A atriz também aborda aquela teoria implacável dos fãs de que a mãe de sua personagem, Madison, de alguma forma ainda está viva: “Acho que todos nós precisamos de um encerramento para isso.”

O final da metade da temporada de “Fear the Walking Dead” continuou o tema desta temporada de explorar o elenco, personagem por personagem, com um foco profundo no membro original do elenco Alycia Debnam-Carey.

Alicia tem sido em muitos aspectos o coração de “Fear” desde o início, começando sua jornada como uma adolescente e navegando por mais altos e baixos do que quase qualquer outro personagem no universo de “The Walking Dead”.

Alycia Debnam-Carey se conectou com TooFab após os eventos dramáticos do último episódio para falar sobre a grande mudança que sua personagem sofre ao longo desta hora única quando ela se dá conta de si mesma e se mantém firme contra duas das maiores influências em a vida dela.
O maior deles, e o mais tenso, veio quando ela e Morgan (Lennie James) se reuniram pela primeira vez nesta temporada. Convencida de que Morgan estava morto, Alicia rapidamente se viu mudando de um choque eufórico para um horror incerto enquanto percebia o que ele tinha acabado de fazer.

O impulso do episódio foi uma operação de recuperação, com Alicia e Charlie (Alexa Nisenson) recebendo essa tarefa de Strand (Colman Domingo) para recuperar a irmã mais nova sequestrada de Virginia (Colby Minifie) Dakota (Zoe Coletti).

Só que o sequestro não saiu como planejado, pois Dakota escapou após o massacre de todos os guardas da Virgínia para proteger sua caravana. É essa carnificina que está no centro do horror de Alicia quando ela percebe o quão longe Morgan estava disposto a ir em seus esforços para salvar a todos.

Não necessariamente um anjo, Alicia tinha acabado de fazer um acordo com Virginia para devolver Dakota para a liberdade dela e de Charlie. Mas Morgan massacrou homens e mulheres apenas para garantir este bem valioso. Não apenas a vida de Dakota significava muito pouco para ele, essas outras vidas foram perdidas.
E no final da hora, graças à trágica história de um personagem e à atmosfera de um mini-filme de terror que Debnam-Carey comparou ao “Labirinto do Fauno” – também vemos elementos de “A Ilha do Dr. Moreau” nele – Alicia tinha até suavizado sua própria vontade de vender Dakota.

A maior diferença para ela, porém, é que, pela primeira vez em sua vida, ela enfrentou Morgan, indo de igual para igual com ele a ponto dele realmente recuar na cara dela. Ele queria que eles aproveitassem Dakota para tentar proteger o resto do grupo. Alicia, a essa altura, queria convidar Dakota para se juntar ao grupo, salvando-a da Virgínia também.

E ela estava pronta para se afastar de Morgan completamente, a fim de proteger Dakota. Mais tarde, ela estava disposta a ficar cara a cara com Strand pelo mesmo propósito. Houve uma mudança monumental em Alicia nesta hora, que está tentando estabelecer uma conclusão bastante selvagem para esta temporada, pois veremos se ela continua afirmando sua própria posição moral sobre aqueles ao seu redor.

Debnam-Carey conversou com TooFab sobre o episódio, o tema de moralidade da temporada, bem como a jornada de sua personagem para este momento crucial, o que a está impulsionando agora e provocando o que está por vir na “muito, muito bagunçada” segunda metade da temporada.

Ela também abordou a teoria dos fãs desenfreados de que sua mãe Madison (Kim Dickens) ainda está viva em algum lugar lá fora, depois que sua personagem sugeriu voltar ao estádio onde Madison morreu (ou não?)

Como foi entrar no que certamente parecia um filme de terror clássico para um episódio?

Assustador, com certeza. É engraçado porque realmente parecia muito mais gênero de terror do que o que estou acostumada. Mas eu acho que o que foi realmente ótimo é que temos uma diretora incrível, uma diretora mulher, Tawnia [McKiernan], que apenas elevou isso para fazer parecer que era aquele gênero clássico de terror. Eu sei que ela estava realmente focada nisso. E tudo, desde o tipo assustador de seringa e ser amarrado à mesa e os animais taxidermia com olhos de vidro.

Mas eu também pensei que a maneira como fizemos com os walkersde animais da taxidermia, realmente parecia quase um terror do tipo ‘Labirinto do Pan’. Não havia nada realmente sangrento ou grotesco, mas parecia muito macabro e quase caprichoso, então eu gosto que houvesse esse equilíbrio dentro do episódio parecendo bastante – parecia muito assustadoramente assustador, mas também tinha uma espécie de chute na bunda elemento para isso.

A história do personagem “cientista louco” no meio do episódio, que acidentalmente matou sua família com suas criações enquanto tentava protegê-los, pareceu ter um grande impacto em Alicia.

Definitivamente, acho que foi a última peça do quebra-cabeça com que ela está tentando chegar a um acordo, que é o quanto de sua moralidade, sua própria ética e compaixão você precisa se apegar para tornar possível sobreviver neste mundo . Eu acho que para Alicia, sempre houve essa dualidade nela de querer jogar e precisar jogar, mas também se apegar à bondade e às coisas que fazem valer a pena.

Com seu próprio crescimento, ela tem pegado pequenos pedaços das pessoas que foram seus mentores, de certa forma, e finalmente ela se tornou a mentora. E ela está escolhendo primeiro, ‘Bem, tudo bem, eu vou jogar, eu tenho que fazer o que precisa ser feito para sobreviver, e se isso significa usar Dakota como uma peça de xadrez -‘

Mas, ao mesmo tempo, acho que agora ela está percebendo que a razão pela qual Charlie puxou o gatilho para Nick [o irmão de Alicia] é porque ela estava tão quebrada desde o início. Alicia reconhece isso em si mesma e foi esse o seu caminho quando a mãe morreu. Então eu acho que ver Dakota ser essa pessoa – estar em uma encruzilhada potencial – mostra a esperança de Alicia de que ela possa fazer algo melhor do que seus mentores atuais estão tentando fazer com que ela faça.

E então eu acho que pela primeira vez a estamos vendo ela pegar e falar, não, estou rejeitando o que Morgan quer e eu vou decidir daqui em diante. Então sim, estamos começando a vê-la crescer para a ocasião e se tornar a líder novamente, por si mesma.

Então, seria seguro dizer, com sua mudança em tentar proteger Dakota, assim como Charlie, que Alicia está assumindo a missão de coletar e talvez tentar salvar todas essas garotas destruídas?

Sim, acho que é absolutamente isso. Ela está tentando salvá-los do que ela passou. Ao longo da série, acho muito interessante que Alicia tenha sido realmente a única personagem regular daquela idade. Nós vimos muitas crianças mais novas ou muitos adultos mais velhos.

E então, Alicia passou por essa metamorfose única. E vê-la tentar coletar, como você disse, esse tipo de garotas quebradas é uma chance para ela tentar e fazer sua parte para fazer o melhor e para salvá-las do que ela passou. Ou pelo menos tentar e … Ela é aquela pessoa que sabe como era. Ninguém sabe disso melhor do que ela, então faz sentido.

Alicia mencionou voltar ao estádio esta semana, e você sabe que muitos fãs não estão prontos para admitir que ela está morta. A Alicia também está naquele acampamento, esperando que sua mãe esteja viva?

Para mim, acho que é uma oportunidade para ela revisitar, deixar de lado e ter um encerramento. Acho que é a única coisa que a está impedindo de se tornar a pessoa de que ela precisa para seguir em frente. E ser uma figura autônoma. E ser uma líder para essas meninas e uma líder de esperança e uma líder de possibilidades. Para mim, é um símbolo dessa jornada para ela e não realmente a esperança de que Madison esteja lá.

Então você está dizendo que os fãs deveriam buscar esse encerramento também, e deixar essa teoria maluca ir embora?

Eu já disse isso antes, acho que todos nós precisamos encerrar isso.

Depois de todo esse tempo, por mais que Alicia tenha crescido como resultado da perda de sua família, parece que não serviria para sua história trazer Madison de volta neste momento, né?

Eu concordo totalmente, isso tem sido uma grande coisa para mim. Na verdade, eu tive uma conversa com os escritores quando voltamos sobre como isso era algo em que eu estava pensando muito. Que, para Alicia seguir em frente, eu realmente quero que ela – sabe, se vamos fazer isso, precisa ser uma separação do passado que está sempre sendo trazida à tona. Precisa agora ter algum fechamento e seguir em frente para Alicia se tornar um ser humano completo em quem ela é.

Você mencionou moralidade e ética antes, o que parece ser um tema recorrente ao longo da temporada. Vimos John e June divididos por motivos morais diferentes, assim como Dwight e Sherry na semana anterior. Esta semana, Alicia, Morgan e Strand estavam todos em suas próprias ilhas quando se tratava de suas bússolas morais. Então, qual é a posição certa a tomar?

Acho que você está no caminho certo, e é difícil responder agora só porque não acho que vamos dar uma olhada completa em qual é a verdadeira base moral de cada personagem até chegarmos ao fim. Mas acho que haverá surpresas. Realmente haverá algumas surpresas sobre os fundamentos morais do personagem em que estamos.

Você conhece esses personagens há alguns anos, tem coisas que vem surgindo que te surpreenderam?

Sim, existem. Tem. Eu acho que vai conversar com o que a Alicia– O que tem sido incrível sobre a evolução de Alicia é que a vimos passar de uma adolescente ingênua a uma guerreira incrivelmente capaz –

Você pode chamá-la de líder f*dona, acho que ela merece isso.

Ela é uma líder f*da, isso mesmo! Mas também a vimos em meio a esse tipo de pacifista traumatizado e também a vimos ter que superar a turbulência interna de raiva, ressentimento e destruição. Então, o que acho que será interessante daqui para frente é ver como Alicia é capaz de, e se ela é capaz de equilibrar essa dualidade.

O que eu sempre disse é que Alicia é filha de Madison, e Madison não era um anjo. Ela era uma líder implacável, pragmática e séria. E embora ela fosse ferozmente protetora, ela também estava disposta a fazer muito para se certificar de que as pessoas com ela estavam protegidas.

Costumo dizer que alguém como Morgan é muito mais – não tão cruel quando se trata de… – ele pode ser, mas se eu olhar para Madison, sinto que havia um elemento de, não sei, havia- – Tudo o que estou dizendo é que vai ser interessante ver onde Alicia está encontrando essa dualidade.

Com Morgan massacrando os Rangers e mostrando a escuridão emergente, é hora de Alicia intensificar e ser a bússola moral dele?

[depois de uma longa pausa] … É isso que estou dizendo. Isso, sim, há muitas opções onde ela pode ir. Eu acho que percebendo isso– Alicia foi capaz de tirar muitas características diferentes de seus muitos mentores em sua vida e eu acho que finalmente vamos vê-la juntando tudo isso.

Na semana passada, June teve a oportunidade de matar Virginia. Esta Alicia recém-centrada teria feito isso?

Eu acho que ela quer.

Tem sido uma configuração relativamente tranquila para o que certamente será um confronto brutal entre Virginia e seu grupo. Você pode nos dizer o quão feio vai ficar?

Fica muito feio, não vou mentir. Fica muito feio, na verdade. Eu acho que se torna– Essa é difícil, eu realmente não sei o que dizer. … Vou te dizer uma coisa, fica muito, muito bagunçado e a oportunidade – eu não sei o que dizer.

Bem, definitivamente parece que a m* vai atingir o ventilador.

Vai atingir o ventilador, é verdade. Vai realmente atingir o ventilador.

Espera-se que “Fear the Walking Dead” retorne à AMC após os seis episódios bônus de “The Walking Dead” que vão ao ar em 28 de fevereiro.

Tradução e Adaptação: Marina Brancher – ADCBR.

Fonte

Alycia Debnam-Carey estrelou alguns papéis incríveis nos últimos anos. Desde seu trabalho como Lexa em The 100 até Alicia Clark em Fear the Walking Dead, ela tem uma maneira de dar vida a personagens tão fortes e poderosos. Para celebrar a recente temporada de Fear the Walking Dead, Alycia sentou-se conosco para conversar sobre tudo – como quais papeis ela fez audição (mas não conseguiu), o episódio favorito de FTWD e se ela guarda alguma coisa do set de The10

Aqui está tudo o que nós aprendemos:

1.Primeiro, qual foi a última série que você maratonou?

A última série que eu maratonei foi Sucession.Era nessa que eu estava tão interessada. E quando começou a pandemia, eu estava tipo, “Tudo que eu preciso é a nova temporada de Sucession” Então eu mal posso esperar para a Terceira Temporada. É isso que vem na minha mente

2. Qual emoji você mais usa?

Nossa, eu amo essa pergunta! Vou olhar meu celular para te dar uma resposta exata. Bom, nesse momento, é a carinha chorando (😭), que resume perfeitamente 2020. Mas além desse, é provavelmente as pequenas estrelas (✨) ou olhos com coração/amor (😍), eu acho. Mas nesse momento, apenas a carinha chorando.

3. Qual é seu filme preferido de todos os tempos?

Eu nunca tive uma boa resposta para isso. Nunca mesmo. Eu sinto que  gosto dos filmes por razões diferentes. Eu amo Pulp Fiction, mas eu também amo How to Lose a Guy in 10 Days. E, você sabe, tem uma grande diferença entre eles. Também tem aqueles bobos que eu quero assistir o tempo todo, como Superbad. Eu sinto que é muito difícil para eu escolher um filme favorito de todos os tempos

4. Tem algum filme que mais te marcou?

Eu penso constantemente sobre Melancholia

5. Qual pessoa mais te impressionou?

Recentemente, eu vi Quentin Tarantino e foi um “Ai meu deus. Ai meu deus”. Pulp Fiction é um dos meus filmes favoritos. Lembro de ter visto ele e apenas ficado tipo, “Ai meu deus, ai meu deus. Está acontecendo. Eu estou vendo você,” e ele, tipo, me olhou por um momento, e foi algo como “Está acontecendo.” E foi literalmente isso. Nós trocamos olhares.

6. Qual foi o hobby que você adquiriu ou voltou a fazer durante a quarentena?

Ler foi um grande. Também comecei a tocar piano. Eu não sei tocar piano, mas eu meio que comecei a tocar. Eu também estava pintando e desenhando bastante. Foi um tempo bem criativo para mim. Eu não tinha muitos planos, então só decidi ver onde isso me levaria, e essas foram as três coisas principais para mim.

7. Qual foi o último livro que você leu?

O último livro que eu li foi Pachinko. Durante a quarentena e o confinamento, eu fiz parte de um pequeno clube do livro com os meus amigos de Sydney, e foi muito, muito legal. Então nós começamos a ler vários livros. O último que eu li foi Pachinko. Nós ainda precisamos discuti-lo, tive vários sentimentos sobre. Gostei, mas não amei.

8.  Qual é a única coisa que você não pode viver sem?

Tenho uma pequena coleção de fotos dos meus amigos, da minha família e de Polaroids. Eu viajo bastante, então sempre carrego eles comigo. Eles estão lá no meu diário e eu os tenho há, acho que provavelmente, pelos últimos sete ou oito anos. É apenas um lembrete das pessoas da minha vida e das pessoas que eu amo, e isso é algo que eu realmente aprecio.

BuzzFeed: E tem algo diferente sobre ter as fotos físicas do que olhar no seu celular.

Com certeza! Na verdade, alguns anos atrás, eu tinha um desses aplicativos de foto que você pode colocar todas as fotos do seu celular e uma empresa vai imprimi-las para você. Em casa tenho essa grande caixa de fotos. Preciso fazer isso de novo eu gosto delas. Lembro de pensar quando éramos crianças, você provavelmente teve a mesma experiencia, de ficar olhando os álbuns de fotos e não é mais uma coisa. É incrível apenas sentar e viajar pelos anos, seu crescimento e as pessoas em sua vida. Não fazemos mais tanto isso

9. Qual é a sua coisa favorita de cozinhar?

Eu não sou uma grande cozinheira, mas faço um salmão assado muito, muito bom com brócolis grelhado e espinafre refogado. Eu posso arrasar nisso.

10.  Tem algum papel que as pessoas ficariam surpresas ao descobrir que você fez a audição e não conseguiu?

Ai me deus, tem tantos papeis. Eu não sei se você já viu o vídeo no Youtube com a Brie Larson que ela lista todos os filmes que ela fez audição?

BuzzFeed: Sim! É um dos meus vídeos favoritos

Eu assisti e foi como “Isso é tão eu.” Lembro de ir para The Bling Ring e ver [Brie Larson] na sala de audições comigo e pensar, “você não precisa estar aqui. Por que você está nessa sala de audições? Você deveria ter recebido esse papel.”

Recentemente, eu acho que os papeis que vem na minha cabeça são Black Widow e Little Women. Tem tantos. Se você for nos meus e-mais, é constante. Quer dizer, tem tantos.

11. Quem é seu crush celebridade da infância?

Provavelmente Zac Efron. Quando High School Musical saiu, eu tinha 12 ou 13 anos. E fiquei tipo, “Wow!” Esse foi o começo. Aquele pequeno corte de cabelo swoopy. Ele tinha tudo.

BuzzFeed: Ele tinha o corte de cabelo original do Justin Bieber antes de ser legal.

E é isso! Ele tinha antes de ser legal. Eu era obcecada.

12. Tem alguma celebridade que você é frequentemente confundida?

Me falaram que eu pareço com muitas pessoas. Já falaram Miley Cyrus, nós temos o mesmo formado do rosto. Já ouvi Fiona Apple. Antes Faye Dunaway. Geralmente é o formado do rosto. Por um tempo foi Emilia Clarke

13. Tem alguma história específica que você lembra quando te confundiram com outra celebridade?

Eu lembro, isso foi engraçado, fui para um show no Hollywood Bowl e era a orquestra de Game of Thrones tocando. Então, eu estava andando e esse cara que estava pegando os ingressos estava tipo, “Ai meu deus, eu não acredito que você veio. É uma grande honra”. E eu fiquei “O que você está falando?” e depois percebi que ele achou que eu era a Emilia Clarke

14. Qual é a sua história de fã mais louca?

Eu acho que é sempre muito louco ver pessoas que tatuaram minha maquiagem de The 100, como meus olhos ou meu rosto, tatuadas nos seus corpos, é sempre uma coisa muito doida ver. É um outro nível de dedicação. Eu estarei sempre observando vocês agora.

15. Na maioria de seus programas de TV e filmes, você tem um sotaque americano. Ficou mais fácil de fazer com o tempo?

Sim, acho que sim. Quer dizer, é porque a maior parte do trabalho que fiz foi na verdade nos Estados Unidos e todos com sotaque americano. Nunca usei meu australiano aqui. E, especialmente trabalhando em uma série nos últimos cinco anos, eu gasto muito do meu tempo com um sotaque americano, então isso se torna uma segunda natureza. Mas, é claro, de vez em quando há um deslize e eu digo: “Uau, isso realmente acabou de acontecer.” Meu sotaque é sempre mais forte quando volto da Austrália.

16. Você costuma voltar e assistir algum de seus trabalhos anteriores?

Assistirei ao que fiz, mas geralmente apenas uma vez. Normalmente faço isso só para ver como ficou, para ver como ficou, para ver se foi traduzido da maneira que pensei que seria. Eu quase vejo isso mais de uma perspectiva muito crítica, não uma perspectiva emocional do tipo, “Oh Deus, eu estou tão terrível. Oh, isso foi horrível. Eu deveria ter sido melhor”, nada disso. Quero ver como fica e gosto de ver o produto final. Mas raramente olho para as coisas uma segunda vez e, se o faço, é anos e anos depois. Então, eu tenho uma perspectiva muito diferente sobre isso, onde é como, “Oh meu Deus, eu pareço tão jovem.”

17. Você se lembra de como foi sua audição para Fear the Walking Dead?

Eu tive um processo de audição bem rápido porque eu tinha feito um piloto com AMC anteriormente que não deu certo. Era um piloto de Ridley Scott, e todos estavam tipo, “Oh meu Deus, isso vai acontecer, isso vai acontecer,” e por alguma razão, simplesmente não aconteceu. Então eles já estavam escalando [Fear the Walking Dead] e naquele ponto eles pensaram que eu poderia estar realmente certo para isso. Então entrei e acho que depois da primeira audição, fui colocada em uma leitura de química em tela com todos.

18. Existe alguma leitura de química em tela durante seu processo de audição de Fear the Walking Dead que você mais se lembra?

O que eu mais me lembro é de estar com Frank Dillane, que interpretava Nick. Eu me lembro que na audição, ele continuou me chamando de Alicia e, originalmente, eu recebi lados falsos. O personagem na verdade se chamava Ashley, e na audição, ele continuou me chamando de Alicia. Eu estava tipo, “Eu não sei, talvez esse cara seja como um ator de método britânico, algo que eu não me importo.” Então, descobriu-se que, quando todos nós conseguimos o show, estamos sentados em uma mesa gigante lida com AMC, executivos, produtores e a personagem agora se chama Alicia. Eu estava tipo, “Oh, espere, o que está acontecendo?” Foi um processo longo, mas também bastante rápido e furioso.

19. Alicia passou por tal crescimento de personagem desde a primeira temporada e se tornou uma personagem muito forte. Como é retratar o crescimento dela?

Eu olho para trás e tem sido muito gratificante. Eu acho muito raro conseguir essa oportunidade onde você trabalha com um personagem por tanto tempo e poder ter uma mão na sua transição e metamorfose, sabe? Eu acho que o que tem sido realmente especial sobre isso, é o fato de que eu tive que tê-la desde adolescente e acompanhá-la até se tornar uma jovem mulher. Essa é uma oportunidade rara, especialmente para espelhar isso com o pré-apocalipse e o pós-apocalipse. Ver um personagem crescer não apenas como um humano, mas também crescer em resposta ao ambiente é realmente ótimo e excitante.

20. Você sabia como a história da Alicia ia ser desde o começo?

Quero dizer, com programas de TV você não tem necessariamente o arco completo de como tudo vai se desenrolar como se fosse um filme. Então é um pouco mais difícil traçar as batidas principais [desde o início], mas eu acho que tem sido incrível. Ela teve o maior crescimento porque foi provavelmente a que foi mais longe. O público está aprendendo enquanto ela aprende. É uma oportunidade rara, mas realmente maravilhosa.

21. Você teve um momento específico da Alicia de que mais se orgulha até agora?

Eu sempre penso na terceira temporada, para ser honesta, e penso em quando fui empurrada pela primeira vez no bunker. Lembro que foi um grande momento porque foi o meu episódio. Foi a primeira vez que realmente tive um episódio singular. Lembro de sentir que este deve ser o momento em que Alicia evolui e muda para se tornar não apenas uma filha, uma irmã e uma adolescente, mas ela tem que estar à altura da ocasião. Então esse foi um grande momento para mim.

Eu também acho que, tendo aquele episódio com Charlie e Alicia em casa durante a tempestade durante a 4ª temporada, também foi um episódio importante para mim. Fiquei muito orgulhosa daquele episódio porque éramos apenas nós duas. Nós só tínhamos uma a outra para nos apoiar. Acho que realmente trabalhei muito para ter certeza de que fizemos o melhor que podíamos no tempo limitado que conseguimos. Foi outro episódio em que tivemos que vê-la evoluir, mudar e superar sua raiva por Charlie e sua tristeza e arrependimento por Nick e sua família, e simplesmente se tornar outra pessoa. Esses dois são grandes pontos de evolução para Alicia, então acho que esses são os dois de que mais me orgulho.

22. Você surpreendeu a todos quando voltou para o final da série The 100. Como o grande retorno de Lexa aconteceu?

Foi uma daquelas coisas em que nos últimos dois anos, houve momentos ou oportunidades em que poderíamos ter tentado [trazê-la de volta]. Eu sei que as pessoas realmente queriam trazer Lexa de volta, e havia tanta dor e mágoa que as pessoas estavam passando [depois de sua morte]. Eu nunca quis que parecesse um tapa na cara trazê-la de volta e levá-la embora novamente.

Então, quando Jason [Rothenberg] me ligou, ele disse: “Acho que tenho esta oportunidade que realmente gostaria de fazer com você. É o episódio final. O que queremos fazer com isso é apenas uma homenagem aos fãs e também para fazer uma declaração de que Clarke e Lexa realmente se amavam e se preocupavam uma com a outra. Seu amor se estenderá por muitas vidas. ” Acho que foi quando pensei: “Ok, esse é o único ponto que faz sentido.”

23. Você pensou muito nos fãs quando filmou o final da série?

Eu queria fazer isso especificamente para os fãs e ter um pequeno encerramento para finalmente sentir que houve uma volta positiva que aconteceu. Eu sei que era Lexa como a juíza e não necessariamente Lexa como ela mesma, mas eu ainda achava que o sentimento era importante. Foi uma homenagem ao quanto essas personagens se amavam e para ter um pouco de cura para os fãs. Tudo veio com muito amor e boas intenções.

24. Como foi se tornar Lexa novamente?

Foi surreal, mas também coube como uma luva. Era estranho como eu simplesmente escorregava de volta para a roupa. Acho que por ser uma personagem que passamos muito tempo criando e que tinha tantos atributos físicos – o figurino, a maquiagem, o cabelo – quando você veste algo assim, é uma experiência muito visceral. É muito como, “Oh, estou aqui neste personagem.” É muito bom.

25. O traje de Lexa era exatamente o mesmo quando você voltou?

Eles mantiveram a roupa de Lexa perfeitamente e eu me senti muito feliz comigo mesma. Eu estava tipo, “Oh, ainda serve. Está tudo bem.”

26. Você conseguiu manter alguma coisa do set de The 100?

Eu guardei o encosto da minha cadeira. Quando você está no set, você consegue levar as costas da cadeira do ator que tem no set. Então eu guardei isso. Bem, na verdade eles me presentearam ela em uma moldura, o que foi realmente adorável. Quanto a muitas outras coisas, não acho que tenho porque exatamente por essas razões que você tem que voltar de repente, três anos depois. Eles teriam ficado tipo “Ooh, nós realmente precisamos de você de volta.”

27. E, finalmente, você já pegou alguém assistindo a um de seus programas de TV ou filmes em um vôo?

SIM! Eu vi! E, eu não vou mentir, foi bem legal. Eu vi pessoas assistindo Fear the Walking Dead. Lembro que Into the Storm esteve em aviões por um tempo. Sim, FTWD e Into the Storm estavam em voos e me lembro de ter pensado, “Meu Deus, isso é tão legal!” Lembro também de sentar ao lado de alguém enquanto eles assistiam. Eu só estava pensando: “Estou bem do seu lado.” E eles não tinham ideia.

Você pode assistir Alycia em Fear the Walking Dead segundas no AMC Brasil.

Tradução e Adaptação: Amanda Lemos e Marina Brancher – ADCBR.

Fonte

Alycia Debnam-Carey comentou que estava em um “período de luto” quando Frank Dillane deixou o Fear the Walking Dead da AMC. Que Dillane foi um dos “poucos colegas de elenco mais jovens” que “compartilhou uma experiência de vida semelhante” com ela na jornada… E perder isso a afetou tanto como personagem quanto como pessoa.

A seguinte citação foi dita pela atriz Alycia Debnam-Carey durante uma mesa redonda com a imprensa virtual da qual The Natural Aristocrat participou para Fear The Walking Dead. Estavam presentes Alycia Debnam-Carey, Colman Domingo, Colby Minifie e Maggie Grace.

Alycia Debnam-Carey sobre Frank Dillane deixando FTWD:

“Eu me lembro que houve um momento em que Frank foi embora, sabe… Para mim, foi um período de luto real. Não apenas pela minha personagem, mas me afetou de uma forma realmente visceral porque você vive nesse trabalho sete meses por ano. E, especialmente na época, ele era um dos poucos colegas mais jovens também. Então, também estávamos compartilhando uma experiência de vida semelhante. Perder isso, afeta você. Não apenas como personagem, mas também como pessoa. Às vezes, isso pode ser um pouco difícil de distinguir quando você está trabalhando tanto. Então, ter alguém que está lá desde o início para lembrá-lo de como é sua vida real. Qual é a sua verdade e quem você é… Isso ajuda muito.

Colman [Domingo] é literalmente como uma família de verdade, e tem ajudado muito ter isso durante o que tem sido uma verdadeira montanha-russa. Definitivamente ajuda a ter  essa consistência. Sou muito, muito grata por isso! Mas você sabe, também é da natureza do trabalho que, quando ele mudar, você queira abraçá-lo. A mudança nesta indústria é muito bem-vinda, por ter uma forma constante de mergulhar em novas evoluções. Isso é o que mantém tudo realmente emocionante!”

Assista à estreia da 6ª temporada de Fear the Walking na AMC no domingo, 11 de outubro.

Fonte

Tradução e adaptação, Marina Brancher – ADCBR

Alycia Debnam-Carey falou com The Natural Aristocrat sobre o potencial de uma cena de flashback entre pai/filha em Fear the Walking Dead e a jornada matizada de Alicia Clark antes da 6ª temporada.

A seguinte pergunta foi feita por The Natural Aristocrat durante uma mesa redonda de imprensa virtual para Fear The Walking Dead com Alycia Debnam-Carey, Colman Domingo, Colby Minifie e Maggie Grace.

Entrevista com Alycia Debnam-Carey:

The Natural Aristocrat [Nir Regev]: Eu senti que um dos pontos mais altos de desenvolvimento para o personagem de Alicia foi quando ela descobriu que seu pai realmente tirou a própria vida. Quando Madison disse a Alicia que seu pai não sofreu realmente um acidente de carro, foi intencional. Muitos dos primeiros episódios da 6ª temporada tratam tematicamente de voltar a ser quem você sempre foi. Que é inevitável quando você está sozinho.

Você vê Alicia voltando à pessoa vulnerável encontrada naquele momento? Você gostaria de ver uma cena de flashback de pai/filha com o pai de Alicia, Stephen Clark?

Alycia Debnam-Carey: Sim! Nunca pensei em fazer um flashback como esse! Mas estou sempre apta em mostrar alguns dos aspectos mais reveladores de um personagem, antes de todo esse apocalipse. E eu acho que é trágico… Eu sinto que por tudo isso Alicia teve uma vida muito difícil e ela não tem mais ninguém, e ela é órfã… Mas eu acho que agora ela teve que trabalhar com tanta dor e tristeza e estamos do outro lado de certa forma. Ela percebeu que não há sentido em fazer isso, a menos que você possa encontrar esperança no futuro. Esperança e possibilidade com as pessoas ao seu redor. É, interessante que você mencionou esse momento. Isso também pareceu um grande ponto de desenvolvimento para mim. Eu apenas sinto que houve todas essas pequenas evoluções que Alicia teve. É difícil identificar necessariamente… Sabe, quando você vê isso no quadro geral, há tantos momentos diferenciados que a levaram a se tornar a pessoa que é agora. Mas, ainda assim, aprendemos que ela também puxou esse tipo de pragmatismo de outros personagens que ela precisa manter. Tudo se compõe à razão pela qual ela ainda está de pé.

Obrigado Alycia!

Fonte

Tradução e adaptação, Marina Brancher – ADCBR

Aviso: esse post contém spoilers da sétima temporada de “The 100”

Na última quarta-feira (30), a atriz Alycia Debnam-Carey retornou como uma de suas personagens mais marcantes, “Lexa”, para o último episódio de “The 100” da CW.

O criador e produtor executivo da série, Jason Rothenberg, realizou algumas entrevistas sobre Alycia ter concordado em voltar para o episódio final. Confira abaixo:

Entrevista para Entertainment Weekly

O criador de The 100 analisa o final da série e explica ‘a moral da história’

EW: O que você estava tentando dizer com esse final, já que todos os nossos personagens favoritos escolheram ficar na Terra com Clarke ao invés de transcender?

JASON ROTHENBERG: Queríamos que a moral da história fosse simplesmente declarada: “Até que paremos de lutar, estamos condenados”. Até que paremos de nos matar em nome do país, da tribo ou mesmo da família, estamos condenados a continuar repetindo esse ciclo de violência. E assim que o fizermos, darmos os braços e percebermos que estamos todos juntos nisso, então podemos chegar ao que vier a seguir. Nesse caso, é transcendência. Essa era a moral da história. Clarke não recebe o dom da transcendência por causa de suas ações; suas ações têm um custo, como o avatar de Lexa disse a ela na praia. Como Moisés não vai para a terra prometida, ela vai ficar sozinha – até que ela vê seus amigos. Achamos que era a maneira mais bonita de dizer que uma família escolhida é importante. Eles sabem que Clarke se sacrificou tanto por eles, desistiu tanto de si mesma por eles, que eles não iam deixá-la ficar sozinha. Eles estão renunciando a tudo o que é transcendência, eles estão desistindo disso para ficarem juntos. Por mais sombria que a série tenha sido às vezes, eu sinto que o final – e eu sempre digo que não estava tentando fazer as pessoas se sentirem bem na maior parte do tempo, e a série não é uma que deveria trazer alegria, é feita para comovê-las e deixa-las tristes ou até com raiva – mas aqui, estávamos, definitivamente, visando que as pessoas saíssem se sentindo animadas.

Por que todos os personagens principais fizeram essa escolha, exceto a filha de Clarke, Madi?

Lexa na praia, ela diz que Madi sabia que Clarke não queria que ela voltasse e fosse a única filha. Eles não vão ter filhos, esta é a última geração, eles não podem ter filhos. E então, como mãe, Clarke teria obviamente preferido que sua filha transcendesse e fosse para qualquer que fosse a próxima jornada / aventura / seja lá o que for, é obviamente algo especial, único e lindo, ao invés de ficar no chão com ela. Essa escolha foi facilitada para Madi pelo fato de que Clarke não estaria sozinha.

Agora vamos falar sobre alguns dos rostos retornando que vimos no final – Lexa, Abby e Callie. Você sempre soube que os faria voltar para participações especiais?

Aconteceu organicamente, com certeza. Depois de definirmos quais eram as regras do teste, a ideia de que o juiz assume a forma do maior amor de uma pessoa, do maior professor ou do maior inimigo, ficou claro que seria Callie para Cadogan, Lexa era minha primeira escolha para Clarke, e felizmente, Alycia concordou em voltar e fazê-la, e Abby obviamente teria sido para Clarke também se Alycia não tivesse concordado em voltar. Mas também fazia sentido que, quando sabíamos que Raven seria a única a entrar e apelar do veredicto uma vez que Clarke falhou, esse relacionamento era tão importante para Raven que havia uma beleza em ser sua pessoa também. As decisões foram ditadas por quem enfrentaria os juízes e quais seriam as regras da prova.

E quanto a Bellamy? Depois de sua morte chocante alguns episódios atrás, você considerou tê-lo de volta no final também?

Para mim, era para ser a Lexa o tempo todo. Quando essa ideia surgiu na sala, foi um daqueles momentos em que, não acontece com frequência, houve unanimidade de entusiasmo. Em seguida, tratava-se de fazê-la (Alycia) concordar em voltar. E não poderíamos ter Bellamy voltando no final, porque as regras de transcendência eram que apenas os vivos devem transcender. E então, infelizmente, ele morreu antes da linha de chegada, então ele não poderia estar lá no final, o que é outra realização trágica para Octavia, certamente, no final.

Fonte

Entrevista para Collider

O criador de ‘The 100’ Jason Rothenberg expõe aquele final e compartilha esperanças para o futuro

Sempre houve muita controvérsia em torno da morte de Lexa. Como foi para você ser capaz de trazer aquela personagem de volta e ter algum tipo de encerramento com aquela história, e ter Alycia Debnam-Carey de volta? Isso foi difícil de fazer, logisticamente?

ROTHENBERG: Primeiro de tudo, foi incrível tê-la de volta com o figurino e a maquiagem. Foi difícil? Ela estava animada, com certeza. Eu tive que ter várias conversas com ela para explicar exatamente o que estávamos procurando e o que era, e que não estávamos fazendo isso de uma forma exploradora. E então, em última análise, sim, ela estava totalmente pronta para isso. Estou muito, muito grato por ela ter feito isso e sou grato por ter sido capaz de dirigir essas cenas com ela e com eles.

Como muito de Clarke foi definido por esse relacionamento, embora tenha estado ausente por um tempo, como Eliza Taylor também se sentiu sobre a reunião das personagens?

ROTHENBERG: O tempo é estranho. Vivemos em um mundo onde a série durou sete ou oito anos e, no entanto, para eles, não durou tanto, mas [Lexa] é o amor da vida [de Clarke]. Eu não posso falar por Eliza. Ela teria que responder a essa pergunta. Eu sei que foi muito bom tê-las juntas. Nós nos divertíamos muito naqueles dias. Senti muita pressão, como diretor, por ter a responsabilidade de homenagear aquela personagem, e ainda perceber que não era realmente Lexa e saber que tínhamos que encontrar a linha de quanto da Lexa trazer para isso. Alycia fez um bom trabalho ao mostrar momentos em que vemos Lexa e momentos em que claramente não é ela.

Fonte

Entrevista para TVLine

Foi fantástico. Foi tão divertido ter Alycia de volta. Ela é uma pessoa tão boa e uma jogadora de equipe. Eu sei que ela estava realmente animada por estar de volta com a maquiagem e o figurino. Foi um pouco complicado para todos nós encontrar a linha entre o quanto Lexa ela deveria trazer para a performance e quanto interpretar o juiz / ser superior que está acontecendo naquela cena. Mas foi ótimo estar lá e assistir isso. Eu espero que os fãs tenham algum fechamento. Eu sei que isso é importante para ela e para mim. Não vai satisfazer a todos, mas foi lindo tê-la de volta.
Entrevista para TV Guide
Chefe de The 100 sobre aquele retorno chocante e um final alternativo para Bellamy
Quando você começou a pensar nesse final, você sabia imediatamente que Lexa seria a jurada de Clarke no teste final?
Rothenberg: Eu sabia quando contei a história – quando divulgamos a história na sala que eu queria que fosse Lexa. Eu queria que o juiz tomasse a forma de Lexa para Clarke pelo quanto Lexa significava para Clarke. E eu pensei que seria um bom momento obviamente para os fãs também. E eu esperava que Alycia estivesse procurando por algum encerramento por conta própria, e, de fato, ela estava. Então foi uma espécie de encontro de mentes.
Eliza e Alycia sempre tiveram essa química incrível na tela, então como foi filmar e vê-las se enfrentando novamente, mas com essa dinâmica totalmente nova?
Rothenberg: Em primeiro lugar, devo dizer que Eliza Taylor tem química com todo mundo. E sim, sua química com Alycia obviamente está fora do comum. Foi ótimo. Foi incrível estar lá, testemunhar isso. Eu fui o diretor do episódio, então houve aquele tipo de bônus adicional para eu estar na ilha com as duis, criando essas poucas cenas que tivemos juntos. Então foi ótimo, e eu não tenho nada além de gratidão pelo fato de que conseguimos reunir essas duas pessoas novamente. Por pessoas de quem estou falando, obviamente, Eliza e Alycia, não tanto Clarke e Lexa, já que claramente não é Lexa. Mas foi ótimo no geral.
Tradução e adaptação, Marina Brancher – ADCBR

Estudos científicos confirmam que, de todos os sentidos, o olfato oferece a melhor lembrança. Em “Memórias do Cheiro”, o Cut pergunta às pessoas sobre os aromas que eles associam com diferentes momentos de suas vidas.

A seguir, a atriz australiana Alycia Debnam-Carey, que equilibra seu papel no drama de terror pós-apocalíptico da AMC Fear the Walking Dead, servindo como o rosto de algo um pouco mais leve: Eau de Parfum da Philosophy, Amazing Grace, uma versão mais duradoura da marca ‘eau de toilette’ o floral mais vendido e amado, com bergamota e flores. O The Cut recentemente conversou com Debnam-Carey para falar de ervilhas, roupas e tinta fresca.

Minha primeira lembrança de perfume é:

O perfume da minha mãe, que é o mais óbvio, mas também tenho uma memória muito forte dos cigarros e ervilhas doces da minha avó. Ela se sentava comigo do lado de fora e caminhava comigo pela calçada, e eu me lembro do cheiro dessas ervilhas transbordando na cerca do vizinho conforme passávamos.

Felicidade cheira a:

Quando você pode sentir o cheiro do verão chegando. Na Austrália, bem no final do inverno, há uma árvore de jasmim rosa que começa a florescer. Tínhamos por toda a casa, e esse cheiro indica o primeiro gostinho de que o verão está prestes a começar. É o aroma das possibilidades, que está prestes a ficar um pouco mais quente, que o verão está chegando – esse cheiro realmente é felicidade. É um perfume clássico; todo mundo conhecia esse cheiro quando criança.

O amor cheira a:

Resto de perfume, ou resto de colônia nas roupas de outras pessoas.

Perda ou coração partido cheira a:

Privação sensorial. Sinto que perco muito o cheiro durante uma desilusão armosa, junto com outras experiências sensoriais; é desprovido de cheiro e sabor. Mas talvez uma ideia menos abstrata seja o cheiro de ar velho em um aeroporto.

A amizade cheira a:

Batata frita e vinho rosé.

O arrependimento cheira a:

Vento frio e café ainda mais frio.

O sucesso cheira a:

Sabe quando você vai ao teatro assistir a uma peça ou quando vai assistir a um filme, e aquela emoção que está no ar? E todo mundo está vestido e usando as melhores roupas para assistir a algo especial? É uma mistura dos melhores perfumes e colônias de todos, e o cheiro de pipoca e champanhe. Esse cheiro, todos reunidos em um. Para mim, isso é sucesso. A emoção, a ambição, a alegria. Mais pessoalmente, provavelmente é poeira e o cheiro de sangue, suor e lágrimas. Mas a parte boa é quaisquer que seja esse primeiro cheiro.

O pior cheiro é:

Queijo gorgonzola ou qualquer queijo fedido. Mesmo que o gosto seja bom.

Minhas férias ideais têm cheiro de:

Filtro solar, sal do mar, manga, um livro de bolso e creme de coco para o corpo. Isso é muito ideal, provavelmente porque me lembra os verões australianos. Geralmente é quando eu tiro minhas férias.

Minha casa cheira a:

Incenso Nag Champa, café e flores frescas.

A primeira coisa que sinto de manhã:

Honestamente, provavelmente é café, porque não registro nada antes do café da manhã. Não sou boa com as manhãs; a única coisa que registra é: “Onde está o café? Vamos encontrar.”

A última coisa que sinto antes de ir para a cama:

Uma leve borrifada de spray de água de rosas. Faz com que você se acomode para a noite.

Um cheiro que eu amo que os outros não:

O cheiro de tinta fresca… outras pessoas gostam disso?

Eu cheiro a:

Um pouco quente, um pouco doce. Eu sempre quero cheirar como verão, então espero que sim. Eu misturo muitos perfumes, mas minha intenção é sempre deixar as pessoas com um aroma suave e persistente. Por isso, gosto de colocar no cabelo um pouco e às vezes colocar na minha cama logo depois de lavar a roupa, enquanto ainda está quente. O aroma vai absorver um pouco, e você sentirá aquele aroma bem suave.


Tradução e Adaptação – Marina Brancher, ADCBR.

Fonte

No dia 03 de junho deste ano, Alycia Debnam-Carey e o elenco de Fear the Walking Dead compareceram à entrevista da BUILD Series em NYC para falarem sobre a 5ª temporada da série.

Confira as fotos em HQ clicando nas miniaturas abaixo:

build020.jpeg
build021.jpeg
build022.jpeg
build023.jpeg
build024.jpeg

Confira também o vídeo completo da entrevista legendado:

O Alycia Debnam-Carey Brasil está com vagas abertas! Quer fazer parte da nossa equipe? Se você tem tempo livre e interesse, preencha o formulário abaixo conforme a vaga que deseja ocupar e nos envie por email: debnamcareybr@hotmail.com

Antes de tudo, vale ressaltar que o trabalho feito no site não tem fins lucrativos e não é remunerado, é tudo feito de fãs para fãs por admiração ao trabalho da atriz Alycia Debnam-Carey.

Saiba mais detalhes sobre as vagas:

Gallery Manager: 2 vagas.
Nome:
Idade:
Tempo disponível por dia/semana:
Requisitos:
• Saber usar a galeria Coppermine.
• Ter acesso à fotos.
• Ter responsabilidade para cumprir as tarefas da vaga.

Tradutor: 1 vagas.
Nome:
Idade:
Tempo disponível por dia/semana:
Nível de inglês:
Requisitos:
• Ter o bom uso da língua portuguesa e inglesa.
• Ter um bom desempenho na transcrição de vídeos.
• Ter responsabilidade para cumprir as tarefas da vaga, quando necessário.

 

Nos envie as respostas e iremos avaliar.

Equipe Alycia Debnam-Carey Brasil.

A CHANEL liberou hoje (19 de novembro) o lindo ensaio fotográfico e uma matéria que eles realizaram recentemente com a atriz, Alycia Debnam-Carey. Confiram tudo logo abaixo:

Como é usar alta-costura CHANEL pela primeira vez? É só perguntar para Alycia Debnam-Carey.

Todo mundo se lembra das suas primeiras vezes. Primeiro beijo. O primeiro término que veio depois. A primeira vez morando fora de casa. Primeiro emprego. E se você é Alycia Debnam-Carey, sua primeira vez usando alta-costura CHANEL. Enquanto a maioria das pessoas estão acostumados a ver Debnam-Carey retratando a lutadora de zumbis Alicia Clark em Fear the Walking Dead, nós pudemos ver um lado completamente diferente da atriz quando nós nos escondemos com ela por uma tarde no Hotel Surrey com quartos e mais quartos de alta-costura CHANEL.

Embora Debnam-Carey passe a maior parte do seu tempo comandando a tela, é justo dizer que fashion pode ter sido seu primeiro amor. “Fashion sempre foi algo que eu fui super apaixonada desde que eu era muito nova e muito intrigada,” ela nos disse. Na verdade, a maior parte do seu amor por fashion foi inspirado pelo o que ela viu em filmes, “Muitas das minhas primeiras memórias sobre fashion são filmes antigos. O que me vem na cabeça é algo como O Mágico de Oz, Dorothy e aqueles sapatos vermelhos. Eu acho que eu adquiri um fetiche por sapatos, porque eu amo sapatos, mas essa é uma memória bem marcante, aqueles sapatos.” Ela continuou, “coisas bobas também, tipo Como Perder Um Homem Em 10 Dias, quando Kate Hudson está usando aquele vestido amarelo ouro. Eu lembro de ter pensado, eu quero usar isso quando eu tiver 10 anos ou coisa assim. Eu acho que para mim, é daí que o amor vem também, a combinação de filmes com fashion para mim sempre foi uma colaboração, eu tenho toda uma fascinação e apreciação por isso.”

Claro, nós tivemos que perguntar qual é o estilo de Debnam-Carey em seus dias de folga quando ela não está mergulhada em diamantes e descobrimos que ela tem um favorito muito específico, “Eu amo vestidos de verão, são meus favoritos em LA. Eu, na verdade, tenho dificuldades quando não é verão porque todo mundo está tipo, ótimo, agora eu posso usar jeans e camiseta. Mas para mim, eu só quero viver em vestidos de verão. Eu acho tipo o estilo dos anos 40 e 50 em particular. E eu amo chinelos ou rasteirinhas, ou até, na verdade, ultimamente eu ando amando mules. E uma boa bolsa bem clássica para deixar mais chique.”

Conforme o dia passava, nós também descobrimos mais sobre a atriz e sua carreira. “Eu sempre soube que queria fazer isso,” ela explicou. “Então eu comecei bem cedo. Eu gravei minha primeira música quando eu tinha oito, e foi aí que eu me apaixonei por tudo isso. Eu não sabia que existia um mundo inteiro onde as pessoas poderiam trabalhar juntas e criar mágica aos meus olhos, na verdade. E então, eu sabia que isso era o que eu queria fazer.” Aos 17, ela assinou com um agente nos EUA e quando ela tinha apenas 18 anos, ela saiu da Austrália e mudou para Los Angeles. Embora o primeiro ano tenha sido cheio de gravações consecutivas, Debnam-Carey também descobriu os altos e baixos de atuar. “Eu tive um ótimo primeiro ano, foi meio que coisa de um sonho. Foi trabalho consecutivo- foi quase bom demais para ser verdade. E depois, o segundo ano foi silêncio total e eu acho que isso faz parte das dores de crescimento de LA e da indústria também. Que você precisa ter esse desafio, e é bom para você ter isso. Para que você saiba que é realmente isso que você quer fazer. E que as razões pelas quais você ama fazer isso são as razões certas, o que são para mim a arte em si e o processo disso tudo. Então depois disso, eu meio que consegui alguns papéis incríveis. Mas claro, é realmente Fear the Walking Dead que tem sido meu maior aprendizado. Eu aprendi muito com os atores brilhantes da série, Kim Dickens, Frank Dillane, Lennie James, Cliff Curtis, Colman Domingo, essas pessoas que têm sido incríveis atores, mas também profissionais maravilhosos.”

Debnam-Carey quer trazer todas essas experiências para sua carreira no futuro. “Eu estou nessa posição incrível em que eu posso liderar uma série de um jeito diferente e agora eu realmente estou na vanguarda, o que é muito diferente, mas também muito interessante. Mas além disso, eu estou tentando ser muito particular com o que eu escolho. Eu quero focar mais em filmes ou séries limitadas porque eles te dão mais tempo para pular de um lado para outro e investigar outros personagens e outros mundos e é por isso que eu sempre me apaixonei. O jeito que você consegue viver diferentes vidas, e períodos de tempo, e vestimentas, e personagens.”

CHANEL1.jpg
CHANEL27.jpg
CHANEL11.jpg
CHANEL12.jpg
CHANEL6.jpg

   

Tradução e Adaptação, Adriana Rinaldo – ADCBR.

Fonte.

Para divulgar o retorno da série pós-apocalíptica Fear the Walking Dead, os protagonistas Alycia Debnam-Carey e Colman Domingo realizaram uma turnê de imprensa pela América do Sul no fim de junho e início de agosto deste ano, passando pela Argentina e Brasil. Nos dias 01 e 02 de agosto, Alycia e Colman estiveram na cidade de São Paulo para promover a segunda metade da 4º temporada do programa, realizando entrevistas com diversos sites brasileiros de entretenimento e uma livestream do Facebook através do canal de televisão AMC (e também uma mensagem especial para o site Alycia Debnam-Carey Brasil!).

Confira nos links abaixo as entrevistas realizadas pelos atores no Brasil:

Confira também as entrevistas em vídeo:

  • Entrevista com Série Maníacos

  • Entrevista no programa de TV The Noite Com Danilo Gentili

  • Livestream da AMC Brasil

O Alycia Debnam-Carey Brasil teve a grande oportunidade de ter uma de nossas representantes no evento em São Paulo para conhecer Alycia e Colman e ganhamos um vídeo muito especial! Assista ao vídeo que Alycia fez para o site:

Tradução:

Alycia: Eu acabei de receber este presente lindo do Fã site Alycia Debnam-Carey Brasil. Esse é o jeito… Só checando, isso está certo?

– Sim.

Alycia: Isso é ao vivo?

– Sim!

Alycia: Ah, é! Ah, mas falei certo! Então é bom!

Colman: Ela falou certo!

Alycia: Falei certo! Esse é um presente tão fofo, muito obrigada. E tem sido uma coisa tão legal conhecer todos vocês e te conhecer, eu mando muito amor. Me sinto muito, muito amada e apoiada e sou muito grata. Obrigada.