A medida que nos preparamos para o lançamento de Fear the Walking Dead, a edição de hoje da nossa série de artigos CarterMatt Unsung Heroes é sobre a jornada de uma heroína e alguém que se viu em meio a tremendo perigo e sofrimento. Alicia Clark, interpretada por Alycia Debnam-Carey, começou a série como alguém completamente despreparada para os perigos que a rodeavam no apocalipse zumbi; agora, ela tem a capacidade de ajudar outras pessoas que estão sofrendo e de tomar decisões difíceis quando as situações surgem.

Como a série permitiu que esse personagem tivesse tanta profundidade ao longo do tempo? Muito disso começa como o olhar para onde sua história começou – ao começar a história de Fear the Walking Dead logo após o inicio do apocalipse, tivemos a chance de mergulhar na humanidade da Alicia. Ela era uma jovem mulher com suas próprias questões de identidade e propósito para descobrir, e apostar na vida ou morte em cima disso era uma receita para o desastre. Vimos seu medo, sua insegurança e também um pouco da sua capacidade para cometer erros. Ela fez várias, seja em termos de confiança ou sobrevivência.

E é ai que o próximo componente chave da evolução de Alicia Clark entra em cena: sua capacidade de aprender. Apesar de seus defeitos (como todos os grandes heróis), sua maior força é que ela nunca ignora o conhecimento. Ela aprendeu com suas experiências, e ela aprendeu com sua mãe Madison, que passou por sua quota de dor muito antes do inicio do apocalipse. Ela ficou mais forte, e foi capaz de usar um pouco de sua intuição natural mais no campo. Mesmo no meio da morte, ela tinha alguém para quem ela pudesse olhar. Ela já entendia empatia e cuidava de outras pessoas devido ao seu relacionamento com Nick, mas passar pelo apocalipse ajudou a entender melhor em uma escala mais ampla. No rancho Broke
Jaw, Alicia viu exemplos de má liderança e caos, mas ela também começou a entender a boa liderança, oferecendo esperança e encontrando soluções rápidas para problemas que não eram egoístas. Enquanto Alicia ainda se esforçava ocasionalmente para aqueles momentos de normalidade, ela percebeu que este não era um mundo normal. Ela mostrou que pode tomar as decisões certas e superar as perdas. É por isso que ela ainda esta de pé e o crescimento de seu personagem é tão verossímil e natural para esse mundo que você não pode deixar de torcer por ela.
O desempenho de Debnam-Carey também traz a Alicia para novos patamares, já que a cada temporada parece que ela descobre algo mais sobre essa personagem e contribui para o coquetel de experiências de vida que ela tem. Ela pode canalizar sua dor lindamente, mas também ser forte e entrar no modo assassina de zombi, se necessário. Se você já precisou de um microcosmo da evolução da personagem, tudo o que você precisa fazer é olhar para a imagem abaixo da próxima temporada.

Você pode imaginar esta Alicia existindo na primeira temporada de Fear the Walking Dead? é difícil. É um sinal de seu heroísmo, seu crescimento e sua força.

 

O que você acha que pode estar vindo para Alicia Clark nessa nova temporada de Fear the Walking Dead? e você está tão impressionado quanto nós com o crescimento da personagem?

A quarta temporada de Fear The Walking Dead estreia neste Domingo, 15 de Abril, na AMC.

Tradução e Adaptação, Cláudia Facci – ADCBR.

Fonte:

O elenco e produtores de Fear The Walking Dead compareceram à WonderCon – um evento anual de ficção científica e filmes – pela primeira vez. Esta é a primeira WonderCon para as duas séries do universo de The Walking Dead! A convenção começou nesta sexta-feira, 23 de março, e acabou no domingo, 25, e contou com a presença de Alycia.
Confira mais fotos em HQ da atriz no evento e durante o painel clicando nas miniaturas:
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Confira também o vídeo do painel completo de FTWD na convenção:

Há dois anos atrás, um assunto dominou os Trends do Twitter, os Fãs LGBTs merecem mais.

Quando The 100 matou a comandante dos clãs, lésbica, Lexa, a audiência não ficou apenas chateada, eles ficaram bravos. Esta foi a ultima gota depois de anos de personagens LGBTQ serem mortos sem piedade. Publicações Mainstream como The Washington Post, Variety e The Hollywood Reporter, todos se juntaram.

Uma campanha de arrecadações de fundos foi criada, assim como a ClexaCon, que foi um grande sucesso. Mas quando estamos falando sobre a “bagunça de The 100”, como Maureen Ryan da Variety diz, não estamos apenas falando sobre as conseqüências de matar uma lésbica. Os escritores de The 100 atraíram fãs lésbicas e bissexuais em fóruns Queer – “safe spaces” – ao ridicularizarem as preocupações válidas de suas vitimas que caíram na tropa do “Bury your gays”. Depois de o episódio ser exibido, alguns usuários influentes no twitter tiveram que postar linhas de atendimento contra suicídio, porque quando você se lembra quem é o publico algo de The 100, é além de antiético e deliberadamente manipulador atrair jovens LGBTQ que já estão passando por dificuldades na vida real e que usam a televisão como uma válvula de escape.

No entanto, em vez de refletir sobre a injustiça que muitos fãs sentiram que enfrentavam, nós só podemos olhar para frente. A representação LGBTQ está em constante evolução na televisão… ou é isso? Eu fui para o twitter para descobrir o que as pessoas pensam. Foi no twitter que tudo isso começou; O twitter terá sua voz ouvida mais uma vez. Eu perguntei:

1.) Com a vergonhosa “bagunça da Lexa” como vocês avaliariam, brevemente a representação LGBTQ, na TV agora? Especialmente, como vocês acham que a morte da Lexa afetou essa representação LGBTQ? O que ainda falta e o que melhorou, desde o impacto da morte da Lexa? Se é o caso?

Os fãs responderam quase que instantaneamente. Aqui é o que alguns deles disseram:

“Eu acho que a morte da Lexa certamente aumento a consciência de algo que os escritores
eram ignorantes como sendo um problema repetitivo ou uma atividade ignorada para um final
mais conveniente /falta de criatividade para um final de uma história de amor lésbica. O
resultado da morte da Lexa fez com que seja impossível de ignorar isso.”

“Ainda estou traumatizada. A morte da Lexa realmente trouxe atenção para o “Bury your
trope” (a morte dos gays). Parece que é um padrão vicioso que está sendo feito de modo
exagerado. As mentiras, iscas e decepções ainda continuam. Alguns atraem os LGBTQ para
assistirem suas séries apenas por lucro.”

“A morte da Lexa afetou claramente a representação LGBTQ na TV. A enorme reviravolta
obrigou a grande mídia a tomar nota e, posteriormente, pressionaram os criadores/líder dos
seriados para discutirem o tratamento dos personagens LGBTQ de maneira que foram
previamente autorizados a obter um passe para.”

“A morte inútil e cruel da Lexa teve o poder de diminuir o número de hipotecas entre os
personagens LGBTQ, mas, além disso, não melhorou a qualidade da representação e eu não
pude amar um novo personagem LGBT porque tenho medo de sofrer novamente.”

“Claro que teve um impacto, mas a vida da Lexa teve um impacto maior. Nós não vamos
conseguir mais consciência para o que é boa representação, enquanto os escritores escaparem
com tropos e estereótipos nocivos. Ouça, repense, reescreva, encontre uma maneira. Seja
responsável, envie a mensagem certa.”

A principal idéia de tudo isso infelizmente, eu não acho que possamos esperar uma representação perfeita em todas as frentes ainda. O mundo é muito diversificado em termos de etnia, raça, sexualidade, deficiência… todos os tipos. Mas em vez de discriminar por causa dessas individualidades, por que não comemorar isso?

Parece que o consenso geral é que, embora o tratamento do “incidente da Lexa” não tenha sido ótimo, tudo em seguida foi. De certa forma, é uma vitória. Uma tragédia sempre permanecerá uma tragédia, mas se ela inspira tal generosidade, apoio e amor compartilhado a comunidade, sim, entre uma multidão de estranhos na internet, então, talvez nós, não sejamos viciados em mídias sociais por todos os motivos errados. Em alguns casos, como se viu nos tweets acima, os fãs estavam tão ligados a Lexa e o que ela queria dizer como símbolo, que eles não podiam ver a representação LGBTQ da mesma maneira novamente. E isso é uma pena, porque há excelentes meios de comunicação la fora.

One day at a time, Brooklyn Nine-nine e Legends of Tomorrow, por exemplo. Mas não é difícil simpatizar aqui, porque pela milésima vez: a televisão não é um vácuo. Os espectadores são pessoas reais; alguns são tão jovens.

A vulnerabilidade está na vanguarda e até a televisão melhorar seus padrões de representação, talvez essa vulnerabilidade permaneça na vanguarda. Não quer dizer que a televisão não tem, mas ainda tem um caminho compreensivelmente longo a seguir. No entanto, o que os fãs fizeram, tão sensivelmente, é continuar com o legado da Lexa. A Lexa sempre foi uma personagem altruísta. Não há nada que se possa fazer sobre a morte, além de decidir o que você aprende e tira disso. Lexa deixou um legado de amor, e os fãs abraçaram isso. A prova disso são as campanhas de arrecadações de fundos, na ClexaCon, nos brindes e na produção de algumas coisas incríveis de fãs. Os legados ficam, sim. Mas o que realmente importa é o que você faz com esse legado. E neste
caso, penso que a mensagem de amor foi ouvida em voz alta, triunfante e claramente.

Ah, temos um longo caminho a percorrer, mas as rodas do nosso comboio LGBT estão, definitivamente, em movimento. Agora, esperamos um Tesla de arco-íris para nos lançar em um mundo verdadeiramente representativo da diversidade de beleza com que somos tão abençoados todos os dias na vida real.

Nicola Choi sobre a representação LGBTQ, a morte dos personagens gays e o legado duradouro da Lexa.

Tradução e Adaptação, Cláudia Facci – ADCBR.

Fonte:

Alycia Debnam-Carey concedeu entrevista ao fotógrafo Max Papendieck, para a Monrowe Magazine, junto com um novo photoshoot incrível. E claro, nós traduzimos essa entrevista para vocês, confiram:

ALYCIA DEBNAM-CAREY : DA PARTE DE TRÁS DA ORQUESTRA PARA O CENTRO

Grandes mentes, é claro, pensam igual. Então, quando o fotógrafo Max Papendieck conheceu a atriz ascendente Alycia Debnam-Carey, sabíamos que era para ser. Os talentos australianos se encontraram em estúdio para discutir sobre música, “Fear the Walking Dead”, e a luta única de ser um jovem e auto-sustentável, criativo na América.

Max Panpedieck: Eu iria perguntar sobre a sua infância na Austrália, mas então eu ouvi que você era uma percussionista!
Alycia Debnam-Carey: Eu sinto que várias pessoas não sabem o que é isto. Eles ficam tipo “Isso significa que você toca triangulo?” Eu fiz percussão clássica desde quando eu tinha 8 anos até dezoito anos. Meu pai era músico, e meu irmão também é músico.
MP: Como essa transição se transformou em atuação?
ADC: Minha mãe era na verdade uma escritora de programa de televisão para crianças. Desde uma idade muito precoce, ela conseguiu fazer com que eu e meu irmão ajudasse os segmentos que ela tinha que escrever. Nós apenas participaríamos, e elas notou que eu realmente me agradava por isso. Então ela me manteve nisso. Não foi até eu ter 17 anos que eu comecei a ter entrevistas com os agentes – embora nada estivesse certo porque eu era muito nova na época. Isso não aconteceu até que eu conheci minha atual agência em Sydney. Assim que eu fiz 18 anos, eu assinei lá e nunca mais saí. Lembro-me de ter dito ao meu professor de bateria: “Eu vou para LA! Eu acho que vou ser uma atriz!
MP: Eu acho que, quando você sabe, você sabe.
ADC: Quero dizer, eu meio que sempre soube.

MP: Como foi aquele ano inicial quando você veio para Los Angeles: Foi difícil?
ADC: Sim. Não conhecia ninguém. Minha mãe veio comigo e fiquei no apartamento HomeWood, que, se você souber algo sobre HomeWood, é um lugar horrível para ficar. É conhecido por ter uma vibe inteira de “atores infantis”, que é realmente intensa. Todos nós [atores infantis] no mesmo lugar: era realmente bizarro. Mas eu reservei um emprego nas primeiras seis semanas.
MP: Isso é muito incrível, hein?
ADC: Realmente sortuda. Esse emprego fez eu ter meu visto e fui direto para a Carolina do Norte. Eu filmei lá por seis semanas e depois voltei [para LA]. Fiquei por dois meses e depois fechei outro emprego em Detroit. Foi o filme chamado “Into the Storm”, e isso foi incrível. Meu primeiro ano foi realmente muito incrível. No segundo ano, mudei para Los Angeles, não consegui um único emprego o tempo todo. Era uma dessas coisas em que eu tinha mais 1000 dólares na minha conta bancária até o final.

MP: Eu também estive assim. Não se preocupe com isso.
ADC: Eu acho que todos [estiveram assim] e você precisa dessa dificuldade. Sempre há um ano para pessoas que apenas são uma droga… Meus pais eram tão solidários, mas eles só podiam fazer tanto de longe. Eu só tinha que perder meu ego um pouco. Para não dizer que eu pensei que merecia tanto. É só que é muito fácil que as coisas sejam boas quando são boas. Mas é muito difícil fazer as coisas serem boas quando são difíceis. Você sabe que é o verdadeiro testemunho da força.
MP: Quando você está atuando, especialmente em “Fear the Walking Dead” você se transforma em seu personagem ou é mais que você pode mudar quando sai do set?
ADC: Eu acho que tenho mais uma separação entre o personagem e eu quando vou para casa. Preciso desse tempo para que eu possa apenas reabastecer e revitalizar.

MP: Você é boa para comentários e críticas?
ADC: Eu sou boa com Feedback; O feedback é o que me alimenta realmente. Eu sempre fui bastante determinada, e eu sou muito orientada. Meu principal objetivo é continuar crescendo e aprendendo. Há algumas coisas que as pessoas simplesmente não irão gostar em você, e essa é uma lição difícil de aprender. Mas se você sabe o que é seu estilo e você ama o que faz, pode apreciá-lo quando estiver certo.
MP: Onde você quer que sua carreira vá e o que você quer fazer no futuro? Onde se vê em dez anos? A Austrália está nos cartões de novo?
ADC: Austrália está sempre nos cartões, mas é tão difícil conseguir um trabalho lá embaixo. É um daqueles lugares onde eu adoraria voltar e trabalhar lá. Esse é um dos meus muitos objetivos e sonhos: fazer um filme que eu amo na Austrália… Eu adoraria fazer um filme de época – alguma coisa que eu possa afundar meus dentes de uma maneira diferente.
MP: É tudo sobre o equilíbrio, não é? Você não quer escolher um tipo de gênero.
ADC: Isso também é o que eu amo sobre a natureza desse trabalho. Você sempre está se movendo. Você sempre está mudando e sempre é diferente. Não há um dia nesse trabalho que seja o mesmo. Quando você recebe um novo script, um novo mundo em que você começa a atuar, é muito divertido para mim. Eu amo isso.

Confiram as lindas fotos clicando nas miniaturas abaixo:

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Tradução e Adaptação: Mariana Cristina; Revisão: Marina Brancher – ADCBR

Fonte

Na Comic Con de Nova York, o criador de The Walking Dead, Robert Kirkman, revelou que um personagem de The Walking Dead vai se juntar ao elenco de Fear the Walking Dead ou vice-versa. Se o cenário vir a ser um personagem de Fear indo para a costa leste para se juntar ao grupo de sobreviventes de Rick Grimes, o melhor para fazer isso é a personagem de Alycia Debnam-Carey, Alicia Clark.

“Há um personagem que vai passar de uma série, que não vou nomear, para outra, que não vou nomear”, disse Kirkman. “Este é um grande evento no mundo de The Walking Dead.”

Se um personagem de Walking Dead se juntar à Fear, Abraham Ford é o candidato provável, mas a Alicia deve ser a primeira na fila para o crossover oposto. É uma jogada que o elenco de Fear the Walking Dead não estava ciente antes do anúncio e até mesmo pegou o showrunner Dave Erickson um pouco de surpresa.

“Eu tinha suspeitas, mas não era algo que estávamos considerando quando estivemos fazendo a 3ª temporada”, disse Erickson. “Eu acho que é uma coisa boa para a série. Eu acho que é algo que esperamos para reanimar a nossa fã base modesta e, em seguida, a fã base muito maior de Walking Dead”.

Para que Debnam-Carey se torne a personagem que cumpra o destino do crossover, a atriz seria obrigada a trabalhar aparentemente mais semanas do que há num ano. No entanto, com base na narrativa dos dois shows, ela é a melhor candidata do Fear the Walking Dead para se juntar ao grupo em Alexandria

Aqui está o porquê:

De todos os personagens de Fear the Walking Dead, Alicia Clark sofreu a transformação mais impressionante. A personagem começou o apocalipse chorando por seu namorado que foi vítima do apocalipse zumbi nos primeiros dias. A partir daí, algumas decisões imaturas como revelar sua localização a um garoto no rádio que colocaria seu grupo em perigo. Até agora, no entanto, Alicia é uma sobrevivente assassina e prática. Ela está disposta a fazer o que é necessário sempre que necessário para assegurar sua própria sobrevivência, mas não perdeu sua moralidade. Tanto foi evidenciado quando encontrou uma estranha no episódio 3×14 que levaria sua comida. Em vez de matá-la, Alicia raciocinou com ela. As qualidades são semelhantes das de Maggie Greene, de The Walking Dead. Maggie começou o apocalipse sendo protegida do mundo novo e duro na fazenda do pai. Desde então, ela experimentou tremendas perdas. Sua família foi exterminada e seu marido assassinado diante de seus próprios olhos. Alicia sente uma dor semelhante e a usa para motivá-la de maneira semelhante. Na verdade, durante um painel na Build Series, em Nova York, este ano, Debnam-Carey nomeou Maggie como o personagem de The Walking Dead com quem mais gostaria de se encontrar.

“Eu sempre disse que Maggie seria uma boa [para trabalhar] só porque acho que seríamos uma boa dupla”, disse Debnam-Carey. “Eu acho que eu realmente gostaria de ver esse poder feminino. Sim, então, acho que esse seria o meu sonho de crossover”.

Sem deixar de falar, Debnam-Carey tem uns seguidores ávidos nas mídias sociais que a seguirão em qualquer lugar, embora o grupo defenda manter seu personagem em foco, em vez de descuidada no conjunto bem maior de The Walking Dead.

Antes do anúncio do crossover de Robert Kirkman, Fear the Walking Dead pode já ter plantado as sementes para Alicia Clark começar sua jornada em The Walking Dead. Nos Episódios 3×12, 3×13 e 3×14, Alicia Clark foi colocada em um caminho para se estabelecer em sua própria jornada, separada do grupo na jornada mexicano-americana. Conforme Alicia dirige em uma nova direção com seu novo amigo, ela se torna a candidato mais provável para chegar à costa leste e se juntar aos sobreviventes do The Walking Dead. Ainda assim, Fear the Walking Dead está definido anos antes da cronologia atual do The Walking Dead. Então, com a separação geográfica dos personagens resolvidos, os anos passam antes que a Alicia possa aparecer ao lado de Maggie ou qualquer outra pessoa de Alexandria, Hilltop ou o Reino.

Fear the Walking Dead foi renovado para uma quarta temporada, que será lançada em 2018. A quarta temporada e as épocas que podem seguir podem apresentar momentos de avanço no tempo, que The Walking Dead fez entre muitas das pausas, acelerando o processo e a evolução de Alicia Clark em sua jornada para o leste.

A série-irmã de Walking Dead, Fear the Walking Dead, passa aos domingos à noite na AMC.

Tradução e Adaptação: Marina Brancher, ADCBR. 

Fonte

Alycia Debnam-Carey de Fear The Walking Dead, a matadora de zumbis mais querida da TV, prefere a Semana da Moda ao invés das férias de primavera.

No meio da marca da semana da moda, até mesmo a fashionista mais experiente começa a sentir um pouco de fadiga. Mas esse não foi o caso da atriz australiana Alycia Debnam-Carey, que acabou de chegar em Nova York depois de uma viagem agitada ao Festival de Cinema de Veneza como uma convidada de Miu Miu. Mas a garota de 24 anos não parece desgastada. Na verdade, ela está particularmente brilhante e animada, conforme conta sobre a sua escapada italiana e os próximos planos na moda. Claro, esta é uma atriz que gasta seu tempo lutando contra zumbis enquanto tenta sobreviver à uma América pós-apocalíptica na série de sucesso da AMC, Fear the Walking Dead, a série spinoff de The Walking Dead, que retornou para a segunda metade de sua terceira temporada semana passada. Na série, Debnam-Carey interpreta Alicia Clark, uma típica adolescente forçada à se preparar para a ocasião quando sua vida se despedaça com, bem, o apocalipse zumbi. Na cidade para promover a nova série e participar de alguns desfiles de moda como Ulla Johnson e Dion Lee, a nativa de Sydney, Austrália falou com W sobre sua série de sucesso, pilotos sem sucesso e os pontos negativos de filmagem no México durante as férias de primavera.

Vi que você estava no Festival de Cinema de Veneza. Como foi essa experiência?

É tão encantador. É tão mágico esse lugar. A primeira vez que fui lá, eu tinha 15 anos com meus pais, então não consegui vinvenciá-lo como adulta. E Miu Miu é incrível. Eles têm um incrível grupo de mulheres. É tão divertido, e você está na presença de mulheres realmente pensativas, comprometidas, inteligentes e também estilosas. A coisa toda parecia boa demais para ser verdade. Era como beber Aperol Spritzes e usar Miu Miu. E Laura Harrier, que é minha amiga, estava lá, então isso foi divertido, e Rowan Blanchard, que é um doce. Estou apaixonada por ela. E eu não tinha ideia de que ela era tão jovem. Ela tem, o quê, 15 anos? Tenho 24, e eu estava tipo, “eu preciso envelhecer um pouco”.

Quantos anos você tinha quando começou a atuar?

Comecei quando era bem jovem. Minha mãe é uma escritora de televisão infantil, então fiquei envolvida e por perto desde uma idade muito jovem. Quando eu tinha oito anos eu fiz meu primeiro filme com Rachel Ward e Bryan Brown, que são uma dupla de produtores e diretores australianos muito respeitada, e isso mudou toda a minha perspectiva sobre o que eu poderia fazer e ser na vida. Daquilo, eu continuei fazendo. E durante meu último ano de escola, eu decidi que eu iria para o exterior para experimentar.

Qual foi o primeiro emprego que você conseguiu depois de se mudar para Los Angeles?

Eu consegui um filme de terror chamado Where the Devil Hides (The Devil’s Hand ou Onde o Diabo se Esconde). É… você sabe, um filme de terror. Mas foi o primeiro filme de longa duração que já fiz e com ele obtive meu visto e eu poderia começar a trabalhar. Meu primeiro ano foi incrível, e consegui alguns empregos. O segundo ano foi sem resposta total. Não encontrei nenhum emprego, o que foi bem desanimador. Eu estava me aproximando das coisas, mas nunca trabalhando mesmo. Mas isso é bem assim em L.A. e é muito assim nesse trabalho. Você não pode fazê-lo a menos que esteja pronto para enfrentar muita rejeição. Você simplesmente não pode.

Você já pensou em voltar para casa?

Não. O primeiro ano especialmente, eu tinha uma visão periférica. Eu estava tão determinada, tipo “Você não vai me enviar para casa. Eu não vou a lugar algum.” Às vezes, essa energia forte ajuda.

Quando as coisas mudaram?

É engraçado porque TV não era algo que eu queria fazer. Eu queria fazer filmes. Eu tinha recusado muitas séries anteriormente, porque eu não podia me imaginar estando em um série por tanto tempo e fazer apenas uma coisa. Mas é interessante como agora a TV explodiu; são capítulos em um livro ao invés de um romance só. E especialmente agora que os estúdios estão fazendo tanto filmes de super-heróis ou sequências. Mas eu consegui [série distópica da CW] The 100, quando ainda tinha essa ideia de “Não sei se deveria estar fazendo TV”. Mas eu sabia que era uma personagem legal.

Como foi essa primeira experiência de televisão?

Você aprende muita técnica. Você tem que estar muito consciente dos empregos de todos os outros, tanto quanto os seus. É difícil porque você não consegue passar tanto tempo em seu próprio material, porque você recebe cenas no último momento. Mas você também obtém um incrível arsenal de conhecimento de filmagem de TV. Você conhece o que é importante, e eu precisava disso. Eu não poderia ter feito nada maior do que isso. Eu olho para essas crianças que estão estrelando filmes enormes e fico maravilhada com o quão bom eles estão. Claro que você tem uma ótima produção atrás de você, mas muita coisa está em você quando você tem que anunciar uma franquia gigante. Eu penso em quanto eu aprendi em fazer televisão e é tão inestimável.

Como Fear the Walking Dead acabou acontecendo?

Na verdade, Laura Harrier e eu fizemos um piloto juntas chamado Galentine em Utah. Era um piloto de Ridley Scott e nós ficamos tipo, “Isso vai ser incrível”, e simplesmente não foi a lugar nenhum. Mas está tudo bem, eu consegui uma amizade incrível disso. Tínhamos acabado de receber o não, e eu não tinha um trabalho de novo, mas eles me arranjaram para a personagem [Alicia Clark], e tudo aconteceu muito rapidamente.

Você já era uma fã de The Walking Dead?

Eu não tinha assistido. Eu fiz ums rápida maratona. Eu assisti três temporadas em uma semana. Tive que parar porque estava ficando muito intenso e eu estava trabalhando nisso enquanto assistia. Então, de início, eu não tinha absolutamente a menor ideia – eu sabia que era algo, mas não até que ponto. Mas, às vezes, é melhor começar assim, ou então você enlouquecer.

Quando você percebeu que esse fenômeno era tão grande?

Provavelmente com a primeira Comic Con que fizemos. Eu estava no painel na frente de 6.000 pessoas, e todos estávamos calados e assustados. As pessoas nos alertaram, mas foi quando a ficha caiu. Era muito maior que esperávamos. Nós esperávamos o suficiente, mas você realmente vê um outro nível disso tudo na Comic Con.

Como é estar em uma série-irmã de algo tão intensamente popular? Você sentiu uma pressão adicional?

Era muito importante para nós distinguirmos que essa série era muito diferente. Era difícil garantir que as pessoas soubessem que não era a mesma coisa. Tem seu próprio estilo. Não é uma história em quadrinhos. Em The Walking Dead, há esses personagens maiores que a vida, mas com nossa série é mais um drama familiar em muitos aspectos. E acho que foi difícil para as pessoas fazerem a transição.

O que a atraiu para a personagem da Alicia?

Foi bom ter um personagem que teve um crescimento real. Esta é uma personagem que passou por ser uma adolescente normal antes do apocalipse para alguém que realmente foi devorado por isso. E não necessariamente de uma maneira “durona”. Claro que ela fica incrível fazendo tudo, mas houve algo muito obscuro, muito real e muito traumático. É incrível passar por todas essas emoções e poder explorar a jornada completa de uma pessoa, e como elaschegam até onde estão.Frequentemente você vê alguém no meio desta história, onde é tipo, “E agora eles são tão legais, são guerreiros durões”. Isso me pareceu uma elevada de nível, e agora eu consigo dar às pessoas exatamente isso.

Onde você filma a série?

Estávamos filmando no México, o que foi ótimo. Eu tinha em mente que ia ser mais “Eu estou na praia bebendo uma piña colada e pegando um bronzeado”, e não foi bem assim. Mas ainda era ótimo. Mas quando o assunto é férias de primavera, eu nunca quero chegar perto delas de novo. Tinham crianças soltando fogos de artifício da varanda no nosso hotel às 3 da manhã.

Você pelo menos chegou a participar de alguma das festas?

Eu não teria nem querido, para ser honesta. Não acho que elas são o tipo de festas em que você quer estar.

 

Tradução e Adaptação – Marina Brancher, ADCBR.

Fonte

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Hoje, 01 de Setembro, Alycia acompanhada de sua amiga Laura Harrier, compareceu ao almoço realizado por Livia Firth, Carlo Capasa e Caroline Scheufele em Veneza na Itália.

 

Confiram as fotos em HQ clicando nas miniaturas abaixo:

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No dia 31 de agosto, Alycia compareceu ao evento da marca de roupas italiana Miu Miu chamado “Women’s Tales”. O evento é uma campanha que consiste em curtas-metragens produzidas em conjunto com diretoras de alto nível.

Confira as fotos em HQ da atriz no evento:

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Hoje (13 de Agosto), Alycia Debnam-Carey foi fotografada com sua amiga Laura Harrier, em Tulum beach, no México. A atriz parece está curtindo bastante a praia durante esse último fim de semana.

Confiram as fotos em HQ clicando nas miniaturas abaixo:

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Fonte das imagens