com certeza. A vantagem é que você está cercado de profissionais que te dão bons conselhos, e eles fazem sua maquiagem todos os dias, então é assim: Eu acordo e nunca na minha vida tive que fazer minha própria maquiagem em casa (risadas). É difícil. Eu faço tudo que pessoas normais fazem. As coisas óbvias: beber muita água, tentar dormir as oito horas necessárias, limpar bem meu rosto… Verdade seja dita, sou muito preguiçosa para essas coisas. Agora sendo séria, é verdade que eu tenho muito cuidado com a minha pele, não uso muitos produtos, mas, sim, eu me hidrato muito bem.
GLAMOUR: E sobre moda.
ALYCIA: Gosto de criar meu próprio estilo, gosto de me sentir confiante com o que uso e, também, com um toque feminino. Meu sonho é ter um estilo bem francês chique… Mas não sei se conseguirei (risadas).


Tradução e Adaptação ADCBR.

Alycia Debnam-Carey ganhou destaque nessa edição de Maio da revista Vogue Austrália. Foi publicada uma entrevista acompanhada de um ensaio fotográfico exclusivo realizado pela atriz.

Traduzimos a entrevista completa, confira abaixo!

Estrela Brilhante! Atriz Alycia Debnam-Carey é certamente mais jovem e bonita, mas é sua inteligência afiada

que também está impulsionando seu sucesso em Hollywood escreve Zara Wong.

Às 7:30 em uma manhã de sexta-feira no Sydney’s Flemington Flower Markets, Alycia Debnam-Carey está impressionada pela escolha. É a sua primeira vez aqui – um desejo de longa data em sua lista mental de coisas a fazer, assim como para mim também, apesar de nós duas sejamos criadas em Syndney. A visita foi ideia dela, uma forma de matar dois pássaros com uma pedra enquanto ela está de volta em casa depois de voltar de L.A.: comprar algumas flores, fazer uma entrevista com a Vogue.

Decidindo entre ou bonitos florais rurais como hortênsias e peônias, ou nativas australianas como acácias e banksia, ela vai para ambas categorias de opções. Com quatro anos como residente em L.A já, onde ela estrela na culta série Fear The Walking Dead assim como em The 100, ela percebe que há uma selvageria, uma frouxidão, para a forma como flores são exibidas em Sydney comparada com sua segunda casa; a lenda onde lendários floristas de “Hollywood” como Eirc Buterbaugh e Jeff Leatham são famosos por suas simetrias e rigor, a forma que eles moldam a natureza para criar formas perfeitamente formadas.

“Eu odiei L.A. a primeira vez que cheguei lá. Levou cerca de três anos para eu gostar. L.A. e América, em geral, tem esta incrível agitação sobre eles. Há este senso de momento”, ela diz entusiasmadamente. Ela está comendo um grande café da manhã vegetariano em um café local após a excursão floral. “Em L.A., não está na superfície. Tudo está nas rachaduras/fendas. O restaurante em frente será semelhante a este velho, tedioso lugar e você entrará dentro e é este exuberante, lindamente projetado restaurante. ”

Você cresceu rapidamente em Hollywood, também. Mas não da forma que a frase geralmente significa. Aos 22, seus amigos do ensino médio estão terminando a universidade, tornando-se mais independentes.

“Eles todos estão fazendo coisas que eu fiz quatro anos atrás, pagando contas, encontrando colegas de quarto, comprando o primeiro carro e descobrindo estas tarefas domésticas. “ Atrizes – como elas praticam, especialmente com mais falas que recebem no IMDb – estão sempre ansiosas para interpretar o glamour. Mas para Debnam-Carey, como uma estrela crescente na televisão é uma faixa completa com viagens constantes e dia de filmagem com mais de 12 horas com poucos descansos, dependendo da história e do tamanho do papel. “Os dias são muito, muito longos e o tempo de viagem – indo para lá e cá”.

A agenda de filmagem da televisão é uma forma acelerada de um filme. “Para um filme você tem todo o script em sua totalidade por algumas semanas para que você possa aprender as cenas e realmente ensaia-las para que quando você chegar a eles, estarão mais concretizados. Mas séries de TV são mais difíceis. Você não os aprende como um script inteiro, porque eles mudam os rascunhos rapidamente”.

Sua memória de curto prazo melhorou. “Mas apenas significa que esqueço as coisas muito mais rápido!“. Crescendo, Debnam-Carey era acadêmica, evitando limites na televisão local (“Eu não fiz o Home and Away”) para concentrar em sua educação. Sua Wikipedia afirma que ela recebeu o seis da banda – a camada superior – em seis de suas matérias em seu ensino médio, ganhando seu prêmio Premier’s. É uma informação que ela não revelou, mas tal é a natureza dos programas de televisão que ela apareceu que eles atraíram uma fã base muito envolvida; em pesquisa de profundidade amador tem lançado certas particularidades. (Os nomes dos vencedores do prêmio Premier’s são colocados no jornal do estado quando eles são premiados.)

Tentativas de manter-se com estudos tem sido frustrada devido a sua agenda de trabalho. Comprometendo-se com ambos shows significa que ela está constantemente viajando entre L.A. onde ela vive e onde Fear The Walking Dead é gravado e The 100, que é gravado em Vancouver.

“E, claro, quando eu comecei [o curso online], trabalho conseguido, eu estava tentando estudar e escrever redações em voos. Particularmente para uma atriz em L.A de certa idade e de um apelo visual especial, ela está de alguma forma fora de séries de drama adolescente ou comédia; ela involuntariamente encontrou seu nicho em horror e na categoria ficção científica, ou como ela diz “Comic-Con é minha especialidade! ” – um resumo de sua carreira. Uma das primeiras audições quando chegou em L.A. foi o papel principal em The Carrie Diaries (O diário de Carrie), uma série bem conhecida Sex and The City.

Ela alude a decepção em não ter ganhado o papel e reconhece que teria levado sua carreira em um caminho diferente, “Eu gosto que não fiz, porque quando eu era mais nova eu poderia me apegar a ideia e não querer deixa-la, mas no momento que eu comecei a deixar ir e ver que não há regras, há mais flexibilidade e aberturas e conhecimento que se você seguir alguma coisa, ela cria seu próprio caminho.

“Ela vê The 100 e Fear The Walking Dead como construções reveladoras de seu mundo hoje. “Elas ambas são muito relevantes ao Zeitgeist (espírito de uma época) do universo – o que  nosso futuro é e a ideia de um apocalipse de alguma forma, o que se tornou mais e mais predominante em nossa consciência.“  É este tipo de astúcia, grande figura consciente que Debnam-Carey fala durante nossa conversa que a diferencia. Elas não são ditas para o propósito de mostrar sua clara inteligência, mas são um produto de uma curiosidade insaciável e maravilha.

Uma entrevista de Louis C.K. recentemente exibida a desencadeou, e ela pensa alto sobre como as relações das pessoas com seus celulares são uma forma de escapismo, uma opção de evitar lidar com a realidade. “É obsessivo e viciante, e há muito disso com as redes sociais agora”, ela diz. Suas contas – no Twitter e Instagram – são pessoais e tem um grande número de seguidores apesar de elas serem raramente atualizadas, uma escolha que ela mesma fez. “Porque como uma pessoa, sabe, você não é apenas uma marca, e não é uma comodidade – você escolhe o que você quer ser. Mas também abre muitas portas, e também é uma grande parte de nosso mundo agora”, ela admite.

Ela se sente similarmente sobre vestir-se para eventos. “É apenas um mundo totalmente diferente que eu também fui exposta a, onde de repente publicidade importa e estilo importa e como você se apresenta importa, o que você diz e como você usa rede social, é uma plataforma grande.“ Esses eventos para ela ainda são “geralmente uma experiência estressante… Eu realmente não levo muito jeito para isso”, ela diz. “Minha filosofia tem sido deixar o trabalho falar por si só, porque isso é o que eu realmente quero mostrar… Mas é completamente seu próprio complexo mundo agora.“ 

Eu tenho tirado muitas fotos dela carregando sua caixa de flores. É comicamente grande contra sua pequena estatura. Mais tarde neste dia eu noto que ela postou uma de suas fotos em sua conta no Instagram, selecionando uma das fotos que seu rosto está escondido. “Você não é apenas uma marca, e não é uma comodidade –  você escolhe o que você quer ser.”

Confira também os scans da matéria e do ensaio fotográfico na nossa galeria.

 

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Tradução e Adaptação ADCBR.

A Flaunt Magazine liberou hoje um vídeo que foi feito com a Alycia durante a sessão de fotos para a revista. (Vocês podem conferir todas as fotos do photoshoot clicando Aqui.)

Confiram o vídeo abaixo :

 

O site da revista Flaunt liberou hoje, dia 22 de Setembro, um novo Photoshoot que foi realizado com a Alycia.

Na matéria do site consta algumas curiosidades sobre a atriz. E também, uma declaração do produtor executivo de Fear The Walking Dead, a elogiando.

“Alycia é um grande negócio para Fear The Walking Dead, ela é exatamente o que precisávamos, uma atriz que pode ir de igual para igual com talentos como Kim Dickens e Cliff Curtis para trazer sua personagem para a vida com muito desempenho. “- Produtor Executivo Gale Anne Hurd, Fear The Walking Dead (2015)

Confira todas as imagens do photoshoot clicando nas miniaturas abaixo

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Na Terça-feira (08 de Setembro), o site da revista ELLE, publicou uma entrevista que foi concedida pela Alycia. Confiram a entrevista traduzida logo abaixo:

 

Mesmo que Fear The Walking Dead venha obviamente seguindo alguns passos muito pesados, ele ainda tem a sua própria personalidade e tom.

Sim, é uma espécie de retrocesso para aquela velha vibração de terror e suspense. Você só está esperando que as coisas desmoronem. É um suspense constante.

Será que ela irá começar a se parecer com The Walking Dead ao longo da temporada?

É ainda de uma queimadura mais lenta, porque tem que ser diferente do original. Mas ele fica lá. Minha personagem ainda não sabe bem o que está acontecendo. Ela foi definitivamente protegida de tudo. Mas você vai começar a ver mais dos que foram infectados.

Conte-nos sobre Alicia. Ela é uma espécie de moleca, não?

Bem, ela é a única que tem ambição e objetivos. Ela está se esforçando para sair de Los Angeles e ir para a escola em Berkeley, mas ela luta contra uma dinâmica familiar muito difícil. Ela tem um irmão viciado em drogas. Seu pai não está mais lá. Ela não se dá bem com seu padrasto. E sua mãe está lá apenas tentando cuidar de todos. Então, ela está tentando se proteger e dar um passo atrás. Mas então, quando tudo se desmorona, ela tem mais a perder, e ela está amarrado de volta a esta situação que ela está realmente tentando escapar.

Sua personagem faz qualquer coisa dentro de seu ato como uma ferramenta no apocalipse zumbi?

Ela é uma pessoa muito inteligente e bem equipada, e ela vai ter uma viagem muito interessante para ir em frente. Será que ela vai desmoronar-se ou subir para a ocasião? E se ela não subir para a ocasião, será dessa maneira incondicional, onde ela é muito resiliente? Será que ela vai pegar esse facão? Nós provavelmente não iremos descobrir isso nesta temporada. porque todo mundo está apenas descobrindo este novo mundo, mas acho que as mulheres no Walking mostras mortas têm um núcleo muito forte.

Eles certamente fazem, e é realmente interessante ver como que a força poderia se manifestar quando algo como isto vai para baixo.

Claro! Porque não haveria tanta incerteza no início. Qualquer pessoa que está infectada, em suas cabeças, eles pensam que estão apenas doentes. Os seres humanos vão justificar qualquer coisa. É preciso muito ir, “Esta é uma situação ilógica. Isto é muito, muito ruim. ”

Se isso acontecer na vida real, em que ponto você acha que você percebe que ele era “muito, muito ruim”?

Pode ir de duas maneiras. Eu tenho boa intuição. Assim, poderia ser algo totalmente alheios e eu seria como, ‘Algo está errado, galera! Alguma coisa está fora! Eu ouvi um barulho durante a noite ‘. Então, eu poderia ser muito radical ou eu seria a pessoa tipo, “Todo mundo está exagerando. Todos para fora!”

Esperemos que seria o primeiro, porque de outra forma…

Eu totalmente estaria morta.

Você fez alguma pesquisa sobre zumbi?

Eu meio que fiz, sim. Eu verifiquei em toda essa situação sobre o fim do mundo.

O que é a única coisa que as pessoas mais precisam no apocalipse?

Alimentos enlatados, eu acho que, se você é um que está preparado. Mas outras pessoas são tudo sobre ser um limpador. Eles vão dizer: “Você tem que sobreviver com os elementos.” E eu entendo isso. Eu tipo de apoio, porque o que você faria quando a comida acabar? Você tem que estar preparado.

Como você começa a se preparar?

Eu sinto que minhas necessidades pessoais não seria eficiente ou essencial. Eu seria tipo, eu só quero saber que eu vou ter algumas meias confortáveis e alguns grandes abacates ao redor. Posso apenas ter isso?

Eu acho que você é definitivamente um caso perdido.

Oh sim, eu sou.

Bem, se você ficar sabendo que a guerra zombie estava começando, qual é a primeira coisa que você faria?

Minha família não está no mesmo país que eu, meus amigos e outras pessoas importantes na minha vida também não. Então eu começar a fazer mapas e direções e outras coisas para tentar deixá-los saber onde eu estaria. Porque no começo, você teria algum tempo para organizar. E essa é a sua maior ferramenta no início: organização. A próxima coisa que eu faria é encontrar um canivete.

Certo, então de seis meses a quando todo mundo começa a ser um guerreiro zombi. Qual é a sua arma de escolha: a arma, um facão, ou um taco de beisebol?

Eu acho que escolheria com um facão. As armas precisam de balas, então o que acontece se eu ficar sem munição? Um bastão de beisebol parece legal, mas e se você bater um zumbi na cabeça e ele não totalmente fazer o trabalho? Um facão seria realmente bom, desde que você fique com ele.

Você tem um filme de zumbi favorito? Ou você assistiu qualquer um para se preparar para a série?

Eu não tenho visto muitos, na verdade. Eu fiz uma maratona inteira de The Walking Dead. Michonne [Danai Gurira] com suas espadas é o que todo mundo quer. Parafuso o facão. Mas filmes de zumbis não eram realmente meu gênero. Quando recebi o roteiro eu estava um pouco nervosa porque o sangue e gore normalmente não são minha coisa….

O que a convenceu para aceitar?

O roteiro é tão bom. E eu gostei da idéia de os preparativos para o mundo caindo aos pedaços. Eu gostei e queria explorar isso. Porque é algo que estamos todos muito interessados. Não é muito longe da vida quotidiana. Mesmo com algo parecido com a crise Ebola. Essa idéia de contágio é tão relevante, e mostra a rapidez com que a civilização poderia se auto-destruir. E, em seguida, uma vez perdemos toda essa infra-estrutura, estamos basicamente apenas virando….

Animais?

Sim. Exatamente. Animais.

Confiram também as fotos em HQ que foram postadas junto com a entrevista, clicando na miniatura abaixo:

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Tradução e Adaptação ADCBR

 

Foram liberadas algumas fotos de um novo photoshoot (ainda desconhecido) que a Alycia fez.

Confiram as imagens em HQ clicando na miniatura abaixo:

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Alycia Debnam-Carey é destaque na edição de setembro da revista NYLON Magazine. O ensaio fotográfico foi feito pelo Shane McCauley.

Confiram esse photoshoot incrível clicando na miniatura abaixo:

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