AUSTIN, Texas – Entrando na terceira temporada de ‘Fear The Walking Dead’,

Alicia Clark, interpretada por Alycia Debnam-Carey, já passou por momentos muito difíceis. No período de alguns dias na série, Alicia tirou sua primeira vida humana para proteger Travis no final da segunda temporada. Pouco depois, na estreia da terceira temporada, ela vê Travis cair de um helicóptero até sua morte, por conta de uma bala perdida aparentemente fatal. Então, provavelmente é um eufemismo dizer que a Alicia está passando por uns problemas sérios.

Em uma entrevista com imprensa após o painel de ‘Fear The Walking Dead’ no ATX Television Festival no domingo (11), Debnam-Carey disse que estava ansiosa para ver seu personagem evoluir a partir dessas duas experiências

muito traumáticas. “Para Alycia, com Y, eu, foi ótimo” disse ela. “Eu adorei que estivéssemos vendo a aceleração desse personagem em um período de tempo muito rápido. Foi de repente, ela ficou abrigada, penso eu, por um longo tempo. Muitas vezes ela está na sombra de Nick, de Madison, até certo ponto. Ela finalmente está sendo confrontada com algumas experiências traumáticas e depois tem que crescer com tudo isso”. Dirigindo-se ao terceiro episódio da terceira temporada, ‘Teotwawki’, Alicia e a família Clark estão se instalando no Broke Jaw Ranch. Este refúgio pós-apocalíptico é tentador na superfície: foi criado por um “preparador para o dia do Juízo Final” e, sem dúvida, é a comunidade mais bem equipada que vimos no universo de The Walking Dead. Mas Madison está trocando farpas com o líder da comunidade, Jeremiah Otto, depois que sua família foi quase morta por seu filho, Troy. (Madison, não por nada, cavou uma colher no olho de Troy, no que se tornou um uso icônico de um escudo humano na televisão).

Apesar desta tensão no rancho, Alicia conhece os adolescentes de sua idade em ‘Teotwawki’ sob a aparência do “estudo bíblico”. As aspas são necessárias, porque os “estudantes da Bíblia” ficam em um abrigo – como uma versão distópica do círculo de That 70’s Show – relaxando com uma cabeça de zumbi decapitada, mas ainda animada, chamada Jeff. “A Alicia está tentando aproveitar ao máximo,” disse Debnam-Carey, sobre seu personagem no Broke Jaw Ranch. “Ela passou por tantas coisas que agora faz bem a ela estar com pessoas de sua idade e talvez tentando preencher o vazio do que sua vida poderia ter sido antes de tudo. As experiências que ela provavelmente deveria ter.”

Uma peculiaridade do personagem de Debnam-Carey que a atriz lutou, que ainda está presente na terceira temporada: a faca de Alicia. O canivete deveria fazer uma saída na segunda temporada, mas Debnam-Carey fez campanha com sucesso para manter a arma com Alicia. Ela disse que gosta da ideia de que a peça se torne sinônimo de seu personagem, semelhante a Michonne e sua katana ou Negan e seu taco em The Walking Dead. “Eles escreveram a saída do canivete e depois eu pedi para que ele voltasse, porque eu queria que ele se tornasse mais conectado a ela, e também achei que era hora dela começar a carregar o poder, ou ter algum tipo de defesa que não fosse ‘apenas Madison’”, ela explicou. “Eu acho que [Madison] sempre foi a força da proteção, e uma mudança agradável para ela era começar lentamente a fazer suas próprias escolhas – e essa era uma delas. Isso funcionou muito bem”.

Enquanto Debnam-Carey permaneceu calada sobre detalhes da nova temporada – e compreensivelmente, mesmo que a produtora executiva Gale Anne Hurd não estivesse sentada diretamente a seu lado – ela deu alguns palpites sobre seu episódio favorito da terceira temporada como uma experiência difícil e cansativa. “Acabei de gravá-lo,” disse ela. “Está mais longe de ir ao ar, então eu não posso falar sobre isso. Foi cansativo, é o que vou dizer, mas ótimo. Tem sido uma temporada dinâmica. Tivemos tantos episódios ótimos.”

A terceira temporada de Fear The Walking Dead vai ao ar aos domingos, na AMC.

Tradução e Adaptação, Beatriz Lima – ADCBR.

Fonte:

Se você assiste ‘Fear The Walking Dead’, então, você está ciente do foco na fronteira mexicana e a coincidência com o que está acontecendo na vida real. Em uma entrevista com HollywoodLife.com, Alycia explica o paralelo ‘interessante’ na série.

Alycia Debnam-Carey, de 23 anos, sentou-se com HollywoodLife.com no ATX Festival em Austin, Texas, para discutir todas as coisas sobre Fear The Walking Dead em junho de 2017. Não pudemos deixar de perguntar sobre o foco contínuo da série na fronteira mexicana, e o quanto reflete no atual clima político entre o país e os Estados Unidos. “Esta temporada tem vários momentos reflexivos sobre o clima econômico e social atual nos EUA”, disse Alycia a HollywoodLife.com. “Não foi planejado ou proposital, mas é inevitável que essas coisas entrem e saiam. No momento acontece, e é bastante relevante.” Com certeza!

A atriz que interpreta Alicia Clark na série também compartilhou que a fronteira acrescenta muita diversidade às histórias que eles estão contando. “Há alguns grupos interessantes que encontramos que possuem ideologias diferentes, diferentes origens”, acrescentou Alycia. “[Isso] realmente vai ser interessante para ver como as pessoas respondem”. A produtora executiva, Gale Anne Hurd, também esteve presente para a entrevista da HollywoodLife e explicou que o drama da fronteira na série realmente contribui para a história que eles estão tentando contar. “Sempre há um monte de drama em qualquer fronteira, e isso sempre foi o caso desta fronteira”, explicou Gale. “Sempre que você tiver esses tipos de conflitos, ambos os lados acreditam que estão certos. É ótimo ver esses grupos e essas filosofias colidirem. E ter a abertura criativa para explorar isso.”

No caso de você não estar atualizado em Fear The Walking Dead, a segunda temporada levou a família Clark de Los Angeles, na Califórnia, ao México, com esperança de encontrar refúgio. Eles estavam abaixo da fronteira até o final da segunda temporada quando fizeram uma tentativa desesperada de voltar para o solo americano, o que os levou a mais problemas do que jamais poderiam ter imaginado.

Tradução e Adaptação, Marina Brancher – ADCBR.

Fonte:

A estrela de Fear TWD, em entrevista feita pelo Eric Goldman do site IGN, fala sobre sua habilidade com facas, como REALMENTE sobreviver o apocalipse zumbi e muito mais.

AVISO: Spoilers dos episódios mais recentes de FTWD.

Alicia Clark (Alycia Debnam-Carey) passou por muita coisa em Fear the Walking Dead. Uma garota normal de LA cursando o ensino médio, quando a série começou, Alicia acabou correndo com sua família, seguindo o surto de zumbis que iniciou a série – e os eventos recentes ficaram ainda mais intensos para ela, quando matou uma pessoa viva pela primeira vez para salvar Travis (Cliff Curtis)… apenas para Travis morrer na frente dela pouco depois.

No entanto, Alicia, sua mãe, Madison (Kim Dickens) e o irmão Nick (Frank Dillane), agora se encontram no Broke Jaw Ranch, entre um grande grupo de sobreviventes, no que se sente como um ambiente relativamente seguro… mesmo que haja motivo para ser muito cauteloso com os moradores locais como Troy Otto (Daniel Sharman). Alicia

foi abraçada por um grupo de adolescentes locais, dando-lhe o primeiro momento de normalidade em bastante tempo. Mas será que pode durar?

No ATX Television Festival em Austin, TX, na semana passada, acompanhado de um painel para Fear the Walking Dead, Eric falou com Debnam-Carey sobre a atual temporada de Fear, o ponto de vista da Alicia sobre a vida em Broke Jaw, suas habilidades com a faca e muito mais. Confiram toda a entrevista traduzida logo abaixo:

IGN: Os Clarks estão neste novo lugar, com esse novo grupo, e eles estão tentando se acostumar. Qual é o sentimento da Alicia com tudo isso?

Alycia Debnam-Carey: Os próximos dois episódios são muito únicos para Alicia já que é quando ela finalmente começa a sair com jovens de sua idade, outros adolescentes.

IGN: Este falso grupo religioso.

Debnam-Carey: [Risos] Sim, esse falso grupo religioso! Nós a vimos como essa garota que tinha todas essas esperanças e sonhos – que queria ir para a faculdade e sair de Los Angeles e fazer suas próprias coisas. O apocalipse já anulou tudo isso. Ela não foi autorizada a ter nenhuma dessas experiências. Esta é a primeira vez que vemos se ela pode ter essas experiências, se ela pode sair com pessoas de sua própria idade, se ela pode ter um relacionamento. Suas prioridades agora mudaram porque ela está vendo o quão rápido você pode perder sua vida… Com Travis tendo juntado todos, só para perdê-lo tão rápido e tão inesperadamente. Então, há essa realidade de sua própria morte e também de se sentir como se ela estivesse finalmente neste santuário. Quanto a sua mãe, há algum tipo de conflito de culpa lá e um fardo de que Alicia é responsável por isso de uma maneira estranha. Então, ela fica tipo, “vou ficar aqui e tentar fazer isso funcionar” e preencher esse vazio que está dentro dela, seja com amigos ou experiências como beber e festas e esse fator inteiro. Estamos conseguindo realmente vê-la tentar descobrir como talvez ser uma adolescente de novo. Mas está muito longe agora?

IGN: Como você disse, a cena em que você descobriu que a verdade sobre esse grupo é talvez o “rolê” mais normal que já vimos para a Alicia. Ela está brincando, fumando maconha, fazendo novos amigos… mas há uma cabeça de zumbi sentada na mesa. É a diversão para encontrar a deturpação de Fear The Walking Dead em tudo?

Debnam-Carey: Não podemos sair sem ser um pouco macabro, podemos? Mas é bom ter um episódio onde não é tudo escuro e pesado. Depois de algo como Travis morrendo, nós conseguimos ver alguns elementos interessantes de humor, até a forma como o episódio começa com o vídeo do fim do mundo. Quando eu finalmente vi isso, pensei “isso é tão bom”. Era cafona e absurdo e tão estranho. Mas esse é o ponto… Eu acho que a única maneira pela qual as pessoas podem lidar com coisas terríveis é através do humor, e então, encontrando alguma esperança. Nós conseguimos ver um pouco disso nesse episódio.

IGN: Mesmo que tenha havido uma pausa entre as temporadas, para os personagens isso só foi alguns dias. Alicia matou um homem para salvar Travis e logo depois Travis morreu. Isso é muito para processar. Você acha que é por isso que ela ainda está mais determinada a abraçar esses momentos normais?

Debnam-Carey: Sim, e acho que a ideia de que isso equivale a algum tipo de santuário e segurança, que eles estão aqui e eles não vão estragar isso desta vez. Que não podem. Eu acho que o que é interessante nesse episódio [recente] é que o humor de Alicia muda de forma bastante dramática. Especialmente nessa cena com Nick, onde ela está dizendo “você não precisa se culpar. Não é justo que mamãe coloque essa culpa em você.”  Mas então ele também se vira no minuto seguinte e diz “é um momento ruim para formar uma consciência.” Há muitos sentimentos tumultuosos nela, eu acho. Depois de alguns dias de caos, essa estabilidade – eu acho que ela está tentando aproveitar ao máximo isso e afastar todas essas experiências ruins, flashbacks e memórias para outro lugar por agora, para tentar e simplesmente lidar com tudo.

IGN: Qual a opinião dela sobre esses dois irmãos, Jake e Troy – os irmãos aparentemente bom e mau. É simples assim? Existe alguma conexão, ou ela está mantendo distância?

Debnam-Carey: Acho que ela definitivamente mantém distância de Troy. O que é incrível sobre Alicia, e o que eu acho que ela não tem crédito suficiente, ela parece ser a mais nivelada de todos. Ela é a única que ancora a ética e a moral ao máximo de Nick e Madison. Ela fala quando está errado e se cansa para compensar quando está certo. Com Troy, não é exceção. Ela viu o que ele pode fazer. Ela não aprova que Madison manipule seu caminho para se lançar um pouco sobre ele. Então eu acho que ela definitivamente quer manter distância de Troy. E Nick, obviamente, não é fã de Troy. Mas Jake, eu não acho que ela realmente o conhecia ainda, então vamos ver.

IGN: Sim, eles tecnicamente se conheceram, mas estavam em meio a uma crise.

Debnam-Carey: Exatamente. Eles experimentaram esse tipo de vínculo. Eu acho que você sempre terá uma conexão com alguém que atravessa algo tão traumático. Eles serão capazes de se descobrir de maneira diferente a partir daqui.

IGN: Alicia Clark parece ter se familiarizado com A faca. Que tal Alycia Debnam-Carey?

Debnam-Carey: Eu piorei! Por pior que seja admitir, mas piorei. Eu não consegui usá-la tanto nesta temporada. Usei nos primeiros episódios, mas enquanto continuamos, comecei a me ramificar para coisas diferentes. Mas piorei. Eu estava em boa forma, depois fomos para a pausa e perdi todas as minhas habilidades.

IGN: Esta franquia é conhecida por “entrar” em lugares muito sangrentos. Penso nessa cena na última temporada com Nick colocando os dedos nos olhos… [Risos] Sua expressão de nojo me diz a resposta para onde eu vou, eu acho! Mas quando você vê algo assim, você pensa: “Graças a Deus, eu não tenho que fazer essa cena” ou há uma parte de você que acha que seria divertido ficar tão louco e sangrento assim?

Debnam-Carey: É engraçado… Quando você assiste, é muito mais real e isso me deixa tão enjoada, mas quando você está fazendo isso, é tão técnico. Mesmo com a mordaça do olho, com a colher, demorou tanto para filmar que por ser uma peça tão frágil de maquiagem de efeitos especiais. Mesmo movendo-o um pouco, poderia bloquear a cena ou exibir o olho real. Você precisa ter muito cuidado com eles. Para mim, sempre quando finalmente os vejo, eu fico tipo “Oh, meu Deus, esqueci o quão desagradável foi isso.” No primeiro episódio em que Willy atravessa a parede com todos os ratos e seu corpo se encaixa em si mesmo, lembra disso? Para mim, eu pensava “Oh cara, isso é demais!” Isso também foi um pouco engraçado porque era tão cômico.

IGN: Os Clark estão de volta juntos, embora tenham sofrido grandes perdas ao longo do caminho. Você gosta de como a série está começando a mudar seu personagem, com pessoas diferentes, em pares diferentes, e então ver como é quando a família se reúne?

Debnam-Carey: Sim, adoro que finalmente pudemos reunir os Clark. Adorei quando conseguimos fazê-lo na 1ª temporada e eles não se reuniram realmente na 2 temporada . Então, voltar a isso, é incrível, principalmente porque adoro trabalhar com Frank [Dillane] e Kim [Dickens]. Eu acho que eles são pessoas maravilhosas e atores brilhantes. Eu aprendi muito com eles e me diverti muito trabalhando com eles. Também é bom poder se concentrar em um grupo central de pessoas e as relações de personagem para pular um ou dois de cada vez. Não é sempre em situações de grupo onde você está tendo que descobrir uma dinâmica de grupo. É bom ver personagens que se conhecem muito bem e fazer com que eles reajam. Eu me diverti muito com essa temporada. Foi bom também ter novas adições, mas mantivemos isso isolado e acho que está focado em cada personagem um pouco mais do que a temporada passada. A última temporada foi mais de todos ao mesmo tempo. Foi um pouco mais caótico, como isso é muito específico.

IGN: A série vai para esses lugares difíceis, quanto o que é o moral, o que é certo é nesta situação elevada. Na última temporada, foi “deixamos as pessoas entrar no hotel?”, sem saber quem eles estão deixando entrar. Tenho certeza de que isso é ótimo para vocês como atores, mas também leva a debates ou pensamentos internos sobre o que você faria em uma situação como essa?

Debnam-Carey: Você pode facilmente ficar preguiçoso e pensar “Eu tenho todas as respostas apresentadas para mim porque eles as escrevem para mim.” Mas na verdade, quando você vai a eventos como este [na ATX], as pessoas realmente o obrigam a considerar o que você faria. Eu tive que realmente pensar – já tivemos alguns debates na verdade. Daniel Sharman, que está fazendo Troy, ele decidiu que todos deveriam estar sobre palafitas e viver três metros acima do nível do solo. O que eu acho ridículo! Mas então eu pensei: “Por que não estaríamos em árvores!” Essa é uma ideia incrível. Por que todos não vivem em árvores? Todos poderíamos ir à floresta e à selva e viver em casas de árvores. Isso resolveria tudo. [Risos] Então, tivemos algumas coisas interessantes.

IGN: Onde vocês estão na 3ª temporada?

Debnam-Carey: Estamos chegando ao fim. Estamos filmando o episódio 314, então faremos o quinze e o dezesseis simultaneamente. Estou exausta. Como eu disse anteriormente, é uma viagem de menos de 24 horas para cá [Austin, depois de volta ao México para filmar]. O que é incrível, mas uma série como esta é muito exigente fisicamente e emocionalmente. Você não está apenas aparecendo para trabalhar todos os dias e trabalhando um dia de doze a catorze horas, você também está “fazendo acrobacias” e ficando maltratado e ferido. É divertido, mas tira isso de você. Estou planejando uma viagem para depois das gravações. Em algum lugar exótico e luxuoso para sair da sujeira e todo o lodo em que estivemos. Mas foi uma ótima temporada!

IGN:Seu showrunner até agora, Dave Erickson, anunciou que ele está saindo após essa temporada. Você está curiosa para ver como as coisas acontecerão, pois o show essencialmente entra nesta segunda fase no próximo ano?

Debnam-Carey:Estamos realmente curiosos para ver o que vai acontecer. Dave fez um trabalho tão maravilhoso e todos nós o amamos e sabemos que ele vai fazer coisas incríveis. Também é animador ver uma nova perspectiva de “há um salto no tempo?” Ou vamos continuar de imediato, ou vamos conseguir personagens completamente novos Ele nos prepara para algumas histórias potencialmente muito legais.

IGN:Eu não sei se você viu que no final desta temporada de The 100 eles finalmente fizeram um grande “salto no tempo”. Eles não precisam mais interpretar adolescentes!

Debnam-Carey:Eu vi isso! Foram seis anos ou algo assim, certo? Provavelmente estava começando a ficar um pouco inacreditável. Como, “Sim, ela tem 16 anos!”

IGN:[Risos] Sim, eu estava procurando “Quantos anos tem Octavia?” E ela tem tipo 17?! Para você, por não saber o que o futuro tem em um show como este, isso faz parte da emoção? Você poderia voltar na próxima temporada e pode ser o próximo dia para o seu personagem, ou então, um pouco mais tarde.

Debnam-Carey:Eu acho que seria ótimo se nós tivéssemos um grande pulo no tempo. Isso seria fantástico. Só permite que você crie uma história de fundo completa e que você possa ter um pouco mais de controle ou que tenha alguma contribuição com os escritores em como começamos aqui e ela muda dessa maneira ou assim e tem algumas surpresas lá. Seria muito legal. Mas nem estamos perto de considerar onde a próxima temporada está indo ainda! Ainda vamos passar pelos dois últimos episódios.

IGN:E tirar essas férias.

Debnam-Carey:Sim! E um bronzeado!


Fear the Walking Dead vai ao ar aos Domingos na AMC.

Tradução e Adaptação, Beatriz Lima – ADCBR. 

Fonte:

A estrela de Fear The Walking Dead, Alycia Debnam-Carey, aprendeu em primeira mão o quanto a fã base de The Walking Dead pode ser apaixonada. “Eu não sabia muito sobre The Walking Dead até eu marcar a audição e então eu assisti as primeiras quatro temporadas,” Debnam-Carey confessou recentemente ao The Australian. “Eu fiz maratona e assisti tudo em duas semanas, e nessa hora eu percebi, ‘Oh isso é muito maior do que eu achei que seria’,” ela adiciona.

Os fãs de Debnam-Carey são tão ardentes que muitos estão dispostos a tatuar seu nome. Ela recentemente contou à BT.com, “Lembro-me de quando eu estava na Copenhagen Comic Con, tinha pessoas dizendo: ‘apenas escreva seu nome no meu braço e eu vou tatuá-lo!’ Ou ‘Você pode fazer um desenho e eu irei tatuar ele!” Eu estava tipo, “eu não sei desenhar, então aqui está a pior imagem do mundo – você realmente quer isso tatuado em você?”

Apesar dos elogios, Debnam-Carey recentemente tomou um hiato de seis meses de todas as mídias sociais. “Eu precisava apenas tirar uma folga disso,” disse ela à BT.com. “Eu realmente precisava de uma pausa para pensar porquê eu uso isso e o que significa para mim, porque eu não confio muito nisso.” Depois de tomar um tempo para refletir, ela recentemente reapareceu, o que emocionou seus fãs. “Mas também notei o quão valioso é e como é importante honrar as pessoas que estão realmente apoiando você e compartilhando o que você está fazendo, o que é uma coisa tão incrível e humilde,” explicou.

Os fãs (tatuados com seus desenhos ou não) podem agora esperar para ver mais de sua atriz favorita no Twitter e nas suas telas de TV enquanto Fear está no ar com sua terceira temporada. Então, o que podemos esperar da Alicia, igualmente chamada? “Eu acho que vamos ver seu tipo de ramificação, não muito recebendo conselhos, mas assumindo uma carga,” Debnam-Carey revelou ao The Daily Telegraph. “A Alicia terá muito mais independência”.

A terceira temporada de Fear The Walking Dead estreou domingo, 4 de junho, nos EUA e internacionalmente, segunda-feira, 5 de junho.

Tradução e Adaptação, Beatriz Lima – ADCBR.

Fonte.

Em um artigo recente postado pelo site News, fala que Alycia Debnam-Carey não sabia no que estava se metendo quando conseguiu um papel na série de TV americana Fear the Walking Dead. 

“Eu não sabia muito sobre Walking Dead até eu conseguir o trabalho e então assisti as primeiras quatro temporadas, fiz uma maratona em duas semanas, e naquele momento eu percebi ‘ah isso é muito maior do que eu imaginava’, Debnam-Carey contou à AAP. “Não acho que eu estava preparada pra isso. Então tem sido uma doce surpresa.”

Debnam-Carey já tinha causado excitação como a Comandante Lexa em outra série de sci-fi, The 100. Ela deixou esta série por Fear the Walking Dead. Entretanto os dois shows, ambos baseados numa ficção de gênero apocalíptico, têm muito em comum.

“Os fãs de ambos os shows são completamente apaixonados e muito ávidos pelo que está por vir”, ela disse.

Quando sua personagem em The 100 foi morta, os fãs ficaram revoltados e abriram um debate maior sobre a morte recorrente de personagens lésbicas no horário nobre da TV,

“Isso realmente abriu meus olhos para algo que eu não acho que estava verdadeiramente ciente, que uma personagem foi capaz de inspirar e mover pessoas,” ela disse.

Debnam-Carey afirma que a terceira temporada de Fear the Walking Dead tem um tom mais político. A família segue para a região do que era conhecido como a fronteira México-Estados Unidos, enfrentado problemas reais.

“A série reflete muitos dos temas que estão na mídia no momento, em termos de território, racismo e política,” ela disse.

Acompanhem a terceira temporada de Fear The Walking Dead, todo Domingo, pela AMC Brasil.

Tradução e Adaptação, Joyce Fonteles – ADCBR.

Fonte.

Em um artigo recente postado pelo site ComicBook, nos trazem uma revisão sobre os dois primeiros episódios de estréia dessa nova temporada de Fear The Walking Dead, traduzimos para vocês uma pequena parte onde ele nos conta sobre a evolução de Alicia Clark, personagem de Alycia Debnam-Carey.

Confiram logo abaixo:

A mudança mais impressionante é de Alicia. Nick anseia por continuar mudando de lugar, como sempre. Madison continua tendo como único objetivo manter seus filhos a salvo, mas agora ela declara que irá matar para garantir que isso aconteça. Alicia, ao contrário, começou como uma adolescente indefesa, em luto pelo seu namorado de colégio, e tomando decisões que colocaram o grupo em perigo. Dessa vez um forte contraste pode ser visto entre a Alicia das temporadas anteriores e a Alicia da terceira temporada. Durante uma sequência onde ela está com Jake Otto, um novo personagem que se veste e se porta como um soldado, é Alicia quem faz o papel de heroína, sabendo e fazendo o que precisa ser feito para sobreviver. É uma coleção de momentos revigorantes que preparam a jovem personagem, interpretada por uma atriz favorita dos fãs, para emergir como líder.

Os fãs irão desejar ver mais de Alicia e menos de sua mãe, uma vez que o crescimento da personagem e a atuação de Debnam-Carey são igualmente mais envolventes que os de Madison, personagem de Kim Dickens.

Tradução e Adaptação: Joyce Fonteles, ADCBR. 

Fonte

Após o final de temporada de The Walking Dead, AMC anunciou a data da estreia da terceira temporada de Fear the Walking Dead, revelando ela retornará no domingo, 4 de junho, às 9:00 PM ET/PT. A primeira metade da temporada terá oito episódios que serão transmitidos ao longo de seis semanas, com dois episódios seguidos no domingo, dia 4 de junho, e no final da metade da temporada no domingo, dia 9 de julho.

Quando Fear the Walking Dead retornar para a terceira temporada, nossas famílias se juntarão na região vibrante e violenta, conhecida anteriormente como fronteira entre México e Estados Unidos. Com as barreiras internacionais rompidas após o fim do mundo, nossos personagens devem tentar reconstruir não apenas a sociedade, mas a família também. Madison se reconectou com Travis, seu parceiro no apocalipse, mas Alicia foi arrasada por ter assassinado Andres. O filho de Madison está a apenas algumas milhas de distância de sua mãe, mas a primeira ação de Nick como líder fez com que ele e Luciana fossem emboscados por um grupo miliciano americano – o casal escapou da morte, Luciana foi baleada, e Nick não se sente mais imortal. Se recuperando tanto física quanto mentalmente, Strand tem seu foco em juntar a nova moeda mundial, e a prisão de Ofélia irá testar sua habilidade de sobreviver e sua capacidade de ser selvagem como seu pai.

Confiram clicando na miniatura abaixo a primeira foto promocional em HQ de Alicia Clark:

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Os produtores executivos da série são o showrunner Dave Erickson, Robert Kirkman, Gale Anne Hurd, Greg Nicotero e David Alpert, e as estrelas Kim Dickens como Madison, Cliff Curtis como Travis, Frank Dillane como Nick, Alycia Debnam-Carey como Alicia, Mercedes Mason como Ofelia, Colman Domingo como Strand e Danay Garcia como Luciana. Se juntando ao elenco regular para a terceira temporada estão Dayton Callie (Sons of Anarchy, Deadwood), Daniel Sharman (The Originals, Teen Wolf) e Sam Underwood (The Following), que interpretarão a família Otto, fundadores de uma organização de sobreviventes que havia se preparado para a queda da democracia, mas não haviam antecipado o ressurgimento dos mortos, e também Lisandra Tena (Chicago P.D.) como Lola Guerrero.

Tradução e Adaptação: Joyce Fonteles – ADCBR. 

Fonte

Em um pequeno artigo publicado pelo site BlastingNews, foi feita uma análise do filme de terror de 2016 ‘Friend Request’, e por que os fãs do gênero vão amá-lo. Confiram o artigo traduzido logo abaixo:

Alguns dos melhores filmes de terror dos últimos anos foram lançados em 2016, e “Friend Request” pertence a essa lista. Não é um dos melhores filmes de terror de 2016 pelo mesmo motivo que “A Bruxa” é; ele não é uma obra prima inovadora. Mas é um filme bem feito para os que amam filmes de susto, e ele utiliza da era moderna ao ter o Facebook como a plataforma para revelar a história. Até os fãs casuais de filmes de terror vão apreciar o tema, e é provável que nunca mais enxerguem a mídia social da mesma maneira.
O enredo e o trailer
Uma universitária (Laura) faz amizade com uma colega (Marina) no Facebook, e logo fica aparente que Marina é obcecada por Laura. Quando Laura ignora suas mensagens e a abandona por uma festa, um caos sobrenatural acontece; os amigos de Laura começam a morrer um por um.
A entrega
Histórias sobrenaturais com táticas de sustos são básicas em filmes de terror, mas muito frequentemente elas falham. “Friend Request” encontrou uma maneira de fazer uma entidade demoníaca ser assustadora novamente. E diferente de muitos filmes de terror, as técnicas de susto dele realmente funcionam; até quando você prevê o que vai acontecer. E ao usar a mídia social como grande parte da história, o filme se torna familiar e isso ajuda a aumentar o medo.
As sequências de animação utilizadas no decorrer do filme são maravilhosas. A cinematografia usada e a personagem Marina são um aceno aos filmes de terror do passado como “O Chamado.” Mas é uma homenagem àquela era, ao invés de ser algo roubado. E as mortes, que são muitas, são completamente bizarras.
Laura é interpretada por Alycia Debnam-Carey (“Fear The Walking Dead”), e ela tem um desempenho forte nessa joia do terror. Ela faz um ótimo trabalho de transformação das emoções; quando ela está assustada, o público sente isso. A história se constrói bem até o clímax e entrega um final satisfatório.
Por que ‘Friend Request’ é um dos melhores filmes de terror de 2016
Nem todo filme de terror precisa ser uma grande obra prima para ser bom. “Friend Request” faz um ótimo trabalho ao tirar os tropos de costume dos filmes de terror, e os utiliza com suas melhores habilidades. Parecido com filmes como “Pânico,” “A Hora do Pesadelo,” e “O Segredo da Cabana,” é melhor assistir a esse com as luzes apagadas e um grupo de amigos. A história é moderna, o enredo é original, e os sustos são genuínos, e esses ingredientes fazem de “Friend Request” um dos melhores filmes de terror de 2016.

Tradução e Adaptação: Laura Rodrigues, ADCBR.

Fonte

O FENÔMENO DOS FÃS…
“A coisa mais maluca que um fã fez por mim foi tatuar meu rosto ou uma das frases de The 100. Eu nunca fiz nada maluco como fã, eu não sou assim.”
O FIM DO MUNDO…
“Se isso acontecesse enquanto estou na Espanha, eu teria que aprender espanhol. Eu ficaria no hotel. Madrid é linda, isso é bom. E eu sairia para comer tapas!”
MEU MAIOR MEDO…
“Quando era uma criança, eu tinha medo de morrer, de um meteorito atingir a Terra. Agora não sei bem do que tenho medo.”
MÍDIA SOCIAL…
“Eu não sou boa nisso. Com elas você acaba perdendo uma parte da sua vida, você se torna obcecada querendo fazer a mesma coisa que outras pessoas. Se você focar em algo que é relamente apaixonada, essas coisas não importam.”
MINHA MÃE…
“Ela é uma roteirista. Ela é uma apoiadora fantástica, pois entende como as coisas são. Esse é um mundo tão estranho e maluco que você não consegue entender se não estiver na primeira fileira.”
MINHA PRIMEIRA DERROTA…
“Foi um sucesso. ‘Galyntine’ foi um piloto nunca lançado, da AMC também, e depois Fear the Walking Dead veio pra mim.”
O MELHOR CONSELHO…
“É mais revelador sobre quem você realmente é quando se está no seu pior e não no seu melhor.”
MODA…
“Eu adoro moda, deveria ser divertida. Eu recomendo o documentário sobre Iris Apfel, eu gosto de que uma mulher madura é um ícone porque ela tem mais experiência.”
MINHA PRIMEIRA AUDIÇÃO NOS EUA…
“Foi para ‘The Carrie Diaries’, há um tempo… Eu não tinha noção do que poderia acontecer. Eles não me escolheram, e acho que foi melhor assim.”
AUSTRALIA…
“Morando nos EUA, eu sinto falta do mar. Existem praias na Califórnia, mas nem se comparam.”
EU DISCONECTO…
“Assistindo junk TV. É terrível, mas se eu não quero pensar, é a forma perfeita.”
Tradução e Adaptação: Joyce Fonteles, ADCBR.
O gênero zumbi parece não correr risco de desaparecer, e a atriz australiana Alycia Debnam-Carey acha que a razão disso é o que está acontecendo no mundo.

“Estou um pouco surpresa que essa loucura por zumbis tenha durado tanto tempo, pra ser sincera. Mas acho que isso tem ligação com o que vemos na mídia o tempo todo…o ambiente, engenharia genética, pobreza, doenças como Ebola. Eu acho que tudo faz parte da nossa consciência coletiva, e isso está refletido em filmes e na TV,” disse ela. “Eu acho que estamos percebendo nosso lugar no universo, que somos bastante frágeis, e que quanto mais a ciência e a tecnologia tomam a frente no nosso desenvolvimento enquanto espécie, mais fácil fica para que tudo seja tirado de nós.”
Debnam-Carey, 23 anos, está atualmente interpretando Alicia Clark na série Fear the Walking Dead, da AMC, um drama de terror americano que é spin-off e predecessor para o super popular The Walking Dead, do mesmo canal. Sua personagem é a filha adolescente e dedicada da conselheira escolar Madison Clark, interpretada por Kim Dickens.
Inicialmente, o gênero de terror não era o favorito da atriz. “Eu não sou uma pessoa que curte terror, então estava um pouco apreensiva para ler o roteiro de Fear. Mas quando o li, eu o achei tão envolvente e bem escrito,” ela admitiu.
Depois que ela começou a assistir The Walking Dead, ela “rapidamente começou a gostar”. “Não tem tanto a ver com zumbis como imaginei que seria. É sobre seres humanos e o que eles estão dispostos a fazer um ao outro para sobreviver. A manipulação, o equilíbrio de poder, e as lutas…isso é que é interessante,” ela compartilhou.
O show não deixa somente o público curioso, o elenco também é mantido no escuro. Debnam-Carey diz que entre episódios: “É sempre o caso de trabalhar uma semana de cada vez.”
“Então descobrimos talvez com cinco dias de antecedência o que vai acontecer no próximo episódio…E enquanto filmamos, não sabemos de fato o desfecho da temporada. Você conversa com pessoas no set, especula um pouco! Mas todo mundo mantém segredo sobre os detalhes.”

Pergunta: Sem dar nenhum spoiler, vai haver algum momento ou evento especialmente sombrio nessa metade da temporada? Talvez um dos personagens principais se tornar um infectado?
Alycia: Sem dar spoilers? Eu não poderia dizer algo assim sem ser um spoiler (risos). O que eu posso dizer é que nossos personagens estão sendo expostos a muito mais nesse mundo novo. Eles estão fraturados e separados, o que significa que há menos segurança. Então, definitivamente, eles estão em perigo de ter muito mais contato com os infectados, e isso é uma ameaça bem maior. Mas você vai ter que assistir para descobrir o que vai acontecer!
Pergunta: Sua personagem foi forçada a crescer muito, muito rápido. Você acha que isso também aconteceu na sua vida real?
Alycia: Eu sempre fui uma criança muito séria, pra ser honesta. Minha mãe sempre costumava dizer que eu era como um homenzinho carrancudo com uma nuvem negra me seguindo, porque eu era tão focada, determinada, e séria! (risos) Acho que eu e minha personagem somos bem diferentes. Também acho que crescemos de forma bem diferente também. Mas sim, acho que crescer foi algo que aconteceu rapidamente pra mim, em termos de começar a trabalhar, e então ter meu trabalho reconhecido tão inesperadamente. Mas, a maioria das vezes, você faz um trabalho e há bastante tempo antes dele ser lançado, e você não sente que algo esteja realmente acontecendo. Estar nessa turnê de imprensa na verdade me ajudou a perceber melhor o impacto do trabalho! Mas não, meu crescimento não teve uma transição tão severa como foi com Alicia.
Pergunta: Sua personagem era uma adolescente na primeira temporada. Você buscou alguma inspiração para interpretá-la?
Alycia: Na verdade não. Eu tinha 21 anos quando começamos, então ser adolescente não era algo muito distante. Na verdade acho bastante difícil interpretar uma adolescente, porque você é o sujeito de muitas características pré-determinadas. Existe um esteriótipo, de certa forma. Sabe, as pessoas já têm essa ideia de que uma adolescente é irritante, ou mal humorada, ou boba, ou talvez respondona… Mas como atriz, você está tentando fazer isso ser mais real. Você quer descobrir a essência da personagem, ao invés do esteriótipo. O que a define? O que ela deseja?

Tradução e Adaptação ADCBR.